20/07/10
Impactos do crescimento do PIB
*Por Alcides Domingues Leite Junior
O PIB (Produto Interno Bruto) do primeiro trimestre de 2010 cresceu 9% em relação a igual período do ano passado. Isto significa que a soma da produção de bens e serviços finais da economia brasileira subiu 9%. Em comparação com o trimestre anterior, o PIB cresceu 2,7%. Se este avanço se repetisse nos próximos três trimestres, a economia brasileira aumentaria em torno de 12% em 2010. Mas isto não deve acontecer, pois nos próximos trimestres o crescimento deverá ser menor, uma vez que a base de comparação tende a crescer.
O incremento do PIB é importante, pois gera empregos de qualidade e proporciona um aumento de renda para o trabalhador. Com abertura de vagas na indústria e no comércio, a maioria com carteira assinada, e a manutenção da oferta de mão-de-obra, é possível ocorrer um aumento generalizado de salários. Com a valorização do pagamento dos trabalhadores e maior número de membros da família empregado, a renda familiar tende a crescer substancialmente. Crescimento que gera aumento do consumo e da arrecadação de tributos pelo setor público. Assim, cria-se o círculo virtuoso: mais renda, mais consumo, mais produção, mais emprego, mais renda.
O problema é que não é possível crescer a uma velocidade muito alta sem aumentar a taxa de investimento da economia — e isto possibilita aumento da inflação e o governo tem que aumentar a taxa de juros. Juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam o consumo. Aí entramos no círculo vicioso: mais juros, empréstimos mais caros, menos consumo, menos empregos, menos renda.
Hoje, com taxa de investimentos em torno de 19% do PIB, a economia brasileira não consegue crescer mais do que 5% ao ano durante vários anos. É necessário, portanto, aumentar a taxa de investimentos para ao menos 25% do PIB.
Para o ano de 2010 é possível crescer de 6% a 7% sem gerar aumento da inflação, porque, no ano passado, a economia brasileira não cresceu nada. Há ainda capacidade ociosa que comportaria um crescimento acima de 5%. Mas para os próximos anos isto não se repetirá sem aumento dos investimentos.
Em 2010, portanto, a vida dos brasileiros deve melhorar um pouco. Será possível, para a maioria da população, consumir mais e, talvez, poupar um pouco.
Devemos ficar atentos aos programas dos candidatos a presidente, para ver se eles mostram o caminho para aumentar os investimentos ou somente prometem replicar a situação atual. Quem não propuser redução dos gastos públicos e aumento dos investimentos, não estará falando a verdade quando promete crescimento do PIB superior a 5% nos próximos anos.
* Alcides Domingues Leite Junior é professor de economia da Trevisan Escola de Negócios.
06/07/10
Juros remuneratórios do capital próprio – Uma boa opção para a empresa
*Por Terezinha Massambani
Quando uma pessoa física ou jurídica transfere recursos a título de integralização ou aumento de capital social em uma pessoa jurídica, ela passa a ser titular de direitos de acionista ou quotista.
O titular, os acionistas ou quotistas podem receber lucros, caso a empresa obtenha resultados positivos e determine a distribuição dos mesmos, e, se prestar serviços à empresa, ele poderá receber rendimentos mensais a título de pró-labore.
A Lei nº 9.249/1995 trouxe, a partir de 1º de janeiro de 1996, a possibilidade da pessoa jurídica, tributada com base no lucro real, também remunerar o sócio com o pagamento de juros sobre o capital próprio.
Observe que o pagamento dos juros sobre o capital próprio é uma faculdade da empresa e deverá ser formalizada em assembleia ou reunião, ou mediante cláusula estatutária ou contratual.
Os juros remuneratórios do capital próprio, pagos ou creditados pelas pessoas jurídicas individualizadamente a titular, sócios ou acionistas representam uma despesa financeira, que será dedutível, observado o regime de competência, dentro de determinados limites, para efeitos de apuração do Lucro Real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro.
Os juros remuneratórios do capital próprio serão calculados sobre as contas do patrimônio líquido e limitados à variação, pro rata dia, da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP).
Os juros podem ser calculados pela taxa que a empresa considerar conveniente para remunerar o capital colocado à disposição pelos sócios, desde que não excedam à variação da TJLP.
A Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), instituída pela Lei nº 9.365/1996, é uma taxa anual, porém divulgada trimestralmente pelo Conselho Monetário Nacional por meio de Resoluções do Banco Central.
A variação da TJLP deve corresponder ao tempo decorrido, desde o início do período de apuração até a data do pagamento ou crédito dos juros, e ser aplicada sobre o patrimônio líquido no início desse período, com as alterações para mais ou para menos ocorridas no seu curso.
Como as taxas são anuais, devemos ajustá-las pro rata dia para o período de referencia dos juros a serem pagos ou creditados.
Deve ser observado que o lucro do próprio período-base não deve ser computado como integrante do patrimônio líquido desse período, haja vista que o objetivo dos juros sobre o capital próprio é remunerar o capital pelo tempo em que este ficou à disposição da empresa.
Caso a empresa tribute seus resultados com base no Lucro Real trimestral, o resultado de cada trimestre já pode ser computado no patrimônio líquido inicial dos trimestres seguintes do mesmo ano, mas, se o regime for de Lucro Real anual, o resultado do ano só poderá ser computado no patrimônio líquido inicial do ano seguinte.
Os juros sobre o capital próprio ficarão sujeitos à incidência do imposto de renda na fonte à alíquota de 15% na data do pagamento ou crédito ao beneficiário.
*Terezinha Massambani é graduada em Ciências Contábeis, pós-graduada em legislação e planejamento tributário, consultora e instrutora de cursos do Cenofisco - Centro de Orientação Fiscal.01/07/10
Organização interna é indispensável ao sucesso
*Por Eduardo Pocetti
Lidar com novidades é sempre difícil. No campo da governança corporativa, as novas exigências impostas pelo mercado global, bem como o surgimento de diretrizes completamente inéditas, causam estranhamento e até temor aos empresários de vários segmentos.
Entre as novidades que o mundo dos negócios de hoje nos traz, figura o conceito de compliance. O termo vem do inglês to comply, que significa obedecer a uma norma, seguir uma regra. Assim, podemos definir compliance como o conjunto de disciplinas que assegura o cumprimento das normas legais e regulamentares relativas às atividades da empresa ou instituição.
A importância da compliance cresce na proporção da complexidade do negócio. Quanto maior uma organização, mais numerosas e enredadas são suas operações. Nas instituições financeiras, por exemplo, o ambiente é extremamente regulado, e qualquer desvio das normas constitui infração grave. Dispor de meios que assegurem o 'não desvio' é, portanto, altamente desejável e cada vez mais necessário.
Outro exemplo: empresas que se ramificam e estabelecem filiais em outras localidades passam por um processo conhecido como capilarização - ou seja, suas atividades passam a ser conduzidas por dezenas, centenas, ou mesmo milhares de pessoas, em várias partes. Essas pessoas, que possuem formações diferentes e referências culturais diversas, enfrentam idêntico desafio: conduzir seus negócios de forma mais ou menos semelhante, conforme delegação da administração central. Manter essa locomotiva nos trilhos não é tarefa fácil.
Evidencia-se, portanto, a necessidade de uma supervisão adequada. Sua falta pode conduzir a erros grosseiros e desnecessários, tais como: gestão deficitária; dificuldade para definir direitos e obrigações no interior da empresa; emissão de instruções ou regulamentações com inúmeras lacunas, deixando uma série de normas e pré-requisitos a descoberto e comprometendo o resultado final de trabalhos e projetos. Dessa forma, os resultados finais ficam comprometidos e a própria sobrevivência do negócio passa a correr riscos.
O caminho para evitar desvios que possam prejudicar a eficiência da empresa consiste em disseminar, no todo da organização e junto a cada um de seus membros, a convicção de que é preciso estar em sintonia com as normas e os padrões da empresa, inclusive nos mínimos detalhes. Em outras palavras, é preciso estar em compliance.
Para que isso seja feito de forma eficaz, as empresas modernas elaboram normas e as disponibilizam para todo seu quadro de sócios, funcionários e colaboradores na forma de manuais e bancos de dados. Procedimentos são automatizados por meio de sistemas informatizados, contratos são padronizados e, cada vez mais, adota-se um Código de Ética e Conduta. O gestor designado como compliance officer assume o desafio de garantir que as diretrizes estabelecidas pela alta administração, bem como as mudanças nos regulamentos que afetam a atividade da organização, se tornem efetivamente conhecidas por todos e sejam respeitadas.
Também tem sido adotado, com sucesso, o sistema de autoavaliação ou self assesment, que ajuda a detectar eventuais insatisfações entre as pessoas que, nas mais diversas instâncias, integram a empresa e, de uma forma ou outra, são responsáveis por seus resultados. Levantar e ter tempo de dirimir as eventuais fissuras entre os quadros de uma empresa é fundamental para evitar a perda da competitividade - sem motivação, ninguém trabalha bem. Isso é básico.
Depreende-se assim que a gestão de compliance, somada a outras áreas que formam os pilares da governança corporativa, é um elemento indispensável ao sucesso dos empreendimentos e, por consequência, ao sucesso do Brasil como nação.
* Eduardo Pocetti é CEO da BDO, uma das cinco maiores empresas do Brasil e do mundo em auditoria, tax e advisory services.25/06/10
Previna-se juridicamente antes de assinar um contrato de franquia
*Por Patrícia Barreto Gavronski
O sucesso de um negócio esta, via de regra, relacionado ao bom desempenho do empresário que o gerencia. Seguindo este raciocínio como pré-requisito, todo investimento deve ser qualificado por um especialista, de tal sorte que o investidor seja protegido dos riscos que qualquer negócio oferece.
Em uma franquia, prevenir-se antes de investir é, juridicamente, evitar futuros litígios que hoje vêm crescendo de forma acelerada na justiça brasileira, tornando as relações entre franqueados e franqueadores mais onerosas do que deveriam.
Além da sinergia que o futuro franqueado deve ter com a franquia, é imprescindível que o contrato que irá reger a relação franqueador/franqueado seja equilibrado, garantindo que ambas as partes sejam beneficiadas com o negócio.
O contrato de franquia muitas vezes é, erroneamente, interpretado como um contrato de adesão. O que poucas pessoas sabem é que o contrato de franquia é passível de negociação e, portanto, permite alterações em suas cláusulas. Contudo, é imprescindível que o investidor esteja assessorado por um advogado especializado, que irá garantir uma devida equalização contratual e oferecer, inclusive, assessoria sobre a situação jurídica da marca e da sociedade empresária, territorialidade, multas, renovação da franquia e todas as cláusulas que compõem o contrato.
De acordo com a lei de n. 8955/94, o franqueador que concede a utilização de sua marca através de sistema de franchising deve apresentar ao franqueado a COF - Circular de Oferta de Franquia, que contem elementos fundamentais para o conhecimento do negócio. Vale destacar, que a COF deve oferecer especificações quanto ao total estimado do investimento inicial necessário à aquisição, implantação e entrada em operação da franquia; valor da taxa inicial de filiação ou taxa de franquia e de caução; valor estimado das instalações, equipamentos e do estoque inicial e suas condições de pagamento; relação completa de todos os franqueados, subfranqueados e subfranqueadores da rede, bem como dos que se desligaram nos últimos doze meses, com nome, endereço e telefone, entre outras.
Os elementos fundamentais, quando bem analisados e dimensionados, irão contribuir de forma eficaz para o sucesso da franquia, mas cabe ressaltar que, muitas vezes, passam despercebidos por aqueles que não conhecem profundamente a legislação, assim como pelos que não possuem estreita afinidade com as regras vigentes no mercado de franchising.
Em resumo, todo contrato de franquia deve ser analisado pelo futuro franqueado juntamente com seu advogado e só ser assinado quando seu conteúdo estiver compatível com os seus interesses, evitando futuras desavenças judiciais.
*Patricia Barreto Gavronski é sócia do Grupo Machado, especialista em projetos, formatação e expansão de redes de franquia, assessoria jurídica e tributária para franqueadores e franqueados. E-mail: patriciabarreto@machadoadvogdos.adv.br.
23/06/10
Santa Bárbara D’Oeste recebe rede de supermercados Dia
Na última semana, a rede de supermercados Dia inaugurou a primeira loja em Santa Bárbara D’Oeste (SP), disponibilizando ao público 2.500 produtos dispostos em uma área de 513m², que ainda comporta 6 check outs e estacionamento para 45 veículos. Sua implantação gerou 15 novos empregos para a cidade.
A nova loja Dia oferece, ainda, produtos de marca própria, nacionais e importados. São mais de 800 itens, que têm preços de 10% a 40% mais baixos do que os líderes de mercado.
21/06/10
Contato Face-to-Face ainda é a melhor estratégica
*Por Adriano José Meirinho
Gerar informação qualificada e difundir conhecimento de maneira ágil entre todos os colaboradores, fornecedores e clientes. Esta é a força motriz por trás da criação de diversas ferramentas de comunicação com as quais lidamos hoje. Conseguimos, com o auxílio da tecnologia, romper diversas fronteiras e, simultaneamente, nos tornarmos cidadãos do mundo, sem deixar a estação de trabalho.
Contestar as facilidades destes recursos? De maneira alguma. Sou um entusiasta da web 2.0 e, pessoalmente, tento acompanhar não só o meu perfil no twitter e nas redes sociais que integro, mas também todas as novidades relacionadas à tecnologia e à comunicação.
Acredito muitíssimo no potencial dessas novas bases de contato humano, mas acredito ainda mais no equilíbrio e, por isso, levo muito em conta a experiência de gerações anteriores à minha que pregavam sabiamente: "A palavra de um homem vale o fio do bigode".
Pode até parecer um pouco arcaico. Eu concordo. Mas acredito que este pensamento sobre o valor da palavra empenhada representa, na verdade, o princípio da confiabilidade nas relações pessoais, algo que, ainda hoje, depende da proximidade e do contato humano.
Sim, é verdade. Não há como não reconhecer os diversos benefícios alcançados pelo advento destas novas ferramentas. Se avaliarmos, mesmo de maneira bem superficial, podemos verificar que com e-mails, instant messengers e outros tantos recursos utilizados no meio corporativo temos, além da redução da distância e, claro, do tempo, alguns benefícios relacionados à sustentabilidade, como a sensível diminuição na utilização de papéis, devido ao menor número de impressões e até na emissão de CO2, uma vez que, com a possibilidade de conference calls, chats e mesmo vídeo conferências, o número de deslocamentos e viagens para reuniões também acaba decrescendo.
Mas, se os benefícios são inegáveis, as transformações, tanto no ambiente quanto na rotina de trabalho, também o são.
E entre as grandes mudanças, pode-se destacar a forma inadvertida com a qual suplantamos o contato pessoal. Não raras vezes, percebemos pessoas que trabalham juntas, em uma mesma sala, interagindo por meio destes comunicadores instantâneos. Pode até parecer exagero, mas é como se, vivendo em uma mesma casa, membros de uma mesma família conversassem apenas por telefone. E é esse, na verdade, um dos principais receios relacionados à adoção destes recursos: a frieza e o distanciamento.
Para solucionar, ou mesmo minimizar, estes problemas - principalmente em empresas que utilizam a tecnologia como plataforma de trabalho, como é o caso da Catho Online - é necessário executar um intenso trabalho de gestão de pessoas e de relacionamento, aproximando as diversas equipes que integram áreas e departamentos diferentes de seus respectivos líderes.
Ou seja, é preciso realizar um intenso trabalho de humanização das relações, criando condições favoráveis para que todos os colaboradores reconheçam não só as pessoas a quem respondem, mas também os colegas com quem trabalham. Esta estratégia, somada às regras e códigos de conduta, assim como ao bom senso dos funcionários, forma a base para a utilização adequada destas ferramentas em ambiente corporativo, preservando a dinâmica da geração de informação e difusão de conhecimento sem, contudo, prejudicar a confiabilidade do bom e velho contato face-to-face.
*Adriano José Meirinho é Diretor de Marketing e Comunicação da Catho Online
21/06/10
Consciência empresarial sustentável defendida no Dia Mundial do Meio Ambiente
No dia 5 de junho foi comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, assunto que a cada dia tem despertado o interesse da mídia e da sociedade, preocupada com o futuro do planeta e suas reservas naturais.
E os consumidores têm mostrado a preferência por produtos ecologicamente corretos, o que tem movimentado a economia e, consequentemente, chamado a atenção das empresas para o desenvolvimento de estratégias e planos de ação que visem o desenvolvimento sustentável, mas sem deixar de lado o lucro.
Entretanto, elaborar estratégias seja de marketing, para lançamento de serviços e produtos, ou ainda a conscientização dos seus colaboradores, ainda são incógnitas para a maioria das empresas, visto que o mercado ainda é carente de profissionais especializados no setor ambiental.
Entre os temas que possivelmente farão parte da nova realidade sustentavelmente empresarial destacam-se a sustentabilidade ética, social, ambiental e financeira nas empresas: pessoas, boas práticas em projetos e lucro; empresas e a gestão da sustentabilidade: diferentes posicionamentos; gerenciamento de projetos e as boas práticas sustentáveis; Planejamento da Qualidade Ambiental Interna; principais erros cometidos pelas empresas na hora de implantar um projeto voltado para a sustentabilidade; e responsabilidade social empresarial e sua relação com recursos humanos, entre muitos outros.
14/06/10
Perspectivas e problemas da indústria do plástico
*Por José Ricardo Roriz Coelho
Indústria de transformação do plástico amplia mobilização para solucionar os problemas que atrapalham o setor.
A indústria brasileira de transformação do plástico, terceira geração da cadeia petroquímica, constituída por 11,4 mil empresas, distribuídas em todo o território nacional, empregadora de 330 mil trabalhadores e com faturamento de R$ 35,9 bilhões anuais, tem substantivo potencial de crescimento nos próximos anos. Tal perspectiva é enfática nas vertentes essenciais da matéria-prima - o petróleo, cada vez mais disponível no Brasil - e no amplo mercado, constituído por praticamente todos os segmentos industriais, construção civil e bens de consumo. Ademais, o aumento de renda dos brasileiros possibilita acesso crescente a produtos com embalagens plásticas, de maior valor agregado, como os do agronegócio.
Entretanto, para otimizar de modo pleno todo esse potencial do setor no País, alguns gargalos precisam ser solucionados, a começar pela questão dos preços das resinas termoplásticas. Afinal, um dos grandes fatores de competitividade da indústria de transformação do plástico, em todo o mundo, é o custo dessa matéria-prima. Este é um grande nó a ser desatado no Brasil. As referências dos nossos preços de matéria-prima básica são os Estados Unidos e da Europa, que já há muito tempo vem perdendo competitividade nesta cadeia produtiva para a Ásia, Middle East Leste Europeu.
Por essa razão, as empresas do setor têm a expectativa de que toda a sua cadeia produtiva no Brasil ganhe vantagens comparativas com as concorrentes externas e maior musculatura para produzir, a partir da recente fusão da Braskem e a Quattor, processadoras daquele insumo basilar. A junção das duas companhias, como se sabe, resultou numa grande petroquímica de segunda geração (fornecedora das resinas termoplásticas), na qual a Petrobrás passou a ter significativa participação acionária.
O desdobramento desse processo preocupa muito todo o mercado - e com justificadas razões! -, considerando que a estatal, que já tem imensa influência, aumenta ainda mais seu poder de decisão no âmbito da cadeia produtiva. Resta saber como utilizará todo esse cacife. A expectativa é de que a fusão verticalize os ganhos, incluindo a indústria transformadora do plástico, cuja produção tem imensos reflexos na economia, à medida que está presente em praticamente todos os setores de atividade.
Automóveis, aviões, eletroeletrônicos, construção civil, brinquedos, linha branca, embalagens, sacos para numerosas finalidades, computadores, móveis, máquinas e equipamentos diversos, dentre outros produtos e bens de consumo, contêm componentes plásticos. Portanto, não é difícil imaginar o impacto do custo da matéria-prima no conjunto dos preços internos de nossa economia, no poder de compra da população e nas exportações, disputadas palmo a palmo com concorrentes poderosos, como a China. Desse modo, entendemos que a fusão das petroquímicas significa oportunidade histórica de se corrigirem distorções e de se estabelecer, com critérios absolutamente técnicos, uma política adequada de preços para as resinas termoplásticas. Isso seria muito benéfico, não apenas para o setor, como para o conjunto de toda a economia e a sociedade de nosso país.
O Brasil é autossuficiente em petróleo e será um grande exportador. Portanto, deveríamos ter as melhores condições para agregar valor ao longo da cadeia produtiva dos derivados. Os preços, com margens adequadas para todos os elos da cadeia, precisam situar-se num patamar que possibilite grande aumento do consumo no mercado interno e assegure competitividade para exportar produtos de maior valor agregado e que gerem mais empregos e riquezas aqui no Brasil.
Além desse tópico crucial das resinas, há outras questões a serem solucionadas. As principais são: a isonomia do IPI de resinas e produtos acabados com a de materiais sucedâneos; o aumento do prazo de recolhimento dos impostos; e o acesso mais amplo a financiamentos e com o mesmo nível dos juros dos nossos concorrentes internacionais, além de taxas de câmbio que não tirem a atratividade de exportarmos e que não induzam a uma maior importação de produtos acabados. Esses problemas, somados à antiga instabilidade dos preços dos insumos, incluem-se entre os fatores responsáveis pelo déficit da balança comercial da indústria de transformação do plástico, que foi de US$ 800 milhões em 2009 e já atinge US$ 200 milhões no acumulado do primeiro bimestre de 2010, e que se nada for feito, tende a ser crescente nos próximos anos.
O setor, constituído majoritariamente por firmas pequenas e médias, também precisa fazer algumas lições de casa, como investir em modernização de equipamentos, inovação, pesquisa e capacitação gerencial. Missão decisiva, já em curso avançado no País, é que nossos produtos estejam sempre adequados aos mais rigorosos padrões ambientais. Esta é resposta imprescindível à sociedade!
Com empresas mais estruturadas, preços das matérias-primas equacionados e entraves fiscais e financeiros mitigados - objetivos que defenderemos com ênfase, intensa mobilização e esforço multiplicado -, a indústria do plástico não só consolidará sua posição como sétimo maior setor da economia brasileira, como dará paulatina contribuição para o crescimento sustentado e o desenvolvimento do País.
*José Ricardo Roriz Coelho, engenheiro, é presidente da Vitopel e do Conselho de Administração da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico).10/06/10
Varejo: Loja pequena com rentabilidade de grande
*Por Tiziane Machado
O governo federal reconheceu recentemente um crescimento da carga tributária da ordem de 37,7% do PIB. Esse crescimento brutal, aliado a uma evidente redução do emprego formal (ainda que não reconhecida pelos órgãos oficiais) e a conivência disfarçada com a ilegalidade encerram os principais ingredientes que sufocam o crescimento das empresas legais, em especial aquelas que atuam no varejo.
Esse aumento da carga tributária tem origem no incremento do gasto público, que resulta em mais tributos que, pessimamente distribuídos, sobrecarregam por conseqüência as empresas formais. Neste cenário, a informalidade - que traz consigo a sonegação de tributos - se apresenta, muitas vezes, como a única opção de crescimento para um grande número de empresários varejistas. E note-se que não se trata minimamente de sobrevivência, mas de crescimento, uma vez que o setor varejista tem se destacado frente a outros setores da economia, aproveitando a conivência dos que teriam por obrigação combater a prática da sonegação.
É muito comum para nós, consultores jurídicos especializados em varejo, assistir as empresas dirigindo seus esforços para o processo operacional, o aperfeiçoamento de projetos e estratégias de marketing, a proteção e crescimento da marca, o atendimento ao cliente, o layout da loja, a localização do ponto comercial e até mesmo grandes dispêndios em investimentos para formatação de um sistema de franchising. Entretanto, observamos uma grande lacuna no que se refere ao investimento no planejamento tributário que é de fato uma das mais importantes vertentes para garantir o crescimento e a longevidade de um negócio.
Crescer na informalidade parece, por vezes, ser mais rápido e mais fácil, mas, ao mesmo tempo, essa situação atrai reclamações trabalhistas, processos judiciais e o receio constante das consequências de uma fiscalização dos órgãos arrecadadores. Felizmente, uma parcela significativa dos empresários já desperta para essa realidade e opta por abrir mão da "facilidade" da informalidade, operando dentro da legislação tributária, sem, contudo, abrir mão da lucratividade.
Mas como funcionam as pequenas com lucratividade de grandes? O segredo certamente está em um planejamento jurídico estruturado, que tem início já na elaboração do contrato social, passando pela escolha da forma de apuração de lucro a ser utilizada e chegando à utilização de estratégicas legais, sem infringir a legislação em vigor, mas que serão úteis para beneficiar a empresa na maximização da sua rentabilidade.
Hoje, pequenos varejos já iniciam suas atividades com o objetivo de construir um patrimônio empresarial, seja através de uma rede própria ou de uma estrutura de franquias. Este objetivo só pode ser alcançado se a operação for planejada em bases sólidas, sem exposição a demandas e sanções de ordem jurídica, mas também garantindo ao empresário varejista e seus parceiros lucratividade máxima na operação. Uma única loja bem planejada sob o aspecto tributário pode funcionar como uma preciosa semente de crescimento e lucratividade. Outras áreas - como as já citadas nesse artigo - também requerem planejamento e investimento para garantir o crescimento do negócio, mas sem o alicerce jurídico/tributário não se constrói um sucesso duradouro.
*Tiziane Machado é Mestre em Direito Tributário, especialista em formatação de franquias e sócia do escritório Machado Advogados e Consultores Associados (e-mail: tmachado@machadoadvogados.adv.br)02/06/10
Pão de Açúcar se prepara para o Dia das Namorados
Para nada faltar no Dia dos Namorados, as lojas das redes Pão de Açúcar e Extra oferecem presentes e o jantar para uma comemoração perfeita para todos os bolsos e gostos.
Em telefonia, os celulares com duo chip e TV Móvel são a grande aposta para a data e devem crescer 30%. Os notebooks devem ter alta de 50%. E, na linha da emoção, a comercialização de porta retratos deve ser 30% superior ao ano passado. Para as namoradas, as chapinhas e secadores devem vender 20% mais do que 2009.
Para brindar a data, a empresa aposta em vinhos e espumantes. A expectativa é de alta de 20% e e 35%, respectivamente, somente em junho. As bebidas acompanham os fondues e queijos, que também devem ter alta nas vendas. Impulsionados pelo frio e pela data, as vendas de fondues devem ter elevação de 30%.
Na rede Pão de Açúcar, são 1300 caixas de foundue da linha La Fondue President, 100 mil caixas de Fondue de Queijo Suíço Tigre e 50 mil caixas da linha Fondue Suíço - Emmi Provençale, Emmi Gorgonzola, Emmi, Emmi Chocolate e Emmi Appenzeller. Nos supermercados, também estão disponíveis kits especiais compostos por vinhos + fondue. Em queijos há opções de todas as procedências, com o lançamento do queijo tipo neuschatel em formato de coração. Para facilitar a escolha algumas lojas como Real Parque, Gabriel Monteiro, Ricardo Jafet, Oscar Freire e Vila Clementino já contam com o serviço do especialista em queijos, treinados pelo Maître Fromager Jair Jorge Leandro.
As flores também devem atrair os consumidores para as lojas. A rede acredita que as rosas devem vender 25% a mais esse ano se compararmos com o mesmo período de 2009.01/06/10
Conceito de diversão na cozinha marca inauguração da segunda loja Yellow’s House
"Cozinhar é divertido, você brinca com a cozinha!". Assim afirma Marilene Azevedo Marques Dugo, diretora da Yellow’s House, loja de artigos para casa e cozinha diferenciada, com produtos inovadores e inusitados, que inaugurou sua segunda loja na última semana.
Localizada na Rua José Jannareli, Morumbi (capital paulista), a segunda unidade (a primeira foi inaugurada há 12 anos em Moema) da loja voltada aos segmentos de casa e cozinha, além de utensílios de chá bar, se diferencia das demais quanto aos produtos oferecidos e conceito implícito na disposição e organização da loja: diversão na cozinha.
Segundo Marilene, a cozinha deixou de ser um lugar onde apenas se preparam as refeições e passou a ser um lugar de diversão, realidade que ela conhece de perto, “adoro cozinhar”. Por isso, ela escolhe com cuidado cada produto exposto nas lojas, “eu adoro comprar para a loja. Compro pensando em mim, o que eu gostaria de ter na minha casa”, conta.
A variedade de produtos apresentada pela loja também merece destaque. São mais de 5.000 itens cuidadosamente selecionados por Marilene, “amo o que faço, me encanta. As coisas são muito diferenciadas. Você acha até saco de lixo perfumado!”, afirma.
A organização das lojas e a disposição dos produtos seguem uma ambientação semelhante a uma casa, trazendo produtos que reúnem funcionalidade, praticidade e decoração de marcas renomadas, a exemplo Rona, Dynasty, Le’Cruiser, Sojirushi, Casamoda e Casamiga, além de várias outras. Inspirada em showrooms brasileiros, a receptividade da nova loja agradou, “várias pessoas me disseram que a loja segue os padrões europeus”, conta a diretora.
Outro detalhe da segunda Yellow’s House é a composição de produtos, que cria a oportunidade para o consumidor se inspirar e adquirir jogos e conjuntos que combinem com a decoração da mesa,”o que o consumidor vê na loja quer na casa dele”. Ainda em termos de visual, a loja defende uma cozinha mais moderna, “a cozinha não tem que ter porta, pois os artigos enfeitam o ambiente”, explica Marilene.
31/05/10
Em terra de cego quem tem um olho é rei, e quem tem dois olhos vende mais!
*Por Ricardo Dorés
O consumidor brasileiro se mostrou menos otimista, pelo segundo mês consecutivo (março/ abril) de acordo com o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec), divulgado no início de maio, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Trata-se da segunda queda consecutiva. Os maiores recuos ocorreram com as variáveis que medem as expectativas dos consumidores em relação à situação financeira e o nível de endividamento, que registraram uma retração de 5,2% e 4,6%, respectivamente.
Na realidade, estes números indicaram que os consumidores estão mais endividados e com a situação financeira pior do que a verificada nos últimos anos. Os dois índices foram os menores desde junho de 2009.
A expectativa para a renda pessoal caiu 4,5% na comparação com março, com o menor nível desde junho de 2008. O otimismo do consumidor também oscilou para baixo quanto à evolução futura da inflação (-1,3%) e do desemprego (-2,9%).
E por que começar este artigo de forma quase apocalíptica? Por uma razão muito simples. São em momentos como este que surgem as grandes oportunidades de crescimento no mercado, sejam eles para os fabricantes, sejam eles para as empresas do setor varejista.
Você já parou para pensar no que sua empresa se diferencia das demais no mercado? E o prezado leitor, ao ler esta matéria, sorri e poderá responder mentalmente que o que diferencia alguém no mercado é o preço!
Pois é, “Em terra de cego quem tem um olho é rei, e quem tem dois olhos vende mais!”. E aqui vai uma observação: a frase é uma metáfora, nada contra as pessoas com deficiências visuais.
Repare que as grandes marcas e aquelas que vendem mais na quase totalidade não são as que têm os menores preços e sim se diferenciam de alguma forma no mercado, seja por produtos, logística, atendimento, ponto de venda diferenciado, inovação e uma série de outros pontos que aqui poderíamos citar.
Conhecer as percepções de seus clientes sobre seus produtos e serviços é vital para o sucesso de uma organização. Mais importante que saber se os clientes estão satisfeitos é entender quais os pontos-chave necessários para gerar fidelidade e conquistar mercado. Por intermédio de Pesquisas de Satisfação e Fidelidade do Cliente, é possível mensurar o que os clientes pensam, como sentem e como agem sobre os processos, produtos e serviços da sua empresa e dos principais concorrentes.
O resultado final deve identificar e consolidar sua própria vantagem competitiva sustentável e renovável, frente ao mercado e apresentar as informações necessárias para a identificação de oportunidades de melhoria e para a elaboração de um plano de ação coerente e de fácil execução, para vender mais sem sacrificar as margens de lucros.
Agora responda as seguintes perguntas:
Como é o "TODO" vivenciado pelo seu cliente ao fazer negócios com sua empresa?
Você está voltado para seu cliente externo?
Como você diagnostica a satisfação, fidelidade e compromisso do seu cliente?
O que faz seu cliente ficar com você e não mudar de fornecedor?
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br24/05/10
Pesquisa aponta que varejo crescerá mais de 4% por conta do consumo da Classe C
O comércio varejista terá uma expansão entre 4% e 5% em 2010, puxado pelas compras da classe C, com renda familiar entre R$ 1.500 e R$ 4.500. Este público será responsável por cerca de 60% do crescimento esperado, segundo pesquisa da Nielsen.
O presidente da Nielsen informou que a participação da classe C para o setor tende a se manter elevada devido à oferta de crédito e à criação de novos empregos. Ele salientou também a importância da ascensão de mais famílias do Norte e do Nordeste à classe média, agregando um universo de consumidores para o varejo. Antes, o desenvolvimento do setor estava muito concentrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.24/05/10
Mistery Shopper, um excelente aliado nas suas vendas
*Por Ricardo Dorés
Mystery Shopper, cliente oculto, comprador misterioso ou cliente espião, são algumas das denominações usadas pelas empresas para descrever essa poderosa ferramenta, de pesquisa de mercado, que possui a finalidade de melhorar o desempenho de vendas da sua empresa.
Por meio desta tecnologia, empresas do varejo e serviços conseguem aferir a qualidade do atendimento e recolher informações específicas importantes no relacionamento e, ainda, analisar anonimamente, as instalações, o armazenamento do produto, a qualidade percebida no atendimento do cliente ou qualquer outro detalhe que julgar necessário.
Já existe no mercado consultorias que prestam um serviço diferenciado, com os chamados clientes ocultos high tech, que entram nas lojas munidos de gravadores de áudio e vídeo.
O Mystery Shopper ou cliente oculto deve ter um perfil específico, com características físicas e comportamentais adequadas a cada tipo de segmento de mercado. É preciso ser paciente, minucioso e agir com atenção ao se misturar com os demais clientes, para não levantar suspeitas e, assim, ajudar a empresa a avaliar o atendimento do ponto de vendas, aperfeiçoar a qualidade no contato com o cliente e melhorar a performance de vendas e o relacionamento com os clientes.
Suas tarefas são específicas, pois passando-se por um consumidor, ao fazer a compra do produto ou serviços, faz perguntas, registra reclamações ou elogios. Por fim, traduz em respostas as dúvidas dos empresários a respeito da apresentação da equipe de vendas, a forma de abordagem usada, o tom de voz usado pelo vendedor, a limpeza da loja, a sondagem que é feita junto aos clientes no ponto de venda e o processo de fidelização de seus clientes. Pode ser considerado como um analista que indica não apenas se o profissional de vendas ou atendimento cumpriu o que foi orientado, mas o que é melhor para a empresa aumentar as vendas.
É muito importante ressaltar que, esse tipo de recurso se faz mais eficaz quando o profissional, que atua como comprador misterioso, não tem vínculos com a empresa e, desta forma, não possui uma visão viciada.
O comprador misterioso é considerado um recurso acessível podendo ser usado, também, pelas pequenas empresas. Serve, também, como uma ferramenta motivacional, onde prêmios podem ser oferecidos aos funcionários que atendam às expectativas e mais se destaquem gerando, desta forma, uma enorme motivação em toda a equipe, além de proporcionar aos clientes um atendimento diferenciado, o que faz toda a diferença.
Concluindo o seu trabalho, o cliente oculto fornece a empresa um relatório detalhado com as experiências que vivenciou, contribuindo, desta forma, para um concreto aumento nas vendas.
O Mystery Shopper ou cliente oculto, também pode ser aplicado com excelentes resultados para empresas que vendem para o varejo, ou seja, alavancar a venda de produtos específicos, ou marcas que são comercializadas para lojas e estas vendem ao consumidor final.
Há algum tempo fizemos uma ação para o segundo maior fabricante no mundo, do segmento de mercado que este participa, onde produtos são comercializados para o varejo e posteriormente vendidos para consumidores finais. Geralmente, neste tipo de negócio, há uma dependência muito grande dos vendedores balconistas, que estão preocupados, normalmente, em vender marcas e produtos que na opinião deles são mais fáceis de comercializar. Com estratégias simples, de incentivo de baixo custo, associadas ao Mystery Shopper ou cliente oculto, é possível ganhar a predileção dos vendedores balconistas e estes terem na hora da venda um produto ou marca específica como escolha número um na hora de apresentá-lo ao consumidor final. Mas esta estratégia ficará para um próximo artigo.
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
26/04/10
Indicador aponta crescimento da economia em fevereiro
De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal), o crescimento da economia brasileira estimado em fevereiro foi de 7,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. Com isto, a expansão da atividade econômica acumulou alta de 7,3% no primeiro bimestre de 2010 (comparativamente ao mesmo período do ano anterior), fazendo com que a variação acumulada nos 12 meses encerrados em fevereiro atingisse 1,4%.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o crescimento econômico anual observado neste início de ano deve-se não apenas à base mais fraca de comparação (no mesmo período em 2009 a economia brasileira estava em recessão), mas também aos efeitos favoráveis dos estímulos fiscais à compra de bens duráveis, bem como ao favorecimento do crédito ao consumidor.
Do ponto de vista da oferta agregada, a atividade industrial foi a grande responsável pelo avanço de 7,4% na atividade econômica em fevereiro: crescimento de 13,4% frente a fevereiro de 2009. O setor de serviços apresentou uma alta mais modesta: 4,7% frente a fevereiro do ano passado.
23/04/10
Como sobreviver mediante a tributação brasileira
*Por Patricia Barreto Gavronski
É muito claro para nós, contribuintes brasileiros, que a tributação em nosso país é demasiadamente onerosa. Contudo, proponho destaque aos empresários, que, diariamente, se deparam com as temidas obrigações da pessoa jurídica: os impostos, as taxas e as contribuições.
O que ocorre de fato é que muitas empresas, em razão de uma crise ou mesmo uma dificuldade interna, ficam financeiramente impossibilitadas de cumprirem com suas dívidas tributárias, gerando um passivo crescente, de tal sorte a tornar a quitação inviável.
Esta situação é agravada por uma generalizada falta de conhecimento da legislação por parte dos empresários, aliás, um aspecto bastante relevante, já que a lei tributária brasileira é complexa e de difícil entendimento.
Muitas vezes, no furor de uma solução imediata, o empresário passando por momentos financeiramente delicados, acaba tendo que eleger qual tributo irá pagar. Infelizmente, porém, nem sempre o tributo eleito para ser postergado é o ideal para a saúde financeira da empresa. E neste contexto, não estou considerando aqueles que optam pela sonegação.
Uma empresa sólida deve ser obrigatoriamente lucrativa. Porém, se a lucratividade for proveniente da sonegação, essa empresa estará com seus dias contados, já que o fisco vem aperfeiçoando ano a ano seus mecanismos de controle sobre os contribuintes, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas.
Uma das filosofias que o empresário deve ter em mente é que sua empresa nasceu para prosperar. E que são as decisões tomadas hoje, de forma preventiva, que irão garantir o lucro e a segurança de amanhã.
A conduta menos onerosa para tornar um negócio lucrativo, seja ele grande ou pequeno, é o planejamento tributário, que tem por objetivo a economia fiscal, ou seja, a otimização da quantidade de dinheiro que será destinada ao governo. Em última análise, é a estratégia através da qual o contribuinte irá pagar os menores impostos possíveis, utilizando meios lícitos e previstos na legislação.
É importante destacar também que alguns escritórios jurídicos de ponta assessoram seus clientes e empresas através de contratos específicos, onde estabelecem honorários sobre a economia efetivamente alcançada. Essa forma de remuneração viabiliza o investimento nessa consultoria, garantindo para o empresário neutralizar as fragilidades de sua organização.
*Patricia Barreto Gavronski - Sócia do Grupo Machado, especialista em projetos, formatação e expansão de redes de franquia, assessoria jurídica e tributária.
e-mail: patriciabarreto@machadoadvogdos.adv.br
22/04/10
A Gestão Multigeracional – O Sucesso das Organizações
*Por Eduardo Shinyashiki
É comum que cada geração viva conforme os conceitos pré-estabelecidos pelo mundo que a cerca. São fatores econômicos, sociais, culturais e evolutivos que, somados aos paradigmas existentes em cada família, moldam a identidade das pessoas na sociedade. Dessa forma, é importante que os gestores estejam preparados para uma nova realidade, que envolve a integração entre experiência e inovação, isto é, a união de diferentes gerações no ambiente de trabalho.
Por este motivo, os líderes enfrentam hoje um grande desafio ao direcionar equipes cada vez mais formadas por profissionais de diferentes faixas etárias. Com isso, é importante ressaltar que esse mix poderá trazer ótimos resultados se as distintas competências forem captadas e integradas em prol de um mesmo objetivo. Para tanto, é imprescindível que gestores e executivos fiquem atentos e conheçam muito bem cada membro de sua equipe, com foco na complementaridade.
