Notícias sobre a feira e o mercado

31/01/12

Tecnologia da Informação

TI lidera ranking de fusões e aquisições no Brasil pelo quarto ano consecutivo

 

Tecnologia da Informação foi o setor que mais realizou fusões e aquisições no ano de 2011 no Brasil, liderando o ranking pelo quarto ano consecutivo. Somente no ano passado, foram concretizados 90 negócios envolvendo empresas do segmento, um aumento de 5,5% em relação ao ano anterior. Os dados constam em um levantamento realizado trimestralmente pela KPMG e que identifica as 42 áreas que mais realizaram transações no país.

 

O setor de TI vem registrando um movimento crescente no número de fusões e aquisições desde 1999 e, há quatro, se mantém na posição de líder, ultrapassando indústrias fortes no país como Alimentos e Bebida, Imobiliário e Petróleo e Gás. Em 2011, o levantamento da KPMG apontou ainda que o mercado doméstico de TI está bastante aquecido.

 

Foram feitas durante esse período 45 transações que envolvem somente empresas de capital brasileiro. Também foram registrados 17 de negócios entre empresas estrangeiras adquirindo brasileira estabelecida no País, três brasileiras adquirindo estrangeira no exterior, duas brasileiras adquirindo estrangeira estabelecida no País e 23 estrangeiras adquirindo outra estrangeira estabelecida no País.

 

Para o coordenador da pesquisa, sócio da KPMG, Luis Motta, TI contribuiu para o aumento das operações entre empresas brasileiras e que corresponderam a 50% do total dos negócios do ano.

26/01/12

Embalagens

Indústria Gráfica unida pelas oportunidades do século 21

 

*Por Reinaldo Espinosa
 
Os participantes do 15º Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica (CONGRAF), realizado em Foz do Iguaçu no final do ano passado, puderam participar de uma enriquecedora reflexão sobre os rumos que o nosso setor vem cursando no País. Prova disso foi a mudança conceitual que marcou a concepção do evento, que pela primeira vez deixou as discussões de aspectos cotidianos um pouco de lado para olhar de forma mais abrangente as perspectivas de futuro para toda a cadeia da comunicação impressa.

 

A grade de palestras refletiu claramente essa inflexão na maneira de organizar o CONGRAF, que a partir desta edição certamente será lembrado como “summit” da Indústria Gráfica brasileira e, provavelmente, de toda a América Latina. No entanto, mais animador do que o conteúdo dessas excelentes apresentações, o que nos deixa otimistas e certos de que avançaremos muito as conclusões a que chegamos ao fim do congresso.

 

Os fatos não podem ser negados, e é verdade que: (1) vivemos um momento de mudança paradigmática na comunicação; (2) nas economias maduras a retração da indústria gráfica é visível; (3) a indústria da comunicação eletrônica investe pesadas somas em campanhas de marketing para convencer o consumidor de que seus produtos são “limpos”, o que leva muitos a concluir, por exclusão, que a comunicação impressa é prejudicial ao meio ambiente.

 

O que vimos no CONGRAF é que podemos reverter cada um destes pontos se formos perspicazes e criativos. Portanto, não poderíamos deixar de lembrar que: (1) o surgimento de novas mídias não diminui a importância da comunicação impressa, que continua a ocupar a escala máxima no quesito credibilidade da informação. É nossa tarefa descobrir como explorar essa característica, sempre tendo em vista que não há outra saída a não ser coexistir com as diferentes mídias.

 

(2) Se nos EUA e na Europa a indústria gráfica vem passando por um processo de retração, no Brasil e em outros países emergentes o cenário será, por muito tempo, de crescimento. Vale destacar que, nesses mercados, a renda da população está em crescimento e o déficit educacional ainda é elevado. Na medida em que este segundo cenário começa a ser revertido, a superação do analfabetismo funcional, somada a uma maior disponibilidade de recursos financeiros, tende a elevar o consumo de bens editoriais como livros, revista e jornais. Ou seja, ainda há um vasto espaço de crescimento para a nossa indústria nestes segmentos.

 

Por fim (3) é nossa obrigação melhorar a comunicação com os consumidores e a sociedade como um todo, no sentido de mostrar que não causamos danos ao meio ambiente mais do que a indústria da tecnologia da informação. Pelo contrário, nosso principal insumo, o papel, é um bem facilmente reciclável e proveniente de uma atividade altamente sustentável, o manejo de florestas. Por outro lado, fica cada vez mais claro que o verdadeiro problema ecológico de nosso tempo é como dar fim às toneladas de lixo tecnológico descartadas diariamente em todo o planeta.

 

Tudo isso não teria importância, no entanto, se não fôssemos capazes, enquanto indústria, de nos unir em torno de objetivos em comum. O que o último CONGRAF provou foi exatamente a capacidade de mobilização do nosso setor. A Carta de Foz do Iguaçu, lançada ao fim do Congresso, é o exemplo mais cristalino dessa característica. O documento, que procura mostrar como a indústria gráfica brasileira pode contribuir para o desenvolvimento do Brasil, foi assinado por todos os presidentes regionais da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (ABIGRAF) presentes na cidade paranaense. E sem essa coesão, não seremos capazes de transformar essas ameaças em oportunidades para todo o setor.

*Reinaldo Espinosa, empresário gráfico, é o presidente da ABTG (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica).

19/01/12

Embalagens

Solução Gifts traz novas propostas para brindes ecológicos

 

O novo departamento de sustentabilidade da Solução Gifts está sendo bem aceito pelo mercado. Por conta disso, e após uma pesquisa de mercado sustentável, a empresa importou 200 mil sacolas de rafia e materiais de piaçava vindos de Maragojopinho, região sul da Bahia, para atender seus clientes.

As sacolas de rafia são retornáveis e reutilizáveis, usadas para conscientização ecológica e agrega estilo e praticidade ao cotidiano de quem usa. Os brindes vêm em oito impressões diferentes que podem receber o logo da empresa ou slogan em cima da impressão escolhida.

Nos produtos de piaçava é utilizada a fibra da piaçava, resultando em charmosos artesanatos. Dependendo da necessidade da campanha, é possível fazer a personalização de acordo com o gosto do cliente.

19/01/12

Mercado

Os desafios da gestão da estratégia empresarial

*Por Louremir Jeronimo

 

Hoje em dia, diante das diversas necessidades e desafios enfrentados pelos executivos brasileiros, destaca-se a demanda comum por informações que permitam compreender de forma adequada a situação das organizações sobre sua responsabilidade. Essa necessidade aumenta conforme cresce a pressão por redução de gastos, aumento de produtividade, ganho de participação de mercado, aumento nos lucros e geração de valor para o negócio.

 

Ao observarmos o comportamento das empresas nas últimas décadas, é evidente o grande investimento realizado em tecnologia e sistemas de informações. No entanto, esse desenvolvimento ocorreu basicamente nas atividades operacionais das organizações, como faturamento, controle de estoque, emissão de notas fiscais, controle de pagamentos etc. A existência de processos eficientes na operação das empresas é fator fundamental para o seu sucesso. Porém, o tipo de informação gerada por esses sistemas não atende de forma adequada às necessidades da alta direção.

 

Um executivo, para tomar decisões estratégicas, necessita de relatórios disponíveis que forneçam uma visão geral de seu negócio, tal como a distribuição de vendas de seus produtos por região em determinado período, não sendo adequado para esse tipo de gestor analisar uma lista contendo cada uma das notas fiscais emitidas pela empresa em determinado período. Essa seria a diferença básica entre dado e informação.

 

A dificuldade dos executivos na obtenção de informações aumenta na medida em que as diversas áreas da organização devem ser analisadas em conjunto, necessitando compor os seus relatórios com dados das mais diversas origens (sistemas desenvolvidos internamente, CRM, planilhas eletrônicas, bancos de dados etc.). Quando passamos a analisar as necessidades de informações dos executivos responsáveis por grupos de empresas, muitas vezes atuantes em diversos setores, a geração de relatórios de forma adequada e eficiente se torna tarefa quase impraticável.

 

Felizmente, ao mesmo tempo em que as organizações e as suas relações com o mercado se tornam cada vez mais complexas, a tecnologia da informação também evolui com grande velocidade em todos os aspectos e também para atender as necessidades de informações dos executivos. A solução que melhor atende as demandas descritas e vem sendo cada vez mais utilizada no mundo corporativo é a EPM – Enterprise Performance Management.

 

EPM é um sistema de gestão estratégica baseado na utilização da tecnologia da informação para atender as necessidades de informações dos executivos, facilitando a formulação das estratégias, permitindo a sua comunicação para todos os níveis gerenciais responsáveis pela sua execução e tornando possível o seu controle.

Para entender melhor o conceito de EPM, existem três pilares centrais para o seu desenvolvimento:

 

1. Modelo de Gestão. Trata-se da forma como uma empresa é gerida, planejada e controlada. Muitas vezes, o modelo de gestão de uma organização tem origem nas características pessoais de seu fundador, país de origem ou região de atuação. Tais influências interferem de forma direta na maneira como as decisões são tomadas diariamente, impondo princípios, regras e modelos de comportamento a serem seguidos. Diferentes organizações têm distintos modelos de gestão, já que, em última instância, irão ditar a forma como os negócios são conduzidos.

 

2. Processos. Da mesma maneira que o faturamento de uma mercadoria tem um procedimento a ser seguido desde a conferência do pedido, separação de mercadoria, até a emissão de nota fiscal, a gestão estratégica de uma empresa também tem os seus processos definidos.  As empresas têm que realizar os seus planejamentos estratégicos, elaborar os orçamentos como um desdobramento de suas metas, realizar fechamentos contábeis para acompanhar as informações, apurar custos contábeis e gerenciais, entre outras atividades fundamentais para a gestão estratégica de uma organização. Todos esses procedimentos, desde o mais comum fechamento contábil até a geração de um relatório mensal no formato solicitado pelo presidente, envolvem processos que em última instância estão inseridos no conceito de gestão do conhecimento empresarial.

 

3. Tecnologia. Em virtude da alta complexidade dos negócios, dos modelos de gestão e da necessidade de agilidade nos processos, um eficiente sistema de informação gerencial só se torna realidade com a utilização da tecnologia para conseguir agregar todos os processos e as fontes de dados, de modo a conseguir em tempo hábil gerar as informações necessárias para a gestão de uma empresa. Além disso, a geração de um modelo estruturado que garanta o desdobramento do planejamento estabelecido pela alta direção em diversos outros planos para as áreas de execução, de forma coordenada e consistente, só é possível através do uso de sistemas que garantam uma relação de causa e efeito e que permitam a realização de acompanhamentos periódicos, visando garantir que os objetivos sejam atingidos. Dessa forma, é fundamental a ampla utilização da tecnologia para tornar realidade os modelos de gestão e tornar os processos viáveis.

 
Em teoria, as empresas não dependem da tecnologia para colocar em prática os seus modelos de gestão, mas a complexidade das organizações e a agilidade exigida em um mercado de atuação global praticamente a impõem como um componente fundamental para a concretização de planejamentos e projetos. Isso faz com que os softwares de EPM sejam uma das grandes demandas de investimento em tecnologia pelas empresas no mundo inteiro e que sejam considerados como fator fundamental para constituição de organizações eficientes e preparadas para enfrentar os desafios que surgem em razão de uma concorrência em nível global.

 

*Louremir Jeronimo é doutor em administração de empresas, professor convidado da Fundação Getúlio Vargas e gerente de soluções EPM da Unione (www.unione.com.br).

 

08/12/11

Novas formas de se pensar a inovação nas operações de serviços utilizando a TI

Analisando as características dos serviços, notam-se muitas possibilidades em que o nível de serviços aos clientes pode sofrer variação e, com isso, tornar uma empresa mais ou menos competitiva. A TI (Tecnologia da Informação) tem sido um meio fundamental para as inovações em serviços e vem ganhando cada vez mais importância tanto para profissionais de serviço como profissionais de TI.

