Notícias sobre a revista e o mercado

18/01/10

Mercado Externo: Obstáculos Imaginários

*Por Carlos Alberto Alvim

As vantagens da atividade exportadora são óbvias e o desejo de conquistar o mercado externo está presente nos projetos da maioria dos empresários da indústria. Faturar em moeda forte e estável, aumentar o faturamento e os lucros, diversificar os riscos da carteira de clientes, fortalecer a marca, estabelecer novos patamares de qualidade e competitividade... Não é preciso realçar os benefícios de se estar presente no mercado global. No entanto, muitas empresas com potencial exportador fazem-se tímidas diante de obstáculos nem sempre reais. A primeira vez apresenta sempre um grau maior de dificuldade, geralmente acrescido pela lente da nossa inexperiência. É interessante descrever a sequência de etapas de uma primeira prospecção, considerando um candidato a exportador iniciante e completamente "leigo" no assunto.

Apesar de o caminho para a conquista de um mercado externo parecer, muitas vezes, árduo e repleto de dificuldades, apenas acessível a grandes empresas com tradição nesse tipo de prática comercial, na verdade, o mercado externo está acessível a praticamente qualquer tipo de empresa. Existe um "passo a passo", a ser seguido pelos iniciantes no comércio exterior, capaz de desmistificar as dificuldades, poupando tempo e recursos. Dificuldades existem, como em qualquer empreendimento que se configura lucrativo, mas são facilmente vencidas com um bom planejamento que cumpra, pelo menos, as etapas seguintes.

A primeira coisa a ser feita é a definição do mercado. Para que país se pretende exportar. Características do mercado são levadas em conta nessa etapa, tais como ritmo de crescimento, poder aquisitivo da população, grau de exigência de qualidade, presença de concorrentes. A pesquisa sobre o mercado, nessa etapa, pode ser feita através de consulados, embaixadas e buscas na internet. Os critérios de escolha privilegiam credibilidade, existência de contatos e facilidades, custo do frete, poucas restrições à importação, semelhança entre os produtos consumidos no local e os que se pretende exportar, entre outros.

Uma vez escolhido o país prospectivo, com base nesses critérios, passamos a um detalhamento das características do produto que o tornarão adequado a tal mercado A primeira coisa a ser verificada é a composição de preço, caso o produto fosse exportado exatamente como ele é comercializado no mercado interno, qual seria o seu preço final para os consumidores?

Fatores de custo como seguro, frete, impostos e taxas, novas embalagens, devem ser verificados para que se saiba por qual preço o produto poderá ser posto no país considerado. Nesse ponto é importante a verificação da existência de eventuais barreiras não tarifárias à importação, tais como exigências tecnológicas, de qualidade, fitossanitárias, legislação ambiental e outras.

A partir daí, verifica-se quais as alterações necessárias para adaptar o produto aos hábitos de consumo do mercado visado. Embalagens, fracionamento, especificações técnicas, benefícios. Verificar os investimentos necessários no parque fabril (se for o caso) e recalcular os preços, as quantidades disponibilizáveis para esse mercado e os prazos de entrega.

Nessa etapa deve acontecer uma viagem de prospecção ao país visado, para conhecimento de canais de distribuição e formas de comercialização, incluído como tática a aquisição de produtos concorrentes comercializados localmente para cuidadoso estudo comparativo. Para essa viagem, uma agenda de contatos deverá ser preparada previamente, com apoio da embaixada brasileira, da embaixada ou consulado do país no Brasil e/ou de uma câmara de comércio, se existente.

Uma boa empresa de despachos aduaneiros deve ser contatada desde essa etapa para dar apoio logístico (inclusive documental) ao envio de amostras, procedimentos para pedidos, faturamento de eventuais remessas experimentais. O conhecimento e a experiência do despachante, interessado na conquista de mais um cliente, fazem-no um poderoso aliado nessa etapa e na sequência de sucesso das exportações.

O apoio de um banco atuante no comércio exterior (a maioria dos grandes bancos brasileiros tem departamentos especializados nesse tipo de atividade) deve ser buscado para solução dos aspectos ligados às formas de pagamento, cartas de crédito e fechamento de câmbio. Para o banco, todo candidato a exportador é um bom cliente potencial que ele tem interesse em apoiar, aliás, os bancos com agências nas praças que nos interessam são uma boa fonte de sugestões para contatos comerciais.