Para direcionar uma organização multigeracional é preciso, antes de tudo, estabelecer e conhecer os conceitos existentes em cada geração a fim de liderar de forma produtiva e, principalmente, harmônica, os três times existentes no atual mercado de trabalho.
De forma geral, podemos definir os profissionais de acordo com as características abaixo:
· Geração Baby-boomer (nascidos entre 1946-1964): compreende as pessoas mais experientes em atuação corporativa. Foram os primeiros que cresceram em frente à televisão e vivenciaram a opressão da Segunda Guerra Mundial. Caracterizam-se por serem preocupados com os ganhos e a produtividade e aceitam com facilidade regras criadas e impostas por grupos anteriores a eles;
· Geração X (nascidos entre 1965-1983): os membros da geração X são autoconfiantes, transitórios nas empresas e tendem a permanecer nas organizações de três a cinco anos, por serem mais apegados aos valores familiares, competentes e com alta capacidade de aprendizagem. Por terem vivenciado o pós-guerra, presenciaram a demissão de adultos das grandes corporações e, com isso, criaram uma incredibilidade na dedicação por uma empresa. Sendo assim, eles preocupam-se com o que realmente importa à eles e tornam-se abertos à questionar a hierarquia;
· Geração Y (nascidos entre 1982-1999): jovens altamente tecnológicos, ousados, acostumados a realização de multitarefas, ambiciosos, despojados e questionadores procuram seu espaço em meio a uma "nova ordem" que está se estruturando: um mercado de trabalho multigeracional, cujas necessidades variam de forma vertiginosa. Esses são os jovens da geração Y que tiveram acesso a todas as inovações e conhecimentos advindos da era tecnológica e cresceram num ambiente privilegiado proporcionado pelos seus antecessores. No entanto, essa nova safra de profissionais encontrou organizações em processo de reestruturação e ainda buscando formas de absorver e melhor usufruir desta nova gama de potencialidades.
Apesar de características distintas, essas gerações se agregam no ambiente corporativo, assim, a boa mistura de competências será o fator determinante para a obtenção de resultados positivos. Almejar o sucesso de sua organização é desejar que ela cresça gradualmente e se adapte a evolução do mundo. As empresas terão que entender como pode funcionar uma equipe constituída por diferentes gerações. Afinal, não existe nada melhor do que a troca de ideias entre pessoas de diferentes origens e idades, para que as tarefas diárias possam ser executadas de maneira inusitada, inovadora e eficaz.
*Eduardo Shinyashiki é consultor, palestrante e diretor da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Autor do livro Viva Como Você quer Viver, Editora Gente, disponível em Audiolivro - Ed. Nossa Cultura. www.edushin.com.br.
15/04/10
Como atrair e reter talentos e torná-los astros do desempenho
*Por Ângela Souza
Há poucos dias foi divulgado os resultados de uma pesquisa com 365 executivos de empresas americanas e da América Latina, inclusive do Brasil. Um total de 68% dos entrevistados disseram que sua prioridade é desenvolver e reter talentos na sua empresa. O índice no Brasil foi ainda maior: 74%.
O resultado desta pesquisa não surpreende, mas convida à reflexão. Não foi isso que as empresas sempre fizeram para o sucesso de seus negócios - atrair pessoas talentosas e oferecer a elas "mimos" suficientes para que não se deixem seduzir por propostas de outras empresas?
Trabalho em RH há vinte e cinco anos, perdi a conta de quantas empresas visitei, em quantos eventos participei, das obras que li, das aulas de que participei, das aulas que ministrei, dos textos que escrevi, de teses que defendi. Posso afirmar que esse papo de talento é antigo.
A diferença é que, agora, o papo ficou mais sério, porque as empresas, finalmente, descobriram que sem pessoas com talentos elas não têm alma. Ah, e antes que me perguntem sobre essa estória de alma, quero propor que, neste contexto, consideremos a alma a energia criativa, a imaginação, a livre expressão dos talentos das pessoas e seu poder de participar das decisões - não importa em que nível hierárquico estejam.
E que tal definirmos "talentos", nesse mesmo contexto? Talentos de uma pessoa são os dons, as habilidades, o conhecimento, a experiência, a inteligência, o discernimento, as atitudes, o caráter, os impulsos inatos e a capacidade de aprender e desenvolver-se. Cabe às empresas, definirem quais dons, quais conhecimentos, quais experiências, etc. Os talentos para o departamento de criação de uma agência de publicidade não são os mesmos requeridos por um escritório de contabilidade. E ambos precisam de pessoas talentosas.
Após repetidos erros e discursos inúteis rendemo-nos à elementar evidência, da era da informação, de que dependemos daquilo que fica entre as orelhas das pessoas e também dentro do coração, e que elas levam consigo todos os dias quando acaba o expediente, como alertou o guru máximo da administração, Peter Drucker, há vinte anos! Ele se referia à inteligência e às emoções - outra forma de se referir aos talentos das pessoas.
As empresas mais competentes em atrair e reter pessoas talentosas envolvem todos os empregados nessa missão. Cada um assume o papel de headhunter. Onde quer que estejam e vislumbrem um talento que poderia gerar resultados extraordinários para o negócio da empresa, tentam seduzi-lo: falam bem da empresa, das possibilidades de crescimento profissional, do portifólio de produtos e serviços, da carteira de clientes, dos planos de expansão.
Algumas empresas gratificam e destacam os empregados que atraem talentos que são contratados. O bom efeito colateral desta prática é a participação, o envolvimento na busca de colegas talentosos e, depois, o comprometimento com o sucesso deles no trabalho. Quem emplaca um talento na empresa sente-se moralmente responsável pelo desempenho dele.
Mas, muitas vezes, os talentos que as empresas procuram estão embaixo dos narizes delas, ou seja, possuem talentos não descobertos dentro delas mesmas, subaproveitados por gerentes incompetentes, afogados em burocracia e atividades irrelevantes.
Por essa razão, faz parte da política de recursos humanos de empresas espertas divulgar internamente todas as suas vagas e estimular que esses talentos extraviados se apresentem e se encorajem a competir por melhores cargos ou indicar pessoas de suas redes de relações.
Para não perderem talentos, depois de terem investido muito dinheiro na formação deles, recomendo às empresas escolherem muito bem quem vai liderá-los.
Liderar talentos requer a combinação de mente estratégica, habilidade de liderança e de comunicação, espírito empreendedor e capacidade de atrair e inspirar pessoas talentosas e apresentar resultados.
Os líderes devem ser avaliados pela capacidade de criar contexto para desenvolvimento dos talentos sob a sua liderança. Isto ocorre através de uma sequência de ações: dar ao talento atividades desafiadoras; orientar e aconselhar.
Então, na seleção, além de verificarmos se a pessoa é tecnicamente competente, o que já é um talento, é essencial averiguar se possui atributos de temperamento, caráter e comportamento que, usando as palavras do guru Peter Drucker, transformem o talentoso em um astro do desempenho.
*Angela Souza é Diretora de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Talk Interactive. É bacharel em Filosofia pela UFSC. Especialista em Filosofia Política (UFSC) e em Gestão Estratégica de Negócios (FGV/RJ). É também mestre em Gestão Estratégica (UDESC/ESA).
14/04/10
Você é fiel ao seu cliente?
*Por Gilberto Wiesel
No mercado de vendas, quando citamos fidelidade, de imediato associamos tal característica ao consumidor final, aquele que tem o poder de escolha entre seu produto e o do concorrente. Em geral, as empresas buscam criar um vínculo de confiança com o cliente, a ponto de saberem qual o público que se manterá mais constante à sua marca. Mas, será que conquistar o crédito do seu comprador é suficiente para manter uma relação duradoura?
Acredito que tão importante quanto ter a lealdade de seu freguês, é manter-se fiel a ele. Isso não significa que devemos permanecer imóveis enquanto o mercado a nossa volta cresce. Podemos sofrer mudanças para melhoria do atendimento, como, por exemplo, ampliar o espaço do estabelecimento ou inserir novos produtos para atender a demanda. Mas, é preciso estar atento para que, quando essas mudanças ocorrerem, não sejam deixadas de lado as qualidades que ganharam o carisma do cliente.
Algumas fusões e aquisições que aconteceram recentemente no mercado brasileiro refletem a intensa transação existente no mundo econômico. Quando anunciado, em dezembro de 2009, que a Casas Bahia passaria a ser controlada pelo Ponto Frio, muitos compradores temeram essa junção. Seríamos prejudicados com essa nova parceria? Algo mudaria, como facilidades no pagamento ou atendimento eficiente? O susto passou e, o que vemos hoje, é um empreendimento que cresce cada vez mais. A explicação para isso pode ser o fato das empresas manterem mais que a qualidade de seus serviços e produtos, elas preservaram o encantamento que existia na idealização de cada consumidor.
A pesquisa Top of Mind, que revela quais são as marcas mais lembradas pela população brasileira, do Instituto de Pesquisas DataFolha, mostrou que no ano passado a marca mais lembrada foi a Coca-Cola (13%), seguida pela Casas Bahia (12,2%) e Havaianas (7,1%). O que o estudo não mostra é como essas empresas fizeram para continuarem com grande índice de reconhecimento entre seus consumidores. Podemos analisar que o refrigerante mais lembrado é também o mais tradicional em termos de sabor e qualidade. Presente há mais de 68 anos no Brasil, a empresa, além de inovar em suas propagandas para agradar aos brasileiros, garantiu que o sabor se mantivesse estável dentre esses anos, só elevando o seu padrão de produção e venda. Com esse exemplo, certificamos que crescer e sofrer mutações durante os anos sem perder de vista o respeito com o cliente, é mais que possível.
É importante lembrar que não devemos nos preocupar com o cliente somente na pré-compra e compra do produto. A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) realizou uma pesquisa em março deste ano para avaliar a percepção do consumidor sobre seus direitos e deveres. Quando perguntado sobre o que é considerado mais importante no ato da compra, 45% afirmaram que qualidade do produto e serviço prestado são as principais características que definem o fechamento de uma aquisição, enquanto 34% citaram o preço e 21% consideraram o bom atendimento mais relevante.
O estudo ainda abordou a seguinte questão: você já se sentiu vítima de publicidade enganosa? Uma assustadora maioria, de 61%, responderam que sim. Elas já acreditaram que fariam uma compra e teriam um suporte distinto caso necessitassem. Mas não foi exatamente isso que tiveram quando precisaram de uma assistência. Para evitar tais constrangimentos é preciso, antes de tudo, ouvir mais seu cliente do que falar. Outro ponto que vale a pena ressaltar é que devemos admitir quando não sabemos como resolver um problema ou a reposta dele, e até mesmo assumir que estamos errados. Pequenos atos podem mostrar que a sua preocupação vai além de manter uma renda. O que vale é conservar um cliente, uma pessoa que acredite em suas ideias e produtos.
Entre os inúmeros tipos de atenção que devemos dar ao nosso cliente, tratá-lo com respeito, independentemente de sua idade, sexo ou condição econômica é a base para assim, construirmos um relacionamento de dupla fidelidade, onde empresa e consumidor se identificam e, acima de tudo, se respeitam.
*Gilberto Wiesel é empresário, administrador de empresas pós-graduado em Marketing pela FGV. É Master-Practitioner em Programação Neurolinguistica pela Sociedade Brasileira de PNL e membro da Time Line Theraphy Association, Hawai-USA. É escritor, conferencista e diretor dor Grupo Wiesel que atua na área de Educação Corporativa
13/04/10
Planejamento tributário eficiente gera oportunidades de negócios
*Por Reinaldo Mendes Jr.
Entra ano, sai ano e a quantidade de tributos que as empresas pagam não diminuem, pelo contrário, as obrigações aumentam cada vez mais. Haja agenda tributária para lembrar dos encargos e da forma como eles devem ser recolhidos e apresentados. É por isso que é preciso planejar, desde já, toda a rotina de tributos que sua empresa terá que pagar.
No Brasil, existem 85 tipos de encargos tributários. O grande desafio das empresas é vencer o alto custo tributário, ou seja, conviver com ele sem que inviabilize os negócios, o que geralmente acontece com companhias que não possuem essa visão. O custo elevado dos tributos não é gerado apenas pela alta carga brasileira, mas sim pelo valor a ser computado nos processos de apuração e armazenamento das informações que devem permanecer disponíveis por, no mínimo, seis anos e meio.
Mas toda essa organização e gestão de tributos somente são possíveis quando a empresa se mantém atualizada em relação à forma de apuração, obrigações acessórias, entre outras contribuições existentes no país, que constantemente sofrem modificações pela legislação tributária. Para isso, é preciso que existam, dentro das companhias, tecnologias (sistemas) para apuração de impostos que correspondam à velocidade das modificações tributárias. Ou seja, um esquema de atualização periódica de dados, além de sites de apoio, assessorias e também documentação de procedimentos de apuração, incluindo na auditoria interna a checagem da existência e adequação de determinada documentação.
Geralmente, 33% do faturamento das empresas são direcionados ao pagamento de tributos. A partir do lucro, até 34% vai para o governo, portanto, em impostos. Se forem somados os custos e as despesas, mais da metade do valor representa os tributos. Muitas companhias quebram com elevadas dívidas fiscais. Sendo assim, é indiscutível a necessidade de criar um sistema de economia legal, ou seja, desenvolver um eficiente planejamento tributário.
É preciso ter disciplina e estabelecer normas para relacionar essa documentação juntamente com o armazenamento eletrônico das informações que compõem a base da apuração. Todo esse gerenciamento de tributos deve fazer parte de um programa qualitativo estabelecido, tendo como meta de funcionamento o não pagamento de multas e juros desnecessários, assim como cobranças indevidas. Assim, precisão é a palavra-chave para evitar qualquer tipo de eventualidade. Conhecer e analisar a legislação tributária também favorece possibilidades de economia durante o planejamento tributário. Afinal, deve-se pagar apenas o que é devido.
Além disso, é imprescindível manter uma auditoria interna para que sejam feitas revisões de cálculos de impostos e armazenamento de informações necessárias que visam antecipar atos de fiscalização oficial e decorrente aplicação de multas punitivas. Cabe também à auditora interna a normatização do arquivamento desses dados, muitas vezes, sigilosos.
É preciso que os gestores tenham em mente que planejamento tributário é o termômetro que mede a saúde da empresa, já que com ele é possível identificar novas oportunidades de negócios e, até mesmo, a geração de empregos e investimentos.
*Reinaldo Mendes Jr. é presidente da Easy-Way do Brasil, empresa líder em soluções tributárias.
12/04/10
Sustentabilidade além das sacolinhas
*Por João Sanzovo Neto
Nos últimos anos, a sociedade, incentivada por estudiosos, ambientalistas e pelos alertas da mídia, vem mostrando uma crescente preocupação com as questões ambientais. Aos poucos, estamos nos dando conta de que o desequilíbrio do planeta tem a ver com nossas ações e que precisamos nos mexer se não quisermos assistir às consequências desse processo.
Não só as iniciativas individuais em relação a isso estão cada vez mais evidentes, como o comércio e a indústria há algum tempo também já perceberam essa tendência e passaram a investir em alternativas de produção menos agressivas ao meio ambiente. Prova disso são os diversos lançamentos de produtos ecológicos e “linhas verdes”, o desenvolvimento de veículos menos poluentes, a criação de novas formas de energia limpa, o estímulo à reciclagem e à venda de produtos reciclados.
Uma grande polêmica que surgiu recentemente a partir dessa nova visão foi em relação à famosa sacolinha plástica. Muito comum no Brasil, virou alvo de ambientalistas, que, não sem razão, a trataram como vilão a ser combatido. Imagens nada agradáveis de rios transbordando sacolinhas plásticas circularam – e ainda circulam – intensamente na internet e na televisão.
Como o primeiro passo rumo a um país menos poluente é a conscientização, começaram rapidamente a surgir campanhas para esclarecer a população sobre os riscos do uso abusivo das sacolinhas. Em 2008, a Associação Paulista de Supermercados (Apas), entidade que presido há quatro anos, firmou um compromisso com representantes da indústria de plásticos para reduzir em 30% o seu consumo no país, através do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. Nas cidades como Guarulhos, Piracicaba e Jundiaí, que proibiram o uso das sacolas plásticas, ajudamos as redes de supermercados a se adaptarem à nova realidade. Também tentamos convencer o poder público da necessidade desse tipo de discussão.
A Apas, a partir do sucesso da campanha das Sacolas Plásticas, passou a colocar a sustentabilidade como uma de suas principais bandeiras. Tanto que, recentemente, representantes da prefeitura paulistana nos procuraram a fim de firmar uma parceria. Preocupados com as enchentes e com os danos provocados pela chuva, a administração municipal resolveu incentivar o cumprimento de leis que estabelecem a manutenção de pelo menos 15% de áreas não-impermeabilizadas em estacionamentos. Nossa tarefa seria ajudar os estabelecimentos a ajustarem sua conduta, intermediando inclusive iniciativas compensatórias, já que em alguns casos poderiam ser plantadas árvores e em outros, quando os estacionamentos forem no subsolo, poderiam ser construídas “piscininhas”, para armazenar a água e escoá-la lentamente para o subsolo.
Outras parcerias com a prefeitura já estão em funcionamento, com sucesso, como é o caso dos ecopontos, locais de coleta de produtos de difícil descarte pela população como eletrodomésticos.
Esses são exemplos de inicia-tivas que buscam atender às novas necessidades do planeta, das cidades e dos consumidores. Trabalhar para um ambiente ecologicamente mais saudável não se faz apenas denunciando o que não vai bem, mas colocando em prática as boas ideias que contribuem para melhorar a situação. Mostrar àqueles que ainda não enxergam a urgência de novos hábitos e dar àqueles que já sabem alternativas possíveis é fundamental para avançarmos em direção à sustentabilidade.
*João Sanzovo Neto, administrador de empresas, é presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas). jsanzovo@apas.com.br / www.portalapas.org.br
09/04/10
Entender o consumidor é o grande desafio da indústria e do varejo
Entender o que se passa na cabeça do consumidor, desde o momento em que ele entra na loja, conhecer seus hábitos, descobrir como atrair sua atenção em pouquíssimos segundos, como satisfazer suas necessidades e fazer com que retorne ao estabelecimento são questões que tiram o sono de fornecedores e varejistas, desde o setor supermercadista, as lojas de brinquedos e de materiais de construção até as farmácias e postos de combustíveis, entre outros. Portanto, o grande desafio atualmente é, em termos técnicos, aumentar a taxa de conversão, ou seja, incrementar as vendas de uma marca ou do próprio estabelecimento.
Mas, afinal de contas, por que é fundamental para a indústria e para o varejo conhecer tão bem o comportamento de seus consumidores? Aproximadamente 500 milhões de pessoas circulam anualmente pelo varejo brasileiro e, de acordo com uma pesquisa da Deloitte Consulting, 70% das escolhas de marca ocorrem no ponto de venda (PDV).
Diante dessa realidade, fica claro que não basta construir uma marca e torná-la atrativa. É necessário tornar o consumidor fiel e proporcionar a ele a melhor experiência de compra. Estudo realizado pela Associação de Marketing Promocional (Ampro) e pela Meeting Professionals International (MPI) com executivos de promoção, marketing e trademarketing revela que atualmente o marketing promocional no PDV é a ação mais utilizada pelas empresas, porque ao longo dos últimos anos o cliente mostra-se uma figura que pensa de um jeito, mas age de outro.
Além do que os olhos podem ver - Os estudos em neuromarketing, derivados das crescentes pesquisas da neurociência, buscam conhecer por meio do mapeamento do cérebro em tempo real como o consumidor reage aos estímulos e quais são as áreas cerebrais envolvidas na decodificação das mensagens. Com essas informações é possível organizar as gôndolas estrategicamente e realizar ações pontuais, elevando assim as vendas.
09/04/10
Feedback como ferramenta de melhoria no desempenho
*Por Ricardo Dorés
“Sem feedback, voamos às cegas”. (Folkman)
Quem não gosta de receber um retorno de algo que solicitou ou fez?
O feedback exprime uma retroalimentação, ou alimentação de retorno. É considerado como sendo uma sugestão ou crítica, que pode ser positiva ou não, de âmbito profissional ou pessoal, mas sempre vista de forma construtiva.
O feedback é uma forma de comunicação que pode ser feita por uma resposta escrita, um elogio, uma análise ou até mesmo uma opinião direta ao solicitante. Pode ser considerado como uma excelente ferramenta de aprendizado e aprimoramento em nosso trabalho, pois, por meio dele, podemos buscar a perfeição e descobrir o caminho certo a seguir.
É uma atitude que demonstra consideração e respeito pelo ser humano por minimizar incertezas e ansiedades, quando recebido. Deve ser individual quando se tratar de conduta ou até falhas impróprias.
O feedback é parte fundamental do processo que orienta as pessoas a apresentarem comportamento e desempenho apropriados a uma determinada situação, fazendo com que saibam como estão sendo vistas no mercado ou no ambiente de trabalho, desta forma, podemos saber como estamos sendo vistos e avaliados ao nosso redor.
A falta do feedback pode nos deixar sem saber qual direção seguir. Podemos considerá-lo como sendo uma bússola, que nos dá a direção que devemos tomar, para atingir nosso objetivo e satisfação do cliente. Assim sendo, temos que considerar que toda informação que recebemos de chefes, colegas, subordinados, amigos, clientes e etc., podem nos orientar na correção de nossa rota.
Dentro do ambiente de trabalho, é um processo cuja postura crítica não pode ter carga emocional, pois poderá se transformar em desentendimentos e ressentimentos, que, ao invés de trazer estímulos, poderá acarretar perda de tempo e de dinheiro.
Quando bem recebido, deverá se tornar uma fonte de energia para nossas mentes e gerar ótimos resultados. O feedback serve para aperfeiçoar o comportamento de alguém em relação a nós e nosso grupo.
Por vezes, pode não ser bem compreendido e, assim, causar um resultado oposto ao pretendido, por falta de uma interpretação correta do receptor e acabar gerando efeito contrário ao pretendido. Por este motivo, assegure-se que no processo de comunicação você seja compreendido corretamente.
É preciso existir uma relação de confiança e segurança para que haja êxito no seu recebimento, pois, normalmente, o feedback é visto como uma relação negativa e não de forma construtiva, como deveria ser.
Quando der ou receber um feedback, atente-se ao fato de ser mais descritivo do que avaliativo. Preste muita atenção no que está sendo comunicado e tenha sempre em mente que o feedback é uma reorientação para melhoria e sucesso. É uma lapidação que tornará seu colaborador mais valioso e forte a cada vez que for recebido.
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
08/04/10
Comércio varejista de BH aponta crescimento de 8,9% em fevereiro
A retomada do crescimento econômico com o retorno do crédito, aumento do emprego e consumidores mais confiantes contribuíram para que o comércio varejista de Belo Horizonte fechasse o mês de fevereiro, na comparação com janeiro, com crescimento de 8,9% nas vendas.
Máquinas, eletrodomésticos, móveis e louças foram os setores que apresentaram maior crescimento nesta base de comparação (Fev.10/Fev.09): 22,7%. Em seguida vieram ferragens, material elétrico e construções (+11,3%); papelarias e livrarias (+9,9%); veículos novos e usados (+6,2%); tecidos e vestuário (+5,7%) e supermercados e produtos alimentícios (+4,3%).
05/04/10
Líder inaugura nova loja conceito de móveis
Nesta semana, a Lider inaugurou sua nova loja conceito em um coquetel para convidados. Com a abertura, a empresa espera se aproximar ainda mais do público da Zona Sul de Ribeirão Preto, com móveis exclusivos e atendimento personalizado.
Localizada na Wladimir Meirelles Ferreira, a loja conta com estacionamento para 40 vagas, com manobrista da empresa VVR gratuito. Entre as atrações da nova loja está o DecoraLíder, mostra que reúne 19 ambientes decorados por 26 profissionais, trazendo as últimas tendências para temporada 2010.
31/03/10
Insinuante e Ricardo Eletro anunciam fusão
Os grupos Insinuante, da Bahia, e Ricardo Eletro, de Minas Gerais, anunciaram nesta semana a união das operações. A fusão criará a segunda maior rede varejista do País, superando o Magazine Luiza.
De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a nova companhia terá 480 lojas, em 17 Estados do País. O faturamento do grupo deverá chegar a R$ 4,6 bilhões anuais.
A gestão da empresa será compartilhada entre os dois grupos, cada um com 50% do controle. Ricardo Nunes, da Ricardo Eletro, deverá ficar com o comando da nova empresa, enquanto Luis Carlos Batista, da Insinuante, comandará o conselho de administração.
Nos últimos anos, as duas redes travavam uma disputa pesada na região Nordeste, grande filão de crescimento do consumo do País. A rede Insinuante, que esteve no páreo para comprar o Ponto Frio - adquirido na metade do ano passado pelo Grupo Pão de Açúcar - teria visto na união com Ricardo Eletro uma forma de rebater o avanço do próprio Pão de Açúcar.
29/03/10
Bom humor no trabalho
*Por Ricardo Dorés
"O bom humor é um dos melhores artigos de vestuário que se deve usar em sociedade”
(William Makepeace Thackeray)
Quem suporta trabalhar em um ambiente onde as pessoas vivem de mau humor, entediadas e sem motivação?
Na busca por ambientes de trabalho mais harmônicos, as empresas estão, cada vez mais, procurando contratar profissionais capacitados e de bem com a vida.
É cientificamente comprovado que o bom humor pode trazer inúmeros benefícios para nossas relações de trabalho e familiares, pois diminui a fadiga, une a equipe, aumenta a produtividade e abranda o estresse. Estimula a produção das substâncias responsáveis pela sensação de prazer, além disso, ainda propicia maior fluência de ideias e decisões mais criativas e nos dá mais disposição para encarar os desafios diários.
Na rotina diária das pessoas, é difícil manter o bom humor, já que existe a necessidade de ter que enfrentar o trânsito para fazer visitas, participar de reuniões desgastantes, ter que mostrar resultados positivos devido a grande concorrência do mercado e muito mais fatores estressantes que tiram o bom humor das pessoas, tornando-se cada vez mais necessário, manter o autocontrole emocional e melhorar sua autoestima para obter bons resultados e aperfeiçoar seu desempenho profissional.
Os líderes que possuem bom humor conseguem manter um ambiente descontraído e assim se fortalecem perante sua equipe e exercem uma liderança mais eficaz, além disso, o bom humor pode ser usado para resolver e diminuir conflitos existentes no ambiente de trabalho, além de motivar os funcionários.
Quando se passa uma mensagem com humor, ela é recebida mais amistosamente, e tem o poder de desviar a atenção do conflito e mudar a maneira como ele é interpretado. Porém, é preciso saber dosar o uso das brincadeiras, e existem momentos em que o humor deve ser deixado de lado e usar a seriedade.
Muitas vezes desistimos de nossos objetivos por considerarmos só as dificuldades encontradas, mas se olharmos com bons olhos e positivamente, o que parece ser algo muito difícil pode ser tido como um novo desafio e quando finalizado só nos trará prazer por termos superado as dificuldades encontradas.
Por vezes, um comentário inteligente, assim como uma boa piada caem como uma luva, no momento certo. Precisamos, no entanto, ter alguns cuidados para saber exatamente que momentos são esses, especialmente no ambiente de trabalho, esse cuidado deve ser redobrado.
É preciso ter cuidado para não nos tornarmos pessoas chatas ao invés de bem humorada, e não confundir bom humor com falta de bom senso. Temos que saber quando e com quem brincar, analisar se o conteúdo da brincadeira não é algo preconceituoso, e se as piadas não envolvem opções sexuais, doenças, mulheres, negros, religiões ou diferenças culturais, por ser de péssimo gosto.
Assim sendo, encare a vida com bom humor. Desta forma você só tem a ganhar e como diria Charles Chaplin: "Através do humor nós vemos no que parece racional, o irracional; no que parece importante, o insignificante. Ele também desperta o nosso sentido de sobrevivência e preserva a nossa saúde mental."
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
29/03/10
Shopping Iguatemi lança novo site
Uma crônica do escritor Ignacio de Loyola Brandão abre a apresentação do "quem somos" no novo site que o Iguatemi acaba de lançar. E é nesse tom, de falar de tendências, comportamento e moda, que o espaço do Shopping na web ressurge como um provedor de conteúdo ativo, e não um mero instrumento institucional.
A reformulação do site é um dos principais projetos do Iguatemi deste ano. A ideia foi a de tornar o espaço virtual um verdadeiro portal, para gerar conteúdo especializado, exclusivo e atual para clientes, bem como para promover a integração entre lojistas. Para concretizar o projeto, o Shopping investiu na montagem de uma estrutura técnica e profissional capazes de gerar informações com bastante dinamismo. Inclusive redes sociais, como Twitter e Facebook, também estão integrados aos serviços.
Agora, além de informações sobre o shopping, o iguatemisp.com.br tem conteúdo exclusivo de moda, comportamento e tendências. Também disponibiliza dicas de compras, lazer, eventos e serviços.
29/03/10
Não restrinja, invista
*Por Juliana Carnicelli
Aproveite a calmaria pós-recessão para repensar e replanejar os investimentos em marketing.
Como agradar o consumidor e fazer com que ele escolha um determinado produto? Hoje, além de aspectos como preço, oferta e promoções, quem vai às compras também esta preocupado com os rumos da saúde própria e a do planeta.
Tão desafiadora quanto irreversível, esta nova tendência no consumo tem chamado cada vez mais players para o mercado. Diante deste quadro, surgem dúvidas do tipo "Como posso maximizar o retorno com os investimentos cada vez menores que venho fazendo?", "Devo continuar investindo em mídia ou devo direcionar meus esforços a promoções no ponto de venda?", "Devo investir em mídias alternativas (Internet, celular etc.) ou tradicionais? Ou nas duas?".
Com anos base na relação entre investimentos em mídia versus ponto de venda, notei que a mídia, apesar de ser a primeira a ser reduzida ou até mesmo cortada em períodos de crise, é uma das grandes responsáveis pelos efeitos de longo prazo da marca, entre eles a penetração de mercado.
Já as promoções, apesar de normalmente gerarem incrementos de venda significativos, não geram impactos a longo prazo e tendem a aumentar a sensibilidade do produto com relação a preço. Promoção é uma boa alavanca de vendas, mas deve ser utilizada com cautela, pois quando o consumidor passa a esperar por ela, a efetividade da ação cai.
Agora, que os "ventos de crise" parecem estar se dissipando, as empresas que souberem melhor endereçar essas questões terão maiores probabilidades de êxito. Verificamos isso no passado durante a crise na Argentina em 2001. Nos dois primeiros anos de crise, as marcas que trabalharam o mix de investimentos não tiveram êxito tão superior às demais, porém, a partir do período de recuperação, essas marcas foram destaque no mercado, pois estavam mais bem preparadas para o crescimento.
*Juliana Carnicelli* é gerente de consultoria analítica da Nielsen Brasil. A executiva foi uma das responsáveis pelo desenvolvimento da ferramenta Nielsen Marketing Mix, capaz de compreender os efeitos das ações de marketing e também o retorno gerado por elas.
26/03/10
Cultura Organizacional, Folclore ou Realidade?
*Por Marcos Assi
O tema é polêmico e motivo de discussão acadêmica e profissional. E mais uma vez evidenciamos que o assunto é muito dependente da vontade da organização (do entendimento sobre o assunto) ou pela imposição dos órgãos reguladores.
Mas por que é tão difícil o aprimoramento da tão falada cultura organizacional? Falta maior comprometimento do conselho? Da alta administração e dos gestores? E os colaboradores estão preparados para participar? Sim, a participação dos gestores da organização é de suma importância, pois comumente o exemplo vem de cima ou deveria começar pela alta administração.
Mas, o que é realmente cultura organizacional? A cultura organizacional ou também conhecida como cultura corporativa é o conjunto de hábitos e crenças estabelecidos por meio de políticas, normas, valores, procedimentos e expectativas compartilhadas por todos os membros da organização - vale a pena ressaltar por todos os membros da organização.
Deparamos-nos em nossa vida acadêmica e profissional a ausência de cultura, por exemplo, para os pronunciamentos contábeis internacionais. É evidente a ausência no mercado de profissionais com capacitação para aplicação de referidos pronunciamentos. É válido salientar que o USGAAP (Princípios Contábeis Americanos) e o IAS (normas contábeis padronizadas) já estão inseridas nas empresas com sedes e negócios nos Estados Unidos, Europa e Ásia, sem contar em empresas brasileiras com matrizes no exterior. Mas, por que estamos assim, um tanto desconfiados com isso?
A resposta não é tão complexa. Não existiam até o ano passado cursos confiáveis com temas sobre contabilidade internacional, com exceção dos in-company ou em pós-graduação. Mas será suficiente? Acreditamos que não, pois somente auxilia em identificar o caminho das pedras. Porém, os cursos de graduação deveriam inserir a disciplina em sua grade curricular com maior carga horária, para que nos próximos quatro anos tivéssemos profissionais de contabilidade com um mínimo de conhecimento na área.
E quando nos referimos a Gestão de Riscos? Existe cultura empresarial para identificação, aplicação e validação dos riscos? Existem algumas empresas preocupadas com o assunto, mas enfrentamos muita resistência e por esse motivo os profissionais de riscos e compliance tem sentido na pele a ausência desta cultura organizacional para riscos e controles. O esforço é muito grande, afinal, a ausência de clareza de objetivos, dos valores e principalmente dos princípios demonstram se a empresa tem suas questões bem definidas, formalmente estabelecidas e orientadas para médio e longo prazo.
Entretanto, quando a empresa tem como princípio responsabilidade corporativa e social e uma boa gestão do seu negócio, a implementação de métodos preventivos dos riscos corporativos são mais bem encarados e realizados. Mas, a empresa para dar certo deve fazer com que todos os funcionários tenham acesso aos seus objetivos, deve definir os valores e princípios, quando possível revisado periodicamente. Isso auxilia no processo de mudança e seu retorno pode ser de médio prazo, caso bem divulgado e aplicado.
Não será da noite para o dia que vamos mudar a cultura da organização, mas devemos implementar gradualmente este conceito nos gestores do negócio, e sempre que possível apresentando fatos relacionados ao negócio que necessitam de melhores controles, minimizar riscos, maximizar resultados financeiros e contábeis. Não podemos esquecer o processo de continuidade do negócio e dos planos de recuperação de crises e desastres, necessários em momentos inesperados, alheios a nossa vontade.
Portanto, a cultura organizacional não pode ficar somente nos discursos, livros e artigos, deve ser implantada, aprimorada e divulgada, para que todos, mas todos mesmo, na organização entendam os motivos de controles e resultados mais eficientes e com qualidade. Afinal, aprimorar a cultura é responsabilidade de todos na organização.
*Marcos Assi é professor e coordenador do MBA Controles Internos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios, e autor do livro "Controles Internos e Cultura Organizacional - como consolidar a confiança na gestão dos negócios" (Saint Paul Editora). Consultor de Riscos Financeiros e Compliance da Daryus Consultoria.
25/03/10
Gestores gastam mais de 50% do tempo em atividades emergenciais
Uma percepção constante nas empresas é de que todos os processos e sistemas funcionam bem, mas os resultados esperados deixam a desejar. Entre as principais causas do problema, está a atuação dos gestores que gastam 59% do tempo em atividades de "apagar fogo". De acordo com a experiência dos diretores da consultoria empresarial ProGeps, essa demanda divide-se na resolução de problemas (29%) e em atividades administrativas (30%), como reuniões, despacho de papelada, checagem de e-mail e telefonemas.
Já atividades importantes, como treinamento e coaching de seus subordinados, ocupam somente 1% do horário de trabalho dos gestores. A gestão propriamente dita ocupa apenas 16% do tempo desses profissionais, índice que representa menos da metade do valor considerado adequado (35%), segundo especialistas da consultoria. Como resultado disso, o levantamento aponta que a produtividade média alcançada pelas organizações é de 60%, ou seja, há um desperdício de cerca de 30% no potencial produtivo das empresas, considerando que entre 5 e 10% constituem perdas irrecuperáveis.
A falta de planejamento e o baixo mentoring e acompanhamento que recebem de seus superiores com relação às suas atividades do dia-a-dia são as principais causas do desperdício de tempo dos gestores. Com isso, não surpreende que as informações da ProGeps apontem como entraves à produtividade nas corporações problemas relacionados à estrutura organizacional, processos, sistemas, qualificação, competência de gestão e tecnologia.
23/03/10
Bolsas de lona são reaproveitadas no Shopping Iguatemi
Os visitantes do Shopping Iguatemi, em São Paulo, podem conferir e adquirir os produtos confeccionados com lonas de painel publicitário reaproveitadas pelas artesãs do Núcleo de Moda e Design do Projeto Arrastão, instituição, sem fins lucrativos, que promove o desenvolvimento comunitário por meio de atividades sociais, educacionais e culturais na região do Campo Limpo, em São Paulo.
Entre as grifes nacionais e internacionais do luxuoso shopping, o Projeto Arrastão, por meio do núcleo de capacitação de mulheres no artesanato sustentável, apresenta uma gama de produtos diferenciados e, principalmente, ecologicamente corretos. Para esta edição do Balcão da Cidadania, que acontece até 22 de março, o consumidor poderá conferir entre as novidades uma variedade de bolsas para uso diário, no trabalho e também durante o lazer, além de carteiras, porta-moedas, nécessaires, porta-ferramentas, jogos-americanos, pastas para laptop, lixeiras para carro e capas para puff.
Na exposição não poderiam faltar as sacolas de mercado, destaque do trabalho das mulheres do Campo Limpo. Este ano, as "eco-bags", como foram mundialmente chamadas, ganham novos formatos e tamanhos.
23/03/10
Janeiro e Fevereiro apontam limites para o crescimento do crédito
*Por Celso Grisi
Na vida do brasileiro comum, as dívidas têm crescido mais que sua renda. É hora de rever o ritmo do consumo ou dos investimentos pessoais. Ainda que a época do ano sugira uma maior demanda por empréstimos, em função dos tributos de início de ano, dos saldos negativos com os gastos criados com férias e festas de final de ano e das despesas com escolas e materiais escolares. O consumidor começa a mostrar seu aprendizado em relação à administração de sua renda futura. Lições que a história econômica recente deixou.
No crédito à pessoa jurídica, a retração era esperada em função da redução do ritmo da economia no início de ano. Também os agentes financeiros estão mais cautelosos na concessão de empréstimos. Conhecem bem esse risco. Retraem-se, enquanto os bancos públicos crescem a participação nesse mercado. Faz pensar que os bancos públicos podem estar emprestando a quem não aprendeu ainda administrar a renda e que, possivelmente, possam estar endividados para acima dos limites das boas práticas das finanças pessoais. Isso pode acabar em aumento de seus níveis de inadimplência ou insolvência, no prazo médio. Seria necessário então aumentar as provisões. Não é isso que se vê nos agentes públicos.
Os dados do Banco Central mostram que os juros cobrados ao consumidor estão sujeitos a uma dispersão absolutamente inaceitável. Cobra- se pelo dinheiro taxas que variam de menos de 1,0% ao mês até taxas de mais de 12% ao mês, para a mesma modalidade de empréstimos. A lógica para fixação de taxas com intervalos de tal amplitude não encontra racionalidade nem explicações econômicas plausíveis. De qualquer forma, elas revelam pelos exageros que contém que o sistema financeiro também está cauteloso. A cautela, portanto, atingiu a oferta e a demanda, simultaneamente.
O crédito começa a se deparar com os limites de seu próprio crescimento. Coisas das "mãos invisíveis". Fica, então, a impressão que o Banco Central identificou a hora exata para fazer o aumento dos depósitos compulsórios. A liquidez mais enxuta não encontrou grandes protestos do sistema financeiro. Os bancos não sobraram com tanto dinheiro em mãos. Dinheiro nas mãos dos bancos, sem poder aplicá-lo, é um "tijolo quente". Tem custo e não podem ser repassados, pois o mercado por juízo se retraiu. O Banco Central, ajuizado como é, recolheu todos os tijolos para si. Equilíbrio geral no mercado!
*Celso Grisi é economista diretor presidente do Instituto de Pesquisas Fractal
19/03/10
Basf e Carrefour unidos em prol do consumo consciente
A BASF e o Carrefour lançam uma nova opção de sacola 100% biodegradável, desenvolvida para atender o programa de eliminação do uso de sacolas plásticas tradicionais do Carrefour, que inicia no hipermercado da rede em Piracicaba e se estenderá a todas as lojas Carrefour Hiper e Bairro nos próximos quatro anos.
A sacola desenvolvida pela BASF é uma das opções de embalagens sustentáveis que o Carrefour oferecerá para que o consumidor possa acondicionar suas compras. A nova embalagem é produzida em Ecovio®, resina da BASF que contém o PLA (ácido polilático) - derivado do milho. A sacola, diferenciada pela cor amarela, terá capacidade para o transporte de até 10 quilos de produtos, sendo 100% biodegradável e compostável.