 

Conforme Lovelock e Wright (2006), entre essas características, podem-se citar: os clientes não obtêm propriedade; os produtos dos serviços são realizações intangíveis; envolvimento dos clientes no processo de produção; as pessoas como parte do produto; maior variabilidade dos insumos e produtos operacionais; mais difícil de os clientes avaliarem; ausência de estoques; importância do tempo e diferentes canais de distribuição, os sistemas de entrega podem envolver canais eletrônicos e físicos. Conforme os autores, nessa última característica, e também em outras, entre as citadas por eles, nota-se um efeito importante dos avanços tecnológicos nos serviços. Os clientes agora são capazes de atender a si mesmos, em lugar de demandar a assistência de um funcionário. Isso tem causado mudanças importantes no setor de serviços em geral.

 

Entre as características dos serviços acima citados, a intangibilidade é a que mais distingue serviços de produtos. Bowen e Ford (2002) expõem as principais diferenças entre serviços e manufatura, considerando que essas diferenças são causadas pela questão da intangibilidade. As diferenças na avaliação da organização de serviço incluem o controle subjetivo da eficácia organizacional e controle subjetivo. Já as diferenças na estratégia da produção do serviço passam pelo controle da qualidade do serviço e da capacidade e demanda.

 

A produção de serviços também apresenta diferenças importantes em relação à manufatura que alteram as formas de se conduzir as estratégias de produção de serviços. Conforme Bowen e Ford (2002), os principais itens são os seguintes: a) controle do processo de produção para acomodar a coprodução do cliente. Considerar a importância no desenho do processo da coprodução, envolvendo cliente e empregado; b) controle do ajuste da produção para acomodar a coprodução do cliente. Considerar que, na manufatura, há uma distância como prestador de serviço, ou seja, a produção é protegida, pois é realizada longe do cliente. Em serviços, tem-se a questão da inseparabilidade, portanto, é junto ao cliente; c) controle dos empregados da produção para acomodar clientes como coprodutores. Deve-se sempre considerar a convivência entre empregado e cliente; d) controle dos clientes como coprodutores. Processo de produção deve considerar a coprodução.

 

Considerações: a capacidade de os funcionários reagirem aos diferentes clientes; o encontro com o cliente: saber lidar com as questões de incerteza; impedimento – pelas firmas de manufatura - de o cliente estar no nível técnico (nas máquinas, nos equipamentos, e outros); a necessidade da transparência, pois nos serviços, isso não pode ser feito.

 

Vários autores sugerem que deve haver uma nova forma de se pensar nas operações de serviços na nova economia, considerando a utilização da TI. Os aspectos acima, que vão desde as características dos serviços, passando pelos efeitos da intangibilidade nas operações e, depois, pelos tipos de serviço, são passíveis de serem mudados, reinventados, realizados de outras formas, graças ao impacto da nova economia e o uso das ferramentas da TI. Com a velocidade das mudanças, em que as tecnologias baseadas na internet estão por toda parte, é impossível ficar alheio a isso sob o ponto de vista da competição e da gestão.

 

Muitas variáveis na nova economia apontam para a dependência de informações nas operações e, portanto, de sistemas de informação e tecnologia que propiciam eficácia e eficiência no processamento de informações. Conforme esses autores, nesse novo contexto, são fundamentais o uso da TI e o conceito de redes nas operações de serviços.

 

*Macir Bernardo de Oliveira é professor da Fundação Vanzolin, instituição gerida por professores do Departamento de Engenharia de Produção Poli/USP. Desenvolve projeto de pesquisa nas áreas de operações de serviços e inteligência competitiva por meio da tecnologia da informação. É coautor do livro “Gestão da Comunicação e Marketing” (capítulo que aborda logística estratégica e operações de serviços), publicado em 2007 e revisado em 2011.

31/10/11

Quem controla o tempo tem mais tempo livre

“Preciso de mais tempo” é um dos comentários mais comuns nas empresas de tecnologia hoje em dia. Haja vista que o tempo, em sua forma absoluta, passa da mesma forma, nem mais devagar nem mais rapidamente, nós é que precisamos encontrar meios de aproveitá-lo ao máximo, vivendo todos os instantes intensamente.

Como integrantes de uma sociedade corporativa, repleta de profissionais em busca de crescimento, reconhecimento e sucesso, eis um ponto de extrema relevância: a organização do nosso tempo. Como os profissionais de tecnologia são multitarefas, realizando atividades tão díspares entre si que se tem a impressão de haver vários profissionais em um só, é imprescindível desenvolver consciência sobre a necessidade de planejar bem nossas atividades, de organizar a agenda e, acima de tudo, de cultivar a disciplina. Seguem, então, sete sugestões para que o processo de organização do tempo seja bem-sucedido:

 

  1. 1. Organize todas as tarefas do dia logo cedo. Escolha o meio mais adequado ao seu perfil (papel, notebook, tablet, celular) para elencar todas as tarefas e atividades que devem ser realizadas ao longo do dia. Inclusive atividades particulares, já que também são importantes.

 

2. Enumere as atividades por ordem de importância. Priorize as atividades mais críticas, aquelas mais importantes. As de rápida solução, ataque em primeiro lugar. As que são mais demoradas, mas igualmente críticas, vêm em seguida – é o caso de pessoas que aguardam a finalização de suas atividades para darem início às delas. Assim, você já movimenta a ação de outras pessoas, mesmo que ainda tenha outras atividades pendentes.

 

3. Aprenda a executar mais de uma atividade ao mesmo tempo.  A simultaneidade de tarefas é o ponto mais crítico e estressante. Mas a questão é simples: em algum momento, a atividade que você iniciou deve contar com a interação de outro agente, seja lá quem for. Enquanto você aguarda tal interação, dê início à próxima atividade priorizada. Dessa forma, você conseguirá ganhar tempo na execução de tudo o que tem de cumprir. Importante: o segredo para a adoção do processo de execução simultânea de atividade é não se esquecer daquela que ficou pendente. Portanto, acostume-se a reavaliar seu plano de atividades e recomece o que ficou pendente de onde parou.

 

4. Seja disciplinado com sua agenda. Mantenha os compromissos assumidos, sem ceder facilmente à alteração de sua agenda. Trata-se de um ponto delicado, já que, muitas vezes, alguns compromissos têm mais importância do que outros. Faça o seguinte: antes de ceder tranquilamente à solicitação de alteração de sua agenda, tentar negociar o novo compromisso ou tarefa para um momento em que você tenha tempo disponível, ainda não preenchido. Assim, sua organização não será afetada e, obviamente, você continuará no controle do seu tempo. Contudo, se essa renegociação for inviável, reveja todas as tarefas e compromissos afetados, refazendo toda a agenda.

 

5. Mantenha sua agenda atualizada e, de preferência, compartilhada. A atualização é fundamental, caso contrário não terá finalidade. Quanto ao compartilhamento, para os seus pares e seus gestores, trata-se de uma maneira de poder informá-los sobre sua carga de atividades para que percebam a impossibilidade de fazerem novas solicitações nos períodos já tomados por outros compromissos.

 

6. Aprenda a dizer “não” sem temor.  Esse é outro ponto interessante: assumir novas atividades, mesmo quando sua agenda já está totalmente comprometida, por receio do que pensarão seus gestores/pares sobre o seu comprometimento com a empresa, com o projeto ou com a equipe, é um equívoco. Tão grave quanto dizer “não” é não entregar o que foi prometido na data combinada. Com certeza, seu gestor gostaria muito de saber da situação antecipadamente, tendo tempo hábil para direcionar as novas tarefas a outros profissionais.

 

7. Saiba lidar com imprevistos.  Imprevisível é tudo aquilo que não se pode prever, saber de antemão. Isso muitas vezes acaba por “desmontar” todo o planejamento realizado, desorganizando suas prioridades e forçando a uma nova ordenação de tarefas. Mesmo a contragosto, temos de saber lidar com esse tipo de situação. Para minimizar os efeitos do imprevisto, vale a pena recorrer à máxima popular de que “não devemos deixar para amanhã o que pode ser feito hoje”. Isso também é válido para atividades que podem ser antecipadas. Assim você sentirá o gostinho de ter mais tempo livre.

 

Mesmo adotando essas dicas sobre organização do tempo, é certo que em algumas ocasiões você não conseguirá cumprir as tarefas dentro do seu horário de trabalho normal. Para isso, não existe outra solução: você terá que dedicar algum tempo extra, depois do expediente ou no final da semana, para que a sua agenda, já formatada e organizada, não seja prejudicada. Só atente para que isso não se torne uma constante em sua vida. Os workaholics começam assim. Portanto, quanto mais controle sobre o seu tempo tiver, provavelmente terá mais tempo para aproveitá-lo da maneira que quiser.

 

*Enio Ciappa é gerente de projetos da UNIONE – www.unione.com.br

21/10/11

Embalagens

Brasil avança no desenvolvimento de inovações nas embalagens de papel

A indústria de embalagens de papelão, que registrou um crescimento de 7,5% em vendas em 2010, é um dos setores da economia que não só vem crescendo, como investindo em inovações para se tornar mais competitivo. Os cases de inovação e as perspectivas de expansão dos fabricantes de papelão ondulado foram um dos temas do 1º Simpósio Latino Americano de Papel para Embalagens, realizado no ABTCP 2011 - 44º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, promovido pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), encerrado no início do mês.

O vice-presidente da Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO), Patrick Nagem Nogueira, citou, entre os cases de inovação do setor, as embalagens de papelão para massa corrida, em substituição às tradicionais latas de aço; as embalagens do tipo bag in box para vinhos, de papelão com revestimento de plástico, e as caixas de papelão para substituir as caixas de madeira e plástico utilizadas para transporte de produtos hortifrutigranjeiros.

No segmento de construção, por exemplo, havia uma resistência à embalagem de papelão, devido à cultura disseminada de uso da lata de aço, mas os benefícios do papelão conquistaram grandes players do setor de construção. Já no segmento de vinhos, benefícios como a válvula mais eficiente da embalagem de papelão, que permite manter o produto aberto por até 10 dias sem alteração, e a facilidade de armazenagem, ganharam adesão entre bares e restaurantes.

Nos supermercados, a aprovação da lei para substituição das sacolas plásticas na cidade de São Paulo, que deverá entrar em vigor no início de 2012, também representa uma oportunidade para o setor e deverá acelerar a aceitação das embalagens de papelão, observou o vice-presidente da ABPO. Mas ele destaca que não se trata, nesse caso, da reutilização de caixas, conforme já ocorre hoje, mas do uso de caixas novas e adequadas ao transporte de alimentos.

03/10/11

Embalagens

Brasil avança no desenvolvimento de inovações em embalagens de papel

O forte impacto das mudanças climáticas acelerou o debate mundial sobre a necessidade de a sociedade contar com embalagens renováveis e biodegradáveis. É nesse contexto que os fabricantes de papel do País – destacadamente de papelão ondulado – tomaram a dianteira na iniciativa de oferecer novas alternativas às embalagens como plástico e madeira. Em sintonia com a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, e com o apoio técnico da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP) e da Associação Brasileira do Papel Ondulado (ABPO), a indústria de papelão ondulado vem desenvolvendo novas embalagens e usos.

Devido ao avanço de novas tecnologias, tanto na matéria prima do papelão ondulado como no acabamento de impressão, as embalagens passaram a ter um maior apelo funcional e visual, tornando-se uma ferramenta de marketing para as empresas no mercado.

Entre as muitas inovações dos últimos anos, destacam-se as embalagens de produtos eletrônicos com impressão flexográfica em até cinco cores com verniz; as embalagens-display, que vão direto da linha de produção para a gôndola, denominadas “shelf ready package”; as embalagens tipo bag-in-box para bebidas e os displays para divulgação e promoção de novos produtos no ponto de venda, entre diversos outros projetos.

A ABPO também aponta as inovações relacionadas ao aspecto gráfico e ao peso dos produtos. Hoje, com a flexografia, o processo de impressão direto em suportes variados - de durezas e superfícies diferentes -, é possível entregar produtos com qualidade próxima à do offset, processo indireto e menos versátil.