Uma vez estabelecido o parceiro (ou parceiros) lá fora e a primeira exportação (teste) sendo bem-sucedida, resta um trabalho de incremento de volume (se for o caso), manutenção e controle, buscando a preservação do cliente conquistado através de um relacionamento sólido e transparente, onde a exatidão e o acordo entre o que foi ofertado e o que foi entregue costumam ser observados com muito mais rigor que em nosso próprio mercado.

Pretendemos abordar esse tema, de forma mais detalhada, em próximos artigos do Insight.

 Material retirado do Programa de Negociações Internacionais.

*Carlos Alberto Alvim é Consultor Sênior do MVC – Educação Corporativo com Foco em Resultados (www.institutomvc.com.br)

18/01/10

Ao trazer mais dólar, exportador segura real

Principais críticos do real sobrevalorizado, os exportadores brasileiros trouxeram mais dólares para o país no final de 2009, o que em parte compensou a redução na entrada de dinheiro no mercado financeiro por conta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), implantado em outubro do ano passado.

Segundo dados do Banco Central, nos últimos meses, essas empresas trouxeram praticamente todos os dólares das exportações brasileiras para o país, o que representa uma mudança em relação ao movimento registrado até setembro, quando parte desse dinheiro era deixado no exterior.

Há três anos, o BC começou a flexibilizar as regras cambiais para permitir que parte dos dólares das exportações ficasse depositada em bancos no exterior, com o objetivo de reduzir a entrada de moeda estrangeira no país, o que pressionava a cotação do dólar para baixo e afetava as vendas externas do Brasil.

Em 2008, ano em que a entrada de capital externo bateu recorde, essa obrigação foi eliminada. Antes, o dinheiro das exportações tinha um prazo para voltar ao país, obedecendo a uma regra criada há mais de 50 anos, quando o problema era a falta de moeda estrangeira no país, não o excesso.

Já em 2009, o fluxo dos dólares das exportações para o país acompanhou, principalmente, a cotação da moeda norte-americana. No início do ano, a falta de recursos para o setor e a alta do dólar levou essas empresas a trazerem para o país US$ 3,6 bilhões além do valor efetivamente exportado. Parte dessa diferença se deve aos contratos de adiantamento de exportações, um instrumento utilizado para financiar essas empresas.

10/12/09

Brasil é novamente considerado um mercado promissor

A unidade dos Estados Unidos do banco HSBC anunciou os resultados do seu segundo levantamento anual de empresas americanas, realizada com 500 altos executivos financeiros de empresas com faturamento anual entre U$ 20 milhões e U$ 5 bilhões, focados nas oportunidades e desafios que enfrentam quando operam em vários mercados a nível mundial, quer através da venda ou fornecimento de bens e serviços.

A U.S. HSBC Survey on International Business descobriu que a quantidade dos executivos que planejam aumentar suas vendas no exterior subiu de 49% em 2008 para 56% em 2009, ressaltando o interesse contínuo para a expansão global, mesmo durante os desafios econômicos no mundo inteiro.

Mais uma vez, os mercados emergentes se destacaram por seu apelo às empresas americanas, a exemplo de China, Índia e posicionando o Brasil como os três principais mercados mais atraentes pelo segundo ano consecutivo.

02/12/09

Brasil espera aumentar exportações em até 10% em 2010

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, anunciou que a meta de exportação do governo para o próximo ano é de US$ 168 bilhões.

De acordo com ele, a cifra corresponde entre 8% a 10% de acréscimo sobre as exportações esperadas para este ano. Em 2009 até a terceira semana de novembro, as exportações eram de US$ 134,668 bilhões. 

Barral disse que a meta principal da política de desenvolvimento produtivo, que era de o país atingir 1,25% de participação nas exportações mundiais em 2010, será alcançada ainda este ano.

23/11/09

Brasil influencia decoração nos Estados Unidos

A crise econômica fez os americanos descobrirem novos caminhos para mudar o estilo de vida sem gastar muito dinheiro e sem sair de casa. Já que não se pode desperdiçar em hotéis e viagens, a regra agora é fazer da própria casa um ambiente diferente que não crie vontade de sair. E o Brasil, com seu clima tropical e cenário multicolorido, é inspiração entre os interessados pela decoração moderna.