O Ecovio® conta com matéria-prima renovável e é biodegradável em até 180 dias. Este é o período máximo assegurado apenas para descarte em centrais de compostagem, sendo que o tempo de biodegradação depende das condições da disposição final. O produto gera húmus sem a presença de metais pesados ou substâncias nocivas ao meio ambiente.
A sustentabilidade dos negócios é o principal elo que une a BASF e o Grupo Carrefour Brasil, que se juntam nesta parceria para atender aos anseios da sociedade e mobilizá-la para participar ativamente em prol do consumo consciente.
19/03/10
Eu me orgulho de ser humilde
*Por Américo Marques Ferreira
A frase acima bem poderia ter sido dita por Alberto Roberto, personagem interpretado por Chico Anísio, cujo bordão era: "eu sou apenas o máximo, o resto é figuração".
Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas não terá sido mera coincidência...
No mundo corporativo é muito comum encontrarmos pessoas vaidosas que se julgam o centro do universo, em torno das quais, elas imaginam gravitar os míseros mortais na condição de simples coadjuvantes.
Trata-se de uma disfunção comportamental envolvendo diferentes perfis, dentre os quais encontramos:
· EGÓLATRA - como aquela pessoa que resolveu escrever um livro ao qual lhe deu o seguinte título: "AS DEZ PESSOAS MAIS HUMILDES DO MUNDO E COMO É QUE EU FIZ PARA ENCONTRAR AS OUTRAS NOVE". Costuma também racionalizar a respeito de suas falhas dizendo: “Falem mal, mas falem de mim”.
· ENSIMESMADO - típico de alguém que, após falar duas horas a respeito de si mesmo, vira-se para seu pobre interlocutor e diz: “Cansei de falar de mim. Fala você um pouco agora. O que você acha de mim?”
· NARCISISTA - característico de pessoas que necessitam confirmar sua suposta superioridade frente a seus “concorrentes”, como se estivessem perguntando a todo instante: "espelho, espelho meu, há alguém mais belo (forte, inteligente, etc.) do que eu? Esclareça-se que, nesta metáfora, as consultas ao espelho refletem a insegurança típica de um quadro de alucinação persecutória.
· BULLY - termo atribuído a pessoas que pretendem intimidar seus circunstantes através do uso da força física, agressividade, atos de violência ou provocação, todos enquadrados como manifestações de assédio moral e/ou sexual.
· DOGMÁTICO – pretenso dono da verdade, caracterizado por um rei da mitologia grega, chamado Procrusteu, que mandou construir uma cama com a exata dimensão de seu corpo. A cada dia ele ordenava que um de seus súditos deitasse nela. Se o tamanho da pessoa fosse maior que sua cama, ele mandava cortar a cabeça. Se fosse menor, ele mandava esticar o seu corpo para que, em qualquer caso, ficassem de seu tamanho. E assim, por se julgar o gabarito do certo e do errado, invariavelmente, matava um súdito por dia.
· MANIPULADOR – pessoa que se utiliza de chantagens visando a incutir medo, culpa ou suborno a fim de obter em troca, tempo, afeto, bens materiais ou informação. Ao fazê-lo, reduz seus interlocutores a meros objetos de sua vontade utilitarista e pragmática.
· AUTOCRÁTICO – por sua sede de poder busca sobrepujar os outros numa relação de DOMINAÇÃO/ PASSIVIDADE. Exemplificando, poderíamos imaginar um chefe que, num arroubo de despotismo, dissesse a seus subordinados: “a partir de amanhã quero que todos vocês estacionem seus cérebros e corações lá fora, antes de entrar para o serviço, pois aqui só eu sou pago para pensar e vocês, na condição de mão-de-obra, são pagos para obedecer”.
· RÍGIDO – que adota julgamentos dicotômicos do tipo CERTO ou ERRADO; PRETO ou BRANCO, e ainda, valorações maniqueístas como BOM ou MAU; BONITO ou FEIO. Em decorrência de sua falta de flexibilidade, tenta impor às demais pessoas sua visão reducionista do mundo, esquecendo-se de que existem muitas nuanças como possíveis alternativas entre os extremos de um continuum.
Reflexões:
· Todos os comportamentos citados anteriormente provocam desequilíbrios disfuncionais nos relacionamentos interpessoais.
· Como não há dois seres humanos iguais na face da terra, cada pessoa merece consideração por sua singularidade, não havendo motivos que justifiquem sentimentos de superioridade ou inferioridade entre seres humanos.
· A riqueza nos relacionamentos decorre exatamente da heterogeneidade de opiniões e da diversidade de pontos de vista.
· Vale lembrar que até um relógio parado, duas vezes por dia, está certo. Ou seja, dificilmente, em situações de conflito, alguém possui 100% de razão.
· Qualquer tentativa de intimidação, ou demonstração de pretensa superioridade deveria ser recusada através de posturas assertivas por parte de quem se sente desrespeitado.
· “Quem se exaltar, será humilhado; e quem se humilhar, será exaltado” (Jesus Cristo).
· “Que outros façam elogios a você, não a sua própria boca; Outras pessoas, não os seus próprios lábios” (provérbio do rei Salomão).
· Humildade tem a ver com HUMUS, termo que deu origem à palavra FERTILIZANTE. Neste contexto, uma pessoa humilde é aquela que sabe apoiar as demais para que evoluam, assim como a terra fértil contribui para que uma semente germine.
· Uma banda de jazz é um exemplo de relacionamento sinérgico e equilibrado. Nela, não existe o maestro e todos os seus integrantes são polivalentes, pois dominam mais de um instrumento. Dada uma linha melódica, sabem fazer improvisações jazzísticas, alternando-se em momentos de solo e retaguarda, de modo que, a seu tempo, todos brilhem e não haja limitação de bem-sucedidos.
*Américo Marques Ferreira é Consultor Sênior do Instituto MVC na condução de treinamentos e consultorias. www.institutomvc.com.br.
17/03/10
Os banheiros dos espaços corporativos precisam ser sisudos e desconfortáveis?
*Por Fabio Rocha
O asseio e a higiene são práticas humanas que ao longo da história passaram por diferentes adaptações em seus contextos sociais e culturais. Investigações arqueológicas indicam que já na Antiguidade havia sistemas de canalização. Os banhos e diversos cuidados com a higiene pessoal eram bastante comuns nas sociedades egípcia e chinesa. Os gregos e romanos foram os precursores dos sistemas hidráulicos, com canalização das águas pluviais e fluviais, conduzindo-as para as residências e para as termas. E nos banhos públicos aconteciam reuniões, encontros, conversas e acordos que impulsionavam tanto a política como as artes e as ciências. Não vamos discutir aqui a qualidade dos serviços e produtos daquela época, pois é sabido que somente no século XX as coisas começaram a entrar nos eixos e a se parecer um pouco com o que conhecemos hoje.
Pensando nos espaços públicos, a evolução foi grandiosa. É surpreendente o crescente investimento em banheiros de shoppings, restaurantes, bares e academias. Arquitetos e decoradores têm se mostrado cada vez mais criativos e engenhosos ao idealizar essas áreas – e o público agradece. Nas empresas, entretanto (aqui me refiro aos edifícios de escritórios propriamente), a preocupação com o conforto e bem-estar nesses espaços ainda é modesta. Investir no banheiro??? Acredito que boa parte dos empresários e dirigentes ainda considere que esse local deva ser restrito ao entra e sai, onde o colaborador não deve permanecer por muito tempo.
Em leitura ao site de um importante palestrante brasileiro, diverti-me com a verdadeira aula sobre “relacionamentos em banheiros de empresas” que esse profissional me deu. Ele relata ter adotado a “técnica” de escutar comentários e avaliações das pessoas sobre aquilo que estavam ouvindo em sua palestra, ou sobre como ele estava apresentando o tema. Confessou ele que inúmeras vezes fez alterações na forma ou abordagem de um assunto com base nesses "feedbacks" sanitários.
Também as áreas de copa e café já foram consideradas grandes vilãs da produtividade. Agora são tidas como parceiras da sociabilidade e comunicação. As áreas de descompressão, que incluem locais para leitura, jogos, bate-papo e até academia, são cada vez mais solicitadas pelo pessoal de recursos humanos... E por que não usar o banheiro como um instrumento de relaxamento e aconchego? Está mais do que na hora de descartar as divisórias de painéis, sem qualquer conforto visual ou acústico!!! As lâmpadas precisam ser do tipo holofotes??? Os revestimentos precisam ser brancos e sem vida? Por que não usar painéis fotográficos, coloridos e informativos? Não podemos lançar mão de uma iluminação aconchegante e bonita, que ao mesmo tempo pode ser econômica?
Junto ao esmero dos arquitetos e decoradores, contamos com um mercado fornecedor bastante inventivo, que deve ser explorado! Inovações tecnológicas favorecem a assepsia e higienização corretas. Portas automáticas, torneiras com temporizador, protetores de assentos e porta-papéis automáticos, secadores de mãos e lixeiras com sensores já são usados há bastante tempo, e o investimento inicial retorna como benefício à saúde. À favor da ecologia, contamos ainda com as caixas acopladas, uma evolução do sistema de válvulas hidras. Sofás, espelhos, plantas ornamentais e o uso de cores adequadas são outros recursos ao projeto.
Felizmente, temos visto algumas empresas pioneiras na exploração do espaço do banheiro. Elas o utilizam principalmente como meio de implantar ações voltadas ao estímulo de manifestações de ideias e opiniões. Nesses locais, são disponibilizados painéis, folhas de papel, canetas e pincéis. O princípio que orienta essa abordagem é o de que as pessoas são mais espontâneas nesses ambientes. E já é possível verificar, em pesquisas sobre clima organizacional, que mudanças foram percebidas nas empresas que atentaram para as opiniões colhidas nos seus banheiros. Algumas, mais ousadas, estão aproveitando a onda para obter avaliações honestas sobre as chefias e executivos.
Em nossa busca incansável pela qualidade de vida e humanização dos espaços corporativos, trazemos mais esta reflexão. A Era Taylorista nos trouxe muito aprendizado, mas já é tempo de se conscientizar que sobriedade e rigidez não são necessariamente grandes motivadoras de produtividade. Além disso, há os aspectos ergonômicos, o favorecimento da comunicação e a estética como grandes incentivadores dos colaboradores, sem falar ainda em sentimentos de reconhecimento e compromisso de fidelidade, promovidos pelo ambiente profissional bonito e aconchegante.
*Fabio Rocha Arquitetura (www.fabiorochaarquitetura.com.br) é diplomado pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Atua desde 1993 em Arquitetura & Interiores. Coordenador do curso de Arquitetura Corporativa pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Arquitetura (IBDA). Cursos variados, relacionados às novas técnicas construtivas, materiais de acabamento, luminotécnica, decoração, feng shui, gerenciamento de obras, entre outros, o mantêm integrado às evoluções mercadológicas. Conquistadas experiência e credibilidade, assume por meio da Fabio Rocha Arquitetura o compromisso de superar as expectativas de seus Clientes, apresentando soluções inovadoras e práticas, com o melhor aproveitamento do capital investido.
10/03/10
Equipe feliz gera resultados
*Por Christian Barbosa
Estamos em uma época de similaridade no mercado. A grande parte dos produtos e serviços é semelhante, tal que hoje a qualidade comercial não é tida mais como diferenciação e sim como uma obrigação. Aqueles que não possuírem esta característica sairão do comércio em curto prazo.
O fator preço merece um comentário adicional, mas também já não é tão decisivo como foi em outras épocas. Com o advento da tecnologia e especificamente dos sites de comparação de preço, o consumidor está mais do que nunca no comando. Ele pode rapidamente observar quem tem o melhor custo a oferecer e, na maioria dos casos, a diferença é praticamente nula.
Outra semana estava em uma livraria e vi uma cena que tende a ser um ato comum a cada dia. Após consultar o preço de um livro, um jovem começou a navegar no seu smartphone em um site de comparação de preços e observou que a mesma obra estava um pouco mais caro na livraria do que o valor online de outra loja. Ele chamou o vendedor, mostrou o site e perguntou se conseguiria um desconto maior, para cobrir a outra oferta. O vendedor, por sua vez, respondeu com indiferença que ele não podia fazer nada para mudar o preço, e saiu andando. O cliente, inconformado, foi embora, deixando dois produtos que iria levar na prateleira da loja, um livro e um DVD. Provavelmente este jovem pensará duas vezes em voltar naquela livraria. Não foi a diferença de alguns reais que o fez desistir da compra, mas o atendimento, a falta de carinho com o cliente.
Em um mundo similar e high-tech, o empreendedor precisa estar atento em criar atividades que fazem a verdadeira diferença: uma equipe feliz e de boa vontade para atender seu consumidor. Isso verdadeiramente supera qualquer tipo de processo, certificações de qualidade ou sistemas de informática. Pessoas felizes fazem um atendimento excepcional e criam um time feliz, que por consequência, gera clientes satisfeitos e que voltarão, além de indicar aos amigos.
Isso é óbvio, simples, mas é raro hoje em dia, não é verdade? Qual a última vez que você se lembra de um atendimento extraordinário? Sua empresa tem esse tipo de atendimento que você espera? Seu concorrente tem?
Muitos empreendedores acreditam que pessoas felizes são feitas apenas por salários maiores e isso não é verdade. Dinheiro é importante, mas não é tudo. Existem pequenos "mimos" que custam pouco para a empresa e podem ajudar a criar uma equipe mais satisfeita, como por exemplo:
Dia do Aniversário - Experimente dar meio período de bônus para o funcionário que fizer aniversário, assim ele pode curtir esse tempo com a família e fazer coisas importantes no seu dia especial;
Dê tempo para eles - Processos, sistemas e metas dependem de pessoas e pessoas dependem de tempo. Invista em treinamentos e softwares de administração de tempo e produtividade, com foco em ajudar pessoas a terem maior equilíbrio na sua vida pessoal e profissional. Os resultados são rapidamente visíveis;
Alinhe semanalmente o time nas metas importantes da empresa - Faça com que pequenas atividades ajudem a refletir nos indicadores das metas almejadas pela sua empresa;
Faça uma pesquisa de sugestões - Veja como melhorar o clima na empresa. Pequenas ações podem dar excelentes resultados;
Recompense e comemore - Não esqueça que pequenas vitórias devem ser recompensadas e comemoradas. Por que só fazemos festa de final de ano? Que tal uma festa por fechar um mês acima da metas?
O que faz sua empresa única no mercado? Sua equipe respira e vive esses valores? Da próxima vez que pensar em como melhorar os resultados da empresa, não se esqueça de pensar em como tornar pessoas felizes. Isso deve fazer parte da sua estratégia empreendedora e não apenas do departamento de recursos humanos.
*Christian Barbosa - Maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade, é fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo.
10/03/10
Conheça seu produto para apresentá-lo na hora da venda
*Por Ricardo Dorés
Existem várias estratégias para se fazer uma boa venda. Dentre as quais, podemos citar uma condição básica e essencial, que é o domínio e o conhecimento do produto que será apresentado pelo profissional ao seu cliente.
É preciso transmitir confiança e credibilidade ao oferecer o produto, pois nas atuais condições do mercado, onde existe uma grande variedade de preços e produtos, cada vez mais se faz necessário apresentar não só o produto, mas a solução para os problemas do cliente, e ninguém gosta de investir seu dinheiro em algo que nem mesmo o vendedor tem certeza de seus benefícios.
Um profissional bem preparado, além de ter passado por um treinamento de vendas eficaz, ainda deve saber demonstrar seu produto com convicção e segurança, além de conhecê-lo e saber identificar os seus pontos positivos e negativos, assim como produtos similares com detalhes, motivando o cliente que, desta forma, não perderá o interesse pela compra e nem partirá para a concorrência.
Se você souber identificar as vantagens e benefícios de seu produto, você estará agregando valores a ele e isto poderá justificar o preço devido do que está vendendo.
Para que se faça bons negócios é preciso identificar as reais necessidades do cliente, pois, desta forma, além de não perder tempo, ainda é possível fechar uma boa venda, portanto, você, antes de fazer a primeira visita, deve sondar o cliente e perceber o que ele realmente está precisando.
Um bom profissional deve estar preparado para enfrentar e solucionar todas as dúvidas de seu cliente. Para que exista esta preparação, o profissional deverá se interessar pelo produto que representa. Busque o maior número possível de informações com o fabricante ou fornecedor ou até mesmo com colegas que já estão familiarizados com o produto. Faça pesquisas sobre o produto e sua história.
Teste e examine minuciosamente o produto, pois se existir alguma dúvida por parte de seus clientes, você não será surpreendido por nenhuma pergunta que não saiba responder por já estar familiarizado com ele e não decepcionará seu cliente. Assim, você transmitirá confiança e segurança para seus clientes e certamente realizará ótimas vendas.
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
08/03/10
Pesquisa de Mercado como ferramenta nos processos decisórios comerciais
*Por Ricardo Dorés
O mercado, no Brasil, sofreu grandes transformações nos últimos anos. São transformações que impactam diretamente nos hábitos de consumo, tornando o cliente, de forma geral, mais exigente, econômico e resistente.
O sucesso de qualquer produto e/ou serviço está diretamente ligado ao conhecimento adequado do mercado, altamente competitivo, onde atuamos. Cada vez mais, a economia de mercado está baseada na informação amparada por pesquisas e análises mercadológicas.
A pesquisa de mercado é antes de tudo uma ferramenta para tomada de decisões.
Você já parou para pensar quantas decisões importantes você tomou nos últimos meses?
Ao lançar novos produtos, aprovar campanhas publicitárias, desenvolver novos distribuidores, definir a contratação de mais pessoas na área comercial, temos exemplos de processos decisórios e de julgamentos que envolvem riscos. A pesquisa de mercado é a ferramenta ideal para reduzir a margem de incertezas que sempre acompanham a tomada de decisões.
Há vários tipos de pesquisas que poderíamos citar aqui, no entanto, iremos nos ater as mais utilizadas:
Como anda o atendimento realizado pelo setor de vendas e pós-vendas de sua empresa, analisando as variáveis que influenciam a venda de produtos e/ou serviços? A Auditoria de Marketing e Vendas vai ao encontro desta necessidade, avaliando os padrões de atendimento, e verificando se estes são efetivamente realizados ou não. Assim, são identificados pontos de melhoria para aumentar a satisfação dos clientes nas unidades de negócio que compõem a empresa.
Qual o potencial de consumo de um determinado produto e/ou serviço, a ser lançado ou do atual portfólio de produtos de uma empresa, perante o mercado que o cerca? O Índice de Potencial de Consumo norteia dirigentes de empresas na busca de eficiência da área comercial, orientando-os sobre qual o potencial por regiões, faixa de poder aquisitivo, dentre tantos outros tipos de segmentações que podem ser realizados na tomada de decisões.
Como e quem são os consumidores, qual estilo de vida que possuem, que tipo de mídia os atinge, em que faixa etária se concentram e como se dá o impulso para a compra? Todas essas indagações podem ser respondidas por meio de uma Pesquisa do Perfil do Consumidor.
No parágrafo anterior, falamos sobre mídia e público alvo. Dependendo do veículo de comunicação, os horários e dias de inserções das peças promocionais são muito importantes. Desta forma é importante saber qual o tipo de veículo de comunicação que este público lê, ouve ou assiste, seja ele jornal, revista, outdoor, rádio, tv, entre outros. A Pesquisa de Mídia responde estas perguntas e permite uma maior e melhor racionalização de custos de uma campanha publicitária.
Cada vez mais, os consumidores sacam produtos de gôndolas de supermercados, sem interferência humana direta presencial de terceiros nas suas decisões, ou seja, os produtos passaram a disputar espaços nas gôndolas de auto-serviços há muito tempo. Como é a embalagem do seu produto, tem a cor e o formato adequado, é prático, é econômico, se diferencia dos concorrentes? A Pesquisa de Embalagem, levando em consideração as perguntas aqui descritas, otimiza o consumo deste tipo de produtos.
Associar informações da pesquisa aos dados estatísticos do mercado estudado, considerando questões pontuais econômicas, como por exemplo, fornecimento de matéria prima, mão de obra, sazonalidades, entre tantos outros fatores, fazem com que Estudos Econômicos de Mercado colaborem no resultado efetivo das pesquisas aqui descritas.
Quais as diferenças entre o seu produto e o concorrente? Se o seu produto é melhor, por que o concorrente vende mais? Qual a influência da marca na compra de um produto? No Blind Test (Teste Cego), o consumidor avalia o produto sem saber a marca do fabricante. Ali, frente a frente com o produto, o mercado vai dizer o que sente, o que vê de positivo ou negativo, o que percebe como diferente, em seguida a marca poderá ser revelada, ou não, e analisada a sua influência no impulso de compra.
O preço é um dos componentes vitais no marketing-mix de qualquer produto ou serviço. Os preços praticados por seus produtos e/ou serviços estão alinhados com o mercado? Como estão os preços dos produtos ou serviços de seus concorrentes? Como fixar preço para uma promoção do seu produto? Só uma Pesquisa de Preços é capaz de fazer uma investigação metódica, estruturada e regular, permitindo, assim, acompanhar a evolução dos preços de seus produtos e os dos concorrentes.
Conclusão: como vimos, utilize, sempre que possível esta ferramenta essencial para tomada de decisões, pois com ela certamente irá minimizar os riscos de um projeto.
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
08/03/10
Grupo Pão de Açúcar cria núcleo digital
Uma das áreas que vêm se destacando dentro do direito, e é fundamental para o crescimento de qualquer atividade empresarial, é o Planejamento Tributário.
É sabido que os tributos (impostos, taxas e contribuições) representam importante parcela dos custos das empresas, senão a maior. Com a globalização da economia, tornou-se questão de sobrevivência a correta administração do ônus tributário.
Estima-se que, no Brasil, em média, 33% do faturamento empresarial é dirigido ao pagamento de tributos. Somente o ônus do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro das empresas pode representar a incrível taxa de 51,51% do lucro líquido apurado. Da somatória dos custos e despesas, mais da metade do valor é representada pelos tributos.
Sendo assim, torna-se imprescindível a adoção pro ativa, por parte dos empresários, de um sistema de economia legal, ou de Elisão Fiscal, como é mais conhecido atualmente o planejamento tributário.
No sistema de franchising, esse conceito vem se desenvolvendo na mesma proporção em que as redes vão crescendo, ou seja, cada vez mais se torna necessário maximizar o lucro das franqueadoras a fim de favorecer seu próprio crescimento e oferecer maiores benefícios aos seus franqueados.
Dependendo da estrutura e consciência dos dirigentes de cada uma das empresas franqueadoras, a aplicação da Elisão Fiscal como ferramenta de gestão está ou não sendo utilizada. Nota-se, porém, que as empresas que já a utilizam estão construindo uma rede mais sólida e mais lucrativa, pois o franqueado, já ao assinar o contrato de franquia, recebe orientação clara e objetiva sobre como proceder na abertura da empresa em relação ao objeto social, forma de apuração de lucros e outros aspectos importantes que farão do presente negócio um futuro promissor, seguro e sem a tal "necessidade da sonegação fiscal".
Afirmar que a Elisão Fiscal é uma das principais bases para uma sólida expansão e rentabilidade de uma rede de franquias é hoje tão seguro quanto dizer que praticar uma atividade física faz bem à saúde.
Vale dizer que a gestão de uma rede franqueadora já exige de seus diretores uma enorme complexidade de habilidades, tais como definir e selecionar o perfil ideal de franqueados, expandir unidades, administrar e orientar funcionários e franqueados, gerenciar as áreas financeira, operacional, de recursos humanos e de marketing, entre outras. Nesse contexto, elaborar um planejamento tributário, em muitas empresas, acaba se tornando apenas um projeto para uma próxima etapa, até mesmo porque nem sempre o franqueador é alertado sobre importância e os benefícios que essa ferramenta pode trazer para o negócio.
Ampliar o leque de soluções legais com o objetivo de gerar recursos para maximizar a lucratividade de uma rede foi - e sempre será - a base para a conquista do sucesso. Mas, infelizmente, alguns dirigentes ainda optam pela maneira mais fácil de viabilizar esses recursos e só descobrem a importância - e a necessidade da Elisão Fiscal - quando suas empresas sofrem as consequências de uma - temida mas inevitável - fiscalização.
*Patrícia Barreto Gavronski é especialista em franchising, sócia do Grupo Machado, consultoria jurídica especializada em formatação de franquias e planejamento tributário (e-mail: patriciabarreto@machadoadvogados.adv.br)
02/03/10
Planejamento tributário e o fortalecimento do franchising
*Por Patrícia Barreto Gavronski
Uma das áreas que vêm se destacando dentro do direito, e é fundamental para o crescimento de qualquer atividade empresarial, é o Planejamento Tributário.
É sabido que os tributos (impostos, taxas e contribuições) representam importante parcela dos custos das empresas, senão a maior. Com a globalização da economia, tornou-se questão de sobrevivência a correta administração do ônus tributário.
Estima-se que, no Brasil, em média, 33% do faturamento empresarial é dirigido ao pagamento de tributos. Somente o ônus do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro das empresas pode representar a incrível taxa de 51,51% do lucro líquido apurado. Da somatória dos custos e despesas, mais da metade do valor é representada pelos tributos.
Sendo assim, torna-se imprescindível a adoção pro ativa, por parte dos empresários, de um sistema de economia legal, ou de Elisão Fiscal, como é mais conhecido atualmente o planejamento tributário.
No sistema de franchising, esse conceito vem se desenvolvendo na mesma proporção em que as redes vão crescendo, ou seja, cada vez mais se torna necessário maximizar o lucro das franqueadoras a fim de favorecer seu próprio crescimento e oferecer maiores benefícios aos seus franqueados.
Dependendo da estrutura e consciência dos dirigentes de cada uma das empresas franqueadoras, a aplicação da Elisão Fiscal como ferramenta de gestão está ou não sendo utilizada. Nota-se, porém, que as empresas que já a utilizam estão construindo uma rede mais sólida e mais lucrativa, pois o franqueado, já ao assinar o contrato de franquia, recebe orientação clara e objetiva sobre como proceder na abertura da empresa em relação ao objeto social, forma de apuração de lucros e outros aspectos importantes que farão do presente negócio um futuro promissor, seguro e sem a tal "necessidade da sonegação fiscal".
Afirmar que a Elisão Fiscal é uma das principais bases para uma sólida expansão e rentabilidade de uma rede de franquias é hoje tão seguro quanto dizer que praticar uma atividade física faz bem à saúde.
Vale dizer que a gestão de uma rede franqueadora já exige de seus diretores uma enorme complexidade de habilidades, tais como definir e selecionar o perfil ideal de franqueados, expandir unidades, administrar e orientar funcionários e franqueados, gerenciar as áreas financeira, operacional, de recursos humanos e de marketing, entre outras. Nesse contexto, elaborar um planejamento tributário, em muitas empresas, acaba se tornando apenas um projeto para uma próxima etapa, até mesmo porque nem sempre o franqueador é alertado sobre importância e os benefícios que essa ferramenta pode trazer para o negócio.
Ampliar o leque de soluções legais com o objetivo de gerar recursos para maximizar a lucratividade de uma rede foi - e sempre será - a base para a conquista do sucesso. Mas, infelizmente, alguns dirigentes ainda optam pela maneira mais fácil de viabilizar esses recursos e só descobrem a importância - e a necessidade da Elisão Fiscal - quando suas empresas sofrem as consequências de uma - temida mas inevitável - fiscalização.
*Patrícia Barreto Gavronski é especialista em franchising, sócia do Grupo Machado, consultoria jurídica especializada em formatação de franquias e planejamento tributário (e-mail: patriciabarreto@machadoadvogados.adv.br)
25/02/10
Como atingir a excelência operacional
*Por Ailtom Nascimento
"Excelência se alcança por meio de um longo e contínuo processo que requer, sobretudo, comprometimento. Mais do que uma aspiração, excelência é o ponto para o qual nossos passos se dirigem. Só assim seremos sempre líderes e nunca seguidores". Essa afirmação do visionário Ratan Tata, Chairman do Grupo que leva seu sobrenome, reforça a ideia de que para aportar com êxito no destino é fundamental traçar muito bem as rotas a serem seguidas.
Para implementar técnicas gerenciais que tornam as operações mais eficientes, é necessário avaliar, em primeiro lugar, qual o posicionamento atual da empresa - e, de preferência, encomendar essa avaliação de fora da corporação para que o rigor e a imparcialidade sejam preservados. Após obter um retrato fiel dos processos em andamento e mapear o modo como os vários stakeholders se relacionam, provavelmente será necessário aprimorar a estratégia da companhia de modo a direcioná-la ao preenchimento das lacunas constatadas.
Saber se a organização que você dirige é um Jaguar ou um Jipe é essencial para escolher o caminho que lhe proporcionará mais vantagens competitivas. Importar processos da matriz ou seguir exemplos supostamente bensucedidos no mercado nem sempre atendem à demanda da sua empresa e podem, ao contrário, gerar ainda mais entraves. Costumo dizer que metade da batalha está ganha se for escolhido um modelo de processo que consiga se moldar perfeitamente às peculiaridades do cliente. E de acordo com a abrangência das melhorias que se pretende promover na empresa, investir nos canais de comunicação interna pode ser vital, uma vez que os profissionais precisam estar envolvidos no processo e não apenas submetidos a ele.
Justamente porque a eficiência operacional não é o objetivo estratégico da empresa e sim o meio pelo qual este será alcançado, ela requer monitoramento constante. Acompanhar os processos de perto é a forma mais eficiente de mitigar riscos e garantir agilidade na resolução dos problemas. Com periodicidade pré-definida é importante checar se as prioridades estabelecidas ainda são válidas ou se é necessário reavaliar as metas, para melhor adequá-las às mudanças de cenário.
Ao analisar os resultados obtidos com a implementação desse tipo de projeto muitas empresas recorrem exclusivamente à equação "investimento x ROI" e nem sempre ela é a mais precisa. No momento imediatamente posterior à implantação de um projeto de eficiência operacional, é essencial considerar os soft benefits, benefícios que não podem ser traduzidos diretamente em aumento do faturamento, mas que por automatizarem processos ou aumentarem a satisfação dos clientes podem gerar resultados de negócio no médio prazo.
Manter positiva a balança comercial corporativa (alta produtividade com baixo custo) é uma jornada sem fim. Muitas empresas não dão o primeiro passo, pois não conseguem enxergar o final da estrada, mas se a jornada rumo à melhoria de processos é planejada com critério, o custo inicial e o investimento na capacitação dos profissionais serão seguramente recompensados. A persistência é o caminho para se atingir tudo aquilo que vale a pena. Como os indianos costumam dizer: "é preciso trabalhar para reduzir o trabalho".
*Ailtom Nascimento é vice-presidente comercial da Tata Consultancy Services do Brasil.
23/02/10
Reestruturando mercado corporativo: o perfil das novas empresas
*Por Clovis Bergamo Filho
Uma transformação drástica atingiu o mundo corporativo se desvinculando do processo de gestão base e se adaptando a metodologias claras e efetivas. Com isso, cada vez mais as empresas estão alocadas em projetos de gerenciamento e esta mudança ocorre após verificarem que devem trabalhar muito bem focadas no cliente e no profissional para evitar desperdícios de verba e tempo.
O mundo empresarial vinha sendo tratado de uma forma muito fragmentada e setorial e, desse modo, os profissionais encontram dificuldades em obter referências para análises. Quando a empresa é analisada a partir da visão dos processos, fica claro que as corporações são compostas de diversos procedimentos comuns que independem do seu segmento de atuação, e que após introduzirem uma metodologia sistêmica para o gerenciamento, possibilitam que todos tenham a mesma visão da realidade.
Já a análise da organização dos profissionais, um dos fatores preponderantes é o nível hierárquico das funções, as quais antigamente eram devidamente denominadas, por exemplo, como corporações que tinham profissionais (denominados empregados) responsáveis por tarefas. Posteriormente, houve uma evolução para empresas LTDA com profissionais (funcionários) responsáveis por funções. Num próximo estágio vieram as empresas S.A com profissionais (colaboradores) responsáveis por funções e compartilhamento de conhecimento.
Isso mostra que estamos num estágio de modelo totalmente novo, onde uma corporação pode ser formada por colaboradores que disseminam conhecimento e geram benefícios à empresa. É o caso das redes sociais, que se destacaram pela franca evolução e expansão exercendo um papel fundamental na comunicação mundial, proporcionando autonomia e dinamismo nunca antes visto no cenário de negócios.
Através da colaboração de 100% dos profissionais, os mesmos podem usufruir dos benefícios gerados pela rede social gerida. Temos que ter em mente que a empresa é um organismo vivo sempre em mutação, e toda estratégia segue nessa linha de conhecimento em que o importante é poder relacionar e instruir, agregando valores aos envolvidos.
O novo profissional tem que ter uma visão integrada, pois muitas vezes o resultado só aparece quando o trabalho é focado na cadeia de valor. Trata-se de uma exigência alta, já que a grande maioria está imersa em um contexto departamental que, muitas vezes, impede uma visão integrada e abrangente da cadeia de valor estendida.
Com este novo modelo, é possível trocar experiências e ter uma visão integrada do plano estratégico de uma empresa, se aprofundar em determinados setores garantindo assim conhecimento necessário para a implementação de processos operacionais que possam ser cumpridos com eficácia, dentro dos prazos estabelecidos e com custos dentro do planejado.
As redes sociais atuam em benefício do mercado e os colaboradores, cada vez mais, utilizam conceitos de outros segmentos, pois apesar de atuarem em ramos diferentes, os processos operacionais são semelhantes. Os novos profissionais estão interessados em compartilhar experiências, discutir, fomentar conhecimento e buscar novas oportunidades de trabalho.
*Clovis Bergamo Filho, GB, e diretor executivo do portal de conhecimento e network na área de gestão, Six Sigma Brasil. www.leansixsigma.com.br
23/02/10
Elas frente à administração financeira
*Por Dora Ramos
Elas vieram para ficar. O mundo financeiro está cercado de todos os lados pelas mulheres. Em casa, na empresa, nas lojas, em todos os ambientes as mulheres mostram que se dão bem com dinheiro - e muito. O curioso é que muitas se destacam no gerenciamento das contas da casa ou de uma organização, mas, em contrapartida, quando o assunto é finança pessoal ou investimentos, a mulher ainda exibe suas fragilidades.
Uma pesquisa realizada com 2.096 mulheres no segundo semestre de 2009, pela Sophia Mind, empresa de inteligência de mercado e pesquisa do grupo Bolsa de Mulher, revelou algumas das principais características femininas na gestão financeira.
Segundo o estudo, 77% das mulheres decidem sozinhas pelas compras domésticas. Assim, elas costumam organizar a vida financeira com expectativas de relações duradouras, como se o parceiro fosse estar ao seu lado para sempre. Quanto à divisão dessas contas, apenas 39% delas dizem ajudar o parceiro nas despesas de casa, questão que cabe ao casal decidir. Se em casa a administração é responsabilidade da confiança feminina, na vida pessoal o cenário é diferente. Em relação a aplicações, 46% afirmaram que investem com frequência parte de sua renda, mas evitam passar por grandes apostas e demonstram maior aversão em correr riscos, comparado ao sexo masculino.
Além do cuidado no investimento, as mulheres tendem a não poupar. Ao longo de um ano, 54% afirmam investir nada ou bem pouco de sua renda e 43% das entrevistadas, entre 41 e 50 anos, disseram que ainda estão avaliando como se preparar para a aposentadoria.
Estes dados revelam o mau planejamento feminino em questões administrativas pessoais. É comum a mulher acabar esquecendo que é um ser independente e que precisa se organizar para tomar as rédeas de sua vida financeira, mesmo que tenha ao seu lado um parceiro que se dedique mais a este assunto. O plano comum é um casamento duradouro, mas nem sempre isto é uma realidade. É fundamental que a mulher faça uma idealização de suas contas pessoais, para que não tenha problemas futuros. Programar a sua aposentadoria, por exemplo, é a base para a tranquilidade financeira na terceira idade. Nessa hora, o contador pode ser uma pessoa essencial para te orientar sobre qual a melhor forma de se aposentar sem que você tenha surpresas desagradáveis. É necessário também, que a mulher ajude seu parceiro na hora de administrar as dívidas do lar, pois o casamento pode ser considerado como a união de dois orçamentos e de talentos, ou seja, se duas pessoas organizadas que tem um planejamento econômico e conseguem aplicá-lo, melhorarão em muitos aspectos as suas finanças e no caso de um dos dois ou ambos serem empresários, o casamento não terá um efeito negativo para a empresa.
Outra dica é elaborar um plano de negócio ou uma tabela, na qual são somados todos os gastos pessoais (prestações, contas a pagar, cartões de crédito, gasolina, lazer e alimentação, por exemplo), e assim se planejar com o salário que receberá no mês. Procure não gastar mais do que ganha e nem deixar suas dívidas acumularem. Se isto acontecer, controle as datas de vencimentos e os juros para que assim entre novamente no verde. Com as contas em dia fica mais fácil economizar para o futuro.
Ter um orçamento organizado e um controle financeiro são os pontos de partida, para a mulher e para o homem que deseja investir em algo lucrativo ou apenas equilibrar suas contas pessoais para não ficar no vermelho hoje e amanhã.
*Dora Ramos atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos. É fundadora e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial. Para mais informações, acesse www.fharos.com.br.
22/02/10
Benefício ou Sanção?
*Por Gustavo Vita Pedrosa
Criado, ao menos no papel, para fomentar medidas de redução de acidentes do trabalho, o Fator Acidentário de Prevenção (FAP) resultou, na verdade, em um aumento na carga tributária incidente sobre as contribuições previdenciárias das empresas. No discurso, o FAP foi anunciado como "benefício fiscal" para atividades que diminuíram a quantidade de acidentes de trabalho e previa punição às que descuidaram da prevenção. Na prática, no entanto, o "incentivo" virou "castigo" para muitas empresas que, a despeito de terem implantado políticas eficazes de prevenção, sofreram aumento da carga tributária.
A intenção era reduzir o risco de acidentes mediante o aumento da contribuição previdenciária destinada à aposentadoria especial e aos demais benefícios concedidos em virtude do grau de incidência de acidentes por conta do risco ambiental do trabalho (o RAT), calculado mediante a aplicação da alíquota de 1%, 2% ou 3% sobre o total das remunerações pagas ou creditadas aos segurados (empregados e avulsos) em razão do risco, leve, médio ou grave, de acordo com a atividade laborativa preponderante da pessoa jurídica.
A legislação que criou e regulamentou o Fator Acidentário de Prevenção atribuiu ao Fisco o poder de reduzir ou majorar a alíquota do RAT e implementou um mecanismo de cálculo do FAP que peca pela falta de transparência. Além de prever um multiplicador variável de 0,5 a 2 sobre as alíquotas do RAT, o método considera os índices de frequência, gravidade e custo apurados com base nos registros de Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT), além de dados do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) e iguala todas as pessoas jurídicas integrantes da mesma subclasse da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).
Assim, em vez de bonificar as empresas com menores índices de acidentalidade e que investiram em segurança e saúde do trabalho, o inusitado e complexo cálculo do FAP acabou por "generalizar e equiparar" todas as sociedades empresariais que integram a mesma subclasse do CNAE. Uma empresa que jamais teve afastamento de funcionários é prejudicada por causa de outra, componente de sua respectiva subclasse do CNAE, que teve casos de funcionários afastados. Segundo estudo da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), pelo menos 60% das empresas que pagam o RAT não têm casos de acidentes ou doenças ocupacionais e no mínimo 85% não gerou nenhum custo à Previdência.
Também é de se lamentar que a metodologia de cálculo do FAP englobe os acidentes de trajeto, aqueles ocorridos no percurso do trabalhador à empresa, e os decorrentes de negligência, imprudência ou imperícia por parte do empregado. Igualmente curioso é o fato de as empresas optantes pelo Simples estarem livres da aplicação do indexador FAP à alíquota do RAT, o que representa notória violação ao primado da isonomia.
Somados, estes equívocos vêm alimentando argumentações legais de inconstitucionalidade, algumas das quais já obtiveram decisões favoráveis em pedidos de liminares contra o recolhimento a maior. Como vemos, caberá ao Poder Judiciário - mais uma vez - conter o evidente intuito arrecadatório do Governo.
*Gustavo Vita Pedrosa é advogado da De Biasi Consultoria Tributária
22/02/10
Rede Assai chega em Caruaru
O Grupo Pão de Açúcar inaugurou em Caruaru, a 140km de Recife (PE), a primeira unidade da rede Assaí no Estado - a 42ª Assaí no país.
Com investimentos de R$ 8 milhões, a loja tem 2.700 m² de área de vendas, 19 caixas e 98 vagas de estacionamento. A implantação da unidade demandou uma série de estudos que consideraram a economia local, fortemente impactada pelo setor de comércio e serviço alimentar.
Com foco nos transformadores - pequenos comerciantes que buscam compras de produtos de qualidade em grandes volumes para garantir a rentabilidade do seu negócio -, a nova loja Assaí também oferece diferenciais para o consumidor doméstico que busca economia e qualidade das mercadorias nas compras em maior quantidade.