30/09/11

Tecnologia da Informação

A democratização das impressoras 3D no Brasil

*Por Sergio Oberlander

 

Não é só o futebol que fica no topo da lista quando o assunto é a paixão nacional dos brasileiros. Quem tem liderado essa posição junto ao esporte é a própria tecnologia. De acordo com uma pesquisa da Accenture, empresa global de consultoria, tecnologia e outsourcing, em oito países, os consumidores brasileiros são aqueles que mais consomem eletrônicos em 15 categorias de produtos. Eles têm superado a população mundial quando o assunto é o consumo de eletrônicos. Talvez esse fanatismo venha da ideia de que tais objetos podem simplificar a vida das pessoas e tornar aquilo que sempre sonhamos em algo totalmente tangível. Para citar um exemplo, podemos falar de artigos exclusivos e únicos. Quem nunca se imaginou possuindo algo que o outro não tem? Acredito que isso seja natural do próprio ser humano, ainda mais num momento onde a fabricação para as massas tem sido cada vez mais acessível. Ao mesmo tempo em que isso acontece, há também uma vontade imensa de possuir algo personalizado, e aí que entra o papel decisivo, e me atrevo a dizer revolucionador, das chamadas impressoras 3D.

 

Para alguns o assunto é novo, mas há outros que sonham em ver e ter posse de uma. O valor padrão dela sempre foi a partir de R$ 40 mil e geralmente é adquirida apenas por grandes empresas, obviamente. No entanto, companhias especializadas têm trazido ao nosso país esses equipamentos por um preço muito mais acessível. Considerando que o mercado brasileiro atualmente é um dos mais economicamente ativos do mundo, uma tecnologia como essa por R$ 5,7 mil, o preço que você pode encontrar uma impressora 3D hoje, pode ser adquirida por diversas pessoas, ou seja, pelo consumidor comum.

 

O que isso muda, então? Está havendo uma democratização dessa tecnologia no Brasil. Agora, qualquer pequeno ou médio empresário pode obter essa máquina e conhecer de perto os benefícios da prototipagem rápida. Outro setor beneficiado é o universitário, já que um equipamento assim permite maior interatividade entre professor e aluno, principalmente em aulas de Engenharia e Mecânica. O grande destaque fica por conta da possibilidade de qualquer pessoa comprar a impressora e poder brincar com as inúmeras formas de criação que ela permite. Então, voltamos àquele ponto do início do texto, onde podemos realmente ter objetos únicos.

 

É claro que tudo isso exige algumas qualificações técnicas como o manuseio em programas como o CAD (Computer-aided Design), mas com a Internet sendo ainda mais acessível e com tanta informação disponível, fica ainda mais fácil tornar isso uma realidade. Recentemente, uma universidade inglesa criou o protótipo do estádio de Londres para as Olímpiadas de 2012 em seis horas numa impressora 3D. Sem contar que já houve até vestido e biquínis impressos nessas máquinas. Sem dúvida vale a pena democratizá-las não só no mundo, mas principalmente no Brasil, onde há milhares de talentos ávidos para ter acesso a esse tipo de tecnologia para criar tudo o que está escondido no imaginário das pessoas. É por isso que esse passo é só o começo. O começo de uma revolução.

 

*Sergio Oberlander é sócio-fundador da Robtec, líder na introdução de prototipagem rápida na América Latina e que tem base no Brasil e escritórios no México, Argentina e Uruguai. Engenheiro Mecânico, com Mestrado em Robótica e Automação Industrial, foi escolhido como o Empreendedor Endeavor Global em 2007.

17/08/11

Mercado

Aromas complementam ações de marketing

Atmosfera Ambientes aposta no Marketing Olfativo para posicionar marcas e conquistar clientes

 

Com a acirrada concorrência entre empresas que oferecem os mesmos produtos e serviços, a busca por artigos que imprimam uma diferenciação de mercado e contribuam para um reposicionamento e fortalecimento da marca é cada vez maior. E é justamente para oferecer uma opção de ferramenta com estes objetivos que a Atmosfera Ambientes participa da 43ª House & Gift Fair.

A Atmosfera Ambientes é uma empresa de Marketing Olfativo que oferece automação em aromatização de ambientes. A empresa aromatiza espaços utilizando um aerossol dispenser totalmente programável, discreto e de fácil instalação.

Atenta às inovações de mercado, a Atmosfera Ambientes afirma que, com o Marketing Olfativo, é possível chamar positivamente a atenção, causar uma boa impressão ao local, reforçar os atributos de um produto ou marca, dar uma assinatura olfativa a um empreendimento, a uma etiqueta ou a uma marca, criar uma atmosfera em conjunto com cores, sons e texturas, entre outras utilizações.

Estes e outros produtos e benefícios do Marketing Olfativo trabalhados pela Atmosfera Ambientes poderão ser encontrados no Salão Supri Shop (que contempla expositores de embalagens, equipamentos para lojas, material de papelaria, tecnologia da informação e revestimentos), Avenida 5, estande 230, na 43ª House & Gift Fair, que acontece de 27 a 30 de agosto, das 9 às 19h00, no Expo Center Norte.

A House & Gift Fair é a maior e mais importante feira profissional de artigos para casa da América Latina, que reúne em apenas quatro dias mais de 1300 fabricantes, distribuidores e importadores nacionais e internacionais, que apresentam seus lançamentos e demais produtos a um público comprador estimado em mais de 50.000 lojistas do Brasil e de mais de 60 países. Dividida em salões especializados, a feira ainda conta com o Espaço Conceito Casa, que apresenta tendências de moda e design no segmento, além da loja vencedora do Global Innovator Award (gia) e ganhadores do XII Prêmio House & Gift de Design. Ciclo de Palestras para reciclagem de conhecimentos complementam as atividades oferecidas pela feira.

 

13/07/11

Tecnologia da Informação

EPM: mais que um software, um modelo de gestão inteligente

*Louremir Jerônimo

 

Nas últimas décadas houve um grande crescimento de conceitos de gestão, técnicas administrativas e estratégias empresariais que modificaram totalmente a lógica de gerir e fazer negócios. A criação de novas metodologias de entendimento de custos e de avaliação do desempenho corporativo, bem como o surgimento de conceitos financeiros e a criação de novos mercados e negócios demonstram que a gestão empresarial vem sendo encarada como uma ciência que evolui em todos os seus aspectos de acordo com o desenvolvimento da própria sociedade.

Nesse contexto ganhou expressão o conceito de EPM (Enterprise Performance Management) – também chamado de CPM (Corporate Performance Management) e BPM (Business Performance Management). Há quem acredite que EPM se refira exclusivamente à tecnologia. Mas trata-se do desenvolvimento de um sistema de informações que permita o desdobramento da estratégia definida pela alta gestão de uma empresa em planejamentos menores e sistemas de controles, contribuindo para que cada componente da organização atinja seus objetivos e transforme aspirações em realidade. 

O dinamismo da gestão empresarial atual exige que seja possível enxergar – em tempo real e hábil – oportunidades a serem aproveitadas, bem como pontos a serem corrigidos para que a estratégia de crescimento global seja atingida. Há situações, inclusive, em que o próprio processo de controle pode levar à revisão de uma estratégia previamente definida. Quanto mais cedo isso ocorrer, tanto melhores serão os resultados da empresa. Todo esse processo é viabilizado através do EPM, permitindo o planejamento, o desdobramento e o controle da estratégia empresarial através da utilização de modelos de gestão como Balanced Scorecard®, Economic Value Added®, ou qualquer outra metodologia que se adéque ao modelo de gestão da empresa.

Teoricamente, não necessariamente dependemos da tecnologia para colocar em prática diversos conceitos de gestão empresarial. Mas a complexidade das organizações e a agilidade exigida em um mercado de atuação global praticamente impõem a tecnologia como um componente fundamental para a concretização de planejamentos e projetos.

Na década de 90, as implantações de sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning) representaram um grande ponto de investimento das empresas brasileiras. Houve uma verdadeira corrida em direção à informatização empresarial. Mas o foco eram os processos operacionais e o atendimento de normas legais – o que hoje em dia não mais atende às necessidades da gestão estratégica de uma empresa. Em anos mais recentes passou a haver uma necessidade premente de modelos que representem a atuação conjunta do negócio, incluindo a realização de simulações e, muitas vezes, a utilização de modelos estatísticos. Os gestores não precisam somente das informações de notas fiscais, mas sim do volume vendido de uma linha de produtos em determinada região, por exemplo.

Em resumo, EPM não é apenas um software como os sistemas de ERP. Trata-se de um conceito composto pela integração de modelos de gestão (BSC®, EVA® e VBM®, entre outros), viabilizado por uma estrutura tecnológica direcionada ao atendimento das necessidades de informação da média e alta gestão empresarial.

*Louremir Jerônimo é professor convidado da Fundação Getúlio Vargas e gerente de soluções EPM da Unione (www.unione.com.br).

14/06/11

Tecnologia da Informação

Cinco grandes vantagens do cloud computing

*Marcos Patrício

Satisfação dos usuários, economia de tempo, redução de custos, acesso facilitado e confiabilidade são cinco grandes vantagens do cloud computing – modelo de negócio em que o cliente tem acesso a uma variedade de serviços, aplicações e soluções garantidos pelo provedor. Trata-se principalmente de uma nova forma de entrega da tecnologia da informação por demanda.

Entre as inúmeras possibilidades que a nuvem computacional favorece destacam-se:

1.      A entrega de software como serviços (SaaS), com base no aluguel do software através de um provedor de serviços, da internet ou conexão dedicada. Esse modelo proporciona custos racionalizados de licenciamento de software e suporte, podendo ser contratado por períodos de uso;

2.      A entrega da plataforma de desenvolvimento de software através de padrões (PaaS). Com isso é possível gerenciar todo o ciclo de desenvolvimento, garantindo testes, homologação e entrada em produção de qualquer produto desenvolvido, por exemplo. Também pode suportar a operação com execução de rotinas administrativas e coordenar atualizações da plataforma;

3.   A entrega da plataforma de hardware (IaaS), como servidores, armazenamento, networking e implementação de diversas outras tecnologias que possam proporcionar alta disponibilidade, escalabilidade e segurança.

Diante do furor causado pelo termo ‘cloud computing’ na mídia e no mercado, executivos de todos os setores da economia lançam questionamentos sobre as vantagens do investimento nessa tecnologia. Como funciona, quais as vantagens e benefícios tangíveis são perguntas repetidas frequentemente. Mas é preciso deixar claro que quando falamos em ‘cloud’, falamos antes de tudo em ‘internet’.

A estratégia é permitir que se tenha acesso a programas, serviços, dados pessoais e institucionais de forma remota. Essa possibilidade vem se fazendo presente cada dia mais e certamente está revolucionando não só os negócios, mas o próprio ambiente de trabalho.

Ao invés de se apoiar num software, os recursos disponíveis em seu computador contam com respaldo de um programa instalado em algum lugar na internet, num servidor que por sua vez está instalado em um data center gerenciado por especialistas em tecnologia. Esse tipo de nuvem também é classificado como ‘on demand’.

Empresas que antes investiam altos recursos em aplicações desenvolvidas especialmente para suas necessidades estão abandonando esse modelo pouco a pouco. Em outras palavras, está se consolidando uma nova forma de lidar com TI – enquanto os formatos anteriores se dissipam nas nuvens, literalmente. Ninguém mais tem tempo para longas implantações ou longos processos de treinamento de funcionários. Mais do que isso: hoje é preciso ter condições de resolver determinados problemas instantaneamente, da mesma forma com que eles surgem.

Não se pode depender, como até bem pouco tempo atrás, de um profissional dedicado a garantir que todo o sistema rode sem problemas. Também vem se tornando dispensável investir em hardware e assumir despesas referentes a espaço, energia, sistemas de refrigeração e segurança etc. Há sempre uma equipe especialista em stand by na nuvem computacional para resolver toda sorte de problemas num espaço de tempo sempre mais reduzido.