A interior designer Pricila Trancoso é uma das brasileiras mais requisitadas nos Estados Unidos para dar este novo visual às casas. O americano, principalmente os moradores da Nova Inglaterra, estão trocando o branco da neve pelo laranja, o vermelho, o verde e outras cores exóticas, a exemplo do lilás e do grená.

Só neste ano, a interior designer já mudou a fachada de lojas brasileiras de Nova York, decorou apartamentos no Brasil e elaborou dezenas de projetos nos Estados Unidos. Antes de za obra ser iniciada, os clientes de Pricila assistem as modificações em vídeos computadorizados e podem opinar e ver como ficará o ambiente depois de pronto.

17/11/09

Artesanato brasileiro é divulgado por empresa americana

O artesanato brasileiro produzido com responsabilidade ambiental é o foco do trabalho da Ecoarts, empresa em Nova Iorque (EUA) que representa cerca de 8 mil artesãos e designers mineiros que primam pelo respeito ao meio ambiente.

Os artistas são todos associados ao Centro Cape, organização mineira que apoia o artesão. A aceitação do produto brasileiro pelo consumidor americano é tão positiva que a Ecoarts estima a venda de aproximadamente 1.000 peças.

A Ecoarts foi criada em Portugal em 2003. Quatro anos mais tarde viria para os Estados Unidos. Grandes feiras como a Gift Fair de Nova Iorque e a Las Vegas Market comercializam as peças brasileiras, também adquiridas por lojistas americanos de vários estados.

12/11/09

Obras do artista Jair Gabriel são expostas em São Paulo

A Bom Destino Viagens e Turismo, na Rua Normandia, em Moema (São Paulo) foi o local escolhido para sediar a exposição do renomado artista Jair Gabriel, reconhecido internacionalmente como um dos melhores a utilizar a técnica do pontilhismo. A Vernissage com o tema “Viaje com os pontos de Jair Gabriel” acontecerá no dia 3 de dezembro, a partir das 20h30, acompanhada de um coquetel.

Os quadros retratam a cultura genuinamente brasileira. O foco é a natureza, com pássaros, ramos, borboletas, figuras humanas, pinturas inspiradas na época vivida pelo artista como seringueiro da região amazônica.

Os quadros de Jair Gabriel ficarão à disposição do público até o dia 1º de fevereiro.

06/11/09

Tendências em decoração de Natal para 2009

Com a proximidade das festas de fim de ano, o consumidor que vive intensamente o espírito natalino já começa a pensar na decoração, em especial, da mesa que apresentará os deliciosos quitutes característicos da data.

Para não fazer feio na hora de decorar a mesa, buscam-se referência na montagem e combinação de acessórios nos mais diversos mercados, inclusive internacionais.

No começo desse ano, em Frankfurt, na Alemanha, aconteceu a Christmasworld, uma das feiras internacionais que apresenta o que será tendência em decoração e produtos natalinos. Durante o evento, foi apresentada a temática da ornamentação das mesas.

Para este ano, a regra é mesclar simplicidade com sofisticação nas formas e escolha de materiais.

06/11/09

Sebastian Conran no Brasil

Um dos designers ingleses mais renomados de todos os tempos, Sebastian Orby Conran participou da mostra Brazil Design Week, a convite do Consulado Geral Britânico / UK Trade & Investiment.

Com foco no mercado de luxo, o profissional desenvolve trabalhos nas áreas de arquitetura, design gráfico, design de interiores e de produtos, colecionando importantes projetos em seu portfólio, como o desenvolvimento de embalagens exclusivas para Lancôme e Moet&Chandon.

05/11/09

Tramontina fecha acordo e retoma exportações para Argentina

Fabricante de utensílios de cozinha, a Tramontina firmou um acordo de preços com o governo da Argentina, permitindo que a empresa volte a exportar para o país vizinho. A companhia se comprometeu a elevar em 20% os preços dos produtos e ficará livre da imposição de direitos antidumping.

As empresas brasileiras Di Solle Cutellaria e Metalúrgica Martinazzo também serão submetidas a tarifas de 16,4% e 5,4%, respectivamente. A Tramontina, no entanto, responde por 98% das compras argentinas de talheres brasileiros.

Além de ser submetida a licenças não automáticas de importação, os talheres produzidos pela Tramontina estavam sujeitos a uma tarifa antidumping de 413% desde 25 de fevereiro.