A inauguração do Assaí Caruaru contribui com o fomento à economia, a geração de empregos e deve aumentar a arrecadação municipal. Com o objetivo de oferecer a melhor experiência para seus consumidores, a empresa investiu na contratação e treinamento dos seus colaboradores, que passaram dois meses nas lojas Assaí do Ceará para conhecer o padrão operacional e os diferenciais do formato de atacarejo. São cerca de 370 postos de trabalho, diretos e indiretos, gerados pela unidade Assaí.
22/02/10
Em busca da fidelização de clientes mais ações e menos palavras
*Por Orlando F. Ribeiro
O termo fidelização mais parece um termo da moda, proferido por muitos profissionais em todos os segmentos da economia do que fundamentalmente uma base sólida para suas ações junto ao público consumidor, sejam eles de produtos ou serviços.
Algumas organizações até utilizam este termo apresentando-os em suas declarações de valores junto ao público.
Porém, acredito sinceramente que VALOR,seja como verbo, pois significa muito mais do que direção, significa AÇÃO. Isto mesmo, ação, pois somente assim demonstrado é que é percebido pelos clientes.
Assim como valor precisar ser demonstrado através de ações permanentes e consistentes, a fidelização também tem o mesmo dever.
Mas antes de mais nada vamos lembrar que FIDELIZAÇÃO é um termo derivativo de fiel que, segundo os dicionários, significa: leal, constante, verídico, seguro, exato. Assim, fidelidade é a resultante dos sentimentos de lealdade, verdade, segurança e exatidão, que demonstramos junto àqueles dos quais buscamos fidelização. Perceba que há no termo fidelização uma declaração de absoluta reciprocidade, sem a qual não há sustentação à fidelidade. Isto mesmo, reciprocidade. Precisamos demonstrar para obtê-la. Isto não acontece apenas através de palavras, mas única e exclusivamente através de verbos ou AÇÕES.
Então, pretender a FIDELIZAÇÃO tão desejada e pretendida é preciso que se olhe à venda ou a prestação de serviços com elevados graus de satisfação e bem estar dos clientes. Isto será conseguido através da constância, da exatidão de nossas atuações, que sem dúvidas conferirão aos clientes as tão desejadas segurança e satisfação nos produtos adquiridos ou serviços contratados.
Esteja certo que todos nós indistintamente, seja qual for o motivo que tenhamos para a aquisição de um produto ou serviço, sempre estará presente ainda que ocultamente ou disfarçadamente a necessidade de segurança, pois pretendemos poder acreditar em quem confiamos nosso dinheiro para tais aquisições. Precisamos estar seguros de que estão nos dizendo a verdade, de estão sendo leais a nós (fazendo conosco aquilo que gostariam que fizessem com eles), de que estamos adquirindo exatamente aquilo que precisamos, nem mais nem menos.
Convoco você a lembrar das promessas e juras que os casais fazem em suas cerimônias de casamento: “Juro ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, na juventude e na velhice, por todos os dias da minha vida”. Estas são verdadeiras declarações de fidelidade. São verbos que precisam de AÇÃO para serem cumpridos. Mas tirando os aspectos líricos dessas declarações nem sempre cumpridos, as mesmas definem exatamente tudo aquilo que precisamos praticar junto aos nossos verdadeiros patrões - os CLIENTES.
*Orlando F. Ribeio é formado em Pedagogia pelo Instituto de Ciências Humanas e Sociais do Instituto Isabel, desenvolveu Programas de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal em empresas nacionais e multinacionais de grande porte. Atuou em Treinamento e Desenvolvimento Gerencial, como palestrante e instrutor.
12/02/10
Regras básicas de comunicação profissional por e-mail
*Por Ricardo Dorés
Este artigo oferece algumas regras que o ajudarão na redação de e-mails profissionais de forma eficaz, fazendo com que seus objetivos profissionais de comunicação, como por exemplo, a solicitação de uma reunião, alterações de prazos de projetos, etc, sejam atingidos com maior facilidade.
Todos nós, com certeza, já recebemos, de um colega de trabalho, e-mails incompreensíveis ou de difícil leitura onde, ao final do texto, ficamos imaginando o que a pessoa realmente queria comunicar.
A cada dia que passa, recebemos cada vez mais mensagens eletrônicas. Consciente ou inconscientemente, ao abrir nossas caixas postais, fazemos, geralmente, uma varredura na linha de assunto, a fim de decidir quais mensagens iremos abrir, a prioridade das mesmas e aquelas que, simplesmente, serão excluídas. Lembre-se que a sua mensagem não é a única na caixa de entrada do destinatário e o campo Assunto do e-mail poderá decidir a prioridade em que a sua mensagem será lida, ou até mesmo, se será lida. Portanto, defina o que você deseja comunicar em pouquíssimas palavras e, então, adicione à sua mensagem. Jamais deixe o campo de assunto em branco, pois o destinatário poderá deixar de abrí-la por não saber do que se trata. Redija o campo Assunto, com um título informativo, que em pouquíssimas palavras realmente expresse a essência da sua mensagem. Veja alguns exemplos interessantes:
Assunto: “Follow up sobre quarta-feira”. Geralmente este tipo de assunto não leva a lugar algum, pois nosso destinatário, provavelmente deve ter falado com mais uma série de pessoas, além de nós, desde nosso último contato. Que tal algo como, por exemplo, “Confirmado para quarta-feira, será que precisaremos de uma sala maior?”, ao ler o campo assunto o seu receptor irá pensar sobre o tamanho da sala que precisarão utilizar para a próxima reunião e abrirá a mensagem para verificar todo o conteúdo.
Mantenha a mensagem focada no assunto, pois, muitas vezes o destinatário ao ler parcialmente a mensagem já a responde sem ler o e-mail integralmente. Seguindo este princípio, seja breve, sem perder o conteúdo do que queira comunicar. Caso seja imprescindível colocar outro assunto na mesma mensagem, que não são diretamente relacionados, adicione uma linha introdutória breve sobre todos os pontos que são tratados na mensagem, sinalizando e garantindo uma melhor compreensão do que existe na mensagem enviada. Se todos os pontos são suficientemente importantes, divida-os em mensagens separadas, para que o destinatário possa tomar conhecimento do assunto específico, responder enviando determinados arquivos, ou, ainda, confirmar uma reunião sobre cada assunto individualmente.
Utilize um padrão visual e ortográfico adequado para seus e-mails profissionais. Nada pior do que receber uma mensagem contendo um fundo que dificulte sua leitura, ou ainda, com cavalinhos coloridos “correndo” na mensagem. O fundo que mais facilita a leitura é o fundo branco, no entanto, várias empresas costumam utilizar os logotipos que, a meu ver, não tem problema algum, desde que sejam de tamanho adequado e que não façam a mensagem virar um outdoor. Nada de mensagens utilizando :-), :-(, [ ]s ou outras coisas do tipo, porque as pessoas não são obrigadas a conhecer os seus significados, como também não são apropriadas comercialmente falando. Evite caracteres rebuscados ou fantasiosos, que fazem sua mensagem parecer uma pintura rupestre ou uma obra de arte de aparência, no mínimo, questionável.
Utilize recursos como negritar ou sublinhar palavras ou frases em pontos que você, realmente, tenha necessidade de destacar. Outro ponto a ser comentado é o uso de frases inteiras em letras maiúsculas, independentemente, da intenção de uso, dá a sensação de que você está gritando.
Dentro do possível, evite os anexos e, principalmente, os que possuam um tamanho considerável. Utilize somente o que for necessário para ilustrar a sua mensagem e, dê preferência, ao que você possa colocar no “corpo” da mensagem a qual irá utilizar. Lembrando que, geralmente, e-mails extensos não são lidos até o final. Veja o exemplo abaixo:
Para: Todos Comercial
De: Paulo
Assunto: Livro que todos deveriam ler
Olá pessoal,
Anexei um arquivo PDF que acredito muito útil. Esta é a segunda vez que envio o documento, pois a versão que mandei ontem tem um erro de digitação na página 27, e desta forma a envio novamente. Digam-me o que acharam!
Anexos:
• Comunicação e suas vantagens (36 MB)
Provavelmente, quantos não apagariam a mensagem acima exemplificada sem olhar o anexo?
Que tal algo como:
Para: Rodrigo Nunes
De: Paulo
Assunto: Ótimo tema para desenvolvimento profissional da área comercial
Olá Rodrigo,
Deparei-me com um excelente livro sobre Comunicação Empresarial que tem muitas dicas sobre a racionalização das comunicações profissionais. Alguém já se ofereceu para apresentar no seminário, no próximo mês? Gostaria de saber se podemos fazer uma pequena apresentação de 30 minutos sobre o uso do e-mail de forma eficaz. Qual a melhor forma de enviar-lhe um arquivo de 36 MB?
Este meio de comunicação funciona melhor quando você utiliza textos relevantes no próprio corpo da mensagem.
Identifique-se claramente, principalmente, num primeiro contato. Inclua sempre seu nome, cargo e quaisquer outros elementos de identificação que lhe pareçam essenciais. Cabe, aqui, ressaltar a importância de uma assinatura padronizada, contendo os dados necessários, tais como, sua página na internet, telefone, etc.
Se você já teve a oportunidade de um contato presencial, mas, não tem certeza que a pessoa lembra-se de você, não se acanhe em utilizar uma frase como: “gostaria de continuar a falar sobre a importância da comunicação, tema que tratamos rapidamente em nossa conversa no elevador”.
Seja sempre educado e cordial, pois, se, por alguma razão, estiver de “cabeça quente” escreva sua mensagem, salve-a no rascunho e não a envie imediatamente. Levante, vá tomar um café espaireça seus ânimos. Releia a mensagem após ter descansado as ideias.
Antes de enviar a mensagem reserve tempo suficiente para revisar o texto, mesmo que vá fazer uso do corretor ortográfico, pois, este recurso ajudará, mas, não é perfeito.
Jamais escreva alguma coisa que você não gostaria de ver publicado sobre a sua pessoa, ou sobre a empresa que você trabalha, pois e-mails podem ser utilizados como documentos em algumas situações. Além disso, este meio de comunicação não é totalmente seguro e sempre existem, por menor que seja, uma possibilidade de sua mensagem ser interceptada por pessoas que não estejam ligadas àquela correspondência.
Distingua situações formais das informais. Quando escrever para um amigo ou um colega de trabalho próximo, você poderá até não utilizar a formalidade, entretanto, lembre-se que, em alguns casos, as pessoas esperam de você uma resposta formal, pois, você está tratando de negócios, desta maneira, utilize sempre o bom senso. Algo que frequentemente acontece em situações informais é utilizar pontuação não usual e, às vezes, algumas “gafes” de português. Nada justifica este tipo de erro.
Saiba utilizar o recurso “Responder a Todos”. Já presenciei algumas “guerras” pelo fato deste recurso ser utilizado indevidamente.
O e-mail, geralmente, chegará rápido ao seu destinatário. Lembro-me de um colega de trabalho que me pediu algumas informações por e-mail, e, após 3 ou 4 minutos seguintes, enviou um outro e-mail, avisando-me que já havia resolvido o problema por conta própria. Ao verificar minha caixa de entrada passei a providenciar o solicitado, pesquisando sobre o assunto e lhe respondi na sequência sem ter observado a mensagem posterior na qual ele me avisava que havia solucionado a questão. Neste caso, como em vários outros, nada como o bom e velho telefone para agilizar o processo de comunicação.
Os prazos de respostas para e-mails deverão ser de até 24 horas, respeitando o calendário de dias úteis. Não se esqueça do fuso horário ao enviar e receber mensagens fora do território nacional e coloque-se no horário do seu interlocutor.
Ao receber um e-mail pertinente, não deixe de dar uma resposta até o prazo acima descrito, caso lhe seja solicitado. Se por ventura a resposta demandar de uma pesquisa ou trabalho mais minucioso, é recomendável que isto seja informado conforme o exemplo a seguir: “necessito de um prazo X para lhe enviar o solicitado”.
Concluindo, existem muitas situações onde o bom contato face to face e até o telefônico são mais efetivos que um e-mail.
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
12/02/10
Qual a Melhor Franquia para Investir?
*Por Patrícia Barreto Gavronski
Há mais de 12 anos prestando assessoria na área de franchising, diariamente meus clientes ainda me fazem a seguinte pergunta: qual a melhor franquia disponível no mercado? Essa é uma resposta que só posso dar com a devida segurança, avaliando cuidadosamente o momento do mercado e principalmente o meu interlocutor, pois a melhor franquia para as necessidades de um investidor pode não ser a franquia mais adequada para outro.
Mas, afinal, quais são as chances reais que um futuro franqueado tem em acertar na escolha de uma rede de franquias, em detrimento de outras dezenas que o mercado oferece?
Falando francamente, não existe uma regra capaz de anular totalmente os riscos que todo novo investimento trás consigo. Mas, com certeza, se a escolha for orientada por pesquisa e uma análise com conhecimento técnico e sensibilidade, esses riscos diminuem consideravelmente.
Sempre que minha empresa é contratada para realizar esse trabalho, além de analisarmos redes franqueadoras sob aspectos legais, financeiros e operacionais, focamos em primeiro lugar as necessidades e o perfil do investidor. O objetivo dessa análise de mercado é oferecer, além de uma rede sólida, um negócio que atenda o futuro franqueado nos quesitos satisfação pessoal, profissional e retorno financeiro adequado.
Para o investidor que pretende se tornar um franqueado, destaco a seguir, algumas dicas fundamentais que deverão ser levantadas ao iniciar o processo de escolha de uma franquia:
- O interessado possui o perfil ideal para ser realmente um franqueado de sucesso? Nesse aspecto, é fundamental avaliar sua capacidade para empreender e seguir regras.
- Quais os segmentos com os quais o futuro franqueado se identifica? É preciso avaliar em que áreas ele se sentirá orgulhoso e terá prazer em se associar a um negócio.
- Qual o capital disponível para a franquia? É fundamental avaliar a disponibilidade financeira não só para o investimento inicial, mas reservar um valor para o capital de giro e para imprevistos que possam acontecer.
- Quais as marcas que estão em ascendência e possuem potencial para um crescimento de mercado sólido no país? Esta é uma análise que, para ser realizada, são fundamentais a sensibilidade e a vivência no segmento de franchising.
- Definir com quantos e quais franqueados da rede analisada é necessário conversar. Que tipo de abordagem deverá ser feita? Essa é uma pesquisa essencial durante o processo de escolha de uma franquia.
- A empresa possui a COF (Circular de Oferta de Franquia) e toda a documentação exigida por lei? E como deve ser feita a análise desse documento? A franqueadora possui pendências judiciais? Esse processo exige conhecimento jurídico especializado em franchising e empresarial do setor.
- Qual o resultado da análise dos demonstrativos de resultados e balanços apresentados pela empresa? Essa é também uma análise técnica que precisa ser feita.
Após obter subsídios suficientes para responder com tranquilidade a todas as questões acima, o futuro franqueado estará a um passo de se tornar um empreendedor de sucesso.
Minha expertise no conteúdo franchising confirma a importância desta análise aprofundada, que dará ao investidor uma correta dimensão sobre onde seu capital será investido, com toda a sustentabilidade necessária para não deixar o sonho se transformar em frustração.
Na maioria dos casos, os futuros franqueados não dispõem de qualificação técnica e vivência empresarial e jurídica suficientes para realizar essa análise. Caso isso ocorra, a sugestão mais adequada é buscar orientação profissional especializada a fim de garantir o tão esperado retorno do capital, do esforço despendido e, principalmente, da concretização de um projeto vitorioso.
Vale lembrar ainda que não existe a melhor franquia para se investir e sim a franquia mais adequada para cada objetivo pessoal, profissional e ... para o bolso do investidor. O mercado de franchising vem crescendo a cada ano e oferecendo oportunidades para os investidores crescerem com ele. Basta realizar a escolha de forma consciente e seguir orientações de profissionais especializados nesse mercado.
*Patrícia Barreto Gavronski é empresária, sócia do Grupo Machado, especializada em consultoria em novos negócios e franchising, planejamento jurídico e tributário. (patriciabarreto@machadoadvogados.adv.br)
10/02/10
Faça apresentações de vendas vencedoras e conquiste seus objetivos
*Por Ricardo Dorés
Já parou para pensar naquele grande futuro cliente que demorou meses para te atender? Você telefonou, insistiu, enviou e-mails e ele finalmente lhe deu uma chance de escutá-lo após meses. E agora? Trata-se de um importante prospect e se você errar provavelmente não terá uma segunda chance por um bom tempo. Sai da vala comum da maioria dos profissionais de vendas e comunique-se, crie interação e gere interesse no seu ouvinte. Existem algumas regras para isso:
Prepare: não deixe para a última hora o preparo da sua apresentação. Uma das grandes armadilhas, onde vários profissionais de vendas caem, se explica pela famosa frase “deixa comigo que na hora eu arrebento”, ou seja, a confiança em excesso pode levar alguns à lugar nenhum. Colete as informações necessárias do que você irá precisar e treine aquilo que você irá transmitir. Lembre-se que, quanto mais informações você tiver e utilizá-las no momento certo, mais fácil será a sua interação com o cliente. A maioria dos profissionais de vendas, hoje, utiliza material de apoio visual, seja ele uma apresentação em power point, um broad side ou outros. Certifique-se que o seu material promocional está em ordem, no caso de um notebook, se o arquivo que irá utilizar está correto, a bateria do equipamento está totalmente carregada. No caso do uso de material promocional físico (broad side, lâminas, etc) e amostras, estejam em ordem e em quantidade suficiente para a apresentação. É desastroso chegar numa reunião e o material de apoio não estar em ordem.
Planeje: verifique quais são os principais objetivos daquela reunião, além de apresentar você, sua empresa, seus produtos e/ou serviços. Pode parecer óbvio que o seu objetivo seja vender, mas do que falamos aqui é de uma sequência lógica previamente criada, para destacar os pontos principais necessários e assim chegar naquilo que você pretende. Não se esqueça de solicitar ao cliente o tempo que você precisa para esta apresentação, adéque a sua apresentação ao tempo permitido, seja pontual e se necessário só estenda a reunião com o consentimento do cliente.
Revele: pense na venda como um processo com várias etapas, onde a técnica da revelação é aplicada para criar um clima de expectativa saudável, apresente o material de acordo com a evolução do trabalho, de forma inteligente para reter a atenção dos presentes e assim chegar a um final adequado. Utilize informações plausíveis que vão ao encontro das necessidades do cliente, sejam eles laudos técnicos, demonstrações, comparativos estatísticos e outros, para ilustrar o que é apresentado, sempre adequando a linguagem à sua audiência.
Controle: sua postura, vocabulário e gestos, devem ser controlados e pensados. Imagine uma apresentação, cheia de “nés” no lugar de vírgulas, ou mãos no bolso durante toda a reunião. O domínio deste processo está ligado ao quanto você conhece sobre o que está falando e assim diminuindo a ansiedade natural numa situação desta, como também no treinamento constante desta atividade, procurando diagnosticar e erradicar maneirismos existentes. Quanto maior a interação com o(s) participante(s) neste processo “medindo o pulso” constantemente dos prospectes, mais chances de corrigir pequenos desvios de rota você terá, deixando o trabalho mais produtivo. Esta boa interação gera uma série de perguntas ou questionamentos que são naturais e salutares neste processo, procure respondê-las imediatamente, verificando de tempos em tempos se não existem outras dúvidas.
Feche: esta é uma evolução natural do processo. Se a apresentação é preliminar, exponha os próximos passos e que fará um follow-up, se o cliente emitir sinais claros de interesse, passe para o fechamento.
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
09/02/10
Ser Líder ou não Ser
*Por Ricardo Dorés
“Quem quiser ser líder deve ser primeiro servidor. Se você quiser liderar, deve servir”. (Jesus Cristo)
Existem pessoas que se tornam líderes com o tempo, por meio de treinamentos e vivência nas situações diárias que enfrentam e solucionam, outras, já nascem com instinto de liderança, que começa a fluir desde a infância, nas brincadeiras de rua ou nas turmas de colégio.
É preciso ter em mente que liderar não é gerenciar. Lideram-se pessoas e gerenciam-se coisas. Para ser um bom líder é preciso dar para receber, ouvir para ser ouvido, tratar a sua equipe como você gostaria de ser tratado, pois desta forma haverá harmonia no ambiente de trabalho, além de um melhor desempenho de seus colaboradores.
O verdadeiro líder é facilmente reconhecido pela forma como conduz sua equipe, exercendo influência pessoal, motivando-a a ser forte, fazendo-a trabalhar em um objetivo comum, de boa vontade e de bom grado.
Uma característica fundamental de um líder é saber equilibrar o uso do poder e da autoridade, lembrando sempre do lado humano e do bom relacionamento com sua equipe, identificando suas exigências físicas ou psicológicas. O líder não pode se considerar um ser superior perante os seus colaboradores, deve sim, integrar-se à sua equipe tornando-a una, sem divisão de poder.
Não deve fazer uso de seu posto ou cargo para liderar, pois será tido como um líder ditatorial, fazendo uso do poder que possui, causando temor às pessoas, por meio de ameaças e coação. Este líder não sobreviverá com o passar do tempo. Sua equipe o obedecerá por temer a perda de emprego e não por estar feliz e motivada a fazer o que ele ordena, gerando uma insatisfação constante no ambiente de trabalho, o qual deve ser um ambiente seguro, onde as pessoas possam cometer erros sem o medo de receber advertências de forma grosseira. Para conseguir disciplina no ambiente de trabalho, deve existir orientação e treinamento, não punição.
Outrossim, o líder também não pode ser paternalista, ou seja, aquele que faz tudo sozinho, por ser muito afável e não se impor perante sua equipe, distribuindo uniformemente as atividades para atingir os objetivos da empresa, trabalhando junto com ela. Deve ser ponderado, manter um equilíbrio hierárquico e ser democrático.
Um líder deve conduzir sua equipe, com palavras e ações, inspirando segurança, por possuir uma visão mais abrangente, orientando-a para o caminho certo a ser seguido, que ele conhece bem e melhor, além de identificar as suas necessidades e satisfazê-las, por meio do diálogo, amizade e compreensão e ter uma consciência crítica bem desenvolvida. Deve incentivar e dar condições para o desenvolvimento da equipe, planejando e organizando ações para ajudar a sua formação e, desta forma, remover as barreiras existentes, criando pontes para que possam servir aos clientes e atingir seus objetivos. É preciso agir para obter bons resultados.
O que o líder dá aos liderados, normalmente, é o que ele recebe em troca, mantendo, assim, sua equipe como sua aliada e, principalmente, trabalhando efetivamente como equipe, aumentando a auto-estima das pessoas, fazendo-as sentirem-se satisfeitas consigo. Não atua isoladamente, e não procura destacar-se, os resultados é que se destacam. Conduz e estimula formando um time unido, que joga em conjunto, forma uma equipe unida, usando o poder de persuasão e influência sobre as pessoas sem precisar apelar para o uso do poder ditatorial e recebe mútua colaboração, onde todos produzem o seu melhor.
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
04/02/10
Nova edição da Revista HG Casa em circulação
Entre outros assuntos, a 49ª edição celebra os 20 anos da Gift Fair
A 49ª edição da Revista HG Casa, profissional e dirigida ao setor de artigos para casa e decoração, já está em circulação, trazendo as últimas novidades e tendências do setor, em uma publicação da Grafite Editorial.
Além de apresentar reportagens sobre novidades dos segmentos, que atualizam em situam o lojista no mercado do qual faz parte, a primeira edição do ano da HG Casa traz uma reportagem especial sobre os 20 anos da feira de artigos para casa Gift Fair, com depoimentos de expositores e entrevistas com o presidente da Laço, Mauro Jordão, e o presidente da Grafite, Tarso Jordão, empresários que promovem as duas edições anuais do evento, Gift Fair, em março, e House & Gift Fair, em agosto, respectivamente.
Entre as matérias desta edição, destaque para cases de sucesso das empresas Art Des Caves, Toalhas Dianelli, Startec e MCD, informações das feiras internacionais Maison Object (França), Macef (Itália) e Ambiente (Alemanha) na seção Giro pelo Mundo, inscrições e novidades da edição de 2010 dos prêmios House & Gift de Design e Global Innovator Award (gia), produtos da linha bar tratados na seção Oportunidade de Mercado, entre vários outros.
Peça já o seu exemplar e fique por dentro de todas as novidades do mercado de artigos para casa e decoração. Acesse www.grafitefeiras.com.br e confira a versão online da publicação ou entre em contato pelo telefone (11) 2105-7000.
04/02/10
O Combustível Corporativo
*Por Ricardo Dorés
Quanto vale uma Lamborguini em sua garagem, sem que você possa por algum motivo colocar combustível?
Vale muito pouco, pois você não pode utilizá-la! A resposta parece evidente, mas fazendo-se uma analogia com o carro, o desperdício de colaboradores com potencial inexplorado, em seu local de trabalho, é o mesmo, ou seja, não tem como ser aproveitado.
Contratar uma equipe e dar as melhores ferramentas de trabalho sem capacitação e motivação, vale muito pouco, pois se elas não souberem o que fazer com esses recursos e não forem incentivados, é como não terem o combustível necessário para sair do lugar.
O combustível que falta é a motivação, sem se esquecer da capacitação. Para modificar essa situação, os líderes devem fomentar a motivação e o desenvolvimento no local de trabalho, ou, se assim não o fizerem, irão certamente assistir as mudanças e evoluções de seus concorrentes, sem que sua equipe saia do lugar por estar com o tanque vazio.
Alguns líderes procuram encontrar entusiasmo e determinação nos membros de sua equipe e quando isso não acontece, o que fazem, é simplesmente, criticar toda a equipe. Se esquecem da principal ferramenta que deve ser utilizada no ambiente corporativo. É a motivação e o fomento do desenvolvimento dado por eles, e acabam deixando estas diretrizes de lado por puro comodismo.
Alguns diretores e gerentes, para conservar seus empregos, gastam todo o seu tempo, tentando manter seus subordinados interessados no que fazem, quando, se motivassem e desenvolvessem a equipe, teriam muito mais reconhecimento e a probabilidade de falta de resultados seria quase remota. Os líderes têm que considerar que o estímulo e desempenho, assim como a motivação, são ferramentas que não podem faltar e devem ser usadas como parte de suas atividades.
Muitas vezes, o simples fato do líder estar presente, visível e disponível para uma interação com seus colaboradores, já os encoraja a dar o seu melhor no que fazem. Isto pode parecer não ser muita coisa num ambiente de trabalho, mas pode se tornar o grande diferencial de um líder que, por vezes, torna-se neutro e omisso no seu ambiente de trabalho.
Diretores e gerentes precisam entender que seu papel nas operações diárias de sua empresa tem um impacto dramático com seus colaboradores. Muitos líderes são melhores sucedidos somente por motivar a sua equipe do que em função das suas demais atividades dentro da empresa.
O verdadeiro líder age como o capitão de um navio, e para isso, ele deve manter-se sempre visível, operante e ter uma relação de confiança, procurando relacionar-se de forma amistosa com seu grupo, conhecendo, assim, as suas principais necessidades e fazendo-se presente para descobrir e solucionar as necessidades dos clientes, juntamente com seus colaboradores.
Chefes que se escondem em suas salas o dia todo, sem se fazer presente e visto por seus subordinados, são tidos como ineficazes perante a sua equipe, mesmo que eles sejam ótimos operacionalmente.
Para se criar uma liderança presente e visível é necessário fazer reuniões informais com frequência, saber ouvir e perceber as necessidades físicas e mentais dos seus colaboradores, além de trocar e-mails informais, tudo com simplicidade e honestidade, pois desta forma o líder transmitirá segurança e confiança para sua equipe, sem perder a autoridade.
Estar sempre por perto e manter um bom relacionamento com a sua equipe é muito importante, mas é somente parte do trabalho que leva à motivação. É preciso dar espaço aos colaboradores para que exponham suas ideias perante a empresa, pois desta forma eles se sentirão inspirados, respeitados, valorizados, e principalmente, motivados e compromissados com a empresa e com o líder e com seus colegas e se empenharão para conquistar seus objetivos.
Assim, o líder e os liderados trabalharão formando um único time, com um objetivo comum, onde a opinião de todos é muito importante para se chegar ao mesmo fim em um projeto, sem usar do poder da hierarquia. Sendo assim, fica claro que a motivação é uma qualidade inerente, ou ele tem ou não tem.
Se existir a motivação no ambiente de trabalho, o time irá sentir-se realizado, em um ambiente de trabalho favorável a novos desafios, onde todos são motivados e empenhados em cumprir o caminho que lhes é trilhado, pois uma pessoa sem motivação é não maioria das vezes improdutiva.
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
03/02/10
Motivação, sem ela...
*Por Ricardo Dorés
“As pessoas dizem frequentemente que a motivação não dura. Bem, nem o banho - e é por isso que ele é recomendado diariamente”. (Zig Ziglar )
No mundo empresarial, lidar com o crescimento da concorrência tem sido um dos grandes desafios das empresas e as decisões devem ser tomadas de maneira quase que momentânea.
Além, do crescimento da concorrência, o cenário empresarial se depara com constantes mudanças que vão desde as formas de organização do mercado até chegar aos acordos comerciais que, de certa forma, alteraram de maneira bem significativa as relações negociais.
Se distanciar do cenário de mudanças é arriscado demais para a empresa que quer se manter no mercado, pois, mesmo as que reinavam no passado com seus produtos e serviços e atendiam às necessidades e expectativas de seus clientes, hoje, travam uma árdua batalha de sobrevivência frente a outras empresas fornecedoras de produtos e serviços semelhantes.
Por isso, inovar é a palavra de ordem do momento. Consequentemente, para se manter nesse mercado competitivo, as empresas devem inovar constantemente, sair do marasmo, da mesmice, do sempre igual e da rotina. E, para isso, é necessário sempre possuir uma ou várias estratégias que sinalizem diferenciais, para não ser apenas mais uma no mercado.
Engana-se a empresa que entende a inovação como um processo diretamente ligado aos fatores, às metas ou até mesmo às missões. Inovar vai muito além. Inovar é buscar desafios, pois mudanças devem e tem que acontecer, e vivenciei isto, na prática, no início da minha carreira “como motivador de gente” na 3M do Brasil (Innovation), tanto na área comercial, bem como na área de recursos humanos e hoje aplico com afinco esta metodologia nas empresas que são meus clientes de consultoria.
A estratégia motivacional é uma das ferramentas mais eficazes para que as mudanças ocorram. Desta forma, criar um ambiente favorável à criatividade dos funcionários faz com que a empresa atinja metas cada vez maiores, além de traçar um perfil de colaboradores cada vez mais compromissados e identificados com o trabalho.
No mundo empresarial, a importância de se buscar a valorização do fator humano como regra para se alcançar a satisfação da clientela é cada vez mais necessária, uma vez que a motivação obtida, por meio dos salários, tende a ser pouco duradoura, conforme a teoria higiênico-motivacional (HERZBERG).
Isto porque as pessoas entendem o salário como sendo o mínimo de contrapartida pelo trabalho realizado (são considerados fatores de manutenção para impedir a insatisfação). Ainda há que se entender que é o ser humano, por natureza, um ser insaciável e, quanto mais tem, mais tende a querer. Ou seja, satisfeita uma de suas necessidades, ele buscará outra e, subsequentemente, mais outra.
Assim, um dos mais complicados desafios das empresas está, justamente, no fato de ter que conquistar a confiança do seu público interno (endomarketing) para se manter competitiva no mercado.
Manter os colaboradores motivados, ajudar, sempre que possível, para que os objetivos individuais sejam satisfeitos em paralelo com os da organização, oferecer condições para aumentar a produtividade, manter um espírito sadio de equipe, entre outros, tem sido uma busca constante dos empresários que possuem visão arrojada.
Ter colaboradores motivados é, sem dúvida alguma, o sonho de qualquer empresa. Entretanto, saber como fazer isso é uma atividade um tanto quanto difícil, pois, requer-se especialistas e gestores capacitados para tal, uma vez que o universo humano tem suas barreiras, pois cada qual tem seus hábitos e formas de trabalho diferentes. Há sempre um componente subjetivo na motivação que provoca uma enorme complicação, tornando-a, à primeira vista, uma missão quase impossível.
É, neste momento, que surge a importante figura da consultoria empresarial, por ter ela um papel preponderante no levantamento das necessidades, na implantação de projetos e programas, além de acompanhar, de forma direta, a execução dessas implantações, o que, a princípio, trará à empresa um significativo aumento de rentabilidade.
Cabe à empresa de consultoria e aos gestores cuidar do grande capital empresarial constituído por seu CAPITAL HUMANO, cujo desempenho é inerente ao desenvolvimento e à permanência de uma organização no mercado.
Finalizando, salientamos que a motivação pode ocorrer sim de uma maneira até hierárquica, por que não? Pois um líder motivado tem força suficiente para motivar sua equipe e, consequentemente, sua equipe estará pronta para alcançar metas que outrora podiam ser consideradas inatingíveis.
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
02/02/10
Quer aumentar os lucros em 2010? Seu contador pode ajudar
*Por Dora Ramos
O ano de 2010 iniciou com grandes expectativas e otimismo no setor econômico, principalmente para as micro e pequenas empresas brasileiras. Uma recente pesquisa do Serasa apontou que 87% dos executivos do setor comercial projetam elevar a receita neste período. A pesquisa ainda comprova que 85% dos empreendimentos mais otimistas, quanto ao faturamento do ano que se inicia, são os pequenos negócios. Os administradores acreditam na recuperação da economia e no aumento das vendas e da lucratividade para este ano. As grandes companhias brasileiras voltarão a contratar profissionais em grande escala e, em consequência, a renda dos consumidores voltará a crescer, afetando diretamente a margem de lucro no cenário macroeconômico do Brasil.
Entre tantas estimativas, não deixe de aproveitar este panorama positivo. Para isso, é imprescindível que as corporações tenham como seu principal aliado um contador eficaz e de confiança. É ele que indicará a direção para o aumento de lucro, afinal, o profissional contábil é o responsável pela movimentação financeira da empresa, ou seja, prevê as necessidades de captação de recursos e os períodos em que haverá sobras para aplicar esses excedentes de caixa nas opções mais lucrativas. É ele também que orienta o executivo nas tomadas de decisões mais importantes para a empresa, além de ser o seu principal auxiliar nos procedimentos fiscais e tributários.
Sendo assim, é essencial que o seu setor de contabilidade esteja atento às novas tendências do mercado e, acima de tudo, esteja por dentro das boas oportunidades que possam surgir. Ainda está em tempo de conferir se o seu contador atende às expectativas do seu negócio e de seus respectivos executivos. Tenha como base quatro pontos que podem definir sua satisfação com o profissional contábil:
Cronograma de trabalho - Por conta da natureza de seus trabalhos, é importante que seu contador tenha total controle sobre as datas corretas para efetuar cada tipo de procedimento. Um simples erro na hora de protocolar determinado documento pode não só lhe trazer prejuízos, mas, também, gerar danos como a suspensão da emissão de certidões de bens e outros problemas legais;
Capacidade de adequação às mudanças - No Brasil, as mudanças nas regras e procedimentos fiscais e contábeis são constantes. Muitas vezes existe pouco tempo para a compreensão e aplicação dessas leis. Por isso, é imprescindível que seu contador esteja atento às mudanças e tenha uma boa capacidade de adequação a novos cenários;
Transparência/Sinceridade - Cuidar de dinheiro já não é uma tarefa simples, agora confiar em alguém para cuidar dele para você é ainda mais difícil. Às vezes não lhe vem à mente perguntas como: Como será que estão as contas da empresa e como elas estão representadas na contabilidade? Quando falo com meu contador eu consigo entender com clareza o que ele diz? Meu contador está disposto a me ouvir e estar ao meu lado para me ajudar a cuidar do meu dinheiro? Se perguntas assim forem recorrentes é sinal que você e seu contador precisam parar para conversar. Alinhar os pontos, traçar metas e elaborar planos com transparência e sinceridade, são atitudes essenciais para as duas partes. Fique calmo se seu contador estiver atento ao seu negócio e disser coisas que às vezes você não quer ouvir. No final a decisão é sempre sua.
Quantidade de informações levantadas - Muitos processos de tomada de decisão no dia a dia de um gestor dependem da quantidade dos recursos financeiros da organização naquele momento. Por isso, é necessário que se tenha em mãos análises constantemente preparadas sobre a saúde financeira da empresa. Isso auxiliará os gestores na hora de implantar um projeto ou escolher quais as contas devem ser priorizadas em um momento de crise.
Com a possibilidade do aumento de lucro neste ano, o contador passa a ser peça chave para o sucesso da receita do seu empreendimento. Esta é a hora em que o contador deverá trazer as melhores alternativas para que você aproveite, da melhor forma, esse momento de otimismo e boas projeções.
*Dora Ramos atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos. É fundadora e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial. Para mais informações, acesse www.fharos.com.br.
29/01/10
Fidelizar ou perecer
*Por Ricardo Dorés
Com as constantes mudanças que ocorrem no mercado, o aparecimento de novas tecnologias e o lançamento de novos produtos, as organizações precisam ficar cada vez mais atentas e dispor de estratégias para manter seus clientes satisfeitos e, sobretudo, fieis.
A fidelização do cliente jamais pode ser confundida com a satisfação, por serem dois processos diferentes.
Um cliente satisfeito pode não ser fiel. A satisfação do cliente pode existir em um curto prazo e até em uma única transação e reflete um negócio bem-sucedido, mas, às vezes, a curto prazo, já a fidelização do cliente é essencial para a sustentação do negócio.
A fidelização é um processo muito mais longo, minucioso e constante, pois envolve um conhecimento maior do cliente. É preciso identificar suas principais características, seus desejos e suas necessidades individuais, estreitando, desta forma, o seu vínculo com o cliente, para torná-lo fiel a você, ao seu produto, sua marca ou serviço.
Pelo fato de o cliente buscar um relacionamento, onde possam ser atendidas suas necessidades, deve-se agregar um diferencial competitivo à sua empresa no mercado.
Em um passado não tão distante, preço e qualidade eram um dos poucos fatores na decisão da compra, o que hoje, já não é mais uma realidade. O diferencial está ligado ao relacionamento e à confiança conquistada nesta relação comercial.
Se o cliente estiver satisfeito com o atendimento diferenciado que lhe for ofertado, com a qualidade de serviços e produtos, certamente, haverá uma grande chance de se evitar a migração para a concorrência.
É preciso lembrar que um cliente insatisfeito, além de abandonar a relação comercial, poderá contaminar outros possíveis clientes.
Manter os clientes já existentes é, na maioria esmagadora das vezes, menos dispendioso do que conquistar novos clientes.
Geralmente se esquece do treinamento, como ação de fidelização numa organização. Os colaboradores devem receber capacitação adequada para atendê-los e estar totalmente conscientes, envolvidos e integrados com os valores da empresa e dos mesmos. Precisam ser treinados para realizar análises de situações conflitantes e, consequentemente, dar ao profissional autonomia para saber tomar decisões, quando estas forem necessárias. Daí a importância de programas de desenvolvimento e motivação interna, principalmente para aqueles que se relacionam diretamente com os clientes.
Mais do que só atender às necessidades dos clientes, por vezes, é necessário superar suas expectativas e surpreendê-los com atenções especiais, ou até mesmo “mimos”, em algumas circunstâncias pontuais. O fato de mexer com sua emoção pode, sem dúvida alguma, tornar o cliente fiel e menos influenciável às ações da concorrência, permitindo que a organização se coloque de forma diferenciada perante as demais.
Pequenas ações poderão fazer toda a diferença e garantir a sobrevivência no mercado. Tendencialmente, cada vez mais produtos serão como commodities, muito parecidos e com preços idênticos, onde o grande diferencial se materializará na forma com que nos relacionamos e atendemos os clientes, para assim podermos fidelizá-los.
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
29/01/10
Verbano tem novo diretor comercial
A Verbano Porcelanas Finas anuncia ao mercado seu novo diretor comercial. Alessandro Galvão deixa o mesmo cargo anteriormente ocupado na Porto Brasil para enfrentar desafios na nova empresa. Diante da nova etapa profissional, Galvão conversou com a HG Casa. Acompanhe:
HG Casa - Mudança de empresa é sempre um desafio. O que espera realizar de imediato?
Alessandro Galvão - Sem dúvida nenhuma é um grande desafio. O segmento de louça de mesa é muito concorrido, porém apresenta uma carência muito grande de produtos de qualidade, atendimento e serviços diferenciados, entre eles o atendimento rápido dos pedidos. Considerando ainda que existe um grande espaço para produtos diferenciados, fabricados com alta tecnologia. Assim sendo, meus objetivos de curto prazo são (a) estruturar a operação de distribuição da Verbano, visando crescimento orgânico e aumento da capilaridade na comercialização dentro do target que temos, ou seja, distribuir o produto inicialmente nas lojas que são referencia do setor; (b) desenvolvimento de novos produtos; (c) Plano de Comunicação eficiente para que a marca e todos os atributos de produto que ela carrega seja divulgada e posicionada com consistência no mercado; (d) desenvolver parcerias fortes, inclusive associando a marca com outros fabricantes, designers e a outras marcas. Dessa forma fortaleço o nome Verbano e diversifico meus canais de comercialização e; (e) preparação para implementação da unidade fabril.