Para muitos, cloud computing significa uma nova tecnologia ou até mesmo arquitetura para o consumo de serviços através da internet, simplesmente. Mas seu significado é muito mais abrangente, e não está restrito ao uso de tecnologia, software, hardware ou plataforma. O conjunto de estruturas que conceituam a nuvem computacional pode proporcionar oportunidades de revisão de processos gerenciais e de negócio para um grande número de empresas. Principalmente para aquelas que não possuem orçamento para o investimento em soluções com alto custo de manutenção.

*Marcos Patrício é economista e gerente de soluções em serviços gerenciados na Unione Outsourcing, com foco na identificação das necessidades, desenvolvimento de relacionamento e negociação com clientes, liderança em projetos em ferramentas como de middleware e banco de dados.

25/03/11

Aumenta participação feminina na indústria de TI

*Por Adriano Filadoro

 

A participação feminina na indústria de TI ainda é bastante reduzida quando comparada à força de trabalho masculina. Não se trata de um fenômeno local, mas mundial. Isso tem levado determinados fabricantes, interessados em equalizar o segmento, a criar cursos e propor incentivos para aumentar o percentual de mulheres no setor de tecnologia da informação e comunicação. Com tanto esforço, os homens ainda ocupam quase 80% dos cargos.

 

Há quem identifique fortes indícios do traço machista na indústria de TI. Mas não será um exagero, haja vista que a mulher circula livremente por todos os setores da economia há alguns anos? A propósito, o Brasil tem hoje sua primeira presidente mulher – o que de certa forma é um incentivo ao aumento da presença feminina não só na política, mas em todos os cargos que antigamente eram exclusividade dos homens.

 

Muito provavelmente, a forte presença masculina atuando com infraestrutura de TI está mais relacionada a uma questão cultural do que comportamental. Se antes a mulher não se entusiasmava por muitas carreiras na área de exatas, hoje esse cenário está sendo revertido. Basta checar a lista de presença nas faculdades de ciências exatas, por exemplo. Hoje as jovens sentem-se tão à vontade em meio a seus colegas de turma nessas disciplinas, que parece ser uma tendência natural a mulher ocupar, pouco a pouco, uma fatia maior do mercado de tecnologia também.

 

Há características femininas que podem ser muito bem aproveitadas no universo da tecnologia da informação. Primeiramente, a mulher desempenha um novo tipo de liderança, muito mais participativa. Além disso – e muito importante – sua intuição normalmente mais aguçada é ideal para detectar necessidades dos clientes nem sempre latentes, além de problemas e soluções.

 

Nos últimos anos, em várias partes do mundo, tem havido um movimento sério para inspirar mais mulheres a optar por uma carreira em TI e aumentar a competitividade e a capacidade de inovação. Elas mesmas, as mulheres que já fazem parte da indústria de TI de alguma maneira, têm criado fóruns e grupos de discussão na web com o objetivo de entusiasmar o público feminino e desmistificar a ideia de que trabalhar com tecnologia e internet é coisa de homem. 

 

Quando se trabalha num projeto de infraestrutura de TI, independentemente da área de atuação do cliente, temos algumas certezas absolutas: primeiro, que o sucesso dependerá diretamente de um trabalho de equipe bem equalizado; depois, que fará muita diferença não só na redução da planilha de custos da empresa, como no aumento de desempenho e outros ganhos indiretos. E ninguém melhor para organizar e harmonizar um trabalho de equipe capaz de fazer a diferença do que uma ou várias mulheres.

 

*Adriano Filadoro é sócio e diretor de tecnologia da Online Brasil (www.onlinebrasil.com.br), empresa que atua há 18 anos na indústria de TI.

25/03/11

Fitas para empacotar

Material de Papelaria

A VICK oferece uma linha de Fitas para Empacotamento para produção nos mais diversos segmentos do mercado: alimentos e bebidas, farmacêutico, cuidados pessoais, moveleiro, metalúrgico, automobilístico, entre outros.

As Fitas de Empacotamento 3M apresentam alta performance em polipropileno, papel e filamentosas com excelente adesão em vários tipos de substratos, tornando as embalagens invioláveis. Estas fitas podem ser impressas e são indicadas para uso em aplicadores manuais e sistemas automáticos de alta performance.

16/02/11

Selecionando Projetos de Tecnologia da Informação

*Por Fernando José Barbin Laurindo

 

Sempre destaco em meus artigos, a importância dos investimentos em TI serem direcionados a ganhos estratégicos e integrados com os processos organizacionais. Vimos também que a TI está por trás dos esforços em termos de inteligência para compreender o mercado e vislumbrar novas oportunidades inovadoras e que podem trazer vantagem competitiva.

 

O sucesso ou não destas realizações através da TI decorrem das decisões que são tomadas pelos executivos acerca de quais projetos de TI devem ser priorizados e levados adiante. Não é de se estranhar que este tema tenha sido alvo de inúmeras pesquisas tanto no âmbito acadêmico como no profissional.

 

A área de TI recebe sempre diversas solicitações das várias áreas usuárias, além dela própria gerar propostas de novos projetos de TI (seja de novas aplicações, de manutenção de aplicações existentes ou ainda de atualizações por razões tecnológicas). Este conjunto de demandas constitui a carteira (ou backlog) de projetos a desenvolver. Os projetos selecionados para serem desenvolvidos (ou implementados) constituem o portfólio de projetos de TI.

 

Existem diversas formas de selecionar projetos de TI e construir deste portfólio. Segundo uma pesquisa desenvolvida por um autor chamado Renkema, seriam mais de 60 métodos descritos na literatura para avaliar projetos de TI. E este número continua a crescer! Este mesmo autor agrupou as diferentes propostas para avaliar projetos de TI em quatro grupos: Abordagem Financeira, Abordagem Multicritério, Abordagem de Indicadores e Abordagem de Portfólio.

 

Acerca do último grupo, há diversas formas de construir o portfólio de projetos de TI e os possíveis critérios de avaliação de projetos de TI que costumam incluir aspectos tecnológicos, econômicos e comportamentais. Montar um portfólio de projetos de TI baseia-se em alguns aspectos chave: Estratégia de negócios, a Alocação de Recursos e a Seleção de Projetos que assegurem a estratégia de negócios escolhida pela empresa. Assim, o alinhamento estratégico não é somente uma questão de escolher projetos que estejam em sintonia com a estratégia de negócios da empresa, mas também escolher os projetos que sejam compatíveis entre si. É claro que projetos que devem obrigatoriamente ser incluídos no portfolio, tais como aqueles destinados a corrigir falhas dos softwares (bugs) ou atender requisitos de legislação.

 

No entanto, no cotidiano das atividades dos gestores de TI, outros aspectos são levados em consideração, que estão mais relacionados com a atividade de gestão do que com o alinhamento estratégico da TI. É muito comum que se adote a prática de incluir no portfólio de implementação “um projeto de cada área usuária”. Isto garante uma relativa paz para o gestor da TI (ou eventualmente para gestores de diferentes níveis na hierarquia) diante dos demais executivos da empresa. Do ponto de vista das relações internas da empresa, esta lógica parece muito razoável, pois parece uma abordagem “justa”.  Além disto, por favorecer a manutenção de um ambiente “amistoso” entre a TI e as áreas usuárias, haveria uma tendência de facilitar o alinhamento estratégico.

 

No entanto, uma análise mais cuidadosa e isenta, levando em conta os objetivos da empresa e não dos executivos da TI, mostra que somente por sorte a adoção deste critério levará ao portfólio que mais favoreça ao atendimento dos objetivos estratégicos. Mas para que se adotem outros critérios e métodos para selecionar projetos de TI não basta que somente os executivos de TI mudem de conduta. É antes necessário que se crie um comprometimento geral na empresa para se buscar resultados para o benefício da organização como um todo e não somente para os interesses das diferentes áreas usuárias. Havendo esta postura de todos executivos em relação a TI, então se pode trabalhar de forma a buscar métodos que selecionem os projetos de TI que promovam o tal almejado alinhamento estratégico entre TI e negócio.

 

*Prof. Dr. Fernando José Barbin Laurindo é professor da Fundação Vanzolini (www.vanzolini.org.br), entidade gerida por professores do Departamento de Engenharia de Produção POLI/USP. Email: fjblau@usp.br.

16/02/11

O futuro das embalagens de papel no Brasil

No Brasil, as ofertas de papel, papel cartão e papelão são suficientes para o mercado interno e também para exportação

 

*Por Fábio Mestriner

 

Materiais tradicionais, milenares ou centenários como o vidro, o aço e o papel tendem a ceder parte de seu espaço aos novos materiais e tecnologias que vão surgindo. É um processo natural dentro da dinâmica evolutiva da indústria de embalagens, aonde diversos materiais vão surgindo e ocupando posições, alternando-se no envase das várias categorias de produtos.

 

Dentro deste contexto, verificamos que, somadas, as embalagens de papel, papel cartão e papelão ainda detêm uma grande participação na totalidade das embalagens produzidas no país. Isto acontece por uma série de fatores, a começar pela oferta desta matéria prima em qualidade e quantidade suficiente, pois o Brasil é um dos grandes exportadores mundiais de papel, graças ao modo de produção adotado no país, a partir de florestas 100% cultivadas. Além de todas as florestas nacionais dedicadas à produção de papel serem plantadas, elas têm certificação internacional, o que garante um manejo florestal da melhor qualidade.

 

Isso é fundamental para manter pujante a indústria gráfica que temos espalhada por todo o país, o que garante fácil acesso das empresas a este tipo de embalagem. A presença da indústria gráfica e o conhecimento, acumulado por elas, das tecnologias de produção de embalagens de papel cartão fazem com que as pequenas e médias empresas se beneficiem desta tecnologia e da facilidade de acesso à sua utilização, que não exige investimentos em moldes caros, permite pequenas tiragens e envase simplificado.

 

A qualidade da impressão é um ponto forte das embalagens de papel cartão, pois, além da qualidade das cores e imagens, a impressão pode ser combinada com vernizes, relevos e outros recursos gráficos que resultam em embalagens bonitas e expressivas.

 

Estes fatores garantem a participação atual destas embalagens, mas o que vai garantir seu futuro são o design e a composição com outros materiais. A aplicação intensiva do design vai abrindo para as embalagens de papel cartão novas perspectivas, formatos diferenciados, exclusivos e inovadores, criando soluções eficientes na competição de mercado. A combinação das formas diferenciadas com a alta qualidade de impressão resulta em embalagens mais competitivas.

 

Uma nova abordagem de projeto apresentada recentemente ampliou ainda mais este caminho. Até agora, os novos desenhos dependiam muito dos equipamentos de acabamento mecanizado e dos equipamentos de envase, o que acabava restringindo as soluções apresentadas ao que estes equipamentos eram capazes de fazer. Nesta nova abordagem, o projeto é feito a partir do objetivo que se deseja obter.

 

Primeiro, vai-se ao mercado e ao consumidor para descobrir suas expectativas e desejos relativos à embalagem. A partir disso, é criada a embalagem que vai atender as exigências do consumidor e, só depois, é desenvolvido o equipamento para produzi-la e para operá-la na linha de produção. Uma empresa suíça apresentou esta proposta: desenvolver equipamentos para produzir a embalagem que o mercado quer, e não mais produzir as embalagens que o equipamento consegue fazer.

 

Novos conceitos como este nos fazem perceber que a embalagem de papel cartão tem ainda muito que oferecer, pois a combinação de suas características e vantagens competitivas, associadas ao novo design, garante a ela um lugar de destaque no futuro dos produtos de consumo.