04/11/09

Fábrica de luminárias de Pernambuco quer conquistar Europa

Com um volume de 60 mil peças por ano, 11 lojas exclusivas dos produtos da marca e mais 19 pontos de venda espalhados pelo país, a fábrica de luminárias pernambucana Light Design quer, agora, conquistar a Europa, começando seu processo de internacionalização por Lisboa.

A 12ª loja exclusiva da marca será coordenada pessoalmente por uma das fundadoras da empresa. As luminárias vendidas para projetos no Velho Continente serão fabricadas em Portugal conforme certificação obtida da União Europeia.

A Light Design desenvolveu uma modalidade de franquia peculiar, cujo candidato a lojista precisa seguir um padrão para utilizar a marca, que envolve treinamentos específicos, layout de loja e projetos de showroom.

22/10/09

Aumento das exportações anima mercado global

Dados recentes de alguns países exportadores importantes alimentaram a esperança de que o comércio internacional esteja em recuperação.

Brasil, Coreia do Sul e Taiwan já divulgaram os dados do comércio em setembro e mostraram expansão em comparação ao mês anterior, embora o nível ainda esteja bem menor que os níveis de um ano atrás, possivelmente em decorrência da crise mundial, que retraiu a economia do globo.

A boa notícia estimula o mercado brasileiro, que vê reais possibilidades de negociação com outros países. Entretanto, para que a ação tenha êxito, é importante que as empresas brasileiras invistam em promoção e divulgação de sua marca e produtos. Por isso, a sugestão é garantir espaço na Revista HG Made In Brazil, cuja linha editorial baseia-se no mercado brasileiro, sendo totalmente direcionada para grandes lojas do exterior.

20/10/09

Ousadia e criatividade são destaques da marca Viver da Arte

Criada pelas irmãs designers e artistas plásticas Ana Maia e Rosa Piatti, a marca Viver da Arte ganhou reconhecimento mundial pela ousadia e criatividade. Por isso, em Recife, as irmãs fecharam uma parceria com as empresárias Edileusa Gomes e Simone Morais, da Doppio, e ganharão um corner exclusivo para comercialização dos produtos da marca.

As artistas alagoanas fogem da formalidade de uma empresa que vive de máquinas. Seu maior patrimônio é a equipe de trabalho que, com sua criatividade, é capaz de fazer do sentimento seu grande diferencial.
Empresas famosas como Harrod’s, Selfridges & C°, Kurt Geiger em Londres, e Segraeti em Monaco, apresentam há alguns anos as criações das artistas, cuja principal ideia é inserir no mercado internacional produtos com forte apelo artístico, cultural e regional, concebidos através de processos baseados nos conceitos de sustentabilidade ecológica e justiça social.

09/10/09

Exposição dos Campana encantam europeus

Com a exposição "Anticorpos", o Vitra Design Museum de Weil am Rhein, no triângulo Suíça-Alemanha-França, faz uma retrospectiva de 20 anos de trabalho artístico dos irmãos brasileiros Fernando e Humberto Campana.

Além de mesas, cadeiras e luminárias para fabricantes internacionais de móveis, a dupla cria objetos domésticos individuais de materiais reciclados. Assim o trabalho dos principais designers da América Latina é apresentado pelo Vitra Museum, que expõe até fevereiro de 2010 protótipos, experimentos e peças únicas, desde as primeiras esculturas até as obras de hoje.

Pela exposição é possível perceber que o trabalho dos dois difere do design tradicional, já que, para muitas de suas peças, não há desenhos técnicos. Eles são autodidatas na área. Humberto estudou Direito, Fernando é formado em Arquitetura. Por isso, durante muito tempo, os Campana eram considerados exóticos na Europa. Mas, depois que as séries limitadas de objetos entraram mundialmente em moda, eles passaram a ser reconhecidos.

05/10/09

Crise abriu mercado árabe para empresas brasileiras

A convite da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, importadores árabes estiveram em São Paulo para uma rodada de negócios com empresários brasileiros. Muitos deles afirmaram que suas primeiras impressões sobre a produção nacional são muito boas, principalmente em setores como cerâmica, decoração e vidros.

As exportações brasileiras para o mercado árabe atingiram US$ 6,05 bilhões de janeiro a agosto.

02/10/09

Encontro otimiza exportação de pequenas e médias empresas brasileiras

A Apex-Brasil promoveu um encontro de negócios entre companhias brasileiras e africanas com o objetivo de aumentar a participação de pequenas e médias empresas nas exportações.