HG Casa - Quais as estratégias que pretende adotar para viabilizar crescimento e visibilidade da nova empresa no mercado?
Alessandro Galvão - Oferta de produto de qualidade superior não disponível na industria nacional de porcelanas, com preços acessíveis; parcerias de negócio consistentes, tanto na comercialização do produto quanto no desenvolvimento de novos produtos e canais; produtos diferenciados e inovadores; equipe de vendas muito bem treinada e motivada; comunicação com lojista muito bem estruturada, com investimentos no Ponto de Venda; utilizar estrutura internacional do grupo Verbano/Faiart dispondo de nossas plantas em Portugal, Argentina e futuramente no Brasil para oferta de produtos e soluções de acordo com a necessidade de cada cliente e cada mercado.
HG Casa - Quais melhorias pretende implantar ou aprimorar?
Alessandro Galvão - Nosso processo produtivo é o mais moderno da América Latina e um dos mais modernos no mundo. Nossas plantas em Portugal e Argentina dispõem de equipamentos de última geração, e equipes com mais de 40 anos de experiência em tecnologia cerâmica. Isso se transforma em um produto com um nível de qualidade extraordinário, de uma homogeneidade ímpar. Ou seja, o produto tem um requinte digno das porcelanas mais elegantes da Europa. Essa é a grande novidade: trazer ao Brasil produtos de altíssima qualidade, comparável ao que há de melhor no mundo (Noritake, Rosenthal, Villeroy), porém a preço acessível. Essa já será uma grande inovação no mercado. Porém precisamos “tropicalizar” algumas coleções, para que atenda também a um perfil mais brasileiro, em um nicho de mercado que busque produtos mais coloridos e com motivos alinhados aos padrões nacionais. Assim estabeleceremos um mix de produto mais amplo. E tenho plena certeza de que o grande desafio será levar o produto até o cliente. Uma vez vencida essa barreira, entraremos em vôo cruzeiro porque o produto realmente agrada ao consumidor final.
HG Casa – Gostaria de complementar este bate-papo?
Alessandro Galvão – Sim, gostaria de complementar dizendo que a Verbano iniciou sua operação no Brasil em 2007, associada a Porto Brasil. Testou alguns mercados, operou com volumes restritos e em mercados selecionados, para que pudéssemos testar a aceitação e também aderência de produto/preço. Agora estamos certos de que o mercado brasileiro é promissor, e que temos toda condição de nos tornarmos a porcelana referência no mercado nacional, tomando o lugar de alguns produtos que ganharam espaço muito mais pela tradição e marca do que pelo nome/qualidade apresentados. A implementação da fábrica garantirá ainda mais fôlego para operarmos em novos nichos e fazermos da operação Brasil o pólo de produção também para o mercado latino-americano.
27/01/10
Formando Equipes Campeãs
*Por Soeli de Oliveira
Para o sucesso empresarial, as organizações necessitam das pessoas certas, na quantidade certa, na hora certa.
Para atender bem, em algumas datas especiais a equipe normal da loja é insuficiente, sendo necessária uma adequação. Se a contratação de pessoal for realizada sem critérios a equipe ficará apenas "inchada", e em vez de facilitar, dificultará as operações da loja.
Quem não é comprometido com os valores da empresa pode “queimar” lucrativos relacionamentos futuros. Em alguns casos, dependendo de como o consumidor for atendido sairá com má impressão da loja e não voltará mais.
Para os clientes, quem os atende é a empresa, eles não diferenciam vendedores temporários dos permanentes. Nas suas mentes a loja poderá ficar posicionada como sinônimo de mau atendimento.
Diante da necessidade de ampliar o quadro de pessoal, o responsável pela empresa deverá responder questões como:
- É possível aumentar a carga horária semanal?
- Seria conveniente terceirizar?
- Contratar temporários?
- O aumento nas vendas será superior às despesas e encargos sociais e trabalhistas com os novos contratados?
Com as novas contratações o empresário tem a oportunidade de encontrar um diamante nas vendas e substituir um vendedor com desempenho deficiente.
É necessário que a empresa encontre a forma mais adequada de recrutamento e seleção, pois uma contratação inadequada poderá gerar um lento sofrimento.
Não existem pessoas erradas, e sim pessoas nas funções erradas.
O primeiro passo para uma boa contratação é definir o perfil do candidato:
- A função exige boa aparência?
- Percepção?
- Empatia?
- Simpatia?
- Sorriso e boa vontade?
- Postura animada, ereta e saudável?
- Voz audível, educada, tom simpático, sem gírias?
- Maquiagem básica e não carregada?
- Bijuterias discretas?
- Não fumar nem mascar chicletes na loja?
Fazer / Saber / Ser/ Conviver
Fazer – É a descrição das tarefas a serem realizadas. Seus deveres e obrigações.
Saber - É a formação e a experiência profissional desejada. Em outras palavras é o currículo do candidato.
Ser - São as características pessoais. Dificilmente poderá ser mudado, pois "já vem de fábrica". Procure conhecer um pouco da personalidade do candidato.
Conviver - São as atitudes de convivência que o futuro funcionário deverá ter com relação à empresa, clientes e colegas de trabalho. Deixe claros os valores da empresa e o que deles se espera:
- “Quando algum funcionário estiver em dificuldades, ajude-o prontamente”.
-“Quando o cliente entrar atenda-o imediatamente”.
-“Se estiver ocupado, deixe-o saber que você o percebeu através de um olhar, gesto, palavra... e que irá atendê-lo o mais rápido possível”.
E lembre-se que é necessário um período para adaptação e treinamento dos novos integrantes da equipe.
*Soeli de Oliveira é consultora e Palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios Ltda. nas áreas de varejo, vendas, Atendimento e motivação – e-mail: soeli@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.
21/01/10
Preço x Valor e a Questão da Venda de Intangíveis
*Por Claudio Goldberg
É fato que a maior parte das empresas tem atualmente redirecionado seus esforços para áreas críticas como Marketing e Vendas. Neste sentido, o treinamento das equipes de vendas tem servido como ferramenta indispensável para construir competências necessárias para ampliar o "diferencial" de mercado, relativamente aos competidores. Com a experiência de mais de 10 anos atuando como consultor de diversas organizações, pude constatar a enorme dificuldade dos profissionais de venda em fugir da tradicional armadilha do preço, imputando mesmo o insucesso de suas prospecções a essa questão. Para entendermos melhor esta questão, vamos citar a frase cunhada por Warren Buffet "O preço é o que você paga. O valor é o que você leva". O ponto tanto sutil quanto óbvio é que o valor é definido não pelo que a organização faz, mas pelos clientes que adquirem seus bens e serviços. O valor, então, não apenas assume diversas formas, mas se materializa por meio de diversas fontes: utilidade do produto, da sua qualidade, da imagem resultante da publicidade e promoção, da sua disponibilidade (distribuição), dos serviços fornecidos com ele.
Para definir o preço de alguma coisa é preciso analisar o valor daquele produto ou serviço, do ponto de vista do possível comprador. Se a percepção dele registra valor irrelevante, o preço será necessariamente baixo. Portanto, se quisermos obter um preço melhor por aquele bem, será necessário procurar outro comprador ou encontrar meios de alterar a percepção de valor daquele cliente em relação ao que colocamos à venda.
Definir o preço apenas com base nos custos de produção e comercialização é um erro, pois se, por um lado, o custo serve para definir o preço mínimo para não vender com prejuízo, por outro lado não leva em conta a percepção do cliente, que pode atribuir àquele objeto um valor muito maior. Seria mais ou menos como vender um BMW pelo custo das matérias-primas utilizadas e dos custos de fabricação e horas de trabalho dos operários – mais a comissão do canal de distribuição, naturalmente. Em verdade, o que vemos é o produto acabado alcançar um preço algumas centenas de vezes maior do que o custo. Como podemos alterar a percepção de valor do cliente? Introduzindo mudanças – materiais ou conceituais – que criem novos significados ou aplicações daquele produto ou serviço para o cliente.
Sob este aspecto, vale notar que já vivemos numa economia de serviços, onde mesmo quando o que está a venda é um produto, são os serviços que induzem a decisão de compra. Entretanto serviços são intangíveis, e vender o invisível é mais difícil, pois enquanto produtos são fabricados e usados, com transferência de propriedade, serviços são oferecidos e experimentados, estabelecendo e promovendo ligações entre as pessoas. Como na maioria das vezes, o que vendemos hoje em dia é algum tipo de serviço, o caminho para o sucesso é descobrir que o preço é uma das chaves que o cliente ou prospect avalia para saber se algo é bom (as outras chaves são marca, embalagem e relacionamento). Não é por acaso que os vendedores mais experientes nunca sugerem que algo tem preço baixo quando o objetivo é passar a mensagem de que o serviço oferecido tem qualidade. De fato, o insight sobre o valor dos serviços passa pela compreensão da mudança dos conceitos de eficiência e eficácia. O primeiro, significa o fazer as coisas certas sob a perspectiva do desempenho, da produção / produto; a segunda, é fazer as coisas certas valorizadas pelo cliente, de acordo com suas necessidades e expectativas.
Uma segunda consequência principal do pensamento da criação de valor através de prestação de serviços é que a palavra-chave é "importância", haja vista que é essencial que o fornecedor faça com que seus clientes se sintam importantes para a empresa e o negócio dele, e que acenem com a visão de construção de relacionamento duradouro. As técnicas de serviço para ter um relacionamento perene com os clientes passam pela afinidade natural, a velocidade, o expertise aparente, o espírito de comprometimento, a capacidade de oferecer uma solução completa, o uso de palavras mágicas e a dedicação.
*Cláudio Goldberg é consultor do Instituto MVC - M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo
20/01/10
Varejo busca experiência total do cliente
*Por Sidnei Luiz Speckart
O primo pobre virou primo rico. É isso mesmo: a verba do Marketing Promocional (antes marginalizado) corresponde agora a 50% do orçamento de Marketing de diversas categorias de produto, e não somente aqueles chamados produtos de consumo. As ações promocionais, que há alguns anos disputavam caraminguás agora ocupam lugar nobre no budget. Mas o que está por trás dessa mudança no perfil do investimento? Empresários vêm investindo cada vez mais em ações que acontecem no ponto de venda e fora dos Meios de Comunicação. Uma das explicações pode estar na eterna disputa entre os que defendem que a decisão de compra acontece no ponto de venda e aqueles que defendem que o cliente já sai de casa com a cabeça feita. Sabe-se que o local dessa decisão muda conforme o tipo do consumidor e a categoria do produto/serviço, o que torna o tema ainda mais interessante.
Há alguns anos a propaganda veiculada nos Meios de Comunicação reinava quase que absoluta nos orçamentos elaborados pelos gestores de marcas. Somente nos produtos de consumo: sabão em pó, margarina, bebidas etc. é que se dava maior importância às ações promocionais no interior e no entorno do ponto de venda. No entanto hoje é comum ver as ações de Marketing Promocional tendo importância capital no planejamento, absorvendo metade dos orçamentos de Marketing também nos produtos com maior valor agregado, como apartamentos, por exemplo.
Essa mudança na distribuição do orçamento reforça o crescimento do canal de distribuição (ponto de venda) no desempenho desses produtos. Antes a iniciativa partia quase que tão somente da indústria, que implementava promoções pelos seus canais de vendas. Hoje, porém, o varejo vive seu apogeu e ostenta novo status e poder. De repassador passivo e reativo das promoções encabeçadas pela indústria, o varejo agora determina quais os produtos da indústria irá promover. Dessa forma, o varejo assumiu um papel pró-ativo e inédito na gestão das marcas.
Para que o varejo execute bem sua função alguns itens são fundamentais, como: qualificação profissional, atendimento e conveniência e, principalmente visão de entretenimento e bom humor (o melhor antídoto contra as tensões). As empresas devem se dedicar a criar bom humor, em suas instalações. Seja para os clientes, seja para a equipe. Nós não gostamos de comprar de mal-humorados, principalmente mal-humorados crônicos. E pior que o mal-humorado é o mal-humorado preguiçoso. Se você tiver um mal-humorado no trabalho, demita-o. O bom empresário é aquele que contrata otimistas em vendas, pois o otimista consegue enxergar uma oportunidade em cada calamidade enquanto o pessimista só enxerga calamidade nas oportunidades.
Dentro do processo de produção e comercialização de produtos e serviços nada se perde, a não ser as vendas não realizadas. E isso os executivos de varejo já entenderam, pois vêm investindo, cada vez mais, em instrumentos capazes não somente de atrair, mas de manter fixa a atenção do seu público-alvo (talvez resida aqui mais uma explicação para a migração de investimentos para o ponto de venda).
Entreter e manter
Dentro de uma realidade em que a infidelidade do consumidor/cliente é a regra, não dá pra ficar com olhos somente para a loja, esquecendo-se do cliente ou do prospect no período em que ele não está em situação de compra. Nos Meios de Comunicação de Massa e, principalmente, no segmento de produtos qualificados, o varejo investe em “advertainement”, um formato novo, gerado a partir da maravilhosa fusão de elementos de Propaganda e do mundo do Entretenimento. Entram aqui as lojas altamente customizadas, criadas a partir de ampla pesquisa do que o consumidor daquela marca aprecia, caso das lojas temáticas da Apple e da HP, operações já presentes nos shoppings de Santa Catarina. Na internet o varejo continua a exercer sua influência com ações de relacionamento e interatividade que agregam música, artes visuais, games, blogs, flogs, twitters, ferramentas de conversação e interação total com a marca.
O varejo não somente superou a fase da disputa entre a Propaganda e a Promoção de Vendas, como deu outra dimensão a essa discussão somando elementos das duas e agregando elementos de outras linguagens (convergência). Nesse ambiente a Promoção de Vendas deve existir e ser aplicada somente quando puder agregar valor ao produto. Detone-se aí todo o tipo de promoção de preço. Quem vende somente redução de preço, não vende produto, vende sim um subproduto. A qualidade do produto e a marca devem ser lembrados... o preço, esquecido (deve ser algo menos importante na decisão de compra).
Menos vale aquilo que a marca diz ser. Mais vale aquilo que o cliente pensa sobre a marca. Por isso não se recomenda que varejo - pelo menos o varejo mais qualificado - participe da batalha de preços, mas sim da batalha de percepções, de sensações! Nisso o ponto de venda é campeão, pois é na loja que acontece o momento mágico da venda. É lá que começa e tem efeito a somatória de estímulos - que continua com a experimentação - e que irá determinar uma eventual segunda compra e até mesmo a tão sonhada fidelização.
A experiência do cliente ao usar um produto ou serviço é muito mais importante que as características intrínsecas daquele produto. A experiência de utilização vale muito mais do que o produto é na realidade, exatamente como ensina uma das premissas da vertente de Marketing conhecida como Customer Experience Management.
Gerenciar totalmente a experiência do cliente virou uma obsessão e uma necessidade. Diante dessa necessidade, torna-se efêmera a discussão de onde o executivo de Marketing deve investir mais: se em Propaganda ou em Promoção. Parece-me que o grande desafio é encontrar o balanço para o seu produto e para o seu cliente.
*Sidnei Luiz Speckart é executivo das áreas de Comercial e de Marketing com atuação no segmento de shopping center em SC e SP e professor universitário em cursos de Publicidade e Propaganda.
18/01/10
Grupo Pão de Açúcar inaugura 40ª loja Assai
O Grupo Pão de Açúcar inaugurou sua 40º loja Assai, especializada no segmento atacarejo (cash&carry): na avenida Marquês de São Vicente, 1354, Barra Funda, zona Oeste da cidade de São Paulo. A rede ainda inaugurou outra unidade na capital paulista, desta vez, no bairro do Jaguaré, também na zona Oeste. As duas unidades somam investimentos de R$ 20 milhões.
No ano de 2009, os investimentos na bandeira voltada a profissionais conhecidos como transformadores - donos de restaurantes, pizzarias, lanchonetes, entre outros - chegaram perto de R$ 100 milhões.
Juntas, as lojas atenderão um público estimado em 1,6 milhão de pessoas, vizinhos aos empreendimentos e que costumam comprar no atacado ou no varejo. Para a implantação do projeto em São Paulo, a empresa realizou estudos que consideraram a relevância para a economia local, a adequação dos espaços de venda e as necessidades de compras dos clientes.
A unidade da Barra Funda tem 5.298 m² de área construída, 3.521 de área de vendas, 20 checkouts e 161 vagas de estacionamento. As principais áreas atendidas serão os bairros Lapa, Barra Funda, Perdizes, Santa Cecília, Pompéia, Bom Retiro e a região central de São Paulo.
A loja do Jaguaré possui 5.474 m² de área construída e 3.756 m² de área de vendas, além de 24 checkouts e 155 vagas de estacionamento. As principais áreas atendidas serão os bairros de Nova Jaguaré, Butantã, Cidade Universitária, Vila Leopoldina e Alto de Pinheiros, que reúnem uma população estimada de 750 mil habitantes.
As duas unidades - Barra Funda e Jaguaré - devem gerar um total de 900 empregos diretos e indiretos, 450 vagas para cada uma delas. Os dois espaços contam com área de serviços adicionais, como pastelaria, cafeteria e espaço para futura loja de informática.
18/01/10
A Estratégia e Objetivos da Força de Vendas
*Por Claudio Goldberg
Em meio às diversas transformações que impactam as empresas, a tecnologia está criando alguns novos desafios. O livre fluxo de informações na internet, bem como o estabelecimento de novas formas de se fazer negócio, faz com que uma das mais tradicionais atividades de mercado como a administração de vendas assuma importância cada vez maior.
O marketing tem como objetivo gerar no consumidor a propensão ao consumo analisando as ameaças e oportunidades do macroambiente e tem sua concretização efetivada através das atividades de venda que irão operacionalizar suas decisões e dar retorno obtendo informações do mercado. É através do plano de vendas que planejamos, direcionamos e controlamos as atividades de vendas de uma organização. Para organizar de forma pró-ativa seus esforços de venda a atingir suas metas de venda, os gerentes ou vice-presidente de marketing e vendas devem levar em consideração a ciência da elaboração de cenários como abaixo recomendamos:
1) Identifique as incertezas (econômicas, sociais, demográficas, políticas);
2) Determine os fatores que podem ocorrer para mudar a demanda do setor (tecnologias em desenvolvimento, agressividade dos novos players, etc.);
3) Determine pressuposto a cada fator causal;
4) Trabalhe com pressuposições: Pessimista / Otimista / Realista;
5) Analise como a estrutura da empresa será impactada por cada pressuposição;
6) Estabeleça o curso para se beneficiar mais de cada situação;
7) Preveja os resultados de cada cenário.
Para garantir um mercado cada vez maior para seus produtos, as empresas devem organizar as forças de vendas e definir seus objetivos. Os objetivos da força de vendas devem ser pautados dentro da realidade e características dos mercados-alvos em que atuam e na posição almejada dentro dos mesmos. A visão tradicional que ainda norteia as forças de vendas de grande parte das organizações é a da preocupação com o volume de vendas gerado, cabendo ao departamento de marketing a tarefa de apurar a estratégia e rentabilidade.
Entretanto, uma outra visão mais atual vem ganhando espaço dentro de um mercado cada vez mais globalizado e competitivo. É a visão focada na satisfação do cliente e no lucro da empresa. Hoje, os fornecedores de bens e serviços estão vendo o conteúdo informativo de suas ofertas como maior fonte de valor agregado e fator determinante de margens de lucro mais elevadas. Dessa forma, cabe à força de venda analisar os dados de venda, medir o tamanho do mercado, orientar os planos de marketing. Neste contexto, não podemos desconsiderar o papel da venda pessoal que funciona como um elo de ligação entre a empresa e o cliente. A venda pessoal é o elemento interpessoal do composto de promoção. Todo o sistema funciona em torno do conceito de vendas de solução, onde o valor agregado está na percepção dos clientes e na sua utilização. Os vendedores devem estudar os clientes para conhecer melhor suas necessidades, customizar a oferta fazendo constantes alterações em seu mix de merchandising, e acima de tudo empregar os argumentos adequados à efetivação da venda.
É comum no ambiente de vendas encontrarmos dificuldade dos quadros de vendedores/ consultores em entenderem a diferença conceitual sobre benefícios e vantagens, sendo a primeira alguma característica que meu produto tem e está ligada a necessidade do cliente; e o segundo, aquilo que meu produto tem e o concorrente não, lembrando que uma vantagem pode ser copiada rapidamente pelos nossos concorrentes (p.e. preço, prazo de entrega e pagamento, etc.). É importante considerarmos cuidadosamente a preparação e utilização das equipes de venda pessoal, pois na verdade quando estamos vendendo um produto, a imagem da empresa é imediatamente associada a seu desempenho e comportamento. Vale notar que igualmente a escolha da natureza da abordagem de venda a saber – estímulo /resposta; análise de necessidades e soluções de problemas são fundamentais para o êxito dos planos de venda, haja vista que o custo médio por visita até o fechamento de uma venda é alto e relevante nas margens e resultados esperados.
Por fim, é de se ressaltar que as empresas estabelecem diferentes objetivos de venda para suas forças de venda, algumas destinando maior tempo à base de clientes atuais, outras para novos produtos, e há ainda modelos de funções diferentes, tais como assistência a clientes insatisfeitos e orientação de produtos.
*Claudio Goldberg é Consultor do Instituto MVC – Educação Corporativo com Foco em Resultados. M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo
06/01/10
O Ano que Começou Mais Cedo
*Por Merheg Cachum
Para a economia e os setores produtivos, 2009 começou em outubro último, quando ocorreu a internacionalização da crise financeira nascida no imbróglio das hipotecas imobiliárias e dos derivativos norte-americanos. O impacto ocorrido ao cabo do terceiro trimestre foi tão agudo e abrupto, que se torna impossível analisar sob os mesmos parâmetros a performance do nível de atividade nos 12 meses de 2008.
Para a indústria brasileira de transformação dos plásticos não foi diferente. Embora ainda não tenhamos os números definitivos, o seu desempenho foi bom nos três primeiros trimestres. No entanto, como todos os segmentos, a atividade sofreu os reflexos do crash mundial a partir de outubro. Esperamos que, doravante, as dificuldades sejam menores.
É oportuno reiterar, num momento de expectativa como o atual, a importância das entidades de classe na defesa, promoção e fortalecimento dos setores que representam. Nesse contexto, a Abiplast está mobilizada para ajudar a indústria do plástico a vencer as adversidades em 2009. Todas as iniciativas voltadas a estimular os negócios e ativar o mercado são ainda mais significativas em conjunturas de dificuldades. A despeito da turbulência mundial, acreditamos que a indústria de transformação do plástico tenha boas oportunidades de manter desempenho satisfatório.
Por outro lado, independentemente da crise internacional, o setor precisa enfrentar, em 2009, algumas questões estruturais, como a exagerada carga tributária e problemas do mercado interno, que interferem no seu equilíbrio. Prova disso encontra-se nos números de sua balança comercial no acumulado de janeiro a outubro de 2008: déficit de US$ 839,9 milhões, equivalentes a 118 mil toneladas, um recorde desde o início da série histórica desse dado, em 1996. A marca é 58,15% maior do que a registrada em igual período de 2007 e supera o saldo negativo integral do último exercício (US$ 645,68 milhões), até então o maior. É importante entender que esse desequilíbrio, embora possa ser agravado pela tempestade financeira que acomete o mundo, não está relacionado à presente conjuntura global de dificuldades.
No período, as exportações totais dos produtos transformados de plástico registraram US$ 1,17 bilhão, correspondente à comercialização de 288 mil toneladas, com preço médio de US$ 4,08 mil por tonelada. Comparando-se às exportações totais do ano anterior, houve crescimento de 18,5% em valor e 3% em peso. As importações totais nesse mesmo período registraram US$ 2,01 bilhões, correspondentes a 406 mil toneladas, apresentando preço médio de US$ 4,96 mil por tonelada. Importamos os produtos transformados por valor FOB superior ao dos fabricados nas indústrias brasileiras, pois os itens comprados no exterior têm, na média, maior valor agregado. Este é um detalhe que evidencia o desequilíbrio verificado no mercado.
Os números demonstram, sem qualquer dúvida, a necessidade premente de se restabelecer o equilíbrio da indústria transformadora do plástico. Para isso, seria importante a adoção de medidas absolutamente viáveis, como a isonomia do IPI e aumento do prazo de recolhimento dos impostos, acesso mais amplo a financiamento e com o mesmo nível dos juros internacionais, de modo a suscitar a igualdade de preços com os praticados no Exterior. Tais providências são imprescindíveis para a competitividade de um setor presente em praticamente todas as cadeias de suprimentos da indústria e, portanto, com sensível impacto nos índices inflacionários e na oferta de bens de consumo e de produção. A mobilização com foco nessas medidas será uma das pautas prioritárias da Abiplast no ano novo.
Por outro lado, a crise financeira mundial e os desafios econômicos internos não podem deixar esquecida a questão da sustentabilidade, que deverá continuar merecendo toda a atenção em 2009. A preservação do meio ambiente é um dos temas mais trabalhados pela Abiplast ao longo de seus 40 anos, uma vez que influencia diretamente na vida de seus associados - empresas e recursos humanos -, dos consumidores e toda a sociedade. Acreditamos que a solução dos problemas econômicos enfrentados pelo mundo deva dar-se por meio de um processo de produção equilibrada, maior responsabilidade na gestão financeira, preservação ambiental e dos recursos naturais e melhor distribuição da renda. Esta é a equação da sobrevivência, que precisa ser resolvida pela presente civilização.
*Merheg Cachum é presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast).
Notícias sobre a revista e o mercado
05/01/10
Por que contratar uma Consultoria?
*Por Ricardo Dorés
No mundo atual, cada vez mais o trabalho do consultor de empresas é solicitado. Não existe mais o paradigma de que apenas as grandes organizações recorrem à consultoria. As empresas estão sempre precisando de uma reação imediata aos novos desafios encontrados no mercado, por existir uma competitividade cada vez maior. Assim sendo, muitas vezes, são necessárias alterações na estrutura da própria empresa.
Hoje, essa importante ferramenta é muito utilizada pelas organizações, seja para ampliar seja para criar um departamento ou melhorá-lo seja, ainda, para contratar pessoal e para outras tantas necessidades.
Para que isso aconteça, a forma mais rápida e eficiente de aperfeiçoar um negócio é contratar uma Consultoria, com o intuito de receber um diagnóstico e uma orientação para que ocorra uma melhoria que agregue valor ao produto em sua eficiência e em sua eficácia.
As análises e estudos produzidos em uma Consultoria oferecem amplos benefícios para seus clientes, trazendo assertividade nas decisões e maior rentabilidade para a empresa. Tudo isso, realizado em parceria e com o foco voltado para os resultados, se traduz em inúmeros benefícios às empresas.
É imprescindível que haja uma relação de credibilidade e confiança entre as partes. O consultor é um orientador que irá passar ferramentas adequadas para a busca e a eliminação das causas dos problemas. Entretanto, não se imagine a Consultoria como a solução para tudo, pois, se e o Cliente não estiver disposto a realizar um feedback para promover mudanças, é mais difícil vislumbrar bons resultados.
O que se observa é que quando há uma relação de abertura entre empresa e Consultoria, frequentemente, se consegue superar obstáculos de ordem conceitual, comercial e de pessoas, chegando, muitas vezes, a dobrar o faturamento. Isso tudo ocorre após a entrada de um Consultor no planejamento estratégico da empresa. Consciente dos problemas que a empresa enfrenta e da necessidade de recorrer à Consultoria externa, é preciso estar preparado para ter um papel ativo durante todo o desenrolar do processo.
A Consultoria, antes de mais nada, dever ter em seu quadro funcional profissionais capacitados que tenham sido gerentes de primeira linha por no mínimo 2 (dois) anos e que tenham atitudes éticas, boa formação e competência para o que fazem, além de uma forte relação de parceria com o Cliente, que possibilite dizer e escutar o que é necessário para o crescimento e evolução da empresa.
Os benefícios de se contratar uma consultoria estão no fato de que o profissional consultor não está contaminado pelos prováveis vícios de gestão pré-existentes. Pois, além de um comportamento ético e preciso, ele faz uso de instrumentos e conhecimentos de que o Cliente não dispõe o que, certamente, trará bons resultados à Empresa.
Portanto, antes de contratar uma consultoria, se deve, no mínimo, investigar as fontes e confirmar a atuação e o posicionamento da mesma junto aos seus clientes. Isso pode impedir aborrecimentos futuros.
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
29/12/09
Crescimento volta a integrar planos da Tok&Stok
Após adiar investimentos em 2009 por conta da crise econômica, a rede Tok&Stok vai retomar seu plano de expansão em 2010. Com a concessão de um financiamento, a empresa irá compor um programa de investimentos que prevê a abertura de pelo menos 12 lojas até 2012.
E não é só isso. Pelo menos metade dos 27 pontos de vendas da rede no País será reformada, tendo como objetivo principal aumentar a presença nas capitais. Atualmente, a Tok & Stok está em dez delas. Em março, abre a segunda loja em Brasília e, ainda no primeiro semestre, a primeira em Florianópolis.
A Tok & Stok também deve investir mais no modelo "compacto" que adotou no shopping Market Place, em São Paulo. É uma loja de até 600 m², focada em acessórios. A segunda desse modelo abre em Porto Alegre no início de 2010.
29/12/09
A Estrutura Corporativa do Futuro e o Relacionamento
*Por Cláudio Goldberg
Tão importante quanto saber de onde viemos é descobrir para onde vamos!
Há 20 anos atrás, a lógica das empresas era competir pela ótica da redução de custos, isto é, fazer mais barato que seus concorrentes. Neste sentido, observamos que toda a ciência administrativa do Marketing tratou de produzir as teorias globais que conquistaram os executivos e o mundo empresarial como a Reengenharia, Downsizing, Just-in-Time, Kanban, etc.
Na década passada, passou a produzir internamente somente aquilo que lhe proporcionava uma vantagem competitiva. No século XXI, o processo tende a radicalizar no sentido de preocupar-se somente com o que efetivamente acrescentar valor na cadeia de processo, ou seja, a capacidade de criar o produto e administrar os recursos. Isto quer dizer que as empresas serão basicamente fluxos financeiros e de conhecimento. A assertiva acima se comprova com alguns exemplos que passamos a observar no cenário de negócios atual como, por exemplo, a Dell Computadores que tem, hoje em dia, uma função de caráter eminentemente de distribuição e administração. Também a Nike dá forma a este contexto ao terceirizar suas fábricas, restando em suas mãos o Design, a gestão da marca, o fluxo financeiro e o processo logístico.
Estas mudanças, na forma de estrutura de negócios, criam uma nova ética na forma dos profissionais trabalharem, onde terão de substituir antigos métodos de comando por maior eficiência na orientação e coordenação dos processos com parceiros, fornecedores e clientes. A palavra chave no novo ambiente é relacionamento e confiança. Com isso, é possível especular que haverá uma substituição dos administradores repetitivos por profissionais do conhecimento, que tenham como elementos a mobilidade e a conectividade, características básicas que estarão presentes na próxima geração tecnológica.
Estes novos profissionais terão de estar preparados para organizar e implementar processos de relacionamento capazes de atender consumidores que, cada vez mais, estarão buscando dispositivos de comunicação móveis que possam acessar, a qualquer hora e de qualquer lugar, organizações com as quais tenham relações comerciais. Somando-se a este fato a questão da falta de tempo e a busca da personalização do atendimento, podemos inferir que as empresas necessitarão adquirir competências de presença e imediatibilidade, um neologismo que significa estar sempre próximo ao cliente para lhe dar uma resposta rápida.
Ocorre que, a capacidade de prover tempos de respostas mais ágeis aos clientes conquistada com as ferramentas tecnológicas disponíveis, embora possa ser eficiente, nem sempre é eficaz. Em verdade, as informações obtidas no front-office (onde ocorre a interface com o cliente) devem ser examinadas para dar suporte à transformação dos processos e, assim, criar condições para a implementação de um conceito bastante festejado nas empresas atualmente: O Empowerment. Mas o que significa isto? Delegar poder? Encantar o Cliente?
Não meu caro leitor, é tudo isto junto analisado sob o ponto de vista da busca da fidelidade do cliente. A idéia nasce com o conceito de conhecer efetivamente seus clientes, classificando-os por valor e necessidade (o que dentro das empresas chamam de identificar o cliente, saber com quem estão tratando). Após esta etapa, é importante ter uma arquitetura de fluxo de informações capaz de levar todas as informações relevantes, da retaguarda até o ponto de contato, a fim de que se possa iniciar ou dar continuidade a um diálogo que será uma estória sem fim (o que dentro das empresas chamam de interação). Somente de posse das informações é que nossos colaboradores poderão encantar o cliente, sem que haja incursão em custos que podem não compensar e nem trazer o retorno esperado, resolvendo de forma rápida os problemas dos clientes, surpreendendo-o e obtendo o encantamento do mesmo. Assim podemos, continuamente, monitorar os hábitos de compra de nossos clientes, pavimentar e criar um sólido canal de relacionamento bidirecional com ação e resposta imediatas.
Aos cientistas e executivos mais visionários que se arriscam a prever o futuro, podemos afirmar que: a organização que conseguir alinhar seu posicionamento estratégico, sua prática de gestão comercial com o perfeito entendimento das novas tendências de serviços voltadas às características do consumidor, conciliando a utilização racional e bem planejada dos seus recursos tecnológicos, estará dando um importante passo para alcançar ou permanecer líder em seu mercado. Como mensagem final, e parafraseando Bill Gates no prefácio de seu livro A estrada do futuro, "Tudo aquilo que eu tiver dito de certo será considerado óbvio. O que estiver errado será considerado cômico".
Material retirado do Programa de Educação Permanente – Desenvolvimento de Gestores e Profissionais de Vendas
*Cláudio Goldberg é consultor do MVC
28/12/09
Imaginarium já está em clima de volta às aulas
A Imaginarium informa o mercado que já está pronta para receber os consumidores que querem deixar os acessórios deste período garantidos antes do novo ano.
Quando o assunto é volta às aulas, logo se pensa em novas mochilas. Companheira de um ano todo, elas precisam ter a personalidade de quem as usa. Diferente dos modelos tradicionais, e com o já característico fundesign, a Imaginarium apresenta quatro novas opções, entre modelagem e estampas, para incrementar o visual, seja na escola ou fora dela.
Se a proposta é causar impacto com irreverência, as Mochilas Céu e Grama são as mais indicadas. Com toque surrealista, a estampa reproduz esses dois cenários, de forma lúdica e inovadora. No mesmo formato que essas duas - bolso externo, zíper com proteção especial contra ferrugem e forro exclusivo - há também a Mochila Moletom, na cor cinza e estampa de listras rabiscadas imitando riscos manuais em folhas de caderno.
Caso o estilo seja mais fashion, a Bolsa-Mochila Laptop funciona bem. Versátil, ela combina duas opções de alças que, se revezadas, podem exercer a função de bolsa ou mochila, e serve tanto para carregar laptop ou não. Nas cores cáqui ou preta, é indicada para mulheres e homens.
Para organizar compromissos, provas e tudo mais, as agendas são necessárias e aparecem em dois tamanhos diferentes e com três opções de estampas. Para quem gosta de muita cor, a pedida é a Agenda Crochê. Se o estilo é mais discreto, a Agenda Origami é bonita e delicada. Já se a opção for preto básico, a sugestão é a Agenda Plugue.
Nos pendrives a novidade fica por conta dos modelos Hello-Kitty. Com capacidade para 4GB, os dois modelos da gatinha japonesa (Hello Kitty Balloon e Apple Suit) reproduzem sons dos personagens sempre que a pendrive é inserida ou retirada.
Já para os laptops, as capas Mundo Marinho (com estampa inspirada no fundo do mar) e Offline (que reproduz o design de uma maquina de escrever) são os lançamentos, sempre em dois tamanhos: 13 e 15 polegadas.
23/12/09
Saiba como deixar a casa segura no período das festas de fim de ano
Durante as festas de fim ano, é comum as pessoas se organizarem para viajar. Entretanto, uma das grandes preocupações é como manter a casa ou a empresa segura.
Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, quadrilhas organizadas atacam uma residência a cada três dias. Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, os roubos a casas cresceram 87%. Isso porque uma casa vazia é mais vulnerável a esse tipo de crime.
Para evitar este tipo de transtorno, existem algumas medidas básicas, a saber:
1- Caso não possua dispositivos de segurança, como câmeras e alarme, tente adquiri-los, os preços são acessíveis;
- 2- Não comente sua viagem com pessoas estranhas;
- 3- Comunique sua ausência a um vizinho de confiança. Telefone para ele de vez em quando para saber se está tudo bem;
- 4- Em ausências prolongadas, peça a um parente para visitar sua casa, para demonstrar a presença de pessoas – abrindo janelas, regando jardins, entrando com o carro na garagem;
- 5- Evite colocar cadeado do lado externo do portão. Isso poderá denunciar a saída dos moradores;
- 6- Desligue a campainha. Assim, você deixa em dúvida quem tocá-la apenas para verificar se há alguém em casa;
- 7- Feche as portas com trincos e trancas. Reforce a porta da frente com fechaduras auxiliares;
- 8- Não deixe joias ou dinheiro dentro de casa, mesmo dentro de cofres. Utilize cofres de bancos;
- 9- Se sua casa possuir jardim, contrate ou peça para alguém mantê-lo limpo, evitando aspecto de abandono;
- 10- Se a viagem for longa, deixe dois jogos de chaves com pessoas de confiança para facilitar qualquer emergência
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A importância do cartão de visita no relacionamento profissional
*Por Ricardo Dorés
O cartão de visita é um dos itens mais importantes em um contato profissional. Para os orientais, o valor do cartão de visitas é tão expressivo que o recebimento dele é feito com as duas mãos. É por meio dele que a pessoa do profissional e a empresa que ele representa iniciam uma interação que lhes oferece a possibilidade de serem conhecidos pelo outro.
Ensina o velho e sábio ditado que: “a primeira impressão é a que fica”. Portanto, ao se fazer uso do cartão, é necessário que algumas regras básicas devam ser observadas.
Antes de mais nada, não se deve esquecer que o cartão de visita é um material promocional que identifica uma pessoa e uma empresa. Ele reflete a identidade e a imagem corporativa da empresa, razão pela qual é considerado como uma ferramenta de grande valia para o profissional. Não fosse por muitas razões, bastaria pensar em seu pragmatismo: ele torna viável a ocorrência de contatos posteriores.
Em atenção a essas características, alguns cuidados devem ser tomados, que vão desde a confecção até a entrega em mãos.
O ideal é que o cartão seja confeccionado em uma gráfica. Devem ser evitadas impressões caseiras, pois o tipo de papel usado e a impressão de qualidade são essenciais para refletir uma boa imagem impressa.
Para que se alcance o sucesso em um primeiro contato e se possa ser lembrado de forma positiva, é essencial saber entregar e receber um cartão de visita. Esse pequeno pedaço de papel tem a força de um “ritual de saudação” no mundo dos negócios, quando ele informa ao interlocutor: quem é o profissional que ali se apresenta, o que esse profissional faz e como pode ser encontrado posteriormente.
O visual do cartão deve ser o mais limpo possível, contendo informações objetivas, na exata medida do que precisa ser comunicado. Deve ser confeccionado, preferencialmente, em cor clara e com pouca imagem, para que não ocorra uma confusão visual e o seu conteúdo se torne de difícil compreensão.
A objetividade e a clareza do que se quer comunicar devem conter o nome completo de quem se apresenta, sua profissão ou cargo, além de outros dados profissionais, incluindo o nome da empresa e seu logotipo, o endereço físico, telefone corporativo, fax, e-mail, endereço do site e, se for o caso, pode-se incluir o número de um telefone celular.
Indica-se que o único elemento do cartão que pode ser mais visível do que o nome do profissional é o logotipo da empresa. Há, ainda, a possibilidade de ser acrescido um slogan ou frase curta que evidencie algum diferencial.
Todas as informações deverão estar sempre atualizadas. Ocorrendo mudanças de telefones, e-mails ou cargo, é preciso providenciar a confecção de novo cartão, pois não é nada elegante entregar um cartão rasurado ou com dados inadequados.
Importante lembrar que, frequentemente, os grandes negócios são fechados pessoalmente e, neste momento, é fundamental estar com seu cartão de visita atualizado.
O cartão deverá ser entregue, sem ansiedade, virado de frente para quem o recebe, o que facilita sua leitura. Dobrar a ponta caiu em desuso. Em geral, esta entrega é feita no início da conversação, quando as pessoas ainda não se conhecem. É prática comum, em reuniões, deixar o cartão à vista para facilitar a memorização do nome do profissional com quem se está mantendo uma troca de informações. Caso o encontro seja informal, o melhor a fazer é trocar os cartões na saída.
É mais cortês entregar o cartão do que pedir o cartão do outro. Quando se recebe um cartão, é indicado que seja lido com atenção, buscando memorizar o nome do profissional ali escrito antes de guardá-lo, para demonstrar o interesse e poder chamá-lo pelo nome. Para evitar que possam se amassar ou sujar é conveniente que os cartões sejam carregados em porta cartões e que fiquem em locais de fácil acesso.