 

*Fábio Mestriner é professor-coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing; professor do Curso de Pós-Graduação em Engenharia de Embalagem da Escola de Engenharia Mauá; coordenador do Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE – Associação Brasileira de Embalagem; autor dos livros: “Design de Embalagem – Curso Avançado” e “Gestão Estratégica de Embalagem”

08/02/11

Tecnologia da Informação

Nova geração de Data Center impulsiona negócios

*Por Adriano Filadoro
 
Atualmente – e cada vez mais – um dos problemas mais graves para uma empresa é contar com capacidade online insuficiente. Isso não só limita o aumento de produtos e serviços oferecidos, como impacta diretamente o crescimento da empresa. Situação inversa também gera problemas, quando há mais disponibilidade do que negócios.
 
O equilíbrio inteligente entre disponibilidade e necessidade promoverá um crescimento sustentado. E a nova geração de Data Center é uma verdadeira ‘mão na roda’ nesse quesito. Disponibilidade, desempenho, segurança e custos são os quatro pilares em que se baseiam os novos projetos de armazenamento de dados, permitindo um real dimensionamento de equipamentos e serviços necessários para que os clientes obtenham o melhor retorno de investimento possível.
 
Numa visão de 360 graus, todo empreendedor acaba voltando sua atenção para os benefícios propostos pelo Data Center no contexto da infraestrutura de TI. Mais do que nunca, as tecnologias tradicionais vêm sendo exploradas em todas as suas potencialidades, levando a indústria de TI a enveredar por um campo de novas possibilidades.
 
As mudanças dessa nova geração de Data Center estão por toda parte. E a velocidade com que são processadas é algo sem precedentes, já que devem acompanhar o acelerado mundo dos negócios. 

Além de unidades físicas (sites) de fácil acesso e interligadas, os novos centros de armazenamento de dados contam com unidades virtualizadas, que podem operar com diversos sistemas (híbridas), voltadas para serviços e aptas a oferecer soluções na medida exata da necessidade de cada empresa. Tudo é altamente automatizado, reforçado e seguro, além de incorporar alguns conceitos de sustentabilidade, com redução de energia e uso racional do espaço. 

Para garantir a continuidade das operações em caso de queda de força ou apagões, cada site costuma contar com energia de mais de uma subestação. A segurança física dos servidores é garantida em tempo integral por equipes altamente treinadas, além de o ambiente contar com portas de aço, câmaras sensíveis e controle de acesso em todas as áreas. Todo hardware, software, redes, tráfego e segurança lógica do parque instalado é monitorado full time (24x7x365) pelo sistema NOC (centro de operação de rede). As empresas, então, contam com uma completa camada de serviços, com velocidade e agilidade no atendimento ao cliente.

Em face do volume de conhecimento e informação que as tecnologias tradicionais vêm produzindo, é tempo de continuar investindo na infraestrutura de TI. Os negócios urgem. E conhecer todo o potencial que a nova geração de Data Center dispõe é o primeiro passo antes do investimento certo e seguro. 

*Adriano Filadoro é diretor de tecnologia da Online Brasil, que atua há 18 anos na indústria de TI e inaugurou em 2010 seu Data Center Inteligente (www.onlinebrasil.com.br).

08/02/11

Tecnologia da Informação

Investimento em inovação garante o futuro das empresas

*Por Lilian Laraia

 

De uma maneira geral, as organizações brasileiras não possuem ou são modestas no reconhecimento das atividades de P&D. Os projetos, as pessoas e os orçamentos financeiros para as atividades de pesquisa, desenvolvimento e assistência técnica são vistas e tratadas como ações fora da realidade, desnecessárias para o momento atual, como algo que vem para modificar aquilo que sempre funcionou e com custos e despesas.

 

Há de haver um novo olhar para as questões ligadas à pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias. Elas merecem seu devido valor e reconhecimento, uma vez que a inovação deixa de ser um diferencial competitivo para as organizações para se tornar um tema necessário e presente na estratégia, na estrutura e no dia a dia.

Não se trata apenas de vencer os limites da concorrência ou surpreender o cliente. Inovar para as empresas representa agora superar os próprios limites em todas as suas dimensões, pois os processos de inovação têm a propriedade de ser multidisciplinar, ser multifuncional e de permear por todas as áreas. É na área de P, D & I que encontramos a função de inovar. Nela encontramos a competência de envolver representantes das mais diversas funções na organização como alta direção, financeira, mercadológica, industrial, técnica, qualidade, segurança e meio ambiente nas decisões, relações e resultados.

Quem já ouviu falar da empresa Olivetti? Significativamente um ícone na produção de máquinas de escrever, mas que foi ultrapassada por empresas como IBM, Itautec e outras conterrâneas que acreditaram e investiram nos desenvolvimentos dos computadores. A opção da Olivetti era manter-se no nicho das máquinas de escrever, este mercado era cativo e dominado por ela. Os negócios iam muito bem, obrigado! Então, por que mudar? Ela não acreditou na grande mudança tecnológica e poucos meses foram suficientes para perder este mesmo mercado. Quando despertou para o fato, era tarde demais, estava fadada ao fim.

O papel que a inovação tecnológica tem assumido e contribuído para o desenvolvimento socioeconômico dos países por meio da criação de novas oportunidades de negócio é inegável (SBRAGIA, 2006). O ritmo dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, sem dúvida alguma, irá depender cada vez mais da sua capacidade de introduzir novas tecnologias para tornar sua empresa mais competitiva e, consequentemente, contribuir para o desenvolvimento do país.

Andreassi (1999) mostrou que a intensidade em P&D (despesa em P&D por faturamento bruto) está altamente correlacionada com o percentual do faturamento da empresa gerado por produtos novos ou melhorados. Como esse percentual equivale a uma parcela significativa do faturamento das empresas (em média 37%), pode-se ter uma ideia do quão estratégico podem ser os investimentos em P&D, notadamente naqueles setores onde a obsolescência tecnológica é alta e, portanto, o ciclo de vida dos produtos é baixo. No mercado brasileiro podemos destacar algumas empresas que são exemplos de práticas nos investimentos consistentes em programas de inovações e P, D & I com resultados satisfatório a longo prazo, estamos falando de empresas como Embraer, Petrobrás, Natura e outras.

 

À medida que as empresas brasileiras despertam para a inovação tecnológica, a função de P, D & I evolui e aponta para uma relação entre a acumulação de capital e tecnologia de manufatura, mostrando nítida posição, espaço na organização e crescimento.

A utilização de instrumentos de gestão eficaz assume papel de alta importância no acompanhamento do desenvolvimento e do atendimento aos objetivos da estrutura de P, D & I. As funções gerenciais da estrutura de P, D & I permitem organizar os recursos humanos e materiais de forma a possibilitar atingir o dos objetivos maximizando a utilização dos recursos disponíveis.

Estas colocações nos permitem concluir que se considerarmos as decisões relativas à estrutura de P, D & I para as empresas brasileiras nacionais e multinacionais, há fatores que mais interferem na decisão quanto à função P, D & I. São eles: qualidade e disponibilidade de pessoal qualificado, existência de Universidades e Institutos de Pesquisa, infraestrutura básica e incentivos fiscais. Estes pontos precisam ser considerados e devidamente tratados na elaboração deste tipo de estrutura.

Consideramos ainda de extrema importância para o Brasil aproveitar a tendência da descentralização e adotar medidas efetivas, com o propósito de atrair investimento das empresas transnacionais para a criação de centros de P&D no país. Se o Brasil não fizer, seguramente outros países da América latina o farão e trarão para si o capital intelectual do conhecimento que caminha junto a cada projeto de inovação tecnológica.

*Lilian Laraia é gerente de projetos da Pieracciani (www.pieracciani.com.br)

08/02/11

Artigo

O impacto da nova classe média brasileira no segmento de embalagens

*Por Dieter Brandt

 

Segundo a Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), os dados consolidados do IBGE haviam apontado queda de 1,6% da produção da Indústria Gráfica Brasileira no ano de 2009 em relação a 2008. Já os dados de setembro de 2010 mostram um aumento de 6,52% na produção da indústria no acumulado dos últimos 12 meses, de outubro de 2009 a setembro de 2010. A produção do setor já superou os níveis do bom ano de 2008, anterior à crise, em 3,85%.

 

As projeções da Abigraf são de que o setor encerre 2010 com crescimento de 4,2% em relação ao exercício anterior, quando faturou 23 bilhões de reais. Cerca de 45% desse movimento no ano passado diz respeito ao segmento de embalagens de papel-cartão, que, no primeiro semestre deste ano, foi o que também mais contribuiu para a expansão setorial, com aumento de 14,2%.

 

Considerados um “termômetro” da atividade econômica, os dados das gráficas de embalagem são extremamente positivos. Os números evidenciam o crescimento do setor, que tem investido em equipamentos de ponta e tecnologia e está cada vez mais apto a atender ao crescente mercado nacional e à expansão demográfica indicada no Censo 2010, que mostrou serem mais de 190 milhões os habitantes do País. É preciso considerar que, além do maior número de brasileiros, também se verificou expressivo crescimento da Classe C, constituída por famílias com renda de 1.115 a 4.808 reais, que passaram a representar 52% da população.

 

De acordo com Marcelo C. Néris, economista da Fundação Getúlio Vargas e autor do trabalho “A nova Classe Média”, a expansão da renda per capita dos pobres no Brasil, entre 2001 e 2008, foi de 72%, alcançando quase 10% ao ano. As principais causas desse positivo fenômeno foram o aumento da massa salarial, responsável por quase 33% da melhora; o Programa Bolsa-Família (17%); e a Previdência (15%).

 

 Nesse cenário, o segmento de embalagens de papel-cartão tem missão muito importante, pois é estratégico no sentido de contribuir para que toda essa gama de novos consumidores seja atendida com produtos de qualidade. Como se sabe, esses invólucros são bastante adequados, sob o aspecto de conservação e segurança, para o acondicionamento, dentre outros itens, de alimentos, medicamentos e cosméticos (estes últimos têm no Brasil o seu segundo maior mercado, atrás apenas dos Estados Unidos).

 

Ademais, as embalagens de papel-cartão apresentam numerosos diferenciais: versatilidade; infinitas possibilidades de tamanhos, formas e espessuras; superfície que facilita a inserção de conteúdos informativos sobre os produtos; facilidades quanto à logística e distribuição; apresentação e impressão perfeitas; apelos de marketing e integração às campanhas publicitárias; importante influência na decisão de compra do consumidor no varejo; valor agregado ao produto pela beleza e caráter lúdico; e perfeito posicionamento visual nas gôndolas dos pontos de venda. O potencial é enorme, especialmente em um País como o Brasil que está em plena fase de desenvolvimento com forte crescimento. Além disso, embalagens de papel-cartão podem ser absolutamente alinhadas à causa da sustentabilidade, pois sua matéria-prima é reciclável e advém da cultura de florestas, já que no Brasil não se derruba uma árvore sequer para o processamento de papel e celulose.

 

*Dieter Brandt é presidente da Heidelberg para a América do Sul.

08/02/11

Tecnologia da Informação

Terceirize serviços de TI sem perder o controle

*Por Ezequias Sena

 

Os custos para manter alguns serviços in house estão mais elevados desde a crise econômica mundial deflagrada em 2008. Em contrapartida, os benefícios da terceirização no segmento de infraestrutura predial e tecnologia têm se mostrado cada vez mais atrativos pelo ganho de competitividade e mercado.

Há quem defenda o conceito de que terceirizar serviços significa perder o controle da empresa ou mesmo o comando dos funcionários. Há 20 anos, esse era um problema recorrente nas grandes empresas, que terceirizavam serviços sem adotar rígidos critérios de seleção. Em muitos casos, a falta de informação e posicionamento acabava resultando em insatisfação.

 

Apesar de hoje haver um número bastante alto de pequenas empresas prestadoras de serviços especializados, principalmente no segmento de TI, o nível de informação e participação do cliente é muito mais alto. A rigor, a empresa contratante pode ter controle total dos serviços terceirizados.

Uma das grandes vantagens da terceirização é a tendência de oferecer um vasto menu de serviços, proporcionando ao cliente o benefício de concentrar o diálogo, as negociações e a supervisão com um único fornecedor. Hoje, com um simples sistema de monitoramento são resolvidas pendências de diversos setores e serviços necessários para a manutenção de uma empresa. A sensação de perda de controle caiu por terra.