Participaram do evento 34 empresas de importação e exportação de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Ceará de áreas como casa, construção, móveis e decoração, que integraram seminários e reuniões de negócios com 150 compradores de Angola, Moçambique, Zâmbia, Ruanda, Uganda, Ilhas Maurícias, Tanzânia, Quênia, Nigéria e Gana, além da África do Sul.

30/09/09

Variedade e modernidade marcam trajetória da Bauhaus

Lançando tendências, referência no mercado de tecidos e prestes a completar 31 anos, a Bauhaus está em constante evolução para oferecer ao mercado o que há de mais atual para decoração, sem deixar de lado os produtos tradicionais, como os lisos ou o jacquard.

Listras, flores, estampas, seda, linho, algodão. A variedade de produtos da Bauhaus é grande e pode chegar a 1500 diferentes modelos, com cerca de 5500 variações de cores. Essa imensa quantidade de produtos é composta por importados, pesquisados nas mais importantes feiras do setor; estampas exclusivas, desenvolvidas pela equipe de criação da marca; ou ainda de parcerias com grandes nomes, como Sig Bergamin.

Os próximos objetivos da marca são expandir os pontos de venda e aumentar o volume de exportações para o Mercosul, como Argentina e Uruguai, de onde alguns arquitetos vêm pessoalmente ao Brasil objetivando escolher os tecidos para os projetos de cada cliente.

28/09/09

Spell lança móveis com consistência de bala, chocolate e sorvete

A loja holandesa de design Spell apresenta ao mercado uma coleção que imita embalagens e a consistência dos doces.

A linha de almofadas criada pela designer Eva Nip propõe um clima de festa e descontração por meio de peças coloridas, confeccionadas com couro artificial ou feltro. Também foram criados móveis de madeira com revestimento de poliuretano, sugerindo que o mobiliário foi mergulhado no chocolate.

Como parte da coleção Sweet, os móveis combinam cores de sorvete de baunilha, morango, chocolate e pistache.

25/09/09

Comércio investe na encomenda de artigos importados

Com a proximidade do Natal, o comércio brasileiro já começa a comprar artigos importados, como brinquedos, por exemplo. O dólar, em baixos índices, facilita as negociações com os fornecedores estrangeiros.

Entretanto, é o consumidor mais confiante que traz aos varejistas a promessa de vendas melhores no final do ano. Com isso, o volume das encomendas deve ser maior do que o que se viu no ano anterior e, em alguns casos, os preços ficarão até 30% mais baratos em relação ao mesmo período de 2008. Em lojas com produtos do Natal de 2008, a redução deve ser ainda maior.

21/09/09

Versão digital da revista HG Made In Brazil já está no ar!

A versão digital da revista HG Made in Brazil já pode ser lida no site. Para isso, basta acessar a página da revista e clicar na última edição.

Com a novidade, é possível conferir na tela do computador a 5ª edição da revista, com matérias editadas em Inglês e Espanhol, que orientam e situam o lojista no mercado internacional.

Entre as reportagens, destacam-se a alta qualidade dos produtos brasileiros que ganha o mercado externo, relatos de empresários brasileiros e suas jornadas no mercado de housewares, além da cobertura das feiras House & Gift Fair, Toys, Parties & Christmas Fair e Tools & Hardware Fair de 2008 e IX Prêmio House & Gift de Design.

18/09/09

Sustentabilidade e inovação são temas de debate entre Brasil e Reino Unido

Inovação e sustentabilidade foram as questões centrais tratadas no encontro do Comitê Econômico de Comércio Conjunto entre Brasil e Reino Unido (Joint Economic And Trade Committee - JETCO), em Londres, na última semana.

Os governos brasileiro e britânico estão comprometidos em promover a colaboração em ciência e inovação entre os dois países. Os dois primeiros anos de parceria entre Brasil e Reino Unido nestes campos foram concluídos com bons resultados.

Entre os objetivos atingidos estão o anúncio de uma missão para construir o satélite Amazônia 1, o estabelecimento de um laboratório da Embrapa no Reino Unido e a assinatura de uma carta de intenções que tem como objetivo incentivar a relação entre as agências de inovação dos dois países na comercialização de patentes. Brasil e Reino Unido estão completamente comprometidos com a redução da emissão de gases, mas também é importante assegurar que as políticas nacionais e internacionais não prejudicarão seus desenvolvimentos

Dentre os tópicos debatidos destacam-se soluções relacionadas à saúde, organização de eventos esportivos - Londres será sede dos Jogos Olímpicos de 2012 e o Brasil da Copa do Mundo de 2014 -, infraestrutura e logística, energia, agronegócio, tecnologia da informação, pesquisas espaciais, franquias, acesso ao crédito, tratados sobre bitributação.