Ao se apresentar sem um cartão de visita, o profissional corre o risco de comprometer a sua credibilidade, oferecendo uma imagem que poderia ser interpretada como desleixo e falta de organização.
Por essa razão, considera-se fundamental o hábito de usar esta ferramenta: o cartão de visita, tão pequeno em sua aparência e tão importante em seu significado.
*Ricardo Dorés é advogado, especialista em Marketing. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br. Contato ricardo@salesresults.com.br
18/12/09
Espaço Home realiza liquidação de férias
Durante os meses de janeiro e fevereiro, ou término do estoque, a loja Espaço Home promove uma promoção de produtos para toda a casa, oportunidade para redecorar os espaços com produtos a preços acessíveis, com descontos de até 50%.
Entre os itens que poderão ser encontrados destacam-se maleta para vinho com capacidade para duas garrafas em couro marrom, prato pedestal em madeira branca com corte a lazer para bolo e doces, colher de silicone em diversas cores, luva para cozinha de silicone em cores variadas, bandeja provençal branca, pratos de porcelana e vela aromática em pote de porcelana importada.
18/12/09
O que é Necessário Aprender para ter Sucesso em Vendas?
*Por J.B. Vilhena
Sempre gostei de estudar. Chego mesmo a pensar que foi por isso que - com apenas 32 anos - eu já era diretor comercial de uma empresa líder em seu segmento de negócios e que contava com uma força de vendas de mais de duas centenas de pessoas.
Por isso é que achei estranha a dificuldade que tive em responder a uma pergunta da Alessandra Assad, querida editora de uma grande revista: O que os gestores comerciais precisam aprender para ter sucesso nas suas carreiras?
Eu até que já estou acostumado com as perguntas desafiantes da Ale, mas, como disse antes, precisei refletir mais detidamente para responder a essa.
Nesse processo reflexivo, me lembrei que a UNESCO, em 1999, definiu um conjunto de 4 competências básicas para os executivos do 3º. Milênio. São elas: para ser, para conviver, para realizar e para aprender.
Para desenvolver as competências para ser, creio que em primeiro lugar é preciso investir em autoconhecimento. Somente quem se conhece bem é capaz de desenvolver autoconfiança, consegue fazer uma autoavaliação realista ou desenvolve a capacidade de rir de si mesmo. Como desenvolver essa competência? Muitos são os caminhos. A psicanálise é o mais conhecido, mas o estudo da filosofia, o aprofundamento em algumas religiões (principalmente as orientais) ou a participação em ordens iniciáticas (como, por exemplo, a maçonaria) podem ser um interessante caminho.
O segundo conjunto de competências - as para conviver - talvez seja ainda mais desafiador de ser desenvolvido. Em primeiro lugar é preciso aprender a ser tolerante, a ser humilde, a lidar com conflitos e aceitar consensos sem que seja necessária unanimidade. Tolerância é o respeito às ideias do outro, mesmo que sejam diferentes das nossas. Humildade é noção de limite, é reconhecer que, por melhor que sejamos, temos muita coisa para aprender. Lidar com conflitos exige o exercício da equidistância – não ter preferências. Onde aprender isso? Dificilmente será no banco de uma escola. Essas coisas se aprendem no convívio e na reflexão sobre tudo que acontece à nossa volta.
Competências para realizar nos são ensinadas quase diariamente nos treinamentos de vendas, nas palestras motivacionais ou mesmo nas reuniões com nosso grupo de trabalho. São as ferramentas técnico-operacionais que nos permitem performar mais e melhor, sem perder de vista a ética e a responsabilidade social. Embora os modismos sejam muitos, nós que sempre trabalhamos em vendas sabemos que nosso trabalho depende fundamentalmente de confiança. Mas não apenas da confiança que o cliente tem em nós. Também é fundamental que nós confiemos na empresa que trabalhamos e na equipe da qual fazemos parte. Recentemente eu escrevi um artigo especificamente sobre esse assunto. Se quiser, me mande um e-mail que eu o envio para você.
Finalmente estão as competências para aprender. Como adquiri-las? Eu creio que o primeiro passo seja desenvolver uma permanente curiosidade intelectual quanto a tudo que nos cerca. Quando crianças muitas vezes “enchemos o saco” de nossos pais de tanto perguntar o “por que” das coisas. Com o passar do tempo passamos a aceitar que as coisas são como são, e paramos de perguntar por quê?
Sugiro enfaticamente que você não caia nessa armadilha. Continue se perguntando por que o cliente comprou? Por que ele não comprou? Do que ele gostou? Do que não gostou? O dia em que as respostas a essas perguntas deixarem de te interessar, das duas uma: ou você já sabe tudo ou esta na hora de procurar uma nova profissão.
Pense nisso e boas vendas.
*J.B. Vilhena é presidente do Instituto MVC (www.institutomvc.com.br), autor do Manual de Universidades Corporativas, Professor dos programas de pós-graduação da FGV.
17/12/09
Tok&Stok promove liquidação no início de 2010
Dia 2 de janeiro, a Tok&Stok inaugura a edição de 2010 de sua já tradicional “Liquidação Nacional”, com mais de 600 itens e descontos de até 50%.
A promoção, em vigor enquanto durarem os estoques, propicia pagamento à vista, forma e condições parceladas em até 10 vezes sem juros.
Todas as lojas da Tok&Stok participarão da “Liquidação Nacional”, exceto a unidade de Saldos e vendas institucionais.
17/12/09
Mickey Home inaugura duas novas unidades
Importante loja de artigos para casa e decoração, a Mickey Home recentemente inaugurou duas novas unidades na capital paulista.
Agora, é possível conferir os mais de 18.000 itens da marca em novos endereços: no Shopping Anália Franco e na Alameda dos Arapanés, 1302, com espaço de 800 m² e manobrista no local. As novas lojas conseguem mesclar um lado moderno e colorido, mas sem deixar o requinte e a elegância de lado.
Com atendimento personalizado, setor para noivas, opções de presentes dos mais variados estilos e grifes e uma série de vantagens oferecidas fazem da loja Mickey Home referência em seu segmento, oferecendo porcelanas, cristais, prataria, além de uma linha de eletrodomésticos, decoração e utensílios para cozinha das melhores grifes nacionais e internacionais.
16/12/09
Roma Mobili expande loja no CasaShopping
Especializada em projetos de armários e cozinha, a Roma Mobili inaugurou recentemente a ampliação da unidade no CasaShopping, ocasião em que apresentou sua coleção 2010.
O novo espaço no shopping carioca passou de 280 para 400 m² e tem assinatura da DoisD Arquitetura, de Duda Porto.
16/12/09
MMartan inaugura unidade no Shopping Del Rey
Maior rede de cama, mesa e banho do Brasil, a MMartan inaugurou uma nova loja no Shopping Del Rey, no estado de Minas Gerais.
A unidade se apresenta ao mercado repaginada, seguindo os novos conceitos da rede, com mobiliário diferenciado e um espaço dedicado à coleção da Casa Moysés, vendida com exclusividade na MMartan. Uma loja recheada de opções para cama, mesa e banho com sofisticação e bom gosto.
A MMartan se aproxima cada vez mais de seus consumidores com novas lojas e coleções exclusivas e sofisticadas, atuando fortemente no segmento de casa e decoração.
15/12/09
Casas Bahia analisa implantação de fábrica na Bahia
Confiante na permanência da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para móveis e eletrodomésticos de linha branca, em vigor até 31 de março de 2010, a Casas Bahia planeja iniciar a construção de uma fábrica de móveis Bartira em Camaçari, no interior da Bahia, no primeiro semestre de 2010.
Segundo informações fornecidas pela rede, a abertura da fábrica estava nos planos de investimento para o fim do próximo ano, mas será antecipada caso a redução do IPI seja mantida mesmo depois de março de 2010.
A ideia é aumentar a capacidade de produção desses produtos, concentrada nas duas fábricas que a empresa tem em cidades do ABC Paulista, para atender a demanda prevista com as vendas de Natal, e deverá ser mantida alta enquanto durar a redução de impostos do governo federal.
14/12/09
Tok&Stok traz peças assinadas a preços reduzidos
Até 31 de dezembro, a Tok&Stok oferece mais de 50 produtos com design assinado, entre móveis e acessórios, a preços acessíveis ao consumidor, promoção válida em todas as lojas da rede.
Dentre os produtos em promoção estão alguns assinados pelo renomado Marcelo Rosenbaum, como a Estante Hum Rack, Mesa Lateral Hexagonal Seis e Poltrona Área, além da Caneca Xicas e o Tapete Labirinto.
Quem aprecia o trabalho do estilista Alexandre Herchcovitch pode adquirir peças da coleção Laminas: Full Prato Raso, Saladeira Redonda e Vaso para Mesa, além da linha Safári, composta por Prato de Sobremesa e Saladeira Redonda.
Criação de Bernardo Senna, a Prateleira Gadget também integra os itens em liquidação, assim como o Espelho Cut Outs Nuvem, assinado por Mirla Fernandes, o Lençol Rosas Minerais Casal, de Glauco Diógenes, e o Vaso Pingo, de Marco Antônio Gomes.
10/12/09
Shopping Paulista recebe loja da Maison des Caves
Boutique de produtos enogastronômicos do Brasil, a Maison des Caves inaugura unidade próxima à Avenida Paulista, uma das regiões mais importantes da América Latina.
A loja está instalada no Shopping Paulista, centro comercial completo, com grande variedade de produtos e serviços. A nova unidade possui 64 m² e promete proporcionar sofisticação, excelência no atendimento e qualidade de produtos.
A sexta unidade a ser inaugurada tem um novo formato, que contará com alguns diferenciais, como a localização em frente à escada rolante que dá acesso à praça de alimentação, com uma vitrine para expor os produtos e serviços da Maison des Caves.
04/11/09
O Poder das Marcas Empresariais - Como as marcas podem influenciar o destino do seu negócio
*Por Gabriela Moreira
As marcas começaram a fazer parte da linguagem de negócios no final do século XIX e início do século XX, época em que nos Estados Unidos e em outros países surgiram os mercados nacionais integrados e a economia estava se industrializando.
Um grupo de jovens empresas, da Ford à Coca-Cola, começou a produzir e distribuir produtos de consumo para milhões de famílias. Para comunicar os seus produtos e distingui-los de seus competidores e concorrentes, as empresas investiram em embalagens, publicidade, força nacional de vendas e, em alguns casos, treinamento de funcionários, e, para integrar tudo isso, precisavam de uma Marca institucional.
Mas afinal qual o segredo de estar presente na cabeça – e na preferência – dos consumidores, uma vez que milhares de produtos de um mesmo segmento podem ser encontrados?
A criação de uma Marca vai muito além do nome e do símbolo que a acompanha. O que gera valor a uma Marca (e consequentemente volume de negócios a uma empresa) é o que ela representa em termos de gestão do negócio e que emoções ela transmite às pessoas.
O nome, a imagem, a essência do negócio e a emoção que deve ser transmitida são a base da criação de uma identidade corporativa. Quando bem desenvolvidos e agregados, geram impacto e valor ao negócio.
Em empresas com Marcas poderosas como Google, Apple ou Starbucks, existe um entendimento coletivo de que o negócio simplesmente não existiria sem a Marca. A Marca minuciosa e perfeitamente elaborada dá forma à essência da empresa; orienta para onde ela deve seguir com o crescimento do mercado; e qual a postura deve adotar neste caminho.
Em algumas empresas, a aceitação e o envolvimento com a Marca são como uma paixão, com fidelidade total. Estes ‘fortes laços’ trazem importantes benefícios ao longo da trajetória da corporação, incluindo funcionários comprometidos; diferenciação lucrativa no mercado e fidelização de clientes. Perceba sua fidelidade e preferência ao fazer buscas na internet, comer um sanduíche, tomar um café na rua, assistir um noticiário na TV, e por aí vai...
Através da Marca, um produto ou serviço deve conquistar a confiança e se tornar ‘íntimo’ dos consumidores. É preciso consistência na comunicação e ações precisas para conseguir que uma Marca gere impacto perante os consumidores e no mercado.
Um exemplo de marca forte e estruturada é a TAM, que mesmo após o trágico acidente, há dois anos em Congonhas, é hoje a marca mais lembrada de empresa de aviação, segundo dados da pesquisa Datafolha Top of Mind de 2009. Isso é possível devido a construção de uma imagem institucional sólida, que mantém seus valores em seus serviços e na comunicação com o mercado.
Pequenas Empresas, Grandes Marcas
A criação de uma Marca íntegra, impactante e emocional deve ser um dos pontos de partida para as empresas que estão nascendo, se desenvolvendo e se estruturando no mercado.
Procurar um profissional especializado no estudo de criação de marcas (branding) que saiba agregar e refletir valores às imagens, atualmente, é uma necessidade para o empresário empreendedor que quer se destacar no mercado.
Mensagens Subliminares
A logoMarca é o primeiro contato da empresa com o público, é através dela que o mercado receberá impressões do seu business.
O desenho da Marca e o nome da corporação devem espelhar os valores da empresa e a mensagem que ela quer passar;
Cores e fontes do logo devem ser definidas de maneira a expressar as características do negócio (não o gosto pessoal), como: rapidez, seriedade, criatividade e feminilidade;
Formas e as linhas (modernas com curvas, ou mais tradicionais, rígidas e conservadoras) expressam a identidade da empresa.
É através do impacto e da sinergia do logotipo que a empresa se diferenciará inicialmente no mercado. Daí a importância desta imagem ser desenvolvida por profissionais que saibam como comunicar valores através de palavras, cores, traços e símbolos. Isso evitaria vermos tantos logos sem identidade, muitos parecidos uns com os outros, e que poderiam representar qualquer tipo de negócio, pois não estão conectados com produto que representam bem em sintonia com o público que querem atingir.
*Gabriela Moreira é diretora da D2C – Design to Companies, empresa de Marketing estratégico & Arquitetura comercial. Graduada em Marketing e Comunicação com o Mercado pela ESPM/SP. www.design2c.com.br
03/11/09
Quer diferenciar-se da concorrência? Foque no Atendimento!
*Por Juliana Figueiredo Cantanhêde
Os investimentos cada vez mais focados em melhorias e aperfeiçoamento da qualidade técnica de produtos e serviços deixam de lado uma alternativa acessível que destaca de maneira imediata um diferencial a qualquer negócio e cria a preferência do público alvo: o atendimento.
Apostar no desenvolvimento da melhor técnica/nova fórmula para diferenciar-se no mercado, implica muitas vezes não apenas num alto investimento à longo prazo, mas como também evidencia-se que a novidade dura pouco, já que logo a concorrência se encarregará de igualar ou aprimorar o “novo”. E o que é mais perturbador: a possibilidade de inovar na qualidade técnica, com o tempo, fica cada vez mais difícil.
O atendimento, além de agregar valores ao que está em oferta, possui efeito imediato sobre os clientes e sabemos que são necessários poucos minutos para obter um feedback positivo ou negativo do cliente.
Certo dia, entre numa loja de roupas que vou com certa freqüência e descobri em poucos minutos o motivo que me transporta a essa continuidade: sabem quem eu sou, que eu gosto de cappuccino, que eu acabei de viajar e o tipo de roupa da minha preferência, e tinham inclusive reservado uma peça em consonância com minhas preferências, o que traduz, sem dúvida, um bom atendimento e, ainda por cima, personalizado. E olha que eles não tomaram conhecimento sobre estes assuntos com um questionário, mas sim no atendimento.
A percepção das necessidades do cliente está nas estratégias que a empresa traça e, sobretudo, em sua organização: o modelo de capacitação dos profissionais e quanto formal é o atendimento.
O desenvolvimento dos funcionários emerge como necessidade contemporânea em destacar a empresa diante de um público cada vez mais exigente e informado. Ter apenas o conhecimento de produtos/serviços não é nenhuma preciosidade para a empresa, uma vez que a internet possibilita um leigo curioso aprofundar-se naquilo que deseja saber e assim exigir que a empresa não só saiba como trata-lo, mas que o compreenda além de suas necessidades.
E ainda, a praticidade em obter-se o que deseja é fundamental para o cliente e, por conseguinte essencial na empresa, devendo posicionar-se sem muita formalidade, evitando processos burocráticos.
Para uma série de perguntas, a resposta é simples e objetiva. Você já voltou a algum lugar onde o atendimento foi mediano ou optou por estar com quem realmente te trata bem? Transporte essa realidade para sua rotina profissional e descubra que a forma como o mercado enxerga sua companhia é diretamente proporcional ao que realmente faz por ele.
*Juliana Figueiredo Cantanhêde é consultora de marketing da ZipCde, uma das principais empresas especializadas em marketing direto.
27/11/09
Edfort reposiciona marca e cria slogan para 2010
Líder do mercado em distribuição de utilidades domésticas, a Edfort anuncia que, após meses de estudos, reposicionará sua marca com nova identidade visual, embalagens mais modernas e slogan que remete ao benefício de seus produtos.
A campanha terá início em janeiro de 2010 para o público interno. Em fevereiro, inaugura seu novo showroom de produtos e, por fim, em março, lança sua nova marca: Casa Ambiente, que remete a produtos relacionados aos diversos ambientes de uma casa. Associado ao slogan “essencial para o seu lar”, reforça a qualidade e os inovadores produtos Edfort.
A intenção da nova identidade é apresentar uma empresa mais moderna com soluções que veem de encontro com as necessidades do mercado, que acompanha a evolução da demanda dos clientes e dos consumidores, cada vez mais seletos e atentos à qualidade versus custo benefício, ou seja, se preocupa em fazer um bom negócio na hora da compra.
Ciente da importância do ponto de venda, a Edfort também prepara ações e campanhas, esperando contribuir com o negócio do lojista e chamar atenção dos seus consumidores.
19/11/09
Pesquisa afirma que Todeschini está entre as mais lembradas e preferidas de SC
Segundo a pesquisa Índice das Marcas de Preferência e Afinidade Regional (Impar), a Todeschini, uma das maiores fabricantes de móveis planejados da América Latina, está entre as três empresas do setor mais lembradas e preferidas de Santa Catarina. Cerca de 1800 pessoas de ambos os sexos, a partir de 16 anos e das classes A, B, C e D foram entrevistadas para compor a pesquisa.
Esta é a segunda edição da ação promovida pelo Grupo RIC Record em parceria com o IBOPE Inteligência, e tem por objetivo agraciar as marcas mais citadas pelos entrevistados catarinenses. Além disso, o estudo permitiu também obter a opinião sobre assuntos como qualidade de vida, consumo, esporte e meio-ambiente, identificando o perfil do consumidor do século 21.
19/11/09
4 Técnicas Poderosas para Estimular o Desejo de Compra em seu Cliente
*Por Marcelo Ortega
O processo de vendas tem seus fundamentos e um deles é o do desejo de compra do cliente. O profissional de vendas tem o dever de estimular seu cliente a comprar antes de partir para o fechamento do negócio. Você vende produtos e serviços ótimos, certo? Mas é bem provável que tenha um concorrente direto ou indireto que divida a atenção de potenciais clientes.
Desejar algo é mais que simplesmente fechar uma compra, é ter a convicção de estar fazendo o melhor negócio e obter satisfação com isso, suprindo as reais necessidades do cliente. Por exemplo: um automóvel pode representar trabalho, lazer, status e muitas outras coisas. Depende do cliente e da finalidade de uso. O vendedor precisa desvendar esse desejo e apresentar sua proposta (solução). Antes de fechar o negócio, ele pode e deve estimular e motivar o cliente. A seguir, apresento quatro técnicas poderosas para estimular o desejo de compra do cliente:
1.Construa credibilidade
Demonstre seu produto/serviço de forma que o cliente consiga enxergar que sua proposta é útil, desejável e irá satisfazer sua real necessidade. Você poderá fazer isso apresentando exemplos de outros clientes, como referências e, até mesmo, depoimentos. E se o seu produto/serviço não tiver esses referenciais, procure mostrar ao cliente como ele poderá ficar satisfeito quando estiver usando o produto ou serviço em questão. Por exemplo: “Caro cliente, já posso ver que você terá o reconhecimento de seus amigos pelo investimento neste produto”.
2.Demonstre seus diferenciais
Se o seu concorrente tem um produto muito bom, é preciso que você dê algo a mais. Seu atendimento é sua grande arma para se diferenciar. Faça com que o cliente sinta-se verdadeiramente acolhido e confortável com você, seja gentil e muito interessado nele. Trate-o como um dos clientes mais importantes e, se puder, agregue valor incluindo vantagens complementares. Por exemplo: “Na compra deste produto, o senhor terá direito a mais este acessório ou serviço de nossa empresa. Além disso, terei prazer em ajudá-lo na instalação (ou na hora de experimentar) e, em alguns dias, telefonarei para saber o quanto você ficou satisfeito”.
3.Dramatize
Torne sua apresentação marcante e inesquecível para o cliente. Em vez de simplesmente mostrar seu produto, faça mais para causar uma ótima impressão que seja memorável e de bom gosto. Você pode usar toda sua criatividade e entusiasmo nesse momento. Uma dramatização não leva muito tempo, deve ter, no máximo, um minuto. Vou contar alguns exemplos práticos que vi em algumas empresas: um vendedor de informática, para demonstrar a durabilidade de um laptop o deixou cair no chão e, depois, mostrou que ele estava intacto e funcionando perfeitamente. Outro exemplo: um corretor de imóveis ficou em silêncio com o cliente durante cinco minutos dentro do apartamento que estava vendendo e, depois, reforçou a tranquilidade do lugar, ponto importante para esse cliente. Para dramatizar, basta apenas uma regra: criatividade com bom gosto.
4.Crie uma visão de solução
Trata-se de um quadro verbal narrado para fazer com que o prospectivo cliente sinta-se realizado e feliz por ter feito negócio com você. Faça-o pensar principalmente no resultado após a compra. Essa técnica de criar uma visão de solução é muito eficaz e você pode começar dizendo: “Imagine você...” e terminar com a pergunta: “O que isso lhe parece?”. Por exemplo, pense em você (cliente) em plena satisfação, recebendo elogios por ter realizado a compra e sentindo-se seguro, pois tem a certeza de que a empresa da qual comprou sempre irá lhe atender bem, fazendo com que sinta-se feliz. Considere os ganhos que você e sua empresa terão com isso. O que lhe parece?
Tenho a comprovação de diversos profissionais de vendas que utilizaram essas técnicas poderosas e que, hoje, as têm como valiosas ferramentas para anular e sobressair-se da concorrência. Desejo sucesso em vendas e bons negócios a você!
*Marcelo Ortega é autor do livro “Sucesso em Vendas” (Editora Saraiva). Ele aplica treinamento em vendas in company ou em eventos abertos. E-mail: ortega@marceloortega.com
17/11/09
Karsten promove bazar beneficente
No último final de semana, a Karsten realizou a primeira edição do “Bazar Solidário”, com o objetivo de apoiar e contribuir para a manutenção de instituições solidárias e organizações não-governamentais (ONGs) de Blumenau (SC).
Produtos de cama, mesa e banho das linhas Karsten e Casa In foram comercializados a preço de custo para a comunidade e colaboradores da empresa.
No total, foram disponibilizadas mais de 1.500 peças para venda. 100% da arrecadação obtida serão repassadas para instituições a serviço da comunidade local, como creches e casas de repouso.
17/11/09
Sazi é apontada como uma das melhores empresas para se trabalhar
De acordo com a pesquisa do Guia EXAME / VOCÊ S/A, a Sazi é uma das 150 melhores empresas para se trabalhar, atingindo bons resultados em questões relacionadas ao ambiente de trabalho, satisfação dos colaboradores, comunicação interna, ética, entre outros aspectos.
A empresa, expositora da House & Gift Fair, mostra, no decorrer de sua história, constate preocupação com seus colaboradores. Em 2005, por exemplo, lançou o programa Hiper Sazi, objetivando o aperfeiçoamento profissional, a satisfação e a qualidade de vida dos funcionários. Para investir ainda mais na equipe, a Sazi funda a Escola Técnica Sazi, em 2007. Em abril de 2008, através de uma parceria com o SENAI, o projeto da Escola Técnica Sazi foi ampliado e passou a contar com a Escola Técnica Sazi Externa.
Por fim, em maio de 2009, foi inaugurado o Centro de Convivência Sazi, composto por restaurante, academia, vestiários e sala de TV.
17/11/09
Lighting Experience HID 2009 apresenta novidades em sistema de iluminação
No início de novembro, a Philips do Brasil promoveu o Lighting Experience HID 2009, evento destinado a autoridades públicas, arquitetos, lighting designers, instaladores, engenheiros, designers de interiores, entre outros, para apresentar as últimas novidades em sistemas de iluminação com lâmpadas de descarga em alta intensidade (sigla em inglês HID - High Intensity Discharge).
O evento contou com a presença dos palestrantes internacionais Raf Brouwers (Diretor de Marketing e Produto HID para escritórios e indústrias), Jan Fitters (Diretor de Marketing e Produto HID Eletrônico para escritórios e indústrias) e Ricardo Rodrigues (Gerente de Marketing e Produto HID para lojas e hotéis).
Tendências em Iluminação de Lojas, Sistemas Eletrônicos para Lâmpadas HID, Utilização de Luz Branca em Áreas Externas, LEDs (Solid State Lighting) para Aplicações em Áreas Internas, Controles em Iluminação em Áreas Externas e Iluminação Esportiva (estádios e áreas de entorno) estavam entre os temas abordados no evento.
16/11/09
O Varejo na Era da Economia Estável
*Por Antonio Braga
Com a economia estável do Brasil, os clientes mudaram de comportamento, passando a agir de modo totalmente diferente de como faziam na época das altas taxas de inflação. Naquele período, com os aumentos diários de preços, eles se sentiam pressionados a comprar, e muitas vezes em volumes maiores, para evitar que seu dinheiro perdesse valor do dia para a noite.
Na economia de hoje, sem a pressão dos preços e os clientes cada vez mais disputados, as regras do jogo se inverteram. Não há mais pressa para comprar e suas compras passaram a ser menos volumosas e mais frequentes. Portanto, leva vantagem a loja que estimula o aumento da frequência dos clientes e faz com que eles permaneçam mais tempo no seu interior.
Com a estabilidade dos preços, os clientes não aceitam mais pressão e levam em consideração uma série de fatores para decidir onde comprar. Mesmo conscientes disso, muitos empresários não se adaptaram às mudanças, perdendo vendas e clientes diariamente.
Por outro lado, são bem-sucedidos os lojistas flexíveis, que sabem entender e atender as necessidades dos clientes modernos e exigentes, muitas vezes tachados de chatos. E o sucesso deles está nas seguintes ações:
>> Dedicam-se de corpo e alma ao seu negócio, pois gostam do que fazem e são conscientes de que o sucesso é consequência de muito trabalho e sacrifício. E somente quem tem paixão pelo que faz é capaz de enfrentar e superar dificuldades todos os dias, sempre com alegria e boa vontade.
>> Não param no tempo achando que já sabem tudo. Pelo contrário, procuram aprender constantemente, participando de cursos, palestras, seminários, lendo revistas do seu ramo de negócio etc. Além do mais, investem na capacitação dos seus funcionários para que estejam também sempre qualificados.
>> Agem proativamente, não ficando à espera de clientes, os quais não surgem por acaso. Estão sempre prospectando e colocando em prática ações de marketing capazes de atrair novos clientes, além de manter os antigos.
>> Estão sempre atentos ao mercado e concorrência, de modo a inovar para atender as exigências dos clientes, que são ávidos por novidades. Não são presos a paradigmas, continuando fazendo o que sempre fizeram, mas o que os clientes querem.
>> Mantém uma boa variedade de produtos, oferecendo conforto, comodidade e rapidez aos clientes, que dão preferência a lojas que vendem uma quantidade maior de itens.
>> São organizados, planejados e mantém um bom controle de estoque para que não haja falta e nem sobra de produtos. Com isso, os clientes sempre são atendidos nas suas necessidades, além de evitar custos desnecessários com mercadoria parada.
>> Dão bastante atenção à vitrine, renovando-a constantemente, passando ao cliente uma mensagem positiva e convidativa, mostrando o que ele irá encontrar no interior da loja. Para isso, contam com o serviço de pessoas especializadas, pois são conscientes de que vitrine poluída não atrai clientes.
>> Estão atentos à atmosfera de compra para que os clientes permaneçam mais tempo no interior da loja, estimulando a vontade de comprar. Cuidam sempre do visual da loja, iluminação, decoração, música ambiente, cores, aroma, disposição dos produtos, balcões e gôndolas, piso, paredes, teto, climatização, limpeza, mostruários, aparência dos funcionários etc.
>> Fazem promoções com o objetivo de atrair clientes e não para vender todos os produtos da loja com preços baixos. Usam os produtos da promoção para vender as outras mercadorias nas condições normais. Também treinam os vendedores para agirem profissionalmente, evitando vender somente os produtos em promoção.
>> Lideram na base do bom relacionamento e satisfação da equipe, de modo que todos os funcionários trabalhem motivados e entusiasmados, fazendo questão de transmitir sua satisfação aos clientes através de um excelente atendimento. De nada adiantará tanto esforço para atrair clientes se a equipe jogar contra o patrão, pois, com certeza, ela descontará nos clientes, os quais irão à procura de quem cuide deles com bastante atenção e dedicação.
*Antônio P.B. Braga - palestrante e instrutor de Vendas e Qualidade no Atendimento da Sagra Consultoria em Vendas. É autor do livro "Quer Vender Bem? Deixe de Ser Vendedor!"
11/11/09
Pesquisa aponta aumento da confiança do consumidor
O Índice Nacional de Confiança ACSP/IPSOS de outubro de 2009 registrou 136 pontos na média de todas as regiões, contra 135 em setembro deste ano e 140 pontos em outubro de 2008.
A região nordeste teve uma queda de 6 pontos em outubro/09, passado de 121 para 115 pontos, a menos otimista e a única que registrou queda. A região sul subiu de 136 pontos para 143 em outubro/09. Em seguida, a norte centro-oeste, que continua a mais otimista com 156 pontos, e a sudeste obteve uma alta de 4 pontos, subindo de 137 para 141 pontos.
Nas classes sociais, a classe C continua a mais otimista com alta de 2 pontos, passando de 147 para 149, seguida pelas classes A/B, que registraram 128, tendo uma alta de 7 pontos. Enquanto isso, as classes D/E caíram de 126 para 124, a menos otimista.
Quanto à crença no mercado de trabalho, em outubro deste ano, o número de consumidores que se sentem mais seguros no emprego continua liderando com 36% dos entrevistados, contra 28% que se dizem menos seguros, ou menos confiantes.
Em relação às compras, o número de pessoas que se sentiam pouco a vontade para a compra de eletrodomésticos caiu de 37% para 1%, sendo que os que se sentem mais a vontade permanecem em 43%, o que sugere que a segurança no emprego reduziu o receio de comprar a prazo.
Em síntese, os vários componentes da pesquisa ACSP/IPSOS sugerem que a percepção do consumidor quanto aos efeitos negativos da crise referente ao mercado de trabalho já passaram. Isso faz com que o consumidor gradativamente perca o receio de fazer novas compras a prazo de eletrodomésticos.
09/11/09
Nova unidade da Havan integra plano de expansão do Cataratas Shopping
A rede de lojas de departamentos Havan anunciou parceria com o Cataratas JL Shopping, localizado em Foz do Iguaçu, onde será instalada a sexta unidade no Paraná.
A Havan integra a expansão do Cataratas Shopping, ocupando uma área de 3.500 metros quadrados. A previsão é que a nova loja seja inaugurada em março de 2010, com investimentos estimados em cerca de R$ 10 milhões, entre obras físicas, treinamento de pessoal, marketing e estoque. A operação deverá gerar em torno de 150 empregos na cidade.
06/11/09
Logística ganha atenção especial do varejo para este Natal
A preparação para evitar problemas de armazenamento e entregas no final do ano, em função do grande volume de vendas, chama a atenção do varejo, principalmente de grandes redes varejistas.
Um exemplo é a gaúcha Lojas Colombo que, com 360 unidades, briga com Casas Bahia, Carrefour, Ponto Frio e Extra na venda de móveis e eletrodomésticos. A rede varejista prevê um incremento de 25% no Natal, e por isso aumentou o quadro de funcionários 20%, além de renovar a frota de caminhões, com 50 novos veículos, e ampliar os Centros de Distribuição (CDs).
06/11/09
Perdizes ganha loja da FastFrame / Moldura na Hora
A 15ª unidade da FastFrame / Moldura na Hora, em Perdizes, integra o plano de expansão da maior rede de molduras do mundo.
A loja está localizada em um bairro residencial bem movimentado, a principal via de Perdizes, com diversas lojas entre produtos e serviços variados, sendo boa parte deles franquias. Com 70 m², a unidade não tem concorrentes diretos e a exclusividade dos produtos é o que, possivelmente, atrairá o consumidor da região.
05/11/09
Tok&Stok participa do evento “O Pequeno Príncipe na Oca”
Considerada o maior evento do Ano da França no Brasil, a exposição “O Pequeno Príncipe na Oca” contará com a participação da Tok&Stok, presente com parte de sua coleção Pequeno Príncipe, composta por Porta-Lápis, Caneca, Prato de Sobremesa, Tigela Redonda, Caixas Planeta e Rosa, Mouse Pad, Toalha de Rosto, Jogo Americano, entre outros itens.
Os produtos que integram a exposição, que acontece até 20 de dezembro em um espaço de 10 mil metros quadrados da Oca (Parque Ibirapuera – Pavilhão Lucas Nogueira Garcez, na capital paulista), estão dispostos ao público em todas as lojas da rede.
Criada e organizada pela Luk Marcas de Valor, empresa associada à Sucession Antoine de Saint-Exupéry, esta é a primeira exposição sobre o Pequeno Príncipe no mundo, daí o seu destaque como maior exposição da França no Brasil.
O evento tem por objetivo oferecer a toda a família momentos de lazer e descanso, enfatizando os valores éticos das mensagens de amor transmitidas por Antoine de Saint-Exupéry na obra que explica a importância de cativar as pessoas e de evoluir de forma consciente, respeitando os seres e o meio ambiente.
04/11/09
A Obra de Arte: moda, decoração e design
Despertar a sensibilidade, a criatividade, o potencial artístico e fazer ótimas compras. Esta é a proposta de A Obra de Arte, espaço no bairro paulista de Moema que oferece um “casting” selecionado de criações de moda, decoração e design.
O local, uma casa de dois andares, ainda oferece cursos e oficinas de cerâmica, mosaico, desenho, pintura, HQ e vitral, atividades destinadas a todas as idades, vivenciadas em um jardim, com paisagismo integrado ao ambiente.
Em A Obra de Arte é possível encontrar joias, roupas, bijoux, bolsas, CDs, agendas, vasos, taças, brinquedos educativos e muitos outros produtos.
30/10/09
Originalidade e bom humor em paliteiro
Nada dos tradicionais paliteiros em cima da mesa. Além de pouco atrativos, quando é preciso utilizá-los, eles simplesmente não funcionam. Conclusão: os palitos ficam jogados em um prato ou pires.
Para resolver essa questão, a Utilplast disponibiliza ao mercado o paliteiro Woodoo, divertido, funcional e bastante original.
Com bom humor e disponível nas cores preta e cinza, o produto reitera a utilidade de um paliteiro à mesa, quanto à organização, visual e facilidade de uso, por deixar os palitos espetados em um molde de corpo humano.
30/10/09
Biscoitos em formatos variados
Crianças (e também adultos!) adoram saborear biscoitos entre uma refeição e outra. Agora, se tiverem formatos diferentes, completam a hora do lanche.
Por isso, a Pepper disponibiliza ao mercado moldes para biscoitos em diversos formatos: náutico, fazenda, animais e trem.
29/10/09
Art Office Design desenvolve ambientação para Brastemp
Empresa com sede em Curitiba e escritórios em São Paulo e Londres, a Art Office Design apresenta seu mais novo projeto para a Brastemp: ambientação e espaço imersivo para lançamento da linha de eletrodomésticos Gourmand, instalado nas principais redes de lojas de varejo no Brasil. O roll-out do projeto se dará em pontos estratégicos, em todo o Brasil.
O projeto desenvolvido para a Whirlpool Latin America, que no Brasil atua com as marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, é resultado da melhor solução em ambiente de marca, custos de produção e replicagem para a concorrência nacional aberta em fevereiro deste ano.
29/10/09
Coleção Croquis se inspira em artista francês e celebra Ano da França no Brasil
Em comemoração ao Ano da França no Brasil, a Tok&Stok lança a coleção Croquis, inspirada nas obras do jornalista e artista plástico francês Yann de Houelleur.
Composta por gravuras que retratam as belezas de Paris presentes em fragmentos e reminiscências de ambientes de São Paulo e Rio de Janeiro, a coleção traz caneca, almofada e variadas ilustrações molduradas.
28/10/09
Sustentabilidade é tema de concurso cultural da C&C Casa e Construção
“Sustentabilidade começa em casa” é o tema do concurso cultural promovido pela C&C Casa e Construção. De caráter exclusivamente recreativo e cultural, o objetivo da proposta é reforçar ainda mais as ações de incentivo às questões de sustentabilidade, conceito intensificado pela C&C após o lançamento de seu primeiro home center sustentável.
Para participar do concurso, em vigor entre outubro e novembro, basta retirar e preencher o cupom nas lojas com um texto de no máximo 30 palavras respondendo a pergunta “Por que sustentabilidade tem que começar em casa?”, e depositá-lo em uma das urnas instaladas na C&C.
Criatividade, originalidade e clareza de expressão apontarão os 25 contemplados, que receberão como cortesia uma viagem para a família ou cheques-presente.
28/10/09
Tok&Stok lança linha Coke at the Movies
A Tok&Stok lança com exclusividade no Brasil a linha Coke at the Movies, composta por pratos de sobremesa, com estampas Coke Movies Daughter e Coke Movies Son,
rasos com desenhos Coke Movies Father e Coke Movies Mother e, como complemento, a sugestão é a Coke Movies Tigela.
Inspirados no estilo vintage, os produtos remetem à década de 50. A nova linha promete retratar o que há de mais divertido em ir ao cinema, ou seja, as comidinhas, o refrigerante, todos bem arrumados, e a socialização entre as gerações.
27/10/09
Líder Interiores cria mesa em homenagem ao antropólogo Darci Ribeiro
Uma das maiores empresas de móveis e decoração do país, a Líder Interiores desenvolveu uma mesa inspirada no povo brasileiro e que homenageia o antropólogo Darcy Ribeiro, pioneiro do pensamento sustentável que lutou por causas ecológicas e pela preservação da cultura nacional.
Cada parte da mesa faz referência à inspiração. A base, por exemplo, representa os índios, e as duas pedras do tampo, o povo europeu e africano.
27/10/09
Ao contar histórias e emocionarem, vitrines atraem consumidores
Para conquistar um consumidor é necessário que as lojas contem histórias. Muito mais do que produtos ou serviços, as decisões de compra baseiam-se em emoções. Por isso, é imprescindível que o lojista perceba o que o cliente busca para seduzi-lo com as melhores alternativas.
Ao atrair o consumidor para uma loja, a vitrine é responsável por efetivar uma boa parte da venda. Por isso, ela deve encantar quem as observa. O espaço ainda é responsável por criar um clima que valorize os produtos, a proposta da coleção e causar um impacto que seja coerente com a marca e com o seu público-alvo.
A novidade é outro fator a ser levado em consideração. É essencial que as lojas mudem constantemente suas vitrines, sendo 15 dias o ideal para que a troca da disposição dos produtos ocorra. Se não há transformações na exposição, os consumidores podem entender que não existem novidades na loja. Também não adianta expor muitos produtos em um mesmo espaço. É preciso criar uma harmonia e conduzir o olhar de quem observa, dando foco a um produto e deixando os outros como secundários.
A criatividade também é fundamental, independente do orçamento. Mas é necessário direcioná-la da maneira certa. Ao planejar e montar uma vitrine, o profissional deve saber integrar o tema da coleção, os produtos que devem ser destacados, os complementos e a decoração.
A ambientação deve ainda estar em sintonia com o contexto atual e explorar os signos presentes na cultura do lugar. Acompanhar o calendário promocional mostra que a marca valoriza o que é importante para o cliente. Por isso, as lojas devem entender o que determinadas datas como o Natal e o Ano Novo representam para os consumidores.
27/10/09
Decoração para vitrines é tema de workshop
Na última semana, a Associação Comercial e Empresarial de Campos do Jordão e a VisaNet promoveram o workshop "Exibitécnica - Teorias e Ferramentas - A Arte de Vitrinismo", em parceria com a FGV CENPRO - Centro de Estudos de Comunicação com o Mercado.
O Vitrinismo consiste em criar ambientes e valorizar os produtos expostos, desenvolvendo imagens e sensações. Para isso, são utilizadas técnicas que possuem grande importância para o comércio.