 

É o caso do NOC, que, a partir de telas de alta resolução interligadas à rede de gerenciamento do Data Center da empresa, permite controlar centenas de servidores físicos e milhares de serviços em tempo real. Em sentido figurado, trata-se de um “olho mágico” capaz de detectar falhas ou possíveis interrupções de links, roteadores e servidores, emitindo alertas e permitindo agilizar correções realizadas remotamente, além de reduzir consideravelmente a incidência de problemas.

 

As vantagens de se contratar um serviço de ponta como esse vai muito além da expressiva economia de investimento.  Os custos diretos se referem à contratação de mão de obra, com todos os encargos e responsabilidades salvaguardados pelas leis trabalhistas; depreciação de equipamentos e tecnologias; gastos relacionados aos veículos utilizados pelas equipes de manutenção rápida; investimentos prediais, em conformidade com critérios infraestrutura e segurança etc.

 

Produtividade é mais um custo indireto que chama atenção. Na medida em que não cabe mais à equipe interna resolver problemas relacionados à tecnologia, a empresa não corre mais o risco de passar horas ou mesmo dias sem estar online. Também não caberá à empresa contratante investir em determinadas novidades de mercado, ou mesmo recrutar, treinar e supervisionar serviços de apoio. Esse é outro ganho de muito valor para as empresas.

 

*Ezequias Sena é presidente da Online Brasil (www.onlinebrasil.com.br)

11/01/11

Artigo

Cloud computing para todos

*Por Marcos Patrício

 

O termo “cloud computing” tem sido amplamente discutido através de estudos de mercado e tendências em tecnologia da informação. Para muitos, significa uma nova tecnologia ou até mesmo arquitetura para o consumo de serviços através da internet. Mas seu significado é muito mais abrangente, e não está restrito ao uso de tecnologia, software, hardware ou plataforma.

 

Ao falarmos de “cloud” não estamos discutindo sobre uma nova tecnologia ou arquitetura, mas uma nova forma de entrega da tecnologia da informação visando redução de custos, maior aproveitamento de recursos através do uso racional e por demanda.

 

Os pilares dessa nova forma de entrega são determinados pelo uso de estruturas já conhecidas:

*SaaS - Forma de entrega de software como serviços com base no aluguel do software através de um provedor de serviços, da internet ou conexão dedicada. Proporciona custos racionalizados de licenciamento de software e suporte, podendo ser contratado por períodos de uso;

 

*PaaS - Forma de entrega da plataforma de desenvolvimento de software através de padrões. Pode gerenciar todo o ciclo de desenvolvimento, garantindo os testes, homologação e entrada em produção do produto desenvolvido. Também pode suportar a operação com execução de rotinas administrativas e coordenar atualizações da plataforma;

*IaaS - Forma de entrega da plataforma de hardware como servidores, armazenamento, networking e implementação de diversas outras tecnologias que possam proporcionar alta disponibilidade, escalabilidade e segurança.

 

O conjunto de estruturas que conceituam a nuvem computacional pode proporcionar oportunidades de revisão de processos gerenciais e de negócio para um grande número de empresas. Principalmente para aquelas que não possuem orçamento para o investimento em soluções com alto custo de manutenção – devido a profissionais especializados, novas plataformas ou infraestrutura adequadas.

 

O mercado médio pode ser um dos principais consumidores desse modelo, devido ao custo de software, à utilização de processos de administração da tecnologia da informação bem definidos e a modelos de negócios que podem ser implementados com baixo nível de adequação.

 

Para empresas que não possuem processos claros ou integração entre seus aplicativos a “cloud” deve tanto melhorar seus processos de negócios como possibilitar a melhoria do desempenho e análise, proporcionando maior visibilidade. Para elas, a adoção de soluções e processos de negócios tem grande impacto no desempenho e nos resultados

.

Esse modelo de entrega deve tomar força com mais ofertas de soluções e integração simplificadas pelos grandes fornecedores do mercado de tecnologia da informação através da adaptação ou desenvolvimento de produtos, processos e ferramentas voltados para a “cloud computing”. Afinal, trata-se de um novo modelo de entrega que permite determinar o uso racional e por demanda de recursos de infraestrutura, plataforma de hardware, software e aplicativos.

 

*Marcos Patrício é economista e gerente de soluções em serviços gerenciados na Unione Outsourcing, com foco na identificação das necessidades, desenvolvimento de relacionamento e negociação com clientes, liderança em projetos em ferramentas como de middleware e banco de dados.

11/01/11

Artigo

Virtualização: 5 dicas para maximizar resultados

*Por Guilherme Araújo

 

A virtualização de desktops e servidores é uma ferramenta que veio para ficar. Tanto é assim que muitos gestores de TI a encaram como uma estratégia de negócios, já que oferece benefícios relevantes. Com a virtualização de servidores subutilizados, por exemplo, é possível consolidar novas aplicações e derrubar gastos com hardware, energia, espaço e infraestrutura, por exemplo.

 

A virtualização de desktops segue os mesmos princípios básicos da virtualização de servidores, permitindo executar múltiplos sistemas operacionais em uma única máquina (PC). Mas há diferenças bastante significativas. Cada usuário conta com seu próprio sistema operacional, como se fizesse uso de uma estação de trabalho convencional.

 

Vale ressaltar outra característica importante: a virtualização de desktops permite a centralização das informações no data center, incluindo todo conteúdo gerado nas filiais ou em unidades remotas. Mas esses benefícios não são automáticos. Demandam certa habilidade por parte da equipe de TI e, em médio prazo, o envolvimento dos demais departamentos da empresa.

 

Sem medo de errar, a maioria das empresas conta com servidores subutilizados. Trata-se de um injustificável desperdício de recursos de TI. Por isso, vale a pena recordar cinco dicas para maximizar os resultados da virtualização:

 

1. Defina o projeto de virtualização antes de colocá-lo em prática. É fundamental determinar o que será virtualizado e por quê. Revise o orçamento disponível para o projeto, a capacidade de processamento e armazenamento atual, e o tamanho de rede necessário para crescer;

 

2. Compatibilize a aplicação existente no servidor com a nova carga de trabalho. Quando você repentinamente aumenta a utilização de um servidor subutilizado, precisa checar se esse trabalho adicional não está causando problemas – às vezes é necessária a troca de aplicativos;

 

3. Ponha em ação um plano de recuperação de desastres e continuidade de negócios na sua empresa. Alguns dos problemas que terão de ser resolvidos mais cedo ou mais tarde podem ser solucionados ao virtualizar os sistemas que não contam com recuperação de desastres. Os ambientes virtuais têm capacidade de manter os negócios independentemente dos problemas gerados na empresa;

 

4. Redefina processos internos. Como toda novidade carrega consigo um desafio, o súbito aumento na utilização do servidor ou desktop requer ajustes na rotina das equipes de trabalho. Cada empresa adota um padrão de comunicação: algumas enviam comunicados por intranet, enquanto outras preferem agendar reuniões setoriais para dirimir quaisquer dúvidas operacionais. O importante é não deixar de alinhar essa nova postura a ser adotada na organização como um todo;

 

5. Priorize o item segurança. Algumas vulnerabilidades podem ser ampliadas no ambiente virtual. Portanto, é necessário redobrar atenção à segurança das informações, implantando ferramentas de controle de acesso e demais dispositivos, como firewall e antispam.

 

*Guilherme Araújo é administrador e diretor comercial da Online Brasil (www.onlinebrasil.com.br)

11/01/11

Artigo

Que tipo de empresa contrata um Data Center?

*Por Ezequias Sena

 

Empresas convivem continuamente com a pressão por corte de gastos. Um dos caminhos viáveis é concentrar a força de trabalho em seu core business, optando pela terceirização de vários serviços satélites. Isso inclui a área de TI – incluindo o Data Center, ou banco de dados.

 

Para que a opção pelo outsourcing tenha um bom embasamento é necessário considerar o contexto necessário para se gerenciar um Data Center. Primeiramente, há toda uma infraestrutura necessária para dar suporte aos servidores: parte elétrica, sistema de refrigeração, equipamentos (hardware) etc.

 

Não bastasse toda a parte estrutural operando 24 horas por dia, há que se contar com profissionais qualificados tanto na área de tecnologia como na administrativa, a fim de atender às demandas por resultados.

 

Segurança é outro fator-chave. É importante dispor de recursos contra assaltos, incêndios e enchentes, mas principalmente assegurar que as informações dos clientes jamais sejam violadas por hackers ou qualquer outra pessoa mal-intencionada.

 

Alta performance é outro item de série, o que significa dizer que não se pode economizar com sistemas de backup, manutenção, upgrades e atualização de licenças. Com isso em mente é possível deduzir: ou se investe de forma amadurecida, ou se opta pelo risco da autogestão.

 

Não são poucas as empresas que negligenciam o armazenamento de dados. Algumas só se dão conta da necessidade de terceirizar o Data Center após uma catástrofe que pode levar anos até a completa recuperação das perdas materiais e de credibilidade no mercado.

 

Via de regra, o outsourcing do Data Center propõe corte de custos a médio prazo, além de permitir que a equipe mantenha foco nos negócios, colaboradores e clientes. Vale ter em mente que investimentos em TI são absolutamente necessários e não se pagam no curto prazo. Por isso é tão importante contar com uma empresa capaz de desenhar um projeto racional, eficiente e que resulte em benefícios reais para a empresa.

 

* Ezequias Sena, presidente da Online Brasil (www.onlinebrasil.com.br).

20/12/10

Artigo

Empresas de TI dão suporte para crescimento da indústria

*Glauco Nunes

 

Uma vez restabelecida a economia interna, muitas indústrias estão investindo em novas unidades fabris como forma de consolidar posição no mercado e retomar o ritmo de crescimento favorável que existia até meados de 2008. O Brasil, de modo geral, começa a tomar novo impulso – independentemente da acidez que ainda persiste nas negociações internacionais.

 

As inovações tecnológicas continuam dando as cartas, obrigando executivos a avaliar o que realmente mudou em termos de prioridade. É certo que hoje existe um novo padrão de normalidade dentro das empresas e os gerentes de TI são constantemente desafiados a fazer escolhas acertadas em termos de fornecedores, produtos, software e aplicativos.

 

Mas a crescente complexidade tecnológica exige altos investimentos em capacitação. Como, então, o gestor de TI de uma indústria conseguirá defender investimentos em capacitação de pessoal em uma atividade que não é “fim” para a empresa?

 

Com grande parte dos investimentos reservada prioritariamente aos processos produtivos, o gestor de TI terá grande dificuldade em manter sua equipe atualizada em tecnologias como segurança física e virtual, impressão, data center e gestão da rede de comunicação, por exemplo. E mais: no outro lado da cadeia, o nível de exigência em relação a esses serviços vem aumentando. O novo ambiente de negócios exige cada vez mais tecnologias de ponta para manter a competitividade de qualquer empresa.

 

Nesse cenário, a terceirização de TI vem aumentando a passos largos.  Muitas empresas já provaram e comprovaram as vantagens de se concentrar mais nos negócios, reduzindo a folha de pagamento e delegando a gestão de TI e de serviços de infraestrutura para especialistas.

 

Não há mais lugar para amadorismo no novo cenário e as empresas de TI, cientes de seus desafios, investem cada vez mais em certificações para suas equipes de trabalho, processos e produtos. É o caso da ISO 9001.  Desde a compra de produtos até a entrega de serviços, tudo é devidamente documentado e mapeado, passando por um rígido controle. Para o cliente, trata-se de uma garantia de entrega de serviços com melhor qualidade.