15/09/09

Artesanato do Brasil para o mundo

Semijoias e biojoias de Ribeirão Preto enfeitam vitrines na capital da moda europeia. Com a iniciativa de pequenas produtoras, o setor de acessórios artesanais, que ainda apresenta números tímidos, prospera e leva as criações da cidade para Milão. Um mercado que tem a vaidade e o consumo feminino como base de vendas esconde uma boa estratégia para aumentar a lucratividade e driblar as turbulências econômicas.

Além de mandar para fora do país a maioria da produção, o setor de semijoias e biojoias também qualifica profissionais e contribui para o estoque de empregos formais em Ribeirão. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), 75 pessoas estavam empregadas com carteira assinada como artesãos de semijoias e biojoias na cidade em junho deste ano.

14/09/09

Talentos do Brasil chama a atenção de empresários europeus

A participação do Talentos do Brasil em um dos maiores eventos de moda de Paris chamou a atenção de empresários interessados em adquirir produtos feitos de uma maneira sustentável e com técnicas que desapareceram na Europa.

“O formato do Talentos, que envolve a sustentabilidade, o trabalho das mulheres artesãs e um design inovador foi o que chamou a atenção para os produtos que tem um apelo muito grande para o mercado europeu”, afirmou Geni Ribeiro, da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit). Segundo a consultora da Abit, alguns dos modelos produzidos pelo Talentos do Brasil podem ser considerados de alta costura. Ela dá como exemplo os chapéus de tururi, “os ingleses ficaram fascinados com o material e querem adquirir os chapéus para compor looks finos e chiques”.

11/09/09

Empresa brasileira é reconhecida por sustentabilidade no exterior

As linhas de laminados decorativos da empresa brasileira MD Papeis foram certificadas pelo internacional Forest Stewardship Council – FSC, da cadeia de custódia. A certificação abrange, de forma específica, suas linhas de laminados decorativos Dekorpel, Decorprint e Backing.

A certificação, em sua modalidade, representa o atestado de reconhecimento de que a empresa – uma das mais antigas do Brasil, com quatro unidades industriais em Cubatão, Caieiras, Limeira e Osasco, no Estado de São Paulo – utiliza matéria-prima oriunda de florestas com manejo adequado e responsável. Com diversificada linha de papeis, a MD diz que a nova certificação vem reforçar seus compromissos com o meio ambiente.

08/08/09

Cresce exportação brasileira para EUA

De acordo com dados da balança comercial brasileira, as exportações do país para os Estados Unidos subiram quase 30% entre julho e agosto. Para o governo brasileiro, o crescimento pode ser um sinal de início da recuperação do setor industrial norte-americano.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, na comparação com agosto do ano passado, a queda nas exportações para o mercado norte-americano ficou em aproximadamente 40%. No pior momento da crise econômica, o percentual chegou a 45%.

08/08/09

Financiamento a exportações de pequenas empresas é aprovado pela Camex

O Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou a criação de uma forma de financiamento às exportações de micro, pequenas e médias empresas a ser operada pelo Banco do Brasil.

O valor disponibilizado neste ano é de 130 milhões de reais, quantia que poderá ser elevada se a demanda superar a expectativa do governo.

Os financiamentos, realizados à taxa Libor e terão prazo de 180 dias, poderão ser feitos para até 100 por cento dos contratos de exportação assinados pelas interessadas.

03/08/09

Marcas de luxo vêem Brasil como alternativa

De acordo com especialistas em varejo, por atuar diferentemente de outros mercados saturados, com impacto negativo maior por conta da crise financeira mundial, o Brasil se destaca e torna-se destaque nos planos de redes de produtos de luxo por ainda possuir potenciais consumidos.

O cenário despertou a atenção de grifes que abrem, pela primeira vez, lojas próprias em território brasileiro, como a Hermès e a Carolinha Herrera, que inaugurarão lojas em São Paulo ainda este ano. Além delas, redes nacionais como a de joalherias Manoel Bernardes, mantém planos de expansão. A empresa negocia com marcas internacionais para comercializá-las em território nacional, de olho em uma fatia dos cerca de US$ 4,3 bilhões movimentados pelo mercado de luxo.