Quando corretamente utilizadas, as vitrines transformam simples espaços para exposição de produtos em verdadeiras obras de arte, capazes de seduzir os mais diversos públicos.
26/10/09
Linha assinada por Alexandre Herchcovitch é destaque da Zelo
Assinada pelo estilista Alexandre Herchcovitch, a linha Lyric Cinza, da Zelo, tem uma moderna estampa que mistura flores e listras nos tons de cinza e preto, sobre fundo branco.
O edredon recebe destaque por ser dupla face, o que dá um toque de modernidade e praticidade, além de combinar perfeitamente com ambientes modernos ou clássicos.
Em percal 180 fios e 100% algodão, a Lyric Cinza apresenta um completo jogo de cama com porta-travesseiro, edredon (nos tamanhos solteiro e Queen) e lençol (nos tamanhos solteiro, casal, Queen e King).
23/10/09
Tok&Stok lança linha exclusiva de utensílios para pizza
Para saborear pizzas com bom humor, a Tok&Stok apresenta ao mercado a linha “ Tudo acaba em pizza”, com utensílios necessários para a preparação e o consumo da iguaria.
A coleção acrescenta humor ao segundo prato mais consumido no Brasil (a pizza fica atrás apenas da combinação arroz/feijão). Utilizando uma sátira política, traz felicidade a praticidade ao dia a dia.
O Prato Individual é triangular e facilita o manuseio. Já o Jogo Americano Redondo traz a praticidade para a refeição e o Prato Servir ajuda a organizar as rodadas das adoradas massas. Há, ainda, utensílios como luva de forno e avental, feitos com 100% algodão.
22/10/09
Doação de talheres gera descontos em compras na Spicy
A Spicy lançou uma campanha que beneficia a loja (na divulgação da marca como empresa cidadã), o consumidor (com desconto) e um projeto social (que receberá os artigos).
Quem levar talheres usados à Spicy até 8 de novembro receberá R$ 5,00 de crédito para adquirir novas peças da WMF. Os artigos arrecadados serão doados para o projeto social Ação Comunitária.
Para participar, é preciso se atentar à algumas especificações dos talheres. Como o material será reutilizado, não serão aceitos artigos descartáveis, de plástico, de acrílico, de madeira, quebrados, tortos ou inutilizáveis. Além disso, o desconto é exclusivo para a compra de talheres WMF e não pode ser usado para a aquisição de outro item da marca.
20/10/09
Maison Des Caves inaugura unidade em shopping de Brasília
O Grupo Art Des Caves escolheu o Casa Park Shopping, em Brasília, para instalar uma boutique da rede Maison des Caves, a sexta unidade do grupo. A nova franquia possui 98 m², com mais um mezanino de 35m², e leva aos clientes todo charme e requinte do mundo da enogastronomia da Maison.
Com um novo formato, a loja contará com uma climatização diferente, por meio de uma porta digital. O projeto possui um design totalmente inovador e exclusivo, criado pela ousada arquiteta Denise Zuba.
19/10/09
Caxias do Sul ganha nova loja de decoração de interiores
A cidade gaúcha de Caxias do Sul recebeu recentemente a Palladio's Decor, loja de decoração de interiores que traz novas propostas, materiais e grifes exclusivas em persianas, cortinas, tapetes e papéis de parede.
Com nome inspirado no arquiteto italiano Palladio, a loja está instalada em um casarão de dois andares e 230m².
19/10/09
Artefama e Marcelo Rosenbaum criam móveis que valorizam o design brasileiro
Uma parceria entre a Artefama e o designer Marcelo Rosenbaum mostra a valorização do design brasileiro nos produtos desenvolvidos pela empresa. O resultado é a linha Caruaru, em fase de criação, que em breve ganhará as lojas de móveis e decorações do país.
Marcelo Rosenbaum foi escolhido para criar produtos exclusivos e inéditos no país por conta de suas características de estilo. O designer, reconhecido mundialmente pelo seu talento e criatividade, sabe aproveitar os traços da cultura brasileira na criação de seus projetos.
16/10/09
Cultura do Oriente inspira decoração de ambientes
A riqueza artesanal de países como a China e a Índia caiu no gosto dos brasileiros e invadiu o universo da decoração de interiores, presente nos mais diferenciados ambientes, em menor ou maior proporção.
A exuberância das peças, estampada em formatos, materiais e principalmente nas cores, justificam boa parte desta apreciação, imprimindo no cenário uma atmosfera exótica e mística.
16/10/09
Comerciantes paranaenses participam de missão para conhecer varejo americano
O Sebrae/PR e o Sistema Fecomércio/PR promoveram uma missão técnica internacional para lojistas paranaenses conhecerem o varejo de Orlando, nos Estados Unidos. A ação faz parte do Programa VarejoMAIS - Mais Vendas, Mais Competitividade, com o objetivo de fortalecer e melhorar o comércio varejista no Paraná, por meio da experimentação de novas culturas de comércio, além de oferecer a oportunidade de que empresários de micro e pequenas empresas troquem experiências, estratégias e operações em sua rotina mercadológica.
23 empresários de diversos segmentos do varejo das cidades paranaenses de Curitiba, Guarapuava, Pato Branco, Itapejara d'Oeste, Araucária, Céu Azul, Toledo, Vera Cruz do Oeste e Campo Mourão se reuniram com o propósito de desenvolver seus negócios com foco na inovação. A cidade de Orlando foi escolhida para a visita por sua similaridade com o mercado de varejo brasileiro e pela receptividade dos atendentes locais, acostumados a atender o público do País, que visita a cidade com frequência.
Entre as práticas possíveis, ou seja, que podem ser adaptadas à realidade do comércio paranaense apontadas pelos participantes, estão levantamento de preço de produtos, ambiente de loja, atendimento especializado e preparação de equipes.
15/10/09
Le Biscuit inaugura décima unidade em novo empreendimento comercial baiano
A empresa Le Biscuit apresenta ao mercado sua décima unidade, que compõe o mix do mais novo empreendimento comercial de Salvador, o Shopping Paralela.
Em uma área de 1 mil m², do 2º Piso, a Le Biscuit do Shopping Paralela vai operar com uma variedade de produtos, que abrangem as seções de utilidades para o lar, decoração, brinquedos, festa, armarinho, papelaria e informática.
14/10/09
Magazine Luiza diz não se arrepender de investir em São Paulo
Pouco mais de um ano depois de ter iniciado suas operações em São Paulo, quando estourou a crise financeira internacional, em setembro de 2008, a rede varejista Magazine Luiza diz não se arrepender de ter investido na capital paulista. Isso porque a rede já conquistou um milhão de clientes no maior mercado consumidor do País.
A cidade de São Paulo representa hoje 14% das vendas da empresa. Para este ano, a perspectiva da companhia é de ampliar o faturamento em 20% em comparação a 2008 e atingir R$ 3,8 bilhões.
14/10/09
Humanos na decoração
Um dos nomes mais conhecidos do design, Philippe Starck ousa em suas criações, e, desta vez, não foi diferente.
Imitando traços humanos, semelhante a uma máscara neutra, a peça Bonze, uma de suas criações para a XO Design, já chamaria a atenção se fosse uma pequena peça de decoração. Entretanto, ela possui 45,5cm de altura e serve como banco ou mesa de café.
13/10/09
Depósito São Martinho de volta ao mercado
As irmãs Bia e Bel Pimentel retomaram as atividades do Depósito São Martinho, fechado durante alguns meses.
De estilo vintage, a loja foi reformada e apresenta novos produtos trazidos do Uruguai, Argentina e Europa, edições limitadas de artigos com muita madeira, couro, vidro, cerâmica e fibras naturais.
09/10/09
Aumentam as vendas da MM Mercadomóveis
Rede com 120 lojas no Paraná e em Santa Catarina, a MM Mercadomóveis comemora as vendas de celulares, que representam entre 10% e 15% de suas transações totais.
A rede registrou crescimento de até 10% nas vendas em julho, em comparação ao mesmo período do ano passado. Na média, o crescimento foi de 2%. Para o segundo semestre, a expectativa é aumentar o índice para 5%.
08/10/09
Tina&Lui Design cria peça em comemoração aos 30 anos da Tok&Stok
Flexibilidade e multifuncionalidade são as palavras que melhor definem a Mesa Surpresa, criação exclusiva da equipe gaúcha Tina&Lui Design para a coleção comemorativa de 30 anos da Tok&Stok.
Ideal para pequenos ambientes, o produto, que se destaca por linhas construtivas simples e pela combinação de cores com contraste estimulante, é composto por três peças que, juntas, formam uma mesa de centro com rodízios. Quando separados, dois dos componentes se transformam em mesas auxiliares que podem ser usadas para refeições rápidas ou apoio para laptops.
07/10/09
Silvana Cecílio reúne peças decorativas de todo o Brasil
Localizada na cidade de Itatiba, a 45 minutos da capital paulista, a loja Silvana Cecílio vale a pena ser visitada por arquitetos, decoradores e pessoas de bom gosto.
As cerca de mil peças da loja, garimpadas em todo o Brasil pela própria empresária, são distribuídas por três galpões ambientados com móveis cujos estilos vão do rústico ao contemporâneo. O grande destaque são as mandalas de fibra natural.
05/10/09
Crescem Lojas Cem
Em julho, a rede varejista Lojas Cem registrou um crescimento de 5% nas vendas em relação a junho. Em comparação com o mesmo período em 2008, o aumento foi maior: 12,5%.
No primeiro semestre, o volume de vendas cresceu 7,5% e a expectativa para os últimos meses do ano é de que esse índice atinja a marca dos 10%. Com o cenário favorável, a rede planeja abrir quatro lojas em São Paulo e Minas Gerais e contratar 140 funcionários.
06/10/09
Você Vende ou Doa seus Produtos e Serviços?
*Por Soeli de Oliveira
Produtos podem ser experimentados antes de serem adquiridos, já nos serviços compramos apenas uma promessa de desempenho ou performance futura, que somente poderá ser avaliada por ocasião da efetiva prestação dos serviços.
Essa é a razão porque os serviços, para serem comercializados, dependem tanto da credibilidade de seus ofertantes, e não raras vezes, da indicação de outras pessoas, conhecidas popularmente como QI – “Quem Indica”.
Normalmente, têm sucesso na comercialização produtos ou serviços que são as únicas opções dentro de seus gêneros, algo raro hoje em dia, ou que contam com clientes que voltam sempre e ainda recomendam para sua rede de relacionamentos.
Mas da parte dos prestadores de serviços, como proceder para qualificar clientes?
É sabido que o dinheiro é escasso e que a cada dia os consumidores estão mais escolados nas artes e técnicas de comprar, buscando o máximo de retorno em seus investimentos. Isso é uma postura incontestável, racional e legítima.
Mas há os que jogam nos extremos. Significa dizer que uma parcela dos consumidores opta por negociações “ganha-perde”, onde eles ganham como consumidores e os fornecedores perdem. Estão dispostos a comprar junto com as mercadorias e serviços o prejuízo dos comerciantes. Volúveis como clientes, estão dispostos a trocar de fornecedores por centavos de vantagens, mesmo sabendo que muitas vezes o “barato sai caro”.
Empresas saudáveis jamais entrarão neste jogo suicida, saberão identificar e qualificar para clientes consumidores que buscam uma boa relação custos/benefícios, “preços bons” sim, e não “preços baixos”.
Preços baixos significam frequentemente prejuízos para quem vende e até mesmo para quem compra.
Preços bons significam preços justos e adequados, que possibilitam a satisfação de todas as partes envolvidas na transação.
Uma empresa é saudável financeiramente se seus preços recuperam os custos com uma adequada margem de lucro.
Já no mercado existem clientes de todos os matizes.
Há clientes que valorizam a qualidade, variedade de opções e a prestação de serviços, e no outro extremo, os que têm como critério de escolha apenas o fator preço. Portanto, não caia na armadilha de querer se tornar famoso apenas pela prática dos menores preços.
Reduzir preços se justifica quando podemos reduzir os custos ou aumentar os volumes de produção ou vendas de forma a obter ganhos de escala e de produtividade.
Por isso, todo empreendedor deve buscar ter completo domínio dos custos envolvidos em seu negócio e das corretas técnicas de formação de preços.
Vender abaixo dos custos é fazer doação, e doação se faz com os lucros do negócio e não com os prejuízos.
Lembre-se que não são só os clientes que escolhem os seus fornecedores, você também deve escolher e qualificar quem você quer para cliente.
*Soeli de Oliveira é Consultora e Palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios, nas áreas de Varejo, Vendas, Motivação e Atendimento - E-mail: soeli@sinos.net - Novo Hamburgo – RS
05/10/09
Artefacto traz criações de Karim Rashid
A Artefacto disponibiliza ao mercado peças criadas pelo premiado designer egípcio Karim Rashid.
Um dos integrantes da coleção, a mesa lateral faz jus à fama de seu criador, famoso por peças orgânicas, funcionais e de grande apelo visual. Com base fechada formando um vão, a peça é feita de madeira Plywood e revestida em nogueira com pintura interna laranja.
02/10/09
Consórcio facilita aquisição de produtos da loja Berlanda
A rede de móveis e eletrodomésticos Berlanda investe no segmento de consórcios em parceria com o grupo paranaense Gazin, do mesmo segmento de atuação.
Lançado em agosto, o Consórcio Nacional Berlanda para a aquisição de veículos, eletrodomésticos e serviços está disponível em todas as lojas da rede, que espera, após um ano de vendas, aumentar em até 20% o faturamento.
30/09/09
Para aquecer mercado, lojas reduzem juros e oferecem descontos
Com a proximidade do final de ano e uma melhora aparente na economia após um turbulento período de crise mundial, grandes redes varejistas traçam estratégias para atrair público consumidor e estimulá-lo a comprar. Entre as ações mais utilizadas destacam-se descontos agressivos, principalmente no setor de eletrônicos e eletrodomésticos.
Segundo a assessoria de imprensa das Casas Bahia, atualmente, a rede promove a campanha de juros a 1,99% ao mês, válida para as compras feitas em até 17 vezes no cartão de crédito da empresa. Além disso, nas compras à vista, a rede anuncia que cobre qualquer oferta, sendo que, neste caso, a promoção é válida somente para as lojas físicas do grupo.
Na ação promocional constante “Só Amanhã”, do Magazine Luíza, ofertas exclusivas são anunciadas a preços competitivos, entretanto, a duração é de apenas um dia.
No Extra, hipermercado do grupo Pão de Açúcar, está em vigor a promoção "Extra Poder Pra Você", com 1.000 ofertas em produtos de categorias como alimentos, acessórios, automotivos, cine e foto, DVD, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, eletroportáteis, informática, entre outros.
29/09/09
Técnica francesa engana os olhos por meio da pintura
A Trompe l'oeil é uma intervenção feita em um ambiente, onde a pintura causa um efeito real sobre o olho. Mais conhecida como a arte de enganar o olho, a técnica francesa fantasia um ambiente.
Às vezes, a técnica é chamada de ilusionismo, pois dá perfeições de traços, formas e cores para ambientes, tornando-os verdadeiros aos olhos que os aprecia. Sua descoberta data da época do renascimento, mostrando uma perspectiva linear no décimo século na Itália.
Com o passar do tempo, graças aos avanços na ciência do sistema ótico, permitiu que artistas pudessem usar o objeto e os espaços com exatidão enganando completamente o admirador.
23/09/09
Novidades marcam 48ª edição da Revista HG Casa
A próxima edição da Revista HG Casa, que circula em outubro, está repleta de novidades, verdadeiras surpresas para o mercado.
Profissional e dirigida ao segmento de artigos para casa e de decoração, a nova edição se apresentará com um visual mais moderno e arrojado, linguagem e abordagem mais focada, de fácil leitura e entendimento. Uma transformação necessária, que acompanha o mercado em que está inserida, em constante evolução. Tudo para que o cliente apresente sua marca em grande estilo e para que o lojista assinante encontre as melhores empresas no veículo mais especializado e profissional do mercado.
Fique atento ao lançamento da edição para solicitar seu exemplar, além de conferir o conteúdo digital disponibilizado no site da Grafite. Aguarde.
22/09/09
Doural amplia Espaço do Arquiteto
Para melhor atender as necessidades de arquitetos e decoradores, a Loja Doural amplia sua área de exposição de produtos de cama e banho. As mudanças já podem ser conferidas pela loja, e o Espaço do Arquiteto, antes apenas na Doural Presentes, departamento de Houseware, agora ganha extensão na parte de Cama, Mesa, Banho, Tecidos e Tapetes.
Parte do salão do pavimento superior, antes inteiramente utilizado para exposição de tapetes, cede espaço para um novo mezanino no qual fornecedores como Trussardi, Artelassê, Karsten, Laura Ashley e Buddemeyer irão dispor de ambientes individuais para exposição e estoque de seus produtos.
A reforma visou a integração nos setores da loja, facilitando a realização de projetos, deixando livre a visualização das diversas opções para toda a casa, em um só lugar. Tratando-se do mezanino, foi instalada uma escada rolante do setor de cama, mesa e banho para o setor de tapetes, agilizando o acesso interno.
22/09/09
Artista plástico transforma casa em galeria
Litos Silva, artista plástico de Alagoinhas (BA), resolveu transformar sua própria casa em uma galeria, decorando o ambiente com peças feitas de materiais típicos das florestas brasileiras, uma homenagem aos primeiros habitantes da Bahia e do país.
Muitas das peças fabricadas pelo artista estão em sua casa. A decoração ganhou um toque especial de sua esposa Márcia, também artista plástica e estudiosa da cultura indígena.
Na casa do casal, vasos de uso corriqueiro se misturam a objetos de enfeite, como uma máscara de entrecasco de árvores, cestos e redes, que mostram a beleza do traçado indígena.
Além de todas essas peças que compõem a decoração, o casal também adotou alguns rituais indígenas. O piso da casa tem o desenho de um lagarto que, na religião dos tupinambás, representa o sobrenatural.
21/09/09
Alunos de design criam para Casas Bahia
Descobrir o que pode tornar uma peça objeto de desejo do consumidor e usar a criatividade para desenvolver mobiliários de cozinha são os desafios que os estudantes do curso de Design do Produto do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia terão à frente nos próximos meses. Isso porque a instituição foi escolhida pelas Casas Bahia para integrar o concurso “Inovando na Cozinha Popular”.
A forte ligação da Mauá com a cidade de São Caetano do Sul, onde mantém um dos campi, aliada à qualidade de seus profissionais, foi um dos fatores da escolha da instituição pelas Casas Bahia, que também será instalada na cidade. Conforme os organizadores, o objetivo do concurso é obter novas propostas de mobiliários de cozinha para os públicos das classes C, D e E, além de estimular o poder de criação dos universitários.
Os três melhores projetos – considerados artisticamente originais e com o melhor conceito de design – serão premiados e poderão, futuramente, compor a linha de produtos da Indústria de Móveis Bartira, empresa coligada às Casas Bahia.
Para a escolha dos melhores projetos serão avaliadas criatividade, inovação, exequibilidade, qualidade gráfica da apresentação e adequação às classes C, D, e E. A divulgação dos finalistas será feita em 26 de fevereiro de 2010 no blog do concurso e a premiação acontece em março.
18/09/09
ESPM lança programa voltado ao varejo fashion
São Paulo, setembro de 2009 – O faturamento estimado da Cadeia Têxtil e de Confecção, em 2008, foi na ordem de U$ 47 bilhões, com um aumento de 7% em relação a 2007, segundo a ABIT – Associação Brasileira de Indústria Têxtil e de Confecção. Essa indústria emprega 1,65 milhões de trabalhadores e representa 3,5% do PIB total do Brasil.
Diante desse cenário de progressiva expansão e pouca profissionalização, a ESPM lança o curso intensivo Varejo Fashion, com o objetivo de capacitar profissionais a planejar, administrar, promover e expandir lojas especializadas em moda masculina, feminina e infantil, para todos os segmentos, passando por lojas voltadas para consumidores de baixa renda até de alto luxo.
O programa é direcionado a gestores de lojas especializadas em confecção, gestores de lojas de departamentos com setor de moda, profissionais da indústria têxtil, de roupa, calçados e acessórios, além de áreas de comunicação e marketing que prestem serviço especializado.
Com duração de 30 horas/aula, o programa é dividido em três módulos: Análise de mercado, Gestão estratégica do varejo e Gestão do cliente; análise e comportamento do consumidor de moda, estratégias de empresas e marcas, mix de produtos, experiência de compra, ações promocionais, gestão de pessoas, planos comerciais, formação de base de dados dos clientes, ações de CRM, controle de resultados entre outros.
As inscrições já estão abertas e seguem até 25 de setembro, sexta-feira, através do site www.espm.br/candidato. Na matrícula, o interessado deverá apresentar o certificado de conclusão do ensino médio. A relação completa dos demais Cursos Avançados e Intensivos da ESPM e mais informações estão disponíveis no telefone (11) 5081-8225.
Cursos de Extensão ESPM: Avançados e Intensivos/Varejo Fashion
Inscrições: até 25 de setembro, sexta-feira
Início: 19 de outubro, segunda-feira
Local: Campus Rodolfo Lima Martensen
Rua Joaquim Távora, 1240, Vila Mariana, São Paulo
Informações: www.espm.br/candidato
Telefone: (11) 5081-8225 ou pelo e-mail candidato@espm.br
17/09/09
Uma boa iluminação é essencial
Além de valorizar o ambiente, a iluminação destaca pontos fortes na decoração
*Por Vanessa Karine Trad Baraúna
Escolher bem a iluminação é uma das tarefas mais importantes na hora de decorar. É fundamental sempre destacar os pontos mais marcantes como obras de arte e esculturas, porém deixando a luz agradável aos olhos. Para um bom projeto luminotécnico, é necessário atender os diferentes usos de cada ambiente a ser projetado, ou seja, quarto, banheiro e sala não são as mesmas coisas e necessitam de iluminações distintas.
Cada tipo de luminária tem uma finalidade. Os spots, por exemplo, são utilizados para dar destaque a móveis e objetos. Arandelas, abajures e as mangueiras de luz embutidas dão ao ambiente um ar de aconchego e conforto. Os lustres centrais, que normalmente são as peças mais fortes e marcantes, produzem um cenário homogêneo, porém não tão interessante. Balizadores e focos orientáveis nos pisos marcam ambientes de passagem como corredores, escadas e jardins.
Uma boa dica para quem gosta de ler são as luminárias articuláveis de piso que podem ser transportadas para qualquer ambiente da casa e possuem um foco próprio para leitura.
As cores das luminárias, o material do que são feitas e a tonalidade das lâmpadas também são fatores muito importantes, pois elas podem refletir uma luz diferente da esperada e modificar o efeito desejado.
Além de tudo isso, existe hoje no mercado estações de controle que garantem uma iluminação inteligente. Funcionam por painéis de LCD touch screen e produzem inúmeras cenas diferentes já pré-estipuladas. Se você está construindo ou reformando, vale à pena conhecer!
Através da iluminação é possível criar cenários de ambientes que proporcionam ao morador a sensação de aconchego, luxo ou simplicidade, além de tornar os lugares mais agradáveis e inspiradores.
*Vanessa Karine Trad Baraúna é designer de interiores. www.vanessatrad.com.br
17/09/09
Lilia Design reabre loja em um espaço maior
Recentemente inaugurada, a Loja Lilian Design está, agora, em um novo ambiente bem mais moderno que alia o melhor da tecnologia, do artesanato e da arquitetura, bem como o trabalho de grandes nomes do design local e nacional.
Com produtos que privilegiam bem estar, inovação e exclusividade, a Lilia trás uma linha de atitude e contemporaneidade para expressar o estilo de vida do cliente. Marcas como Artefacto, Kartell, M Brasil, Pátio Brasil, Polycarpo, Rocony e outras estão em exposição na nova Lilia Design.
15/09/09
Tok&Stok apresenta nova coleção assinada por Marcelo Rosenbaum
Parceiros no quadro Lar Doce Lar do programa Caldeirão do Huck, a Tok&Stok e Marcelo lançam mais uma ideia: a linha exclusiva Xicas. A nova coleção é composta por acessórios e roupas de cama cuja estampa faz uma homenagem à mascote bull terrier Xica, a cachorrinha do arquiteto.
Para a cozinha, a Linha Xicas tem opções como o Avental Xicas e a Luva de Forno Xicas. Para o computador, as sugestões são os Mouse Pads Xicas, disponíveis nos formatos Redondo e Quadrado. A coleção traz, ainda, ideias para o quarto, como a Fronha Xicas 50x70, o Lençol Casal Xicas 220x240 e o Lençol Solteiro Xicas 160x240.
15/09/09
Produtos tendências de mercado
Alguns produtos ditam moda no segmento de artigos para casa, dada à praticidade, funcionalidade e estilo de cada um. Entre eles estão as Corrediças de Abertura por Toque, invisíveis e instaladas por baixo do móvel, ou seja, não aparecem quando as gavetas estão abertas. Além de garantir a estética do móvel, proporcionam um deslizar suave e silencioso.
Móveis sem puxadores são tendências na decoração, por isso, o mercado disponibiliza os Fechos para Abertura Automática de Portas, utilizados juntamente com as dobradiças de molas inversas. O fecho faz com que a porta mantenha-se fechada ao móvel, e com apenas um simples toque, ele libera a abertura automática que, em conjunto com as dobradiças de mola inversa, impulsiona a abertura da porta.
Por fim, o Sistema de Gaveta Prime agrega design, beleza, versatilidade e organização ao móvel. Perfeito para armazenar, organizar, manipular e mover todos os tipos de utensílios e produtos alimentícios, total acesso ao interior da gaveta com beleza e sofisticação.
15/09/09
Center Norte acredita no fim da crise
Um dos pioneiros em complexos multiuso de shopping centers no Brasil e um dos únicos empreendimentos do setor que continuam como empresa familiar, nas mãos dos Baumgart, o Grupo Center Norte mantém um dos mais altos índices de vendas por metro quadrado do país, e acredita que a crise econômica acabou para o varejo.
Segundo a gerente de Marketing do Grupo, Gabriela Baumgart, os lojistas já não têm mais receio e o grupo deve manter seus investimentos, principalmente nos seus próprios empreendimentos, sem intenção de atuar com outros shoppings ou de vender o complexo.
14/09/09
Diversidade para listas de presentes é oferecida na Oren
Na hora de criar a lista de presentes, é importante colocar opções de produtos de vários tipos e preços. E, para fazer uma lista diversificada, a Oren é uma opção. Lá, a noiva encontra mais de 5 mil tipos de produtos para a casa, não apenas presentes finos e decorativos, mas também utilidades indispensáveis para o dia-a-dia no novo lar.
Para todas as listas e presentes, a equipe da loja está preparada para uma orientação funcional no momento de definir a relação dos principais itens necessários da casa. Os presentes comprados podem ser levados pelos convidados ou deixados para que a loja entregue aos noivos, em um prazo de 5 dias úteis após a data da compra e, se for encomenda, em um prazo de 15 dias.
11/09/09
Versão digital da Revista HG Casa já está no ar!
A versão digital da Revista HG Casa já pode ser lida no site. Para isso, basta acessar a página da publicação e clicar na última capa.
Entre as reportagens, que orientam e situam o lojista no mercado, destacam-se cases de sucesso das empresas Doural e Porto Brasil Cerâmica, e tendências de sustentabilidade e simplicidade como conceitos de design.
Para fazer sua assinatura ou solicitar um exemplar, entre em contato pelo telefone (11) 2105-7000.
11/09/09
Conceito de loja de decoração é reeditado pela Totum Design
O bairro das Graças, em Recife (PE), ganha uma loja dedicada às oportunidades, inovações e bom gosto. A Totum Design busca o inusitado, o talento e, acima de tudo, a firmação do design. Nas prateleiras, o básico, o moderno e o inovador das produções de designers locais.
Mais do que um espaço criativo, a Totum quer ser um negócio lucrativo para profissionais do design expandirem suas produções. A loja está dividida em seções: Faça Você Mesmo (que propõe ao cliente que se aventure no mundo da criação e dê seu toque pessoal às peças), Cartoon (seção com o humor do cartunista Samuca, do Diário de Pernambuco), Garimpo (seleção especial de produções externas), Mobiliário (para fabricação própria de mesas, centros, pufes e tudo o mais para mobiliar ambientes) e Arte e Design (objetos de design com intervenções artísticas).
Em seu próprio espaço, a Totum vai manter todo maquinário necessário para feitura das peças e materiais utilizados, como madeira, acrílico, aço escovado e alumínio. A loja disponibilizará, também, serviço de confecção de brindes. Além disso, a empresa ainda abre espaço para criações que levam a assinatura de iniciantes e jovens designers.
11/09/09
Macaé recebe loja ecoeficiente
O Walmart escolheu a cidade de Macaé para implementar mais uma loja ecoeficiente no Rio de Janeiro, que já conta com sete unidades da rede. É a primeira unidade do formato Walmart na cidade, que trará uma série de inovações para o consumidor macaense.
A loja, que tem investimento estimado em cerca de R$ 35 milhões, gerou 290 empregos diretos e aproximadamente 850 indiretos.
11/09/09
Grupo Pão de Açúcar inaugura nova unidade do Assai
Praia Grande, cidade do litoral paulista, recebeu a 34ª loja do Assai, especializada no segmento de atacarejo pertencente ao Grupo Pão de Açúcar. Com investimentos de R$ 7,5 milhões, a loja atenderá um público estimado em 320 mil pessoas, das cidades de Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe.
Com área de serviços adicionais – composta por pastelaria, cafeteria e espaço para futura loja de informática –, a unidade conta com uma área de vendas de 3.941 m ², 165 vagas de estacionamento e 22 checkouts.
10/09/09
Shopping Iguatemi Caxias sedia primeira franquia da Brickell
A primeira unidade no formato de franquia da Brickell no Brasil foi inaugurada no Shopping Iguatemi Caxias.
A loja, que nasceu em Porto Alegre (RS) em 1993, abriu as portas do empreendimento oferecendo um mix diversificado, incluindo artigos decorativos, presentes e utilidades domésticas.
10/09/09
Varejo teme falta de TVs LCD
Em meio ao planejamento de compras para o período de vendas natalinas e liquidações de janeiro, parte dos grandes varejistas está receosa quanto ao abastecimento de televisores de LCD pelos fornecedores.
Pesquisas feitas pelas empresas indicam que neste ano esses aparelhos deverão ser os propulsores nas vendas.
09/09/09
Como o varejo pode contribuir com o meio ambiente
*Por Rosangela Bacima
Sustentabilidade é um diferencial de posicionamento e competitividade, um objetivo para qualquer tipo de empresa e deve estar no centro do negócio. Não é preciso deixar para depois ou esperar que outras prioridades estejam resolvidas para então pensar a respeito. Os resultados e benefícios serão reais e crescentes, tanto para a empresa, como para a sociedade, num verdadeiro “ganha-ganha”.
Mas é preciso reafirmar a importância da liderança na efetividade da estratégia de sustentabilidade das empresas. Se quem decide não tiver esta visão ou não estiver convencido do valor para o negócio, tudo isso não irá passar de ideologia ou de ideias acadêmicas de pouca utilidade prática.
Na prática, integrar aspectos econômicos, ambientais e sociais diminui custos, principalmente futuros, reduz riscos, evita desperdícios, gera lucros. E ainda, num investimento de longo prazo, constrói relacionamentos sólidos e duradouros com os públicos da empresa, em especial colaboradores, clientes e comunidade do seu entorno, criando com eles vínculos de confiança e lealdade.Como? Vamos tomar o setor de varejo como exemplo, onde empresas de qualquer porte têm processos sustentáveis mais rentáveis para implantar. Começando pela construção “verde”, assim denominada porque privilegia a preservação ambiental como critério para projetos e obras de lojas, com iluminação natural, materiais de origem certificada, pé direito mais baixo, reuso de água, descarte de entulho etc. A construção sustentável tem um custo em média 15% mais alto, mas se justifica pela redução de custos operacionais já em curto prazo. Em 50 anos, a redução pode chegar a 80%.
Na mesma linha, programas de eficiência energética não só reduzem despesas com iluminação e equipamentos de refrigeração, como buscam formas alternativas de geração e utilização de energia.
Na logística e na operação da loja, iniciativas como o descarte de embalagens junto a cooperativas e indústrias de reciclagem geram emprego e renda. E trazem economias, que, em muitos casos, são revertidas para investimentos sociais da empresa, especialmente ligados à educação de crianças e jovens, projetos comunitários e conscientização ambiental.
O impacto ambiental do varejo é pequeno, quando comparado ao produzido por indústrias que usam recursos naturais ou emitem enormes quantidades de gases de efeito estufa. Assumindo, porém, um trabalho de mobilização e conscientização no consumo, muitas redes estimulam uma mudança cultural importante junto aos consumidores, comercializando sacolas retornáveis, disponibilizando caixas de papelão para acondicionar as compras, desenvolvendo sacolas plásticas mais resistentes, mais caras, mas mais econômicas pela utilização em menor quantidade.
Ainda envolvidas em divergências e polêmicas sobre sua efetiva contribuição ao ambiente, sacolas plásticas que se degradam em contato com o ar, num prazo de até seis meses, vêm sendo utilizadas especialmente por lojas de não-alimentos.
Consumidores têm se tornado cada vez mais conscientes e engajados, participando ativamente de programas de coleta seletiva de embalagens pós-consumo, adquirindo produtos orgânicos, produtos de marca própria sustentáveis ou de manejo sustentável, vindos de comunidades, cooperativas e associações de artesãos.
Junto a fornecedores, há frentes importantes, como a negociação para redução de tamanho e utilização de matéria-prima certificada nas embalagens, exigências contratuais proibindo práticas trabalhistas ilegais e discriminatórias.
Colaboradores também podem ser alvo de práticas interessantes, desde a adesão a programas de voluntariado e relacionamento comunitário até o estímulo à participação no processo de sustentabilidade.
A empresa pode, ainda, posicionar-se como “parceira” na solução de problemas locais e no desenvolvimento das comunidades em que atua, investindo no futuro.
Desta forma, com mentalidades “antenadas” na evolução da sociedade, conscientes do atual papel das empresas no mundo e ainda, com sua crença na proposta da sustentabilidade, empresários e executivos de vanguarda irão comemorar algo ainda visto por muitos como inconciliável: resultados e benefícios para o negócio ao lado de resultados e benefícios para a sociedade e o ambiente.
*Rosangela Bacima é consultora da Associação ECR Brasil (www.ecrbrasil.com.br)
09/09/09
Zelo oferece opções para aquecer últimos dias de inverno
Empresa especialista em inverno do país, a Zelo reduz seus preços em plena estação, tudo para oferecer opções acessíveis para que consumidores possam se aquecer nos últimos momentos da estação mais fria do ano. São mantas, cobertores, edredons e jogos de cama com descontos especiais de até 30%.
A rede Zelo é formada por 32 lojas nos melhores shoppings centers de São Paulo, interior paulista, Brasília, Curitiba e Rio de Janeiro, além de sua loja virtual.
08/09/09
Leroy Merlin anuncia Festival da Casa 2009
A segunda edição do Festival da Casa Leroy Merlin promete sofisticação em termos de ambientação e decoração da casa. Na proposta, o consumidor terá acesso a uma imersão de sugestões na hora de tornar a casa mais agradável. As 18 lojas Leroy Merlin no Brasil estão com diversos produtos em oferta, além de oferecerem condições especiais de pagamento e uma taxa de financiamento sem concorrência. É o que garante a loja.
Todas as seções destacam produtos e ambientes possíveis, da Construção à Decoração. O cliente também vai encontrar nas prateleiras muitos lançamentos e produtos exclusivos Leroy Merlin. Além disso, a procura pelo produto desejado ficou mais fácil. Isso porque a revista da proposta conta com dicas do arquiteto Marcelo Rosenbaum.
03/09/09
Elgin Cuisine é marca tradicional na produção de cozinhas planejadas
Com 26 anos de atuação, a Elgin Cuisine se posiciona entre as marcas top de cozinhas planejadas. Pertencente ao Grupo Elgin S.A., a divisão representa 15% do faturamento de toda a organização.
A empresa dispõe de uma linha composta por cinco mil itens, entre armários, acessórios internos e externos, além de possuir uma cartela de acabamentos diferenciados para se adaptar às necessidades e desejos de cada cliente.
A credibilidade e o know-how na produção de armários fizeram com que a empresa ampliasse a oferta de produtos. Atualmente, são diversas soluções para as demais partes da casa, contando com uma variedade de armários embutidos, closets, gavetas, puxadores, home theater e áreas de serviços.
Com um conceito moderno, os produtos se diferenciam pela linha clean e contemporânea. Dentre os diferenciais está a preocupação com a análise minuciosa das matérias-primas que chegam à fábrica, tanto dos itens importados como dos nacionais. Essa avaliação analisa a resistência de todos os materiais, as cores, os ciclos de dobradiças e, caso haja alguma distorção, o item é imediatamente devolvido.
03/09/09
FastFrame / Moldura na Hora abre unidade em São José dos Campos
Em outubro, a FastFrame / Moldura na Hora inaugura a primeira loja em São José dos Campos (SP).
A nova unidade, que conta com cerca de 150m², é dividida em dois andares. O atendimento especializado aos projetos ficará no subsolo, com a oficina e, no piso superior, a loja e o escritório terão espaço para a decoração e o pronto atendimento.
31/08/09
Tuttile apresenta peças ecologicamente corretas para decorar banheiros
Para decorar banheiro com acessórios que unem funcionalidade, beleza e sofisticação, a Tuttile traz para o mercado conjuntos da marca Welf, compostos por porta sabonete líquido, porta escova de dente, porta pasta de dente, saboneteira e porta algodão.
Os conjuntos são feitos de bambu (planta 100% auto-sustentável), sendo assim ecologicamente corretos. Possuem a parte superior feita em cerâmica branca e, com design exclusivo e moderno, as peças são de excelente qualidade e unem a preocupação com o meio ambiente aos conceitos de beleza, elegância e estilo. São perfeitas para compor qualquer decoração de bom gosto.
28/08/09
Recife recebe franquia da Fastframe / Moldura na Hora
Líder mundial em molduras rápidas, a Fastframe / Moldura na Hora inaugurou uma unidade em Recife. Espaçosa e moderna, a franquia possui cerca de 260 m² divididos em dois andares, com opções variadas de molduras, pôsteres, telas e gravuras.
Instalada no bairro de Boa Viagem (na avenida Conselheiro Aguiar, 1881), a loja está situada na principal via de comércios da região, sendo a única no segmento de molduras rápidas.
14/08/09
Casa Freitas comemora 50 anos com nova campanha promocional
Neste ano, o grupo Casa Freitas completa 50 anos de atividades. Para marcar a data, convocou a agência Ideianova para elaborar campanha comemorativa. A ação é focada no meio século da empresa, ao mesmo tempo em que enfatiza a exclusividade e diferencial da loja.
Com o conceito “Casa Freitas: a única com 50 anos de tradição”, a campanha ganha reforços com ações que destacam o cinquentenário, como oferta de 50% de desconto em todos os departamentos da loja e sorteio de 50 presentes, com participação livre, não condicionada à compra. O plano de mídia inclui além do VT, um grande material gráfico.
14/08/09
Deccore comemora 10 anos
Nos mês em que comemora uma década de sucesso no mercado de mobiliário e objetos de decoração, a Deccore promoveu um evento de “Queijos e Vinhos” para profissionais de arquitetura e decoração, para quem apresentou em primeira mão uma linha de produtos mais contemporâneos, inclusive com peças assinadas por renomados designers brasileiros, como Pedro Mendes e Jaqueline Del Puppo.
13/08/09
Megaliquidação anual na rede Le Biscuit
Começou a megaliquidação anual da rede Le Biscuit, a “Liquida Tudo Le Biscuit”. As nove unidades da rede varejista já estão com descontos de até 70% em todas as seções. Entre o mix de produtos da loja de variedades, estão artigos de utilidades para o lar, como garrafa térmica e louças, informática, decoração, material escolar e brinquedos, como as bonecas Hannah Montana e Hi 5.
A rede Le Biscuit conta atualmente com nove lojas, sendo cinco em Salvador – Mouraria, Bonocô, Salvador Shopping, Comércio e Avenida Paralela; uma em Camaçari; duas em Feira de Santana – Rua Monsenhor Tertuliano Carneiro e Shopping Iguatemi; e uma em Aracaju, no Shopping Riomar.
12/08/09
Como aumentar suas vendas no varejo
*Por Wagner Campos
Independente de uma situação de mercado, cidade, localização ou região, para que uma loja tenha maior sucesso em suas vendas, deve se atentar a várias ações visuais que colaborarão para conquistar seus clientes e motivá-los a comprar:
Fachada: É importante que a fachada do estabelecimento tenha aderência com o segmento do mesmo. Atenção às cores, luminosos e estado de conservação, pois a fachada será responsável por despertar o interesse inicial do cliente. Lembre-se do ditado: “temos apenas uma chance para causarmos uma boa primeira impressão”.
Vitrines: Devem estar constantemente atualizadas, sem excessos de produtos e artigos de decoração, os preços devem estar expostos. Trabalhe temas constantemente (Dia dos Pais, Mães, Natal, Férias, Praia, etc).