 

Grandes ou pequenas, fato é que as indústrias nacionais estão se dando conta da importância de terceirizar departamentos inteiros ou apenas alguns processos do universo tecnológico. Entre os principais benefícios, destacam-se: redução de custos e maior controle dos gastos operacionais; aumento de foco nos negócios da companhia; maior acesso às transações internacionais, com aumento de participação no mercado estrangeiro; liberação de recursos internos – que podem ser mais bem empregados no crescimento; e, claro, a garantia de que os serviços serão realizados por profissionais qualificados, treinados e certificados nas mais recentes tecnologias e nos processos de qualidade.

 

A terceirização de TI também está intimamente relacionada à possibilidade de se extrair mais vantagens das novas tecnologias disponíveis, tanto em termos de hardware como de software – sem contar que em muitos casos não será mais necessário se preocupar com upgrades dispendiosos ou mesmo com redimensionamento do data center.

Da parte das empresas de TI, deverá haver rápida adaptação às exigências atuais para processos inteligentes, flexíveis e rápidos. Além disso, é necessário aumentar o portfólio de serviços e produtos para entregar uma solução completa ao cliente. O novo gestor de TI busca empresas que possam entregar uma solução “end-to-end”. Ele sabe que seu tempo deve ser dedicado a melhorar os processos de sua empresa e não admite mais continuar tratando com diversos fornecedores para montar uma solução.

 

*Glauco Nunes é diretor-presidente da LatinTec (www.latintec.com.br) – uma das primeiras empresas de TI do Rio Grande do Sul a conquistar a ISO 9001, que garante a conformidade de todos os processos internos.

20/12/10

Tecnologia da Informação

Insigne inicia operação no mercado corporativo

A Insigne Software inicia suas atividades no mercado corporativo de TI a partir da oferta de aplicações tecnológicas, suporte, capacitação profissional e serviços de consultora, acompanhando o crescimento da adoção do sistema operacional Insigne Linux por empresas de vários portes e segmentos, inclusive em servidores de aplicações e arquivos.

 

Para a nova estrutura de negócios, a Insigne está em fase final de assinatura de acordos tecnológicos e de distribuição com grandes provedores globais de tecnologia, com o objetivo de atender às empresas nas áreas de gestão e segurança de infraestrutura de TI, incluindo a oferta das funcionalidades do sistema operacional Insigne Linux Momentum, que possui mais de 3 milhões de cópias distribuídas pelos principais fabricantes de PCs do Brasil.

20/12/10

Tecnologia da Informação

Tecnologia não substitui gente capacitada

*Adriano Filadoro

 

Geralmente as empresas destinam entre 1% e 3% da receita anual para projetos de tecnologia. Não há dúvida de que à indústria de TI – e seus acelerados avanços – pode ser atribuída grande parte do sucesso e do crescimento da economia mundial. Mas há que se considerar que nenhuma tecnologia é boa o suficiente se atrás dela não houver pessoas capacitadas.

 

Nos últimos 50 anos o mundo desenvolvido se sentiu desafiado a ganhar mais e mais produtividade. Chega a ser impressionante a velocidade com que o progresso bate à nossa porta, muito em função da tecnologia da informação e comunicação. Estamos ganhando uma velocidade de transformação e de criação ímpares.

 

Mas, analisando o capital humano que lida com tamanha evolução, percebemos que urgem mudanças estruturais nas empresas. É preciso capacitar as equipes de trabalho de modo que as pessoas sejam estimuladas a desenvolver mais suas habilidades de conhecimento, análise, intuição e criatividade.

 

A tecnologia da informação por si só não faz milagres. É preciso ensinar as pessoas a extraírem o melhor do contexto em que estão inseridas. Vejamos: determinada empresa investe na infraestrutura de rede, contando com uma estação de trabalho para cada vendedor/atendente. Investe, também, em aplicativos que permitem elaborar e transmitir orçamentos aos clientes em curto espaço de tempo. Entretanto, ao não capacitar sua mão de obra apropriadamente, se arrisca a perder aquele cliente que faz contato por telefone – na esperança de que um profissional especializado compreenda suas necessidades e possa contribuir para a realização de uma compra acertada.

 

Enquanto o colaborador se preocupa com a ‘formalização’, o cliente se frustra porque não conseguiu obter ‘informação’. No âmbito das pequenas e médias empresas, esse tipo de relacionamento mal resolvido é muito comum, gerando insatisfação. O cliente se queixa do vendedor que, por sua vez, se queixa do sistema que trouxe consigo mudanças no atendimento. Imagine o quanto seria melhor se o vendedor/consultor pudesse destinar cinco minutos daquele dia para ouvir o cliente, compreender como poderia atender àquele pedido de modo que resultasse numa equação ‘ganha-ganha’, em que todos saem satisfeitos.

 

Numa outra situação, uma fila de pacientes aguarda – com cara amarrada – a volta do sistema, que ‘saiu do ar’. De repente, os mesmos atendentes que até bem pouco tempo colhiam dados do paciente, transcrevendo tudo para o papel e repassando depois para os médicos e para a administração, sentem-se incapazes de resolver qualquer coisa que dependa do acesso ao computador. Não fazem isso por vontade própria, é claro. Mas porque faltou à direção da empresa capacitá-los para que desenvolvessem o senso de oportunidade e improviso. Preferem, também nessa situação, arriscar o relacionamento com o cliente.

 

Não se pode duvidar que a tecnologia nos dotou de velocidade suficiente para atender às demandas da nova economia. Mas é preciso aguçar o senso crítico e perceber que a tecnologia, por mais avançada que seja, ainda não substitui a tomada de decisão dos seres pensantes que fazem uso dela. O sucesso não vem fácil, mas chegará mais rapidamente se os empreendedores privilegiarem seus colaboradores e incentivarem o desenvolvimento de suas habilidades cognitivas e comportamentais.

 

*Adriano Filadoro é diretor de tecnologia da Online Brasil, empresa com 17 anos de atuação na indústria de TI, com foco em Data Center Inteligente.

20/12/10

Tecnologia da Informação

Magic Software anuncia tecnologia que garante a integração facilitada e completa na Computação na Nuvem

 

Com o crescimento da adoção de aplicações baseadas na computação na nuvem nas empresas, os gestores de TI têm procurado como garantir a integração das aplicações que estão na web com os seus sistemas que rodam na rede local. E não apenas isso: eles querem integrar um serviço web a outro, como por exemplo, um CRM e um ERP na nuvem que por sua vez se integra com o portal da SEFAZ para a Nota Fiscal Eletrônica.

 

Alguns gestores de TI têm mostrado que o maior problema neste processo é que seus fornecedores de aplicações, quando requisitados a integrar aquilo que está na nuvem com os legados, não encontram a solução adequada para esta finalidade, revelando várias limitações técnicas e de conceito, alegando que não existem ferramentas prontas no mercado capazes de realizar a comunicação com os legados e outros serviços na nuvem. Assim, em algumas vezes, é proposto o desenvolvimento de aplicativos para realizar integração. Às vezes dá certo, mas na maioria dos casos o tempo e os custos envolvidos inviabilizam o projeto.

 

Assim, a Magic Software inicia uma campanha de divulgação do iBOLT Integration Suite como a ferramenta adequada para a integração de aplicação web e locais com as demais existentes na computação na nuvem. Segundo a empresa, a suíte possibilita superar quaisquer obstáculos que possam existir durante a integração e oferece inúmeros casos de sucesso no Brasil e no mundo para comprovar a sua eficiência.

 

A conectividade dos legados com outras aplicações é realizada sem remendos, diretamente ou através de sistemas de mensagens (JMS, MS MQ e Websphere MQ). A substituição de interfaces proprietárias por um ambiente de integração escalável também é uma de suas características principais, além de garantir a construção de uma arquitetura orientada a serviços (SOA), que permite incluir os legados em comunicação full e em tempo real com as aplicações na computação na nuvem.

20/12/10

Tecnologia da Informação

Inova Tecnologias lança no mercado brasileiro o AntiSpam gratuito Cloudmark Desktopone

 

A Inova Tecnologias lança no Brasil o Cloudmark DesktopOne, apontado pela revista PC Magazine, dos Estados Unidos, como o melhor software gratuito AntiSpam do mundo. Considerado o mais preciso e fácil de usar entre todos os seus similares, esse software, que teve sua apresentação internacional em agosto, é indicado para uso doméstico e em pequenas empresas.

 

O Cloudmark DesktopOne filtra continuamente e-mail e webmail para eliminar spam e proteger os usuários contra phishing e vírus que podem ser transmitidos por meio das mensagens eletrônicas. Também habilita seus usuários a bloquear ou desbloquear e-mails e tem um sistema de varredura de mensagens com fácil utilização, sendo que são os próprios usuários que determinam o nível de proteção desejado, tanto para o recebimento como para a entrega de mensagens.

15/11/10

Tecnologia da Informação

Outsourcing de TI: bom para grandes, médias e pequenas empresas

*Por Fabio Dal Colletto

A terceirização de serviços é uma prática que ganhou bastante força nos últimos 20 anos. Mas, quando o assunto é outsourcing de TI, podemos afirmar que o momento atual é o mais profícuo de todos os tempos. Estudos da IDC (International Data Corporation) revelam que esse mercado representa a atividade de TI com maior potencial de crescimento no Brasil, com previsão de atingir mais de 12 bilhões de reais nos próximos quatro anos.

É questão de sobrevivência para muitas empresas aumentar o foco no core business e eliminar preocupações com contratação e gestão de pessoal especializado em operacionalização do sistema, atualização de produtos, suporte a aplicações e à infraestrutura, manutenção dos pontos de rede, voz, dados etc.

Quando se opta por realizar todos esses serviços internamente, por mais que sejam investidas grandes somas na contratação de mão de obra especializada, nem sempre os resultados desejados são alcançados. Já a terceirização proporciona ao cliente ter acesso rápido a profissionais altamente capacitados para resolver eventuais incidentes ou mesmo desenvolver melhorias necessárias ao próprio negócio.

A gestão da mudança é um dos desafios mais importantes do outsourcing. Alguns processos envolvem pessoas que não estão presentes fisicamente na empresa. Daí a necessidade de se implantar uma nova cultura interna, em que muitas vezes as ocorrências devem ser relatadas através de um sistema. Apesar de impessoal, certamente cada contrato prevê um tempo de resposta e de resolução do problema – diferentemente das relações pessoais, que às vezes ficam presas à burocracia.

Cabe à empresa avaliar seu nível de dependência dos processos de TI e das pessoas envolvidas, no sentido de definir qual a melhor estratégia de outsourcing a ser adotada. Enquanto algumas equipes se adaptam facilmente às mudanças, aquelas pouco afeitas a procedimentos claros de requisição de suporte e de melhorias em TI terão mais dificuldades em partir para um nível de outsourcing mais elevado logo de início.

É imperativo que o outsourcing de TI seja encarado como um catalisador de valor dentro das organizações. Além da redução de custos, para a alta administração das empresas essa mudança representa muitas vezes uma rápida resposta às mudanças impostas pelo mercado, permitindo responder à internacionalização dos negócios de forma acelerada e aumentando, assim, o retorno sobre os investimentos. Isso sem contar com a importante atualização em termos de tecnologia e capacitação profissional.

Dentro do amplo escopo do outsourcing de TI, muitas vantagens são obtidas não só por grandes empresas, que buscam desde soluções departamentais – normalmente envolvendo uso de aplicações – até soluções corporativas na parte de infraestrutura. As pequenas e médias empresas também estão tirando proveito desse modelo de negócio na medida em que buscam soluções no modelo de software como serviço (SaaS). É esse nicho que mais vem impulsionando a terceirização, justamente por encarar o outsourcing como uma forma de ganhar competitividade de mercado.

 

*Fabio Dal Colletto é engenheiro elétrico pela Escola Politécnica (USP) e gerente da Unione Outsourcing, braço da empresa Unione que registrou crescimento de 44% no último ano e concentra serviços de alocação de mão de obra especializada, desenvolvimento de sistemas, suporte a aplicativos e infraestrutura.