03/08/09

Viel busca excelência e aposta na exportação

Há mais de 40 anos, a Viel tem buscado a excelência de seus produtos e, por isso, modernizou-se objetivando atender as mais novas exigências dos lares, com estilo e beleza.

Os grandes responsáveis pelo constante avanço da empresa são os inúmeros equipamentos instalados, com base na mais alta tecnologia e práticos na operacionalidade, garantindo um perfeito resultado, numa combinação entre a alta qualidade e o baixo custo.

Churrasqueiras, escadas, pegadores e lixeiras em aço inox, além de tábuas de passar, são alguns dos produtos comercializados pela empresa com países como Bolívia, Chile, El Salvador, Espanha, Guatemala, Nicarágua, Paraguai, Quênia e Uruguai.

03/08/09

Metalúrgica Simonaggio exporta artigos de aço inoxidável

Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Estes são alguns dos mercados internacionais com os quais a Metalúrgica Simonaggio mantém relacionamento comercial.

Artefatos de aço inoxidável para uso doméstico, bombas para mate de cromo níquel, cuias para mate feitas de madeira revestidas de alumínios e jogos de talheres em aço inoxidável (garfos, colheres, conchas, escumadeiras) fazem parte da gama de artigos produzidos pela empresa, que ocupa a segunda posição no Brasil na categoria talheres.

03/08/09

RSN Metais define estilo e design de artigos decorativos

Os produtos da RSN Metais sempre foram fabricados com uma imagem coordenada, recriando modelos novos com base nos anteriores, permitindo manter uma harmonia em sua linha de produção. A qualidade e o charme dos artigos acabaram criando um mundo exclusivo e convidaram clientes a fazer parte desse sonho, incluindo internacionais.

Argentina, Chile, Panamá, Paraguai e Uruguai são alguns dos países atraídos pelos produtos da RSN Metais, como balde para champagne, conjunto de copos, fruteira, porta talheres, entre outros.

03/08/09

Paraguai e Uruguai são mercados para a Exatron

Fabricante de produtos eletroeletrônicos voltados para o controle de iluminação com economia de energia e segurança, a Exatron Indústria Eletrônica tem estabelecido constantes relacionamentos comerciais com países vizinhos.

Entre os países-alvo dos produtos da empresa gaúcha destacam- Paraguai e Uruguai.

31/07/09

Zimbábue é alvo de exportação da Gazola S/A

Pioneira na fabricação de utilidades domésticas em aço inox, a Gazola preservou essas tradições ao longo dos anos e buscou o equilíbrio perfeito entre homem, máquina, arte e tecnologia.

O resultado culminou na exportação para o Zimbábue de produtos com qualidade de forma automatizada, mas com as características de acabamento manual e exclusivo.

31/07/09

Artigos de cutelaria e utensílios de cozinha para mercados vizinhos

Fabricante de artigos de cutelaria e utensílios para cozinha em geral, a Metalúrgica Martinazzo produz chairas para afiar facas, conjunto de facas de cozinha, prato para carne em madeira, tábua plástica para picar legumes, utensílios para cozinha de nylon, entre outros.

Estes e outros produtos são comercializados com mercados vizinhos, a exemplo de Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

31/07/09

México é mercado para Metal Matrize

O mercado mexicano é alvo das exportações da empresa Metal Matrizes, que produz utilidades domésticas em aço inox e esmaltados, voltados à lojas de presentes, utilidades, magazines e supermercados.

30/07/09

Renner Têxtil exporta feltros técnicos agulhados

Maior fabricante de mangas filtrantes da América Latina, a Renner Têxtil fabrica feltros técnicos agulhados das mais diferentes qualidades e tratamentos, a exemplo de poliéster, polipropileno, acrílico, Ryton, Nomex e P84.

Licenciada da empresa BWF da Alemanha, a Renner Têxtil também atua na área de serviços e componentes para filtro, exportando seus produtos para Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

30/07/09

Talheres e utensílios de cozinha para exportação

A Di Solle Cutelaria Ltda. se dedica à fabricação e comercialização de talheres e utensílios de cozinha em aço inoxidável para estabelecer relacionamento comercial com mercados da Angola, Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

Variações com cabos de madeira e masterwood, como também linhas de uso diário com cabos em polipropileno e também peças em 100% de aço inox, fazem parte da extensa linha de produtos. A empresa atende desde grandes superfícies, como lojas de departamentos, até bazares e restaurantes.