Lay out: É importante que os clientes consigam circular pela loja sem se esbarrarem com outros clientes e produtos. Procure disponibilizar uma boa área de circulação entre as araras ou gôndolas e mantendo uma linha óbvia de sequência de produtos, agrupando produtos com maior aderência entre si. Não se esqueça que o interior da loja deve ser totalmente visível sem existirem móveis, equipamentos ou produtos que atrapalhem a visibilidade.
Produtos: Devem estar sempre bem conservados, sem sujeira, precificados e com suas embalagens em perfeito estado de conservação. É necessário estarem ao alcance dos clientes e com fácil visibilidade.
Comunicação/Promoção: Utilize uma boa comunicação para com seus clientes. Seja criativo e inove nos materiais de divulgação internos e externos. Desenvolva cartazes, banners e divulgações em mídia impressa para destacar seus produtos. Lembre-se de sempre adotar análise de cores, criar ambientes que identifiquem com seus clientes e trabalhar com fontes com aderência ao seu segmento e eventuais campanhas que sejam desenvolvidas. Seja criativo nas promoções, diferenciando-se dos concorrentes e do mercado. Uma promoção não tem por objetivo dar descontos e sim promover um produto ou marca além de colaborar para o aumento das vendas por um período determinado.
Atendimento: Treine e motive sua equipe constantemente. Crie campanhas de incentivos, defina metas, acompanhe os resultados. As ações de mercado, direcionada para os clientes, somente terão efeito se a equipe estiver preparada para agregar valor através de um excelente atendimento. Uma equipe despreparada, descomprometida e desmotivada dificilmente irá proporcionar um resultado significativo e fidelizar seus clientes. Faça um banco de dados de seus clientes. Conheça seus hábitos, o ticket médio de cada um, a frequência de compra e utilize tais informações para desenvolver ações para fidelizá-los.
Com certeza, utilizando ao menos as sugestões acima, seus resultados serão significativamente mais positivos. Então, mãos na massa e boas vendas!
*Wagner Campo é colunista do Canal Rio Claro.
11/08/09
Coleção Organix é lançamento da Todeschini
Para inovar e surpreender, a Todeschini apresenta ao mercado de móveis a moderna e ousada Coleção Organix Todeschini.
O lançamento remete ao estilo de design denominado “Orgânico”, diretamente inspirado nas curvas da natureza, apresentando, ainda, relação com a “organização”. São soluções inteligentes que aproveitam os espaços de forma criativa para as pessoas organizarem seu cotidiano.
Materializadas em prateleiras, tampos, puxadores e texturas, as curvas da coleção surpreendem com ondas simples e ao mesmo tempo audaciosas.
11/08/09
OfficenetStaples oferece soluções de negócios para Ricardo Eletro
Há cinco meses, a gigante do setor varejista de eletrodomésticos, Ricardo Eletro, fechou uma parceria com a OfficenetStaples, que passou a fornecer praticamente todo o seu mix de produtos de materiais de escritório para a empresa.
Com 260 lojas em várias partes do Brasil, a Ricardo Eletro escolheu a OfficenetStaples por diversos motivos: a companhia está muito bem localizada em São Paulo e é saída para diversos estados, onde a empresa tem 260 lojas no país; oferece um mix de produtos variados, desde simples canetas até mesas de escritórios, multifuncionais, café e água mineral; e proporciona soluções de negócios diferenciada para otimizar o tempo e facilitar a vida de seus clientes.
07/08/09
Mercado
Tramontina celebra resultados de julho
Depois de enfrentar perdas no mercado externo no primeiro semestre, em julho, a Tramontina registrou o primeiro mês do ano com resultado igual ao de 2008.
Para o segundo semestre, a empresa aposta na conquista de novos espaços em mercados do Oriente Médio e da América Latina para compensar a queda das vendas nos Estados Unidos, onde a crise atingiu com mais força o desempenho da multinacional gaúcha. Tanto que a redução do faturamento no mercado norte-americano respondeu por dois terços da queda de 30% nas vendas da companhia no exterior entre janeiro e junho.
07/08/09
Como Vender mais no Dia dos Pais
*Por Soeli de Oliveira
Cabe ao lojista perceber as oportunidades. O aproveitamento de datas especiais é uma estratégia para alavancar mais e melhores vendas.
Segundo as entidades representativas do comércio, as datas mais lucrativas para o varejo são: Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e o Dia das Crianças. E a cada ano, o Dia dos Pais vem crescendo em importância. Além de ser uma data tradicional no calendário do comércio, a data conta com o apelo emocional e coincide com as liquidações de artigos de inverno e com os lançamentos das novas coleções, gerando um ambiente propício aos negócios.
Mesmo que o público masculino não seja o foco do seu negócio, lembre-se que mães e filhos estão nas ruas e corredores. O lojista deve fazer promoções também para este público. Os clientes saem de casa com a intenção de compra. Este momento deve ser aproveitado.
Produtos – Faça uma reunião de planejamento com sua equipe. Analise seu “mix” de produtos e serviços e prepare diversas opções: lembranças, presentes e presentões.
Ofereça ofertas especiais, crie kits, incentive os indecisos a utilizarem a opção do cheque presente, ofereça pacotes de serviços e outros atrativos para chamar a atenção e conquistar novos consumidores.
Ofertas de sugestões classificadas por preço facilitam a escolha dos compradores que têm este fator como principal atributo para escolha.
A loja pode oferecer promoções de curto prazo. No entanto, as promoções não devem ser de fim de estoque, mas de produtos de lançamento, com alguma vantagem no preço ou na forma de pagamento.
Promoção de Vendas – Lembre-se que quem quer ser lembrado pelos seus clientes precisa fazer diferente dos seus concorrentes. Deve oferecer benefícios adicionais como: preço, prazo e brindes e deixar claro que a promoção tem prazo e estoques limitados.
É importante buscar parcerias para reduzir os custos das promoções. O lojista pode articular parcerias para que seus clientes comprem um produto para eles e ganhem algum presente para seus pais. “Na compra de um jogo de cama, ganhe um conjunto de chaves de fenda”. “Compre uma joia e concorra a um terno da loja (parceira)”.
Também é oportuno promover concursos e sorteios nesta data, mas lembre-se de alavancar parceria com outras empresas para fornecer os prêmios ou brindes em troca de divulgação da marca. Crie e divulgue amplamente o regulamento e não esqueça de divulgar o ganhador.
Procure não se descuidar da divulgação. Promoções simples podem apresentar ótimos resultados. Excelentes promoções podem ser um fracasso. A diferença está na divulgação.
Atendimento – Sua equipe está preparada para atender diferentes públicos? Sabe conduzir e auxiliar a venda, ao invés de forçá-la? Prepare a sua equipe de venda com as melhores práticas de abordagem, sondagem, demonstração e fechamento de venda para não perderem nenhuma oportunidade. Se a loja possui opções de presentes para os mais variados estilos de pais, é fundamental treinar a equipe de vendas para sondar adequadamente o perfil do pai a ser presenteado. Incentive as vendas adicionais como oportunidade de complementar o presente escolhido. Lembre seus vendedores para oferecerem junto ao presente cartões alusivos a esta data, outras peças de roupa e acessórios que complementem o presente escolhido.
Se a sua equipe der um “show” de encantamento, esta será uma grande oportunidade para fidelizar os seus clientes, inclusive os novos, aumentando a sua carteira de clientes satisfeitos.
Embalagens – Tenha e exponha opções de embalagens para presentes. Embalagens são fundamentais quando o produto é para presente. Muitas vezes valem mais do que o próprio produto e podem se tornar o principal motivo de decisão de compra.
Condições de Pagamento – Aceitar variados meios de pagamentos, prazos estendidos e descontos é um excelente diferencial.
Relacionamento – Uma das maiores necessidades do ser humano é sentir-se importante. Mostre que sua loja lembrou de cumprimentá-lo nesta data especial. Envie um cartão via e-mail, uma mensagem via SMS ou um bonito cartão via correio.
Faça um trabalho de telemarketing, com a devida antecedência, comunicando aos seus clientes as principais ofertas das lojas. Aproveite para avisar a chegada de novos lançamentos, promoções, serviços e facilidades de pagamento.
Cadastre os novos clientes para que possam ser realizadas ações de pós-venda para convidá-los a voltar a comprar em outras ocasiões.
Ponto de Venda – Melhorar o “layout” e caracterizar o ambiente com a data gera bons resultados. A imagem da loja soma muito na hora da escolha. Dar dicas, criar situações que sugerem o produto ou serviços são estratégias que garantem um bom retorno.
Vitrine – A vitrine é responsável pela atração da loja. Em tempos de recursos escassos para investir em mídia, é fundamental aproveitar ao máximo o potencial das vitrines para seduzir os clientes que passam na frente da sua loja.
Como ferramenta de comunicação, pode-se dizer que a vitrine é a que oferece retorno mais rápido, pois no momento em que é montada já começa a vender.
Dicas:
- Pesquise os principais concorrentes para identificar as ofertas por eles oferecidas e contra-atacar com outras alternativas de maior atratividade;
- Utilize materiais decorativos como banners, placas, adesivos com imagens e textos que emocionem o público-alvo;
- Nunca coloque produtos no chão – isso desvaloriza as mercadorias;
- Nas vitrines menos é mais. Evite excessos de produtos. Quem quer mostrar tudo acaba não destacando nada;
- Ambiente escuro não atrai. Invista numa boa iluminação;
- Mantenha as vitrines sempre limpas;
- Desenvolva o capital intelectual da sua empresa. Passada a data, avalie os resultados obtidos comparando com anos anteriores e anote o que deu certo e o que não foi tão bem, para que possa ser corrigido no ano seguinte.
*Soeli de Oliveira é Consultora e Palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios, nas áreas de Varejo, Vendas, Motivação e Atendimento – E-mail: soeli@sinos.net – Novo Hamburgo – RS
07/08/09
Marketing de relacionamento aumenta vendas em rede de varejo
Decidida a investir numa campanha de relacionamento, a Cooperativa de Consumo amplia suas vendas aos estimular clientes com promoções dirigidas e exclusivas. Dos R$ 30 milhões previstos para este ano, a ação alcançou um terço da meta em cinco meses.
A ação que buscou estimular cooperados a freqüentar a padaria das lojas, por exemplo, rendeu R$ 600 mil – incremento de 167% em março. No mesmo mês, a campanha atraiu 197 mil cooperados com as promoções.
A Coop decidiu neste ano apostar no relacionamento para aproveitar oportunidades que sua base de 1,5 milhão de cooperados lhe proporciona. Com 28 lojas – 21 no Grande ABC, 6 no interior paulista e 1 no litoral – a cooperativa é um dos grandes nomes do varejo nacional.
O marketing se utiliza de várias ferramentas para a comunicação, sendo a mala direta a mais usada e uma das mais eficazes. SMS, telemarketing e Internet são algumas das outras possibilidades para informar o consumidor.
06/08/09
Shopping Lar Center cria plano de incentivo para profissionais e especificadores
O Part Club é um Plano de Relacionamento dedicado aos profissionais de arquitetura, design de interiores e decoração que faz parte do mais novo Programa de Incentivo de São Paulo, o Partners Business Club, iniciativa da Associação de Lojistas do Shopping Lar Center.
O objetivo é incentivar e movimentar os negócios na área de arquitetura, decoração e design de interiores. Uma das ações que enriquece o programa é o sistema de acúmulo de pontos a partir do valor das compras efetuadas nas lojas participantes do Shopping. O programa, ativo até 30 de dezembro deste ano, premiará e beneficiará os profissionais e especificadores do segmento de arquitetura e decoração.
Para participar do Part Club, os arquitetos, decoradores e designers de interiores deverão fazer um cadastro no site www.partclub.com.br.
A premiação ocorrerá de duas formas. Na primeira, por ranking, os 20 primeiros que mais comprarem ou pontuarem serão assim beneficiados: 1º colocado – um carro 0 km, 2º - uma moto 0 km e 3º, um computador de alto desempenho. Além disso, do 1º ao 10º colocados ganharão um pacote para Milão e do 11º ao 20º colocados, uma viagem para Milão.
Outra forma de ganhar é com a Troca Direta, na qual o profissional poderá trocar seus pontos por passagens com destinos para o Sul e Nordeste do Brasil, Europa e Estados Unidos.
06/08/09
Varejo carioca espera aumento de 10% nas vendas deste mês
Roupas e calçados são os produtos que devem liderar as vendas do comércio varejista do Rio de Janeiro no Dia dos Pais. Em seguida vêm as jóias e bijuterias, carteiras e acessórios, perfumes e produtos eletroeletrônicos. A expectativa do comércio é que haja um aumento de 10% nas vendas em comparação com o resultado do ano passado.
O carioca deve gastar, em média, R$ 100 na compra do presente, e as formas de pagamento mais usadas devem ser cartão de crédito, cheque pré-datado e crediário. A maior oferta de crédito e queda da taxa de juros também deve contribuir para incrementar as vendas.
04/08/09
Wal-Mart anuncia presentes para Dia dos Pais
O Wal-Mart fez uma seleção de ofertas especiais para presentear todos os pais com muita economia. Ferramentas, itens de vestuário, eletrônicos, livros e DVDs são destaques para o Dia dos Pais nas lojas Wal-Mart, Sam’s Club e Walmart.com.br.
No Wal-Mart, a categoria de ferramentas tem expectativa de crescimento de 20% para a data. Entre as principais ofertas, furadeiras Black & Decker e Stingray de 450W, e a parafusadeira Skill. Outras opções são a serra Tico Tico Skill, kit de ferramentas com 141 peças e caixas de ferramentas diversas.
Para os pais que gostam de cozinhar, uma boa pedida é a frigideira Chef Fortaleza, kit avental churrasco e roupão Marine masculino com toalha fitness. Outra oferta é o conjunto de copos importados para whisky.
Entre os itens para os pais tecnológicos estão o MP4 Philips com capacidade de 8GB, rádio para carro modelo AR708B com reprodução de DVD e entrada USB, DVD Automotivo AR70 Double-Din com LCD de 7 polegads e tela touch screen, máquina de cortar cabelos da Britânia e barbeador Philips.
31/07/09
Datelli reabre loja no Barra Shopping com descontos de até 70%
A marca de calçados e acessórios Datelli está em processo de reformulação de suas 99 lojas no Brasil e escolheu a unidade do Barra Shopping para transformar em loja conceito, com padrão mundial.
A identidade visual será igual em todas as lojas do mundo, sempre priorizando o design apurado, a qualidade e a excelência dos materiais utilizados. Todo o projeto foi baseado no conceito de “minimalismo fashion”, procurando a aproximação por meio de uma linguagem criativa, diferenciada e artesanal.
Os expositores foram confeccionados em madeira natural e metacrilato, em um mix do moderno com o rústico, resultando em uma translucidez em contraposição com a madeira. Para priorizar os detalhes e a exposição dos produtos, a loja tem prateleiras individuais para reforçar a exclusividade.
O projeto luminotécnico foi alterado e a luz utilizada é mais intimista e confortável no interior da loja, deixando a carga maior de iluminação para o produto nas prateleiras e vitrines.
O piso e as paredes são revestidos por tecnocimento na cor concreto. Esse material é ideal para dar continuidade visual ao espaço da loja. O padrão de legneto de madeira teca no piso e nas paredes laterais da vitrine tem uma função especial: dão o contraste e são diferentes do piso e das paredes internas da loja para marcar a interface entre o espaço público (corredor do shopping) e o privado (interior da loja).
30/07/09
Tenda Atacado incentiva uso de sacolas ecológicas
O Tenda Atacado criou uma campanha de incentivo aos clientes para aderirem à sacola retornável. A iniciativa se adéqua ao novo projeto de Lei nº 6.481, que proíbe o uso de sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais na cidade de Guarulhos (SP) e deve se estender para outras unidades da rede.
O cliente poderá escolher entre as duas opções de sacolas disponíveis: uma feita a partir de plástico biodegradável e a outra de pano. A biodegradável terá custo de R$ 0,12 e parte desse valor será revertido para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Já a de pano terá custo de R$ 3,99 e estampa apenas o logo da rede.
A comunicação visual da loja também entrou no clima da campanha. O material desenvolvido conta com folhetos explicativos e ilhas de exposição dos produtos.
Esta não é a primeira campanha do Tenda Atacado em relação à preservação do meio ambiente. Desde abril de 2008, a empresa iniciou o projeto na área ambiental com a inauguração de Pontos Ecológicos em todas as suas unidades, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da reciclagem, disponibilizando um local para depósitos de lixo reciclável.
30/07/09
Pietre Colorate estimula uso do basalto ferruginoso como revestimento
O uso do basalto ferruginoso – também chamado de Pedra Ferro – como revestimento em projetos de arquitetura e decoração ganha popularidade pela imponente beleza rústica.
Maior especialista em pedra ferro no Brasil, a Pietre Colorate apresenta toda a diversidade, beleza e qualidade técnica desta matéria-prima em revestimentos especiais para a composição de ambientes de alto padrão – são mais de 50 modelos diferentes, uma para cada estilo.
Produzido a partir do reaproveitamento de 100% de lascas de basalto ferruginoso, o telado de pedra ferro Taipa Pericó remete aos tradicionais muros de taipas, uma herança do século XVII encontrada nas estradas dos antigos tropeiros espalhadas pelo Planalto Catarinense e Serra Gaúcha.
Formadas pelas tiras das bordas dos cacos de Pedra Ferro, com espessura e comprimentos aleatórios, as peças são coladas “de topo”, com a parte “quebrada” para cima, conferindo a aparência de um empilhamento de lascas, como as encontradas em muros e paredes de antigas construções.
29/07/09
Evviva Bertolini aposta na decoração natural
O mobiliário da loja Evviva Bertolini de Florianópolis (SC) é um dos elementos de destaque da Loft SC Gás, criado pelos arquitetos Beto Gebara e Marila Filártiga.
A exploração do conceito “branco sobre branco” dá o tom monocromático a um ambiente moderno e funcional, composto por cozinha integrada à área de serviço, closet com acesso ao banheiro, e móvel de TV que oferece visão tanto para a cama como para a área de estar.
As texturas das lâminas PVC floral branco da Evviva se revelam de maneira elegante e surpreendente nas portas do mobiliário planejado da cozinha.
A sofisticada estética de papel de parede dos móveis se complementa no uso de vidros com serigrafia floral translúcida no closet, que destaca ainda divisores internos em acrílico nas gavetas, porta jóias, sapateira e calceiro.
23/07/09
Mercado
Wal-Mart criará índice para produto sustentável
O Wal-Mart anunciou a decisão de desenvolver um índice mundial de produto sustentável. A ideia é a de que o indicador seja a única fonte de dados para avaliação da sustentabilidade dos produtos.
A criação do índice será feita em três fases. Na primeira, a companhia vai ouvir, por meio de pesquisa, seus mais de 100 mil fornecedores no mundo. O levantamento será composto por 15 perguntas, que devem servir como ferramenta para que os fornecedores avaliem seus próprios esforços em relação à sustentabilidade.
No segundo passo, a empresa fomentará a criação de um consórcio de universidades que colaborarão com os fornecedores, varejistas, ONGs e o governo para desenvolver uma base de dados mundial sobre o ciclo de vida de produtos – da matéria-prima até o descarte.
O passo final será traduzir as informações em uma graduação simples para os consumidores. Isso trará transparência quanto à qualidade e o histórico dos produtos, informações estas que nem todos têm acesso.
23/07/09
Mercado
Sobe intenção de compra de bens duráveis em São Paulo
De acordo com a pesquisa do Programa de Administração do Varejo (Provar), divulgado pela Fundação Instituto de Administração (FIA), a intenção de compra de bens duráveis por consumidores de São Paulo para o terceiro trimestre desse ano subiu 1,8 ponto porcentual, chegando à marca de 74,2% na comparação com o segundo trimestre. O resultado é 12,4 pontos porcentuais superior ao mesmo período do ano passado. O Provar informou que esse é o melhor resultado da série iniciada em 1999.
Sobre o total das compras previstas para ocorrer no terceiro trimestre, os produtos de informática lideram a intenção de compra de 500 consumidores paulistanos, com 14,2%, seguido por linha branca (12,2%), cine e foto (11,6%), móveis (10,4%), telefonia e celulares (9,8%), eletroeletrônicos (9,2%), materiais de construção (7,4%) e automóveis e motos (6,8%).
23/07/09
Entrevista
Tonetto: Segmentação é realidade
Embora tenha se tornado algo extremamente complexo, conhecer o seu público-alvo ainda é premissa básica para o sucesso em vendas. Frente aos desafios do varejo atualmente, o especialista Leandro Tonetto afirma que o consumidor está cada vez mais heterogêneo e há inúmeras formas de consumir. “A chave está em descobrir o que gratifica o comportamento daquele tipo de consumidor em particular e centrar esforços para melhor atender suas necessidades”, aponta.
Leandro Tonetto é doutor em Psicologia pela Universidade de Leeds (Inglaterra), especialista em, Psicologia do Consumidor, consultor e professor da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) de Porto Alegre/RS. Com experiência na área de Comunicação, com ênfase em Comportamento do Consumidor, o consultor atua principalmente nos temas psicologia do consumidor, tomada de decisão do consumidor, efeito de configuração e julgamento. Em entrevista ao Jornal Exclusivo, Tonetto fala sobre as facetas do comportamento e as práticas de consumo.
Jornal Exclusivo – Quais são hoje os principais desafios do lojista frente ao consumidor?
Leandro Tonetto – O principal desaio do lojista, no que se refere à compreensão do consumidor, é perceber que as formas tradicionais de segmentação de mercado (baseadas em dados sociodemográficos), em uma parcela bastante considerável dos casos, não são eficazes no sentido de explicar o comportamento humano. Muitos lojistas continuam buscando fórmulas universais de lidar com o cliente. Sempre lançam questões como: “Quais são as principais ações que devo desenvolver para atingir mais adequadamente meu público-alvo?”. E eu, contudo, sempre respondo: “Depende de qual público está falando”.
Exclusivo – Quais são as principais características do consumidor do século XXI? Tonetto – O consumidor é diverso. Quando vemos filmes das décadas passadas, antes da década de 1990, percebemos um estilo particular. Da década de 1990 para cá, teve início um movimento que só se intensificou. As pessoas encontram uma diversidade muito grande de formas de “ser”, que se refletem em uma infinidade de formas de consumir.
Exclusivo – Que fatores influenciam o comportamento de compra? Quais os atributos ou fatores que mais contribuem para a concretização de uma venda? Tonetto – Repito: Depende de qual público está falando. A chave para a realização de uma venda está em descobrir o que gratifica o comportamento daquele tipo de consumidor em particular e centrar esforços para melhor atender suas necessidades. A concretização da venda vem dessa descoberta, pois a oferta e a demanda têm uma relação desigual.
Exclusivo – De que forma o lojista pode identificar características específicas desse comportamento e driblar possíveis obstáculos? Tonetto – A pesquisa sobre o comportamento do consumidor é um campo que só cresce. Nasceu como um “braço” do marketing e hoje atingiu um status de área separada, especializada. Contar com profissionais realmente qualificados para explicar comportamentos humanos é fundamental no contexto atual.
Exclusivo – A segmentação do varejo é uma tendência? Quais as vantagens e desvantagens de direcionar a loja para um perfil de público específico? Tonetto – A segmentação de acordo com variáveis psicológicas e sociais não é uma tendência. É uma realidade. Muitos pensam que “refinar” a segmentação representa perder clientes, quando, na verdade, só se ganha. Trabalhar com diversas marcas em um mesmo grupo é uma realidade hoje e isso não ocorre por acaso.
Exclusivo – O consumidor hoje ainda pode ser fiel à uma marca ou a um ponto-de-venda?
Tonetto – No mundo contemporâneo é cada vez mais complicado falar em ser fiel. O cliente pode estar fiel à marca ou ponto-de-venda, dependendo da categoria de produto ou serviço sobre o qual estamos falando. A grande questão reside no fato de que os consumidores têm estilos muito diversos. Uma pessoa pode, por exemplo, ter um estilo de consumo marcado por procurar barganhas (ou pechinchar), o qual foi associado pelos profissionais da área de marketing à classe C por muito tempo. Hoje em dia, perfis como esses podem ser encontrados em pessoas de classes mais altas com muita facilidade, por exemplo. Esses consumidores tendem a ser fiéis a eles mesmos, a suas necessidades, realizando suas compras no ponto-de-venda que oferecer melhores preços ou condições e adquirindo produtos de marcas que ofereçam melhor relação custo-benefício. Outros consumidores, com perfil mais conservador, podem tender a manter a fidelidade a uma marca, desde que ela se mantenha atualizada no sentido de desenvolver ou aprimorar produtos que satisfaçam suas necessidades.
23/07/09
Mercado
M.Dragonetti evolui sem perder a originalidade
Localizada entre os bairros Vila Nova Conceição, Vila Olímpia e Itaim Bibi desde 1965, a M. Dragonetti acompanhou a evolução dos tempos e passou por várias transformações, mas sem perder a originalidade.
Conservando seu aspecto antigo, a loja mantém um clima nostálgico, onde a descontração proporcionada pelo ambiente familiar remete ao passado. Sem deixar de lado o imperativo avanço tecnológico, seus proprietários acreditam que modernidade e tradição podem caminhar juntas.
Entre os produtos que a loja oferece destacam-se artigos para área de serviço, banheiro, bar, churrasco, cozinha, máquinas, mesa e decoração.
23/07/09
Mercado
Transformando pedra em arte
Referência nacional em revestimentos especiais e pioneira na fabricação de mosaicos de parede no Brasil, a Mosarte mantém a liderança no mercado nacional e ganha visibilidade internacional lapidando pedras e as transformando em arte. Valorizando principalmente a matéria-prima, os modelos da Mosarte revelam novos materiais e aplicações para manter uma coleção sempre diversificada e atualizada. Assim, as peças reúnem uma variada gama de desenhos e cores.
A percepção das combinações de tons, texturas e relevos, os desenhos criados à mão e a montagem de cada pequena parte resultam num serviço personalizado e com qualidade artesanal, mesmo com a larga escala de produção.
Destinadas à decoração de espaços residenciais e corporativos, onde se busca imprimir um toque de diferenciação, as peças podem ser inseridas de maneira sofisticada e única.
22/07/09
Saiu a nova edição da Revista HG Casa!
A 47ª edição da Revista HG Casa, profissional e dirigida ao setor de artigos para casa, já está em circulação, trazendo as últimas novidades e tendências do setor, em uma publicação da Grafite Editorial.
Entre as reportagens, que orientam e situam o lojista no mercado, destacam-se cases de sucesso das empresas Doural e Porto Brasil Cerâmica, tendências de sustentabilidade e simplicidade como conceitos de design, além dos preparativos e expectativa para a 39ª House & Gift Fair, a maior feira de artigos para casa da América Latina. Para que os compradores possam se programar, a Revista HG Casa ainda traz um encarte especial com o mapa da feira e dicas para otimizar a visitação.
Peça já o seu exemplar e fique por dentro de todas as novidades do mercado de artigos para casa. Através do nosso site ou entrando em contato pelo telefone (11) 2105-7000.
21/07/09
Empreendedorismo rende homenagem à Todeschini
Durante a solenidade do “Grande Expediente Especial”, promovido pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, cinco empresas da Serra Gaúcha foram homenageadas pelo empreendedorismo e pela contribuição ao desenvolvimento do Estado. Entre as agraciadas estava a Todeschini, que também recebeu homenagens por seus 70 anos, completados em abril deste ano.
Durante a cerimônia, o deputado Kalil Sehbe ressaltou que o empreendedorismo e a inovação são parceiras, “sem pessoas empreendedoras, nada acontece. É preciso ter visão para mudar as coisas. O empreendedor é inquieto, é veloz na ação, é pró-ativo e está disposto a correr riscos”. O deputado ainda relembrou as sete décadas de constante inovação da Todeschini, que teve início produzindo acordeões e hoje é importante nome na fabricação de móveis planejados.
Deputados de diversas bancadas também discursaram sobre o empreendedorismo das laureadas, e apontaram diversos fatores responsáveis por seu sucesso, entre elas, a promoção do fomento à economia, a contribuição para o desenvolvimento do Estado e do país, a visão de futuro de seus líderes, a grandiosidade das corporações, a sabedoria no momento de dividir os conhecimentos e, principalmente, a garra de quem começou pequeno e hoje é e sabe ser grande.
16/07/09
A febre dos tapetes estampados
Usados antigamente apenas para aconchegar os ambientes e proteger os pés do piso gelado, os tapetes agora ganham status de decoração, chegando ao mercado em tamanhos maiores, com desenhos ousados e tidos como peça-chave para recriar ambientes.
Para profissionais da área, os tapetes também funcionam para unir acessórios e conectar os demais artigos que compõem os espaços. Entre as estampas, destaque para as listras, muitas cores, desenhados com motivos abstratos e até mesmo inspirados em formas da natureza, como flores, por exemplo.
16/07/09
Bosch Eletrodomésticos apresenta Espaço Gourmet em Campos do Jordão
A Bosch participa pelo sexto ano consecutivo da temporada de inverno de Campos do Jordão (SP), que acontece até 2 de agosto, com o Espaço Gourmet. O local está instalado no Shopping Market Plaza, um dos pontos mais agitados da cidade durante a estação.
Os visitantes poderão conhecer alguns lançamentos recentes, como os exclusivos refrigeradores da linha Glass Edition, o revolucionário cooktop por indução, a coifa de vidro inclinada e a linha 90 cm, composta por forno e cooktop.
No Espaço Gourmet também haverá aulas de culinária com os chefs André Boccato, Mario Lo Sardo, Dulce Martinez, Nelson Gonçalves Jr. e Mané Young.
16/07/09
Decoração: tendência em estampas coloridas e personalizadas
Que tal reformar um móvel ou artigo de decoração ao seu estilo? Sabe aquele sofá antigo, com cores rústicas, velhas e com cheiro de depósito? Agora, é possível reinventar mobílias, almofadas, quadros e outros artigos, seguindo tendências de cores, personalizando as estamparias.
Escolhido o móvel, escolha as estampas, que podem ser adaptadas para alteração de cor e podem ser aplicadas em tecidos de fibra natural e sintética. Os desenhos não se aplicam apenas em estofados: também podem ser impressos em acrílicos.
16/07/09
Caderode amplia venda de móveis corporativos em Campinas
Marca especializada em móveis corporativos, a Caderode investiu 60 mil reais para transformar a loja de Campinas em um completo showroom com 10 ambientes empresariais decorados com ideias para escritórios, call centers, salas de espera, recepção, presidência e de diretoria. Os ambientes foram criados por 15 renomados arquitetos e decoradores do município e região.
A loja de Campinas faturou no ano passado 1 milhão de reais e pretende dobrar o faturamento este ano, chegando a 2 milhões. O objetivo é aumentar as vendas na cidade e ampliar a carteira de clientes, que conta hoje com aproximadamente 100.
Os móveis são produzidos na fábrica que atua há 15 anos no Rio Grande do Sul, emprega 200 funcionários e, além do mercado nacional, mantêm representantes no exterior.
16/07/09
Formato Design inaugura nova loja em Florianópolis
Marca brasileira de móveis, a Formato Design inaugurou sua sexta loja, desta vez, em Florianópolis (SC). Situada no Centro Empresarial Corporate Park, a nova loja conta com 450 m2 e mais de 200 opções de modelos exclusivos de móveis.
No segmento há 28 anos, um dos principais diferenciais da marca é a criação de produtos com design inovador, a exemplo das modernas e arrojadas linhas de sofás e móveis para sala de estar, jantar e home theater.
16/07/09
Pulepuxe apresenta artigos da Pylones
A Pulepuxe, que comercializa artigos de grifes como Reisenthel e Koziol, está recheada de novidades da marca francesa Pylones, itens práticos e funcionais para decorar o escritório, o quarto ou qualquer outro cômodo da casa.
Destaque para os porta-CDs, diferentes e feitos em veludo, que dão um visual descontraído para qualquer ambiente. Canetas, garrafas-térmicas, UDs e até eletrodomésticos receberam tratamento artístico e se tornam, além de utilizáveis, objetos de decoração cheios de estilo.
15/07/09
Todeschini divulga nova logomarca
A Todeschini apresenta ao mercado sua nova logomarca que, a partir deste momento, passa a representar a marca no Brasil e no exterior.
A mudança faz parte das ações estratégicas iniciadas por conta do reposicionamento da Todeschini em 2004. A nova logo é resultado de uma composição que engloba cores cuidadosamente pensadas, tipologia exclusivamente desenhada e um símbolo forte e estrategicamente posicionado. O preto deu lugar ao cinza chumbo, fazendo alusão à tecnologia e contemporaneidade que envolve os produtos. O vermelho foi mantido, mas em tom levemente mais escuro, transmitindo sofisticação e ao mesmo tempo proximidade.
A nova logomarca transmite os atributos essenciais da Todeschini, como experiência, credibilidade e solidez, e imprime modernidade e sofisticação à marca, além de reforçar o compromisso com o design e a inovação, sempre presentes em cada novo passo da Todeschini.
15/07/09
Imaginarium reabre loja em Curitiba
Referência em design divertido, criativo e funcional em presentes e objetos de decoração, a Imaginarium reabriu sua loja no Shopping Mueller, em Curitiba (PR). A nova unidade foi remodelada para oferecer mais conforto e maior visualização dos produtos, em constante inovação e ampliação de opções.
Há 18 anos no mercado, a Imaginarium é marca de design 100% nacional. Presente em mais de 70 lojas e mais de 400 multimarcas em todo o Brasil, todos os conceitos criativos da empresa surgem na Lagoa da Conceição, em Florianópolis (SC), onde mais de 40 pessoas são responsáveis pela geração de ideias, criação de produtos e vitrines.
15/07/09
Rio Grande do Sul recebe primeira Apple Shop
Este mês foi aberta a primeira Apple Shop gaúcha dentro da Fnac Porto Alegre, oitava loja brasileira dos famosos produtos assinados por Steve Jobs.
Nela estão à venda toda a linha Apple, acessórios e produtos de terceiros para uso doméstico ou profissional, assim como a família iPod e demais itens de hardware e software.
Uma equipe veio diretamente da Califórnia para o Brasil para montar o espaço. Também foram trazidos dos Estados Unidos todos os móveis, equipamentos e até mesmo o carpete especial com desenho oficial Apple.
Espaços como este já existem também nos Estados Unidos, Europa e México e são ambientes totalmente focados no conceito Apple. Uma loja idealizada de forma a que o cliente se sinta rodeado por um ambiente completamente Mac, maximizando sua experiência de compra. Todos os produtos estão expostos de forma a favorecer a melhor interação com o cliente, para que ele deguste todo o potencial de cada item.
14/07/09
Casa Santa Ifigênia lança primeira franquia em iluminação
Aproveitando o crescimento no comércio de materiais elétricos e iluminação, a Casa Santa Ifigênia lança a primeira rede de franquias do segmento, com o objetivo de expandir as lojas pelo Brasil com rentabilidade segura e promissora.
Fundada há 10 anos na tradicional Rua Santa Ifigênia, a empresa tem se destacado no mercado de reforma e construção pela qualidade dos produtos, preço competitivo atendimento diferenciado ao cliente.
14/07/09
PortCasa lança campanha para expandir marca
Às vésperas do Dia do Amigo, comemorado em 20 de julho, a loja virtual www.portcasa.com.br lança uma campanha especial para celebrar a amizade e incentivar o marketing viral.
O concurso “Amizade de Ouro PortCasa” vai premiar o autor da melhor resposta para a pergunta: “Por que meu amigo merece ganhar produtos da PortCasa?”. A melhor frase ganhará R$ 1000 em compras na loja: R$ 500 para o autor e R$ 500 para o amigo.
Com a iniciativa, a PortCasa pretende captar novos consumidores, reforçar a marca e promover a interação com os usuários do portal. A ação envolve todas as marcas comercializadas pela loja virtual, em especial Karsten e Tramontina.
Qualquer pessoa pode participar. Basta acessar o blog www.dicasparasuacasa.com.br, preencher o formulário e responder à pergunta. É possível participar quantas vezes quiser e indicar todos os amigos. Com a ação, a PortCasa espera atingir mais de 20 mil pessoas.
Os interessados têm até o dia 20 de agosto para participar. As frases serão avaliadas de acordo com a criatividade, fidelidade ao tema, originalidade, uso correto da ortografia e da linguagem. O resultado será divulgado no site www.portcasa.com.br no dia 21 de agosto.
Para divulgar a campanha, a PortCasa está investindo em ações de marketing digital como envio de emails marketing, banner no site e informações no blog da loja - www.dicasparasuacasa.com.br.
14/07/09
Automação: Novos Horizontes para o Varejo
*Flávia Ponte Bandeira S. Costa
Código de barras, Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI), o moderníssimo Código Eletrônico do Produto – RFID (EPC) e outras ferramentas e tecnologias garantem a eficácia na interação entre as indústrias, distribuidores, atacadistas e varejistas. Além de agilidade e segurança, propiciam também precisão nas informações e racionalização de custos.
O consumidor percebe de modo muito claro esses avanços e tem que estar bem preparado para atender ao movimento de comercialização, em decorrência da crescente presença da automação nas lojas. O processo não se restringe à emissão de um cupom fiscal. Envolve controle eficaz dos estoques, reposição em tempo real das mercadorias, redução de custos, aumento de produtividade e acesso amplo a informações estratégicas para o negócio.
Trata-se de um conjunto de benefícios cada vez mais acessível, pois os softwares e equipamentos têm preço muito menor do que no passado e sua operação torna-se paulatinamente mais simples. É perceptível – em especial em momentos de maior demanda, como nas vendas de chocolates na Páscoa, Natal entre outros – a relação de causa-efeito entre os processos eficazes do varejo e a satisfação do consumidor, cada vez mais exigente, seletivo e ávido pelo bom atendimento.
A automação proporciona um panorama geral da loja, melhorando o controle de atividades como atendimento em balcão, encomendas e vendas. Com processos informatizados, é possível agregar agilidade e redução de custos, aumentando, assim, a rentabilidade e a competitividade.
Esses avanços são viabilizados pelo código de barras e o EDI e, mais recentemente, pelo EPC-RFID, disseminados e administrados no País pela GS1 Brasil, entidade multissetorial, sem fins lucrativos, voltada a multiplicar a automação em todas as cadeias de suprimentos. Essas ferramentas, embora invisíveis ao grande público, proporcionam imenso ganho de eficiência.
Para o consumidor final, contudo, o que importa é a qualidade que percebe, em especial nos momentos de elevada procura por um ou mais produtos, como ocorre em datas festivas. Ninguém quer enfrentar longas filas, mau atendimento ou, pior, a frustração de não encontrar o que procura. A automação, pela agilidade que oferece na ponta do consumo, por facilitar a logística e a reposição contínua de mercadorias, propicia adequado gerenciamento de estoques e contribui de modo decisivo para a eficácia dos processos de produção, distribuição e venda.
*Flávia Ponte Bandeira S. Costa é assessora de Soluções de Negócios da GS1 Brasil
14/07/09
Tutille apresenta conjunto de bambu para salada
Seguindo a tendência mundial de criar produtos dos mais diversos segmentos com matérias-primas ecológicas, a Tutille lança um conjunto de bambu para salada, composto por cinco peças: um bowl grande, dois bowls pequenos e dois pegadores de salada.
Ideal para servir saladas, o conjunto une beleza, charme e irreverência. As peças possuem um design moderno e único, além de serem perfeitas para quem valoriza a natureza e o bom gosto no dia a dia.
14/07/09
Criare inaugura primeira loja em Mato Grosso
Inaugurada no mês passado, a primeira loja mato-grossense da Criare, que atua no segmento de móveis planejados, irá expor sete ambientes decorados com os últimos lançamentos da marca, dispostos em uma área de 100m².
Para as empresárias Flavia Pereira Muccelin e Marines Angheben, proprietárias da unidade, os diferenciais da loja, inaugurada com um charmoso coquetel para a sociedade, são o capital humano e o pós-venda. Este último conta com assistência técnica agendada gratuitamente por quatro meses após a montagem do projeto.
02/07/09
47ª HG Casa chega para atualizar mercado de artigos para casa
Na segunda quinzena de julho, lojas especializadas, lojas de departamento, home centers e profissionais qualificados do setor de artigos para casa receberão a 47ª edição da revista HG Casa, publicação da Grafite Editorial.
Quadrimestral, com circulação em fevereiro, julho e outubro, a HG Casa trata de assuntos exclusivos relacionados ao segmento casa, com uma linguagem de negócios reunindo as ocorrências nacionais e internacionais de interesse do público-alvo.
Por divulgar campanhas promocionais, lançamentos de produtos ou comunicados ao mercado, a HG Casa informa novidades e últimos lançamentos do setor. E a 47ª edição não será diferente. Fique atento ao site da Grafite Feiras e Promoções e acompanhe os assuntos tratados nesta edição, entre eles, uma prévia de como será a 39ª House & Gift Fair, renomada feira de artigos para casa que acontece em agosto.
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