11/10/10

Tecnologia da Informação

Empresas devem priorizar plano de recuperação de desastres

*Por Adriano Filadoro

Grande ou pequena, toda empresa bem-sucedida deve garantir que seus dados e informações estejam protegidos da melhor forma possível. Caso já tenha se decidido por terceirizar o data center, é prioritário que essa empresa contratada tenha um plano de recuperação de desastres. Dessa forma, mesmo que ocorra qualquer incidente, a recuperação de todo patrimônio intelectual e estratégico do cliente estará assegurado. Caso contrário, a vida de todos se transformará em um pesadelo.

Não são poucos os empresários que julgam desnecessário contratar um serviço de DRP (Disaster Recovery Plan), ou seja, um plano de recuperação de desastres. Principalmente porque demanda tempo e investimento. Só que a perda das informações, quando acontece, tem um valor incalculável. No pior dos cenários, a empresa poderá abrir falência.

Nos últimos anos, temos visto inúmeras reações da natureza ao aquecimento global, resultando em inundações, incêndios, tremores de terra, invasão de pragas urbanas etc. Cidades mal administradas, então, sem pontos suficientes de escoamento de água, são as primeiras a ter suas casas e empresas alagadas. Isso sem mencionar os problemas de segurança, com assaltos que se multiplicam. Às vezes, os bandidos estão atrás de cabos e fios e acabam destruindo todo um patrimônio.

Em resumo, o plano de continuidade dos negócios analisa cada área da empresa e aponta, inclusive, os locais mais vulneráveis. É importante indicar onde é possível contar com um armazenamento seguro para instalar, se for o caso, o sistema de segurança das informações, facilitando o back-up periódico.

Além desses incidentes, em tecnologia os desastres também dizem respeito à perda de dados por conta de espionagem interna, vírus, apagões, e – muito importante – erros humanos. Imagine ficar sem uma máquina por mais de dez dias. As perdas financeiras nunca serão totalmente repostas. Contratos podem ser rompidos, acordos não cumpridos, entregas não realizadas, podem ocorrer atrasos nos pagamentos de funcionários e fornecedores... Tudo por não se contar com um plano de continuidade de negócios que prevê recuperação de desastres.

Esses são alguns pesadelos que podem ser evitados quando a empresa prioriza a segurança das informações e do conhecimento gerado pelo seu capital humano. Portanto, na próxima reunião de diretoria, o empresário inteligente não deveria se esquecer de discutir propostas de terceirização de data center contemplando  um bom plano de continuidade dos negócios.

*Adriano Filadoro é consultor de TI e diretor de tecnologia da Online Brasil (www.onlinebrasil.com.br)

11/10/10

Embalagem

PH FIT participa do Congresso Brasileiro de Embalagem

Líder na produção de fitas têxteis na América Latina, a expositora da House & Gift Fair PH FIT, por meio de sua Área de Soluções em Embalagem, será uma das patrocinadoras do 14° Congresso Brasileiro de Embalagem que aconteceu no Centro Fecomercio de Eventos, em São Paulo.

Sob o tema “Embalagem e o novo varejo: responsabilidade ambiental aliada à inovação”, a proposta do evento foi de levar para os integrantes de toda a cadeia um conhecimento diferenciado que explore a nova dinâmica do varejo no Brasil e a sustentabilidade na gestão de negócios, como drivers do desenvolvimento de bens de consumo. “É justamente esta valorização dos produtos, marcas e negócios de nossos clientes que a PH FIT explora em cada um dos projetos especiais de embalagem. A preocupação com inovação e sustentabilidade está no DNA da empresa”, resume Gabriela Schultze, coordenadora da área de Inovação da empresa.

A PH FIT mostrará seu alinhamento ao tema central do evento no estande montado na área de exposições do Congresso, onde disponibilizará amostras de fitas diferenciadas e produzidas a partir de materiais sustentáveis como juta, algodão e fio de PET reciclado (pós consumo). Também estarão expostos projetos de embalagem resultantes de uma estreita parceria com empresas como Avon, Cacau Show, Contém 1G, Garoto, Jequiti, Kraft Foods, Kopenhagen, Lacqua di Fioro, Natura, Nestlé, O Boticário, entre outras.

09/10/10

Tecnologia da Informação

SAP BusinessOne 8.8 apresenta nova era de software para pequenas empresas

A SAP anuncia a nova versão do aplicativo SAP BusinessOne, solução que acelera o tempo de desenvolvimento necessário para geração de valor, facilita a adaptabilidade da empresa e amplia o uso e capacidade de aquisição, com base em co-inovações e colaborações com parceiros da SAP para empresas de pequeno e médio porte.

A nova versão 8.8 do SAP BusinessOne inclui inovações e melhorias adicionais nas áreas de funcionalidade, desempenho e experiência do usuário para aumentar a produtividade e capacidade de uso dos clientes. Com estudos analíticos incorporados da SAP BusinessObjects, por exemplo, os clientes podem aumentar a transparência das operações comerciais e melhorar a tomada de decisão. Esta nova versão também oferece melhor conectividade das redes de negócios para uma integração rápida e econômica dos clientes com os seus parceiros em ecossistemas, subsidiárias ou filiais cujas sedes adotam aplicação SAP ERP.

A solução SAP BusinessOne foi concebida para permitir que os empresários administrem de modo efetivo todos os seus negócios e seu crescimento futuro. Desde 2007, a base de clientes de pequeno e médio porte praticamente dobrou de tamanho e, no momento, existem milhares deles em mais de 80 países.

08/10/10

Tecnologia da Informação

T-Systems do Brasil recebe certificação Tier III para novo datacenter

Uma das líderes mundiais em serviços de Tecnologia da Informação e de Comunicações (ICT), a T-Systems, pertencente ao grupo Deutsche Telekom, conquista a certificação Tier III para seu novo datacenter. O selo concedido pelo Uptime Institute atesta a excelência de seu novo datacenter. O novo datacenter da T-Systems é o segundo na América do Sul (1º no estado de São Paulo) a obter a certificação Tier III e está em fase final de construção com inauguração prevista para o ultimo trimestre de 2010.

A construção do novo datacenter, iniciada no ano passado, está de acordo com os conceitos mais modernos do mercado e alinhada às necessidades da demanda do setor. A empresa já possui outros três datacenters: dois em São Bernardo do Campo e um na capital paulista, que ocupam uma área de 100 mil m². Com o novo datacenter, esse número aumentará em 7 mil m² e contará com cerca de 2 mil servidores, mainframes com 4.000 MIPS, 70 terabytes de armazenamento e 30 petabytes de capacidade de armazenamento para backups.

Com equipamentos de alta tecnologia para processamento e armazenamento de dados, esse projeto é um dos mais robustos e confiáveis do segmento, configurado com sistema que otimiza o consumo de energia, o que permitirá à empresa alcançar o índice de benchmarking de 1.6 PUE (Power Usage Effectiveness). O projeto oferece ainda alto nível de segurança, confiabilidade e disponibilidade de ambiente Tier III – padrão de classificação do Uptime Institute –, que garante funcionamento contínuo e manutenção. O Uptime Institute utiliza como critério a norma TIA-942, que classifica os datacenters em categorias (Tiers) de um a quatro, segundo seu nível de disponibilidade de infraestrutura.

21/09/10

Tecnologia da Informação

Reformulado, Easy Mailing chega para revolucionar segmento de e-mails marketing

O novo software para o envio de e-mail marketing da Dinamize consumiu R$ 1 milhão em investimentos e um ano e meio de trabalho desenvolvido por uma equipe de 10 pessoas. Totalmente reformulado, o software será mais rápido, robusto, com maior volume de envio e mais funcionalidades, além de rodar no sistema Cloud Computing.

Com um novo motor de envio que integrará por completo os quatro Data Center's, o novo Easy Mailing irá manter apenas a sua interface, remodelada em 2009, mas cuja usabilidade foi aperfeiçoada, tornando a experiência do usuário ainda mais intuitiva, simples e rápida. O banco de dados também passou por uma reestruturação e estão sendo desenvolvidas mais de 60 novas funcionalidades que abrangem desde melhorias no armazenamento de informações à automação de tarefas como envios baseados na interação do usuário com a mensagem.

O novo Easy Mailing possibilitará integração com sistemas externos e suporte a campos personalizados em quantidade infinita. Rodando em nuvem (Cloud Computing), o novo motor de envio possibilitará aos clientes um aumento de 7 a 10 vezes na velocidade de envio e uma melhoria acentuada na qualidade de entrega de e-mails.

Outra novidade apresentada é uma completa API (Application Programming Interface) que além de permitir uma integração maior que a atual, suporta uma conexão com diversos sistemas e softwares ou até mesmo com sistemas para Mobile como aplicativos para iPhone, entre outros. Além disso, também foi adotado o padrão REST de webservices, o mesmo utilizado por grandes plataformas como Twitter, e que abrange 100% das funcionalidades do Easy Mailing, eliminando totalmente a necessidade de utilização da interface web da ferramenta e permitindo integração completa com qualquer sistema de terceiros. A API REST também vai possibilitar a criação de novos aplicativos tanto em plataformas mobile quanto em mídias sociais.

16/09/10

Tecnologia da Informação

EMC promove transformação no gerenciamento do Cloud Privado

Com o intuito de estimular ainda mais a jornada dos seus clientes para a Nuvem Privada, a EMC Corporation (NYSE:EMC) anunciou o programa beta do EMC Ionix Unified Infrastructure Manager 2.0, nova solução que, segundo a empresa, transforma totalmente a infraestrutura de gerenciamento ao unificar – e basear em serviço – o gerenciamento das camadas de rede, computação e armazenamento.

Com o Ionix UIM 2.0, as empresas terão mais facilidade para fazer a transição de infraestruturas físicas para virtuais e para o cloud ao unificar e automatizar o gerenciamento de pacotes de infraestrutura Vblock™, um elemento da coalizão Virtual Computing Environment (VCE) formada por Cisco, EMC e VMware.

O Ionix UIM 2.0 se destina a simplificar o gerenciamento de sistemas de infraestrutura unificada Vblock. Ao automatizar mais de 60 operações discretas que normalmente seriam executadas de forma manual via ferramentas díspares de gerenciamento de elementos, o Ionix UIM 2.0 visa ajudar os clientes a reduzir drasticamente suas despesas operacionais com mais eficiência e operações que se expandem, melhorar a qualidade geral dos serviços com processos robustos e reproduzíveis e aprimorar os níveis de serviço com uma infraestrutura mais ágil e elástica. Conforme mostrado na VMworld, configurar a infraestrutura subjacente para suportar um pequeno cluster VMware pode consumir até 10 vezes mais tempo quando o processo é realizado via gerenciadores de elementos, em comparação ao UIM v2.0.

15/09/10

Suprimentos para Loja

Roteador Elsys une versatilidade e rapidez

Uma das líderes do mercado brasileiro de eletroeletrônicos, a Elsys acaba de lançar uma linha de produtos para conexão sem fio à internet.  O Roteador Wireless EWR-2N02 é uma das mais novas adições a essa linha.

Além de apresentar as funções usuais de conexão à internet via modem, o aparelho também traz a opção de se conectar com provedores de internet wireless, sejam esses gratuitos (cidades digitais) ou pagos.

Além dos padrões B e G, a nova linha incorpora também o padrão N, que proporciona até 150mbps de velocidade de transmissão de dados. Podendo ser operado em diversos modos wireless, inclusive o novíssimo sistema MESH, o roteador da Elsys tem vários modos de operação: Gateway, Bridge e Wireless ISP. Ele também atende todas as formas de conexão do provedor de internet, sendo esses: IP Estático, DHCP, PPPoE e VPN (PPTP e L2TP).

Homologado pela ANATEL, possui garantia de um ano, design exclusivo com LED’s azuis, antena onidirecional, 4 portas LAN, 1 porta WAN, tecla física de WPS, segurança: WEP, WPA, WPA 2, além de um conector SMA, esse para ser utilizado com a antena que acompanha o produto ou uma antena externa. O roteador também traz o ajuste de potência RF, que quando ajustado evita interferências com outros aparelhos.

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