29/07/09

Brinox exporta utilidade doméstica para mercados vizinhos

Fundada em 1988 e localizada em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, a Brinox fabrica e distribui utilidades domésticas e profissionais, como baixelas, fondues e réchauds em aço inoxidável e aço cromado. Sua variada linha de produtos apresenta utensílios para copa, cozinha, banheiro e também para o segmento institucional (bares, hoteis e restaurantes), mantendo relações comerciais com países a exemplo de Bolívia, Chile, Costa Rica, Equador, México e Venezuela.

A Brinox é uma empresa que procura investir constantemente em tecnologia, observar as necessidades do mercado e ter o maior cuidado com a qualidade de seus produtos, pois trabalha visando oferecer praticidade e beleza para facilitar as atividades do dia-a-dia.

20/07/09

Apex define mercados para promover exportações brasileiras

O plano de trabalho da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) de 2008/2010 inclui a priorização de alguns mercados no trabalho de promoção comercial e a definição de países “trader”, aqueles considerados porta de entrada para os mercados de determinadas regiões. São eles: Argentina, Colômbia, Cuba, Peru, Venezuela, Chile (trader) e Panamá (trader) na América Latina; Noruega, Polônia, Rússia, Turquia (trader) na Europa; China, Coréia do Sul, Vientã e Cingapura (trader) na Ásia; Canadá, Estados Unidos e México na América do Norte; Angola, Egito, África do Sul (trader) e Emirados Árabes (trader) na África.

Além de reforçar o trabalho de inteligência comercial, a Agência vai ampliar o número de missões, feiras e rodadas de negócios no Brasil e no exterior.

20/07/09

Rio Grande do Sul e a exportação

Considerando um ambiente globalizado, o Rio Grande do Sul possui uma posição estratégica dentro do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), o que proporcionou, nesta década, a captação de uma série de investimentos de empresas nacionais e estrangeiras, ampliando, cada vez mais, a capacidade produtiva do estado, transformando-o num centro de produção e distribuição para os países da região, consolidando, desta forma, a imagem de estado exportador.

Os serviços e a infra-estrutura colocados à disposição do comércio exterior são bastante amplos, uma vez que o estado possui um dos maiores portos do Brasil, além de contar com um aeroporto internacional e inúmeras empresas que operacionalizam o transporte rodoviário de carga, habilitadas para o transporte internacional.

Com uma linha de exportação diversificada, o Rio Grande do Sul participa com 11% das exportações brasileiras. O perfil exportador tem se alterado nas últimas décadas, onde os produtos com baixo índice de valor agregado foram perdendo espaço para produtos que envolvem tecnologia de ponta. As exportações de produtos industrializados representam mais de 68% das vendas externas, contra 31%, aproximadamente, de produtos básicos.

17/07/09

Têxtil house

Programa auxilia empresas a exportarem

Para auxiliar marcas brasileiras no processo de exportação, o Texbrasil, programa de apoio à exportação desenvolvido pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção (ABIT) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), acaba de inaugurar a área de Gestão de Comércio Exterior.

O novo departamento irá orientar empresas que já exportam ou que planejam entrar em outros mercados, em treinamentos individuais ou em grupo com até três horas de duração. Para participar da consultoria, basta ser cadastrado no Programa Texbrasil, que recebe gratuitamente empresas do setor têxtil e de confecções de todo país.

Em cada sessão, as empresas receberão informações sobre como contatar clientes, como (e quando) participar de feiras e eventos internacionais, como se preparar para lidar com compradores internacionais, envio de amostras, elaboração de tabela de preço, regras de comércio exterior, logística, contratação de assistente aduaneiro e relacionamento com trade e representantes.

Além da área de Gestão de Comércio Exterior, o Texbrasil oferece Clínica de Adequação de Produto, Oficina de Criatividade, participação em Rodadas de Negócios com compradores internacionais, palestras de tendências de moda, entre outras atividades com o objetivo de aumentar a competitividade das marcas nacionais e prepará-las para o mercado externo.

Para fazer parte do Programa Texbrasil, entre em contato pelo: texbrasil@abit.org.br.